Para Sempre

32 Minha filha está nascendo...


Notas iniciais
Oieeeeee Gente, eu ia postar ontem, mas... Estou na casa da minha amiga e só volto domingo, porém o próximo capitulo que eu estou responsável, já está pela metade, sim gente, estou desesperada, EU, não estou aguentando mais ver Finchel sofrendo, EU... Tenho que revelar a vocês, Para Sempre já está acabando, muitos devem estar achando que Finchel terá paz após o nascimento da Hudson-Baby Berry, não irá acabar ai, eu e a Paty queremos que o Brody tenha o fim que merece, então, ainda vai prolongar um pouco. Após o fim de Para Sempre já estaremos começando outra fic juntas, mas será um short fic, a long fic vai vir depois. Bom chega de encher vocês com esses assuntos. Boa Leitura!!

POV Rachel

Minha vida virou um inferno. Faz dois meses que o Brody me trouxe para essa casa no meio do nada, eu já estou de nove meses, já não é tão fácil ficar de pé e fazer algumas coisas, por sorte a empregada me ajuda, outro dia ela fez o almoço e aquele desgraçado tentou por um veneno que provoca aborto na minha comida por sorte eu vi e não comi, eu não aguento mais isso, eu só queria o meu amor aqui comigo, eu só consigo pensar nele, em como ele deve estar, penso na Sant, no meu irmão, no meu sobrinho, nos meus pais, em todo mundo, mas eu não posso fazer nada, eu tenho que continuar aqui, trancafiada nessa casa.
Acordei com a barriga mais pesada que o normal e sentindo fortes dores, provavelmente dor de barriga, fazia algum tempo que eu estava assim, não era algo comum, mas eu vou ao medico amanha, pelo menos isso eu o convenci a me deixar fazer.


– Bom dia Dona Rachel — a mulher que estava cuidando de mim e da casa disse assim que adentrei a cozinha.

– Bom dia Márcia, por favor, me chama de Rach, eu estou aqui na mesma condição que você, não sou sua patroa — Rachel disse simpática se sentando com dificuldade na cadeira para tomar café.

– Desculpe força do hábito, o Sr.Weston falou que vai voltar depois do almoço, disse que tem algo importante para lhe dizer — a empregada falou e senti meu estômago embrulhar de ouvir o nome daquele homem.

– Eu só queria que ele sofresse um acidente no caminho — disse e ri puxando a risada dela também.

– Às vezes eu também queria isso — ela disse e mudei a expressão ao sentir uma pontada — Está tudo bem Rachel? — ela perguntou assustada se aproximando.

– Sim, só acho que tem alguém animada hoje — disse tentando forçar um sorriso o que fez ela se acalmar um pouco.

– Eu vou até a cidade comprar algo para o almoço — ela disse pegando sua bolsa e dando um beijo na minha testa.

– Ok, eu vou terminar de tomar café e vou me deitar um pouco — eu disse e ela saiu, por mais que eu tentasse comer, minha dor não deixava fazer quase nada, estava com medo de que fosse algo com meu bebê, meu maior medo na verdade.

Fui para o quarto sem tomar café mesmo e me deitei na cama, levantei minha camisa e comecei a acariciar minha barriga.

– Oi meu amor, falta pouco pra você estar aqui com a mamãe, eu não sei quanto tempo, mas falta pouco, eu queria tanto que seu pai estivesse aqui comigo, eu sinto tanta falta dele, você sente também, não sente? — Eu perguntei quase chorando e recebi um chute como resposta o que me fez sorrir — acho que isso foi um sim... Eu queria que ele estivesse aqui, seu pai deve estar desesperado atrás de nós meu amor, e meu maior medo é que ele nos ache e o Brody faça algo contra ele, eu só queria que esse pesadelo acabasse eu queria... — eu parei de falar ao olhar ao ver algo em cima da cômoda, me levantei com dificuldade e peguei o celular, e para minha alegria estava com bateria, comecei a discar o número e aproximei o aparelho do meu ouvido, logo ele começou a tocar e em menos de segundos, alguém já atendeu.



Alô? – eu reconheci a voz do meu irmão e sorri entre as lagrimas.

Noah – eu disse e ouvi-o chorando.

Rachel? – ele perguntou meio desesperado.

Puck eu...– eu disse chorando e pareceu que alguém pegou o telefone.

Amor?– eu ouviu aquela voz que tanto sentia falta, ele também chorava.

Finn– eu disse e comecei a soluçar.

Amor, eu estou com tantas saudades– ele disse com a voz embargada.

Eu também amor, muita saudade, eu não aguento mais ficar longe de você– eu disse.

Onde você está?– ele perguntou meio desesperado se lembrando de tudo, já que durante esses segundos que conversamos, até eu me esqueci das coisas.

Eu não sei, eu só sei que é no meio do nada, é muito longe– eu disse.

O detetive está localizando a chamada, não desliga– ele disse.

Ok, ai...– eu disse sentindo outra pontada um pouco mais forte.

Que foi Rachel?– ele perguntou nervoso.

Nada, ela só chutou, eu acho, ela sabe que pela primeira vez depois de tanto tempo, eu voltei a ficar feliz– eu disse sorrindo.

Eu sinto tanta falta de vocês duas, eu não devia ter te deixado sozinha, eu...– ele começou a dizer, porém eu o interrompi.

Para de se culpar, a gente não poderia prever isso– eu disse tentando abafar a dor.

Desculpa amor eu vou até ai agora, conseguimos achar a localização– ele disse

Vem logo, ele pode chegar a qualquer momento, e eu não estou aguentando mais de dor, eu preciso ir ao medico– eu disse e gemi de dor.

Eu vou o mais rápido que eu conseguir, eu te amo, eu vou tirar você daí– ele disse convicto.

Eu também te amo e confio em você– eu disse e ouviu a linha ficar muda.



Eu fechei os olhos e os abriu novamente sentindo a vista turva, fechei os olhos e pareceu que o sono veio facilmente.

Acordei com um pouco de dor, acho que dormi bastante tempo, ouviu o barulho da porta principal e fui até a sala, achando que pudesse ser a Marcia e quando chegou não foi bem o que eu vi.

– Oi meu amor — Brody disse, porém eu não conseguia pensar muito por conta da dor.

– Oi — eu disse e na hora que ele se aproximou eu me afastei, mesmo sentindo tudo rodando, tive forças para me afastar dele.

– Você não vai falar comigo direito? — ele perguntou me puxando com força e encostando nossos corpos.

– Tira a mão de mim — eu disse entredentes me afastando e sentando no sofá, abaixei a cabeça sentindo a dor intensificar.

– Rachel, fala comigo direito — ele disse nervoso e a empregada adentrou a casa com algumas sacolas.

– Bom dia Sr. Weston — ela disse.

– Oi... Marcia arrume as roupas da Rachel e as minhas — ele disse e levantei a cabeça o fitando.

– Do que você está falando? — eu perguntei.

– Amor, nós vamos para a França — ele disse e senti o desespero tomar meu corpo.

– Brody, eu não posso, e-eu tenho o medico aqui, minha filha pode nascer a qualquer momento — falei, mesmo usando aquilo como desculpa, era a verdade minha filha poderia nascer a qualquer momento.

– Não se preocupe, assim que chegarmos lá, um medico irá atendê-la, Márcia arrume suas coisas também, você vai junto — ele disse e a empregada ficou meio estranha, mas ao ver o olhar dele abaixou a cabeça.

– Ok, Sr. Weston, vou fazer as malas — ela disse saindo e me levantei indo até o quarto, precisava respirar.

– Eu tenho que dar um jeito de enrolar ele — eu disse para mim mesma e senti outra pontada, estava cada vez mais constante, fiquei mais um bom tempo ali tentando pensar em algo, ouvi alguém bater na porta e logo vi a cara do desgraçado.

– Vamos Rachel, não temos tempo — ele disse e me levantei sentindo a dor pior.

Sai do quarto e Márcia estava me esperando me ajudou a andar e quando chegamos ao lado de fora senti uma pontada forte que me fez curvar para frente.

– Dona Rachel — Marcia disse preocupada e eu sentia a vista turva novamente.

– Rachel? — Brody chamou e se aproximou a me ver curvada, consegui olhar o relógio do meu pulso e vi que as pontadas vinham de cinco em cinco minutos, a dor só piorava e então eu senti um líquido descer pelas minhas pernas e o desespero tomou meu corpo, eu estava entrando em trabalho de parto.

– Minha filha esta nascendo – sussurrei e Marcia entrou em desespero, senti a dor aumentar e me curvei mais.

– Sr. Weston, a bebê está nascendo — Márcia disse para Brody enquanto a dor aumentava mais, me curvei para trás sentindo a dor piorar a cada segundo.

– Pare de usar isso como desculpa você querendo ou não, vamos para França. Não temos tempo pra isso, nós temos que pegar o avião — ele disse e tentou me puxar, senti o ódio tomar meu corpo.

– Seu desgraçado, minha filha está nascendo... Ahhh – gritei e comecei a chorar de dor e foi quando ouvi um carro adentrando a propriedade em alta velocidade, e mesmo com dor consegui sorrir – Finn...

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Não deixem de nos dizer, vocês devem estar desesperados por conta dos capítulos estarem acabando em momentos decisivos, o próximo também será assim hahahaha... Somos do mal hahahahahaha... Logo a Paty posta, então até o 34... Beijos!!