P De Punk
23 O pesadelo acabou
Notas iniciais
Percy’s POV
Clarisse finalmente saiu do hospital, ela não queria, mas a mãe dela insistiu para ela ir em um psicólogo. O Chris mudou de escola, ainda bem porque ia quebrar a cara desse imbecil. A escola de Clarisse não quer me ver nem passando de carro pela frente do prédio. Eu não tenho medo nem deles nem da policia já fui parar na delegacia algumas vezes e fiz algumas amizades, mas resolvi não provocar porque a Annabeth fez carinha de gatinho bravo e eu não resisti.
Não tinha visto meu pai desde que Clarisse havia se acidentado, só depois de dois dias do acidente ele resolveu aparecer com aquela cara de superior e aquele sorrisinho debochado. Ele colocou a mala na mesa da cozinha e ficou olhando para mim, eu estava apoiado na pia, conversando com o Tyson, numa boa. Aquele olhar dele em cima de mim começou a me irritar. Olhei para ele e esperei ele falar alguma coisa, como ele continuou na mesma, fui obrigado a perguntar.
– Algo errado?
– Eu soube que aquela menina perdeu o bebê. – disse ele.
Olhei para Tyson e ele olhou para baixo parecendo culpado. Nós não falávamos muito com nosso pai, principalmente eu, então acho que quando Tyson tem oportunidade de falar com ele, conta tudo que pode.
– É, ela perdeu o bebê sim. – afirmei olhando-o novamente.
Ele sorriu mais ainda.
– Ainda bem, porque agora eu não vou precisar gastar dinheiro com mais uma criança. – disse ele como se fosse a coisa natural do mundo.
– Oi? – eu até me endireitei, estava começando a ficar com raiva. Aquele desgraçado estava achando bom? A Clarisse foi obrigada a ir ao psicólogo por causa da mãe e a mãe dela me pediu para apoiá-la por ter medo de a Clarisse ficar com trauma do que houve e tudo mais, e ele está achando que é melhor ela ter perdido o bebê?
– Eu acho que é bem obvio que eu não gosto muito de criança. A sua mãe sabia disso e teve coragem de aparecer grávida, eu falei que ajudava, mas de longe, não gosto de crianças. E como a mãe de vocês é chata, ela não quis a minha ajuda. – ele suspirou.
Ele tava falando da minha mãe, de mim e do meu irmão e da Clarisse? Meu punho se fechou de raiva.
– E tudo isso é meio confuso, eu achei que se você fosse imbecil o suficiente para engravidar alguém seria a sua namorada, ou pelo menos eu acho que é namorada, que aquela menina parece mais um enfeite da casa, eu chego e ela tá aqui. – ele revirou os olhos – Aí você me aparece com outra garota grávida, e a sua namorada tá pouco se fudendo para o que aconteceu entre você e a Caroline. – acho que aquele filho de uma puta queria dizer Clarisse.
Minha mente e minha visão ficaram confusas, eu via tudo vermelho por um segundo. Só conseguia ouvi-lo falar mal da minha mãe, do meu irmão, da Clarisse, da minha Annabeth, que se foda que ele estivesse falando de mim, não me importo, mas ele não pode abrir a boca para falar de mais ninguém. Em um segundo o Tyson estava pedindo para eu parar e no outro eu senti o forte impacto na minha mão e quando minha visão clareou, meu pai estava com a mão sobre o nariz, dando um sorriso e uma gota grossa de sangue caiu no chão descendo do nariz dele até o queixo. Ele riu.
– Você quer mesmo brigar? – perguntou ele.
Eu sabia que ele vinha para cima de mim e eu estava pronto. Só que o Tyson ficou no meio de nós dois. Ele ficou na minha frente e pediu para meu pai se acalmar.
– Você está mandando que eu me acalme?! – perguntou ele, vociferando – Fala isso para seu irmão filho de uma puta. – ele olhou para mim por cima do ombro do Tyson – E sim, eu estou xingando diretamente a vadia da sua mãe!
Eu avancei nele, mas o Tyson é muito maior do que eu então ele me segurou e pediu para eu parar. Eu o encarei arfante.
– Calma, Percy. Para. – pedia ele.
– Como calma? – vociferei, depois de perceber que estava gritando com o Tyson eu suspirei – Ele está xingando a nossa mãe, você, a Annabeth, como eu vou ter calma? – perguntei tentando ficar mais calmo.
– Solta ele, Tyson. O máximo que ele podia fazer, já fez. Esse merda do seu irmão não consegue fazer nada mesmo. Fica fazendo graça com essas roupinhas querendo parecer um rebelde e essas idiotices, mas não consegue viver sem o meu dinheiro!
– Se você acredita mesmo nisso, então ótimo! – gritei sentindo minha garganta doer e meus olhos doerem, mas chorar eu não chorei – Eu vou embora dessa casa agora, eu não preciso mais ficar aqui. Fiquei aqui todo esse tempo por causa do Tyson, mas acho que já chega. – meu pai riu com o lábio superior cheio de sangue, olhei para o Tyson, ele estava pronto para me dizer para parar com isso, a sua cara era agonizante – Desculpa, Tyson, eu não aguento mais.
Eu saí daquela cozinha e fui para o meu quarto, peguei algumas poucas coisas que eu precisava levar comigo, eram: aquela minha samba-canção, uma foto que eu tinha da minha mãe, uma fotos dela comigo e o Tyson, algumas roupas e o meu celular que não foi o meu pai que comprou, minha mãe que havia dado ele para mim. Saí do meu quarto jogando a minha mochila nas costas e lá estava o Tyson com aquela cara igual a da minha mãe, suplicando para eu reconsiderar.
– Por favor, Percy, vamos sentar na sala e conversar. – pediu ele.
Apesar de ele tentar me segurar eu continuava a ir em direção à porta.
– Por favor, Percy, não vá embora. Eu já disse que não quero perder meu irmão também.
Eu tive que ser forte, eu e o Tyson éramos muito unidos apesar de sempre estarmos zuando um com o outro. Abracei-o com força a suspirei.
– Você nunca vai me perder, Tyson. – murmurei – Desculpa.
Finalmente saí da casa e fechei a porta. Eu não fazia ideia para onde eu ia. Olhei para a porta ao lado, acho que era um lugar bom, apesar de não ser uma saída de casa porque eu nem havia saído do andar da minha casa, mas era algo. Eu bati na porta e a minha sabidinha abriu com aquele sorrisinho lindo dela. Segurei aquele rosto perfeito e puxei para mim roubando um beijo desesperado dela. Tantas coisas haviam acontecido, eu precisava dela. Precisava muito. Separei meus lábios do dela, arfando, sedento por outro beijo, para deixar a boca dela mais vermelha ainda e para começar a apertação daquelas coxas grossas e daquela cinturinha.
– Seu pai está em casa? – perguntei.
– Não. – respondeu ela franzindo o cenho depois sorrindo – O que tá acontecendo, Percy?
– Depois eu falo, eu preciso de você, agora.
Ela não reclamou, tranquei a porta e peguei-a no colo como se ela fosse a minha noiva, o que eu espero que fosse no futuro. Caminhando assim, levei-a para o quarto trocando beijos longos e recebendo beijos no meu pescoço em áreas que aquela safada sabia que me deixavam doido. Joguei Annabeth na cama, de bruços e pude apreciar aquele short minúsculo preto que ela tava usando e como ele ficava perfeitamente encaixado na bunda dela, se é que vocês me entendem. Subi na cama e dei um tapa na bunda dela e comecei a distribuir beijinho na nuca dela.
– Só a minha sabidinha para me fazer esquecer os problemas. – murmurei dando uma mordidinha na nuca dela enquanto apertava a bunda dela com força.
Annabeth sorriu e dei um beijo na boca dela, um beijo demorado cheio de frustrações e tensão. Logo eu estava relaxando. Virei-a e comecei a tirar a roupinha dela. Estava tão afoito que nem apreciei o que fazia, tirei tudo de uma vez a deixando completamente nua pronta para mim. Apenas apreciei o corpo dela e fiquei babando um pouco naquelas curvas que eu já tinha decoradas na minha cabeça desde a nossa primeira vez.
– Percy. – chamou ela com aquela voz sensual dela.
Olhei-a e ela deu um sorrisinho safado e puxou minha camisa para cima e começou a dar beijos pelo meu peito deixando minha pele arrepiada, minha respiração começou a ficar cortada, ela deu uma mordidinha na minha pele sob o umbigo e sorriu para mim quando eu soltei um gemidinho. Annabeth me deixou, beijou e mordeu meu pescoço enquanto desabotoava a minha calça. Ela tirou minha calça e a minha cueca e sentou-se sobre minhas coxas. Annabeth se inclinou e novamente beijou meu pescoço.
– Relaxa, Percy, eu vou cuidar de você. – murmurou ela contra meu pescoço.
Os beijos dela seguiram caminho, passaram pelo meu pescoço, clavícula, peito, barriga, e finalmente meu membro, ela deu um beijinho na extensão e tocou-o. Fechei os olhos e gemi, ela passou a masturbar-me lentamente. Continuei de olhos fechados, relaxando e apreciando as mãozinhas dela me acariciando. E como eu não estava esperando, quando ela abocanhou meu membro sem aviso prévio, eu dei um saltinho e gemi encarando-a, ela sorriu para mim e lambeu a extensão do meu membro. Minha respiração estava descompensada já, e Annabeth piorava tudo indo com a maior calma.
– Ah… Annabeth… – murmurei.
– Sim? – ela sorriu e lambeu a glande do meu membro repetidas vezes.
– Mais rápido, sabidinha, por favor. Não me torture. – pedi arfando pesadamente.
Ela sorriu safada e abocanhou completamente meu membro fazendo movimentos rápidos e fortes. Depois ela diminuiu o ritmo, passou a me masturbar e distribuiu beijinhos pelos meus testículos depois os lambeu. Sua língua subiu pela extensão do meu membro e deu um beijo na cabeçinha e chupou-a. um pouco de gozo escapou pela cabeça do meu membro, Annabeth lambeu o pouco gozo do local e abocanhou meu membro novamente. Segurei os cabelos dela em um rabo de cavalo e levemente passei a ditar meus movimentos.
Eu gemi mais alto e senti minhas pernas tremerem. Annabeth sugou com força meu membro e gemeu junto a mim quando vim em sua boca. Ela lambeu tudo, limpando todo o gozo do meu membro. Depois de se satisfazer, Annabeth sentou-se novamente sobre minhas coxas e limpou os lábios com o dedo indicador e chupou-o encarando-me sorrindo maliciosamente.
Fiquei respirando com força tentando me acalmar, Annabeth esperou com paciência eu me acalmar e para se distrair ficou beijando meu pescoço. Ao notar que eu já estava calminho e já estava ficando duro por ela novamente porque os peitos dela estavam visíveis para mim, Annabeth subiu os lábios para minha orelha e primeiro lambeu o lóbulo depois começou a chupá-lo. Meus olhos reviraram e eu soltei um gemido. Annabeth mordeu o lóbulo e puxou e eu não resisti.
Rosnei e a beijei com vontade já apalpando o seio dela. Annabeth sorriu quando soltei os lábios dela e acariciei os bicos dos seios dela com os meus polegares, ela suspirou e esfregou uma coxa na outra. A minha sabidinha mordeu os lábios quando minha língua lambeu vagarosamente o seu mamilo e minha boca fechou-se em volta dele, dei uma leve chupada a fazendo gemer baixinho.
Eu estava tão afoito que nem dei a atenção devida aos seios dela, logo meus lábios desciam rapidamente pela barriga lisinha de Annabeth. Abri as pernas da minha loirinha e encarei o sexo dela, suspirando em seguida. Fechei os olhos e abocanhei o sexo dela, lambendo e chupando o clitóris melado dela com força. Annabeth gemia e segurava meus cabelos, forçando minha boca contra seu sexo. Encarei-a e continuei a chupá-la com força e introduzi dois dedos dentro dela em fazer aviso prévio, ela gemeu mais alto e arqueou as costas rebolando em meus lábios e dedos.
– Percy!
Estoquei meus dedos com rapidez e continuei a me deliciar com o clitóris dela. Annabeth gemia e seu corpo se contorcia e seu quadril jogava-se contra mim. quando meus dedos começaram a ser apertados e o corpo de Annabeth tremeu pela primeira vez, me afastei do sexo dela, chupei meus dedos para me deliciar mais com o gosto dela e antes que ela pudesse reclamar, estoquei uma vez entrando completamente dentro dela. Meu corpo inclinou sobre o da minha loirinha e eu fiquei beijando-a enquanto estocava com força dentro dela.
– Percy… – murmurou ela sem fôlego na minha boca enquanto eu a beijava.
Fazia tanto tempo que não fazíamos amor que parecia termos ficado com abstinência, não conseguíamos ir devagar agora mais, era preciso que ficássemos unidos. Minhas estocadas eram cada vez mais alucinadas, Annabeth gemia e arranhava as minhas costas.
Annabeth começou a me apertar com mais força e finalmente ela gozou e acabou me levando junto nesse prazer porque ser apertado por ela era simplesmente muito bom.
Annabeth gemeu e me beijou com vontade. Depois de passarmos um bom tempo nos beijamos saí de dentro dele e deitei-me ao lado dela, a minha sabidinha deitou a cabeça no meu peito e ficou abraçadinha a mim. Annabeth só começou a conversar comigo quando nós dois nos acalmamos.
– O que houve, Percy? – perguntou ela – Você chegou todo afoito, o que aconteceu?
Eu suspirei.
– Eu tive uma briga com meu pai e saí de casa. – respondi baixinho.
Annabeth me olhou e parecia preocupada.
– Mas… porque, Percy?
– Ele falou umas coisas e eu não aguentei mais.
Annabeth acariciou o meu rosto.
– O que você vai fazer agora?
– Eu não sei.
– Você não acha que deve pedir… ah, esquece… eu sei que você não vai fazer isso.
Eu ri, eu sabia que ela ia falar para eu pedir desculpas para meu pai. E não, eu não ia fazer isso.
– Eu vou pedir para o meu pai deixar você ficar aqui. – murmurou ela com o queixo no meu peito.
Acariciei o cabelo e as costas dela, dando um beijinho na boca da minha loirinha.
– Não precisa, minha sabidinha, eu vou dar um jeito. – suspirei e novamente dei um beijo nela.
– Shhh, não me contradiz, você vai ficar aqui. – ela sorriu – Se bem que ficar aqui em casa não é sair de casa, mas mesmo assim, eu prefiro você aqui, para eu poder ficar de olho em você.
Eu ri.
– Que bom que a minha sabidinha vai cuidar de mim. – dei um selinho nela – Eu gosto de ser cuidado pela minha sabidinha. Esse cuidado inclui você me dar banho e me alimentar na boca?
Annabeth riu e bateu no meu peito.
– Talvez…
Eu sorri feliz da vida, se ela me desse comida na boca eu ia ficar tão feliz. Nem sei porque, afinal isso é um pouco estranho.
Se o pai da Annabeth me deixasse ficar não seria tão ruim, eu ia ficar longe do meu pai e perto da minha sabidinha, não tão longe do meu pai assim, mas eu evitaria bastante vê-lo, meu único problema é o Tyson, eu não queria ficar longe dele, mas ele devia entender que eu não aguentava mais.
Dei mais um beijo em Annabeth e me aconcheguei mais ainda no abraço dela. Acho que finalmente meu pesadelo acabou, era insuportável continuar na minha antiga casa e ainda ter que me lembrar dos outros problemas que tinha. Respirei fundo e senti o cheiro dos cabelos de Annabeth e acho que adormeci com as mãozinhas da Annabeth acariciando meu cabelo e tendo os lábios dela sendo levemente pressionados pelo meu rosto.
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