Para Sempre - Parte II
11 Julie eu te amo
STEVE
Escovei meus dentes com a escova que Julie havia me dado e fui para o quarto que ficava no térreo. Julie, e seus avós estavam dormindo no andar de cima.
Me deitei e tentei dormir. Não consegui. Saí do quarto e fui em direção as escadas. Fiquei parado olhando para o andar de cima, criando coragem para subir até o quarto de Julie para lhe dar boa noite, de novo.
Voltei para o quarto e me deitei novamente. Olhei as mensagens no meu celualar e tinha várias de Samanta. Respondi e depois de uns cinco minutos, ouvi um barulho. Saí do meu quarto novamente e vi uma pequena luz vindo da cozinha. A luz se apagou, e ouvi algo batendo. Era a geladeira sendo fechada.
Fui até a cozinha e encontrei Julie bebendo água.
— Ah, é você.
— Quem poderia ser? — Ela perguntou.
— Não sei, qualquer pessoa.
Ela terminou de beber água e colocou o copo na pia.
— Bom, boa noite – ela passou por mim mas minha mão criou vida própria e a segurei, impedindo que ela passasse. – O que?
Estava escuro, e tudo estava em silêncio.
— Queria te dar boa noite – eu disse.
— Acabou de dar.
— Você vai ver a diferença.
Encostei ela na porta da cozinha e a beijei devagar. Eu soube que podia continuar quando ela me apertou para perto de si. Eu fiquei quente na mesma hora. Aquele beijo não era um simples beijo. Tinha desejo, tinha uma finalidade.
Apertei sua cintura, a afastei e depois trouxe com tudo para mim de novo, chocando nossos corpos. Passei as mão delicadamente por dentro de seus cabelos e puxei devagar, beijando seu queixo, seu pescoço...
— Steve, pelo amor de Deus – ela sussurrou.
Fomos nos empurrando devagar até meu quarto, fechei a porta e voltei a beijá-la.
— Só paro se você disse que não quer.
Ela se sentou na cama e eu me sentei ao seu lado, aguardando a resposta. Ela me beijou euforicamente, nos deitamos e enquanto eu passava a mão em seus seios fartos ela acariciava a minha ereção. Tirei sua blusa do pijama e abaixei minha calça do pijama. Beijei cada centímetro de sua pele nua, agradecendo por esse momento com ela. Fui descendo...descendo. Tirei seu shorts do pijama e beijei seu sexo.
Quando nós dois já estávamos totalmente nus, peguei a proteção na minha carteira, vesti e, devagar, entrei dentro dela.
— Eu te amo – sussurrei em seu ouvido, enquanto me movimentava devagar.
— Ah, eu te amo – ela disse de volta, e enfiei mais forte. Ela prendeu qualquer som que fosse sair de sua boca, já que seus avós estavam no andar de cima. – Eu te amo – e fincou suas unhas nas minhas costas.
Enfiei mais forte, mais forte.
— Volta para mim – eu disse, enquanto virava e deixava ela de quatro para mim. – Volta.
— Volto – e enfiei com força novamente.
Dei um tapa em sua bunda, e fui mais rápido, mais forte, mais rápido, mais forte...
— Steve...
— Julie...
E então foi uma explosão.
***
Ficamos os dois deitados. Não conseguia parar de olhar para ela, e se antes eu não sabia o que fazer, agora eu tenho certeza. Eu precisava dela para me completar. Só ela poderia me fazer feliz de verdade. Só ela.
— Eu te amo – sussurrei para ela, que sorriu.
— Eu te amo muito mais – e me deu um beijo. – Será que alguém ouviu?
— Eu não sei – dei risada.
— Ah, meu Deus. Isso foi tão errado.
— Eu sei, mas era isso ou a morte.
— Que dramático. Fazia tempo que eu não me sentia assim...completa.
— É claro, eu estava aqui e você estava lá... nós fomos feitos um para o outro. Só você pode me completar.
Ela sorriu e depois fomos dormir.
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