P De Punk

11 No chalé em Montauk


Notas iniciais
Você pode fumar baseado... baseado em que você pode fazer quase tudo. Olha, calma, Diamonds, é só uma musica kkkkk. Não é uma musica educativa para cantar em uma reunião de família? eoli22 eu amo a Marina, porque ela é fabulosa por ser Marina, eu gosto muito de Primadonna também, e Teen Idle, How to Be a Heartbreaker e Bubblegum Bitch (são todas divosas *--*). Gente, vocês acharam que a Annie ia levar o Percy para a praia de gesso? Como vai rolar um pipi vagina com o menino engessado? Parece que nem sabem kkkkkk. Bom vamos ao lindo capitulo cheio de estaladas e gemidos. Ai que eu adogo.

Annabeth’s POV

Quando eu chamei o Percy para ir no chalé comigo, ele logo achou que era na mesma semana, sexta-feira ele já estava lá em casa perguntando se iríamos naquele momento. Eu ri e disse que só iríamos na semana seguinte, era até melhor, nessa semana ele iria tirar o gesso, ficar com aquele negocio na praia seria uma problema, ia ficar tudo cheio de areia e água e coçando, seria chato, ele gosta tanto de nadar. Eu tive que mentir para o Leo dizendo que iria com meu pai mesmo, ele não gostaria de saber que iria com o Percy.

Na sexta, Percy já não estava com o gesso, suas malas estavam prontas desde a sexta-feira passada, eu peguei o carro do meu pai e fomos para Montauk. No carro, ele ficou se divertindo com a maquina fotográfica, tirou fotos minhas sem eu deixar e só no meio do caminho ele se lembrou que não sabia para onde iríamos.

– Onde fica esse chalé? – perguntou ele apontando a câmera para mim, esperando para tirar a foto.

– Primeiro, para de tirar fotos minhas. – pedi colocando a mão sobre a câmera sem tirar os olhos da estrada e abaixei-a.

– Mas você é tão linda, a câmera gosta. – disse ele risonho.

– Mais tarde a gente tira foto. A gente tira junto, não seria melhor?

– Fotos minhas com a minha sabidinha? Seria ótimo.

Olhei-o de canto e o vi guardando a câmera.

– Segundo, ele fica em Montauk, é pertinho da praia, é muito bonito lá, meu pai disse que era. – olhei-o novamente, ele parecia ter ficado incomodado de repente – Algo errado?

Ele tentou sorrir.

– Não, nada errado. É lindo mesmo lá.

– Você já foi, então? – perguntei curiosa.

– Sim, fui sim. – sorri e continuei guiando o carro.

Depois de uma meia hora já estávamos lá. Peguei a chave do meu chalé com a recepcionista, uma mulher que devia ter a idade do meu pai, uns quarenta e poucos anos, Percy ficou na porta de costas para nós, parecia não querer ser visto. Porém a mulher logo o reconheceu.

– Percy? Percy Jackson? – perguntou ela.

Percy a olhou, deu um sorrisinho e acenou.

– Há quanto tempo, Percy. – ela sorriu abertamente – Você cresceu bastante. Você está com ela?

– Sim, essa é a minha amiga Annabeth. – disse ele apontando para mim.

Ela sorriu para mim e piscou. O que ela queria dizer com aquela piscadinha?

– Divirtam-se.

Sorri e sai da recepção com o Percy o ajudando com as malas, as levando até o chalé que dividiríamos. O cabeça de alga comentou que aquele lugar era o mesmo, não tinha mudado nada. O nosso chalé era o 6, eu entrei primeiro, aquele lugar era tão simples, porém era fofo. Tinha areia em toda parte, o que se poderia fazer? Era de frente para a praia, se eu achasse lama no chão, teria uma ideia de que quem era dono naquele lugar deveriam ser os Bates, que haviam matado alguém, jogado no pântano atrás do chalé e pisado sem querer na lama e voltou lá para limpar e esqueceu a lama… É melhor deixar quieto, eu estava divagando.

Tinha uma cama só, mas não havia problema. Olhei para atrás. Percy estava na porta, olhava para o lado da porta e ria como uma criança. Fui até ele com as sobrancelhas arqueadas.

– O que foi? – perguntei.

Fiquei ao lado dele e olhei para onde Percy olhava. Era uma criança mesmo, com giz que se escreve em quadro-negro, bem clarinho, atrás do 6 havia um 9 escrito com o giz. Eu tive que rir da infantilidade de Percy, só que era realmente engraçado.

– Você é uma criança, cabeça de alga. – disse sorrindo para ele.

Ele levantou as sobrancelhas fingindo indignação.

– Para começar, sabidinha, uma criança não entenderia o que isso significa. – afirmou ele apontando para os números ao lado da porta – Talvez você quando era criança entendia.

– EU?! – perguntei assustada e ao mesmo tempo rindo – O tarado por aqui é você.

Percy assentiu orgulhoso de si mesmo.

– É, eu sou mesmo.

Eu ri. Ele puxou a barra da blusa e limpou o nove de giz, em seguida entrou e sentou na cama. Ele olhava em volta um pouco cabisbaixo. Eu queria poder dizer alguma coisa, perguntar o que havia de errado, mas achei melhor não, sentia que era melhor assim. Coloquei a mão no bolso procurando meu celular.

– Droga, eu esqueci meu celular no carro eu vou lá buscar. – disse, Percy assentiu.

Estava quase chegando no carro quando notei que havia esquecido a chave do mesmo no quarto, voltei o caminho todo bufando porque eu sou uma completa imbecil. Abri a porta exasperada, xingando a mim mesma para Percy, dizendo que era uma tapada. Contudo, parei na porta por ter sido um pouco surpreendida. O cabeça de alga estava sentado no centro da cama com uma foto na mão, ele se assustou com a minha presença, respirou fundo e sorriu escondendo a foto de mim. Os olhos dele estavam ficando vermelhos, mas chorando ele não estava.

– O que houve, Percy? – perguntei, entrando, fechando a porta atrás de mim indo sentar-me ao lado dele.

– Nada, estava apenas olhando para essa foto da minha mãe. – respondeu ele me mostrando a foto que ele tinha em mãos.

– Sua mãe era linda. – sorri – Porque… porque seus olhos estão vermelhos?

– Eles estão ardendo, eles ardem, acontece algumas vezes. Eu não sei por quê.

– Percy…

– Eu vinha aqui com minha mãe e meu irmão desde sempre, a última vez faz dois anos. A gente ficava nesse mesmo chalé. Eu só estou lembrando um pouco. – ele sorriu e depois bufou piscando com força – Está ardendo demais, estou ficando sufocado.

Eu ajoelhei na cama e o abracei.

– Eu sinto falta dela, Annabeth, muita falta. – murmurou ele sôfrego.

Percy fez uma coisa que nunca pensei que faria na minha presença: começou a chorar no meu ombro, me abraçando com força de volta. Ele repetiu duas vezes que sentia falta dela, eu não disse nada, só fiquei abraçada a ele.

Percy’s POV

Eu nunca tinha chorado na frente de ninguém nem sozinho, porém sentia que poderia fazer aquilo com Annabeth ao meu lado. Ela não disse nada, não pediu para eu me acalmar, não disse que tudo ficaria bem, ela só ficou abraçada a mim acariciando meu cabelo.

Não sei quanto tempo fazia que estava chorando quando finalmente parei. Eu solucei pela última vez e Annabeth sorriu para mim solidaria a minha dor limpando as minhas lágrimas, depois beijou as minhas bochechas várias vezes. Eu estava começando a gostar quando a sabidinha resolveu parar.

– Melhorou a ardência? – perguntou ela, assenti – E aquela sensação de que estava sufocando, passou?

– Passou. – respondi – Obrigado, Annabeth, por ter ficado do meu lado.

– Estou aqui por você, Percy, sempre estarei. – disse ela sorrindo – Você quer ir nadar?

– Lógico. Vai buscar o seu celular e liga para seu pai avisando que você está bem que eu vou colocar a minha bermuda.

Ela foi e eu coloquei minha bermuda esperando ela voltar, quando o fez, colocou um maiô preto. Olhei-a com as sobrancelhas unidas e cruzei os braços.

– Um maiô, Annabeth, sério? – perguntei.

Ela olhou para o próprio corpo, ela estava tão linda, mas ela podia estar com um biquíni seria muito mais gostoso, para eu olhar, lógico. Ela disse que preferia, eu dei de ombro e fui com ela até a praia. Pude aproveitar passando filtro solar nas costas dela e nas aberturas singelas que havia na cintura, ela estava linda, esconder o corpo assim era de deixar qualquer um curioso, e um pouco maluco.

Entrei no mar com ela, segurando aquela mãozinha quente dela. Annabeth estremeceu e riu, estava frio dentro da água, eu não me importava, porém ela estava toda arrepiada. Abracei-a para ver se ela ficava mais quente, e, como sempre, ela começou a corar e sorriu timidamente olhando para mim. Desci meus lábios ao dela. Antes que eles se tocassem, disse:

– Perdão, Annabeth, mas eu não consigo fica longe desses lábios lindos.

Rocei meu nariz no dela e a beijei. As ondas batiam no corpo dela e a balançavam, mantive minhas mãos firmes na cintura dela, para evitar que o mar a levasse. Já estava vendo Iemanjá levar a minha sabidinha para ela. Eu ia sair no tapa com a divindade. As mãozinhas dela subiram do meu peito para meu pescoço. Eu gemi quando as mãos dela acariciaram os cabelos da minha nuca ao mesmo tempo em que a língua dela acariciou a minha, lentamente. Nos separamos ofegantes.

– Desculpa, o Leo não merece isso. – disse saindo com ela do mar.

...

Tivemos de voltar para o chalé quase no final da tarde. Não pudemos nem ver o pôr do sol como havíamos planejado porque nuvens começaram a tomar conta do céu e logo começou a chover, muito mesmo. Nenhuma vez que eu tinha vindo a Montauk com a minha mãe havia chovido tanto, estava ventando e relampejando. O quarto estava muito frio por conta disso. Ainda bem que eu sou precavido e trouxe dois cobertores extras e a minha jaqueta de couro, que fiz o nobre favor da dar a Annabeth e nós dois ficamos juntos sob as minhas duas cobertas extras sentados sobre a cama. A luz do quarto até apagou por conta da chuva, mas ainda dava para ver as coisas lá dentro.

Estávamos tão juntinhos que chegava a ser inebriante, o cheiro da Annabeth estava preenchendo o lugar, deixava-o mais perfeito. Annabeth começou a rir de repente.

– O que foi, sabidinha? Tá ficando doida? – perguntei sorrindo.

– Estou rindo do meu azar. – respondeu – Eu quase nunca vou para a praia, quando vou, Zeus resolve brincar com os poderes dele.

Eu iria comentar, mas acho que não deveria, porque Annabeth não queria falar na Thalia, mas o pai dela chamava-se Zeus, era engraçado ver as outras pessoas falando do deus Zeus, eu sempre me lembrava do pai da Thalia. Beijei os cabelos dela e ri também. Eu não achava que era azar, eu estava coladinho a minha sabidinha e ela não queria se separar de mim, afinal estava frio e eu sou quente porque sou muito delicioso e estava esquentando ela com a minha gostosura fervilhante.

– Percy… – ela encostou a cabeça no meu ombro me olhando – eu acho que estou apaixonada por você. Acho que amo você.

Um baterista descontrolado resolveu ensaiar o seu solo no meu peito. Meu coração acelerou com muita força me deixando todo arrepiado. Uma explosão de felicidade espalhou-se no meu peito.

– E eu tenho certeza que amo você, Annabeth. – afirmei convicto.

Os olhos de Annabeth brilharam. A minha loira levantou a cabeça e puxou a minha para baixo, beijando-me com calma. Minha língua acariciou os lábios dela pedindo passagem, para o meu deleite total ela permitiu. O nosso beijo começou a se intensificar. Passei minhas mãos pelos ombros dela tirando a jaqueta, ela logo tremeu de frio.

– Percy, está frio. – disse ela, a sua pele já se arrepiava.

– Calma, daqui a pouco, você esquece o frio. Eu prometo.

Voltei a beijá-la e puxei sua blusa para cima apertando os seios dela por cima do sutiã. Annabeth gemeu em meus lábios, puxou meus cabelos para trás para separa-se de mim. Os olhos dela estavam escurecendo, ficando com a mesma cor do céu lá fora.

– Tira. Tira logo. – ordenou.

Como eu poderia negar um pedido desses? Tirei o sutiã dela e o joguei longe depois a deitei na cama. Ela arfava de lábios entreabertos, passei minha língua por entre os seus dentes e mordi o queixo dela beijando logo em seguida. Ela gemeu longamente enquanto eu mordia o pescoço dela e descia na direção dos seios fartos. A pele dele ainda estava arrepiada de frio, mas isso só deixava os seios dela mais perfeitos. Lambi os bicos durinhos com muita paciência, mordisquei um depois o outro. Annabeth gemia e agarrava meus cabelos pedindo mais. Lambi o vale entre os seios e fechei-os no meu rosto inalando seu cheiro para depois beijar ali.

– Percy… Percy…

Acho que ela já esqueceu o frio. Abocanhei o seio direito de Annabeth e a encarei. Um raio iluminou o rosto dela, ela mordia os lábios enquanto acariciava meus cabelos, a expressão de puro tesão se fazia presente, abocanhei o seio esquerdo lambendo e chupando como se minha vida dependesse dos gemidos dela. Ao me dar por satisfeito, mordi o bico de ambos os seios e desci pela barriga dela. Ela levantou os quadris e eu tirei a calça moletom, eu não ia aguentar muito, então somente afastei a calcinha dela. O sexo dela estava tão úmido que me fez salivar.

Deslizei a língua uma vez, ela gemeu e arqueou o corpo. O gosto dela ainda era delicioso. Ela rebolou contra minha língua e agarrou meus cabelos empurrando meu rosto para o sexo dela. Penetrei dos dedos nela e chupei o clitóris dela, fiz movimentos de vai e vem com a minha língua e meus dedos repetidas vezes. Parei logo que senti que ela gozaria.

– Percy… – ela arfou repreendendo a mim por ter parado.

Subi no corpo dela e aproximei o meu rosto do dela. Fui levando os dedos lambuzados do prazer dela para a minha boca, iria lambê-los, porém fui impedido por Annabeth, que agarrou a minha mão e levou os dedos para os próprios lábios chupando-os e deixando-os limpinhos. Estava ficando muito, muito quente, ainda chovia forte lá fora, mas eu estava ficando quente. Ela arranhou meus dedos levemente com os dentes e mordiscou os nós. Meu membro pulsou com força.

– Você não vai continuar? – perguntou ela.

– Não… eu quero ver você implorar. – sussurrei sedutora e provocadoramente.

– Eu não sou mulher de implorar, Percy. – retrucou.

– Veremos, sabidinha. – um raio iluminou mais uma vez o quarto.

Fiquei provocando com o olhar enquanto descia meus dedos de volta para o sexo dela. Massageei-o com calma, desci para a entrada dela, acariciei e voltei. Tirei a calcinha com calma, inalei aquele cheiro delicioso e depois a atirei longe. A minha Annabeth respirou fundo e fechou os olhos gemendo quando voltei a acariciá-la com estrema paciência e calma. Sempre que Annabeth gemia mais alto e estava prestes a gozar, eu parava as caricias divertindo-me de outro modo. Ou ficava mordendo o pescoço dela, ou lambuzava o bico do seio dela com o próprio prazer e depois lambia. Annabeth gemia deliciosamente e sempre bufava quando eu parava as caricias.

– Vamos, Annabeth, eu vou acabar com isso logo. Você não quer? – perguntei sussurrando no ouvido dela em seguida mordi o lóbulo.

Annabeth’s POV

Eu queria muito que ele me fizesse gozar, porém não queria implorar para ele. Não estava aguentando, sentia um aperto doloroso no ventre e queria liberar aquilo. Só que também não queria dar o braço a torcer e dar o gostinho de ser um vencedor a Percy. Eu nem sentia mais frio, meu corpo estava fervendo. Ferveu ainda mais quando Percy lambuzou o bico do meu seio com meu próprio prazer. Meu gozo estava gelado e meu seio estava fervendo, depois que ele lambeu, fiquei mais quente ainda.

Percy perguntou se eu queria acabar logo com aquilo. Eu queria dizer que sim, porém quando ele mordeu o lóbulo da minha orelha só consegui gemer. Os lábios dele voltaram para meus seios onde ele mordeu os bicos e apertou-os com vontade. Arfei inclinando a cabeça para trás, gemendo rouca e sofregamente, eu queria mais. O polegar de Percy contornou meus lábios entreabertos, antes que ele afastasse o dedo, passei a língua na ponta do mesmo, depois chupei-o e mordi. Ele rosnou e o encarei com o dedo dele ainda entre os dentes. Percy mordeu os lábios. Se ele queria provocar, eu também podia.

– Você quer gozar, sabidinha, eu sei que quer. Só precisa pedir. – sussurrou.

As pontas dos dedos do cabeça de alga dedilharam a minha entrada e depois pressionou meu clitóris entre o polegar e o dedo indicador, apertando depois soltando, apertando e soltando.

– Percy… – gemi longamente, olhei-o e ele sorria malicioso enquanto descia novamente pelo meu corpo. O meu moreno agarrou ambas as minhas pernas e desceu a língua pela parte interna da minha coxa, quando chegou perto da minha intimidade, a língua dele contornou levemente os grandes lábios. Meu corpo deu uma tremida e agarrei os lençóis – Vai logo! – rosnei o fazendo rir – Por favor, acaba com essa dor.

Percy nem esperou muito, abocanhou meu sexo lambendo e chupando meu clitóris, faminto, dois dedos seus penetraram em mim estocando rapidamente. Eu gemia cada vez mais alto. Meu ventre apertou mais ainda, os dedos dos meus pés enrolaram, minhas costas arquiaram e minhas mãos agarraram os cabelos de Percy, trazendo-o para mim. Gemi o nome de Percy rebolando contra a língua e os dedos dele e finalmente gozei. Ele continuou a me chupar e a estocar os dedos, dessa vez mais vagarosamente, fazendo-me sentir choques na intimidade.

O cabeça de alga limpou todo meu sexo e depois ajoelhou-se na cama olhando-o maliciosamente enquanto lambia os dedos lambuzados do meu gozo. Estiquei meus braços e Percy deitou-se sobre meu corpo agarrando minha cintura enquanto abraçava seu pescoço. Os lábios vermelhos dele brilhavam por causa do meu gozo. Lambi o contorno daquela boca linda depois chupei o lábio superior e o inferior. Ele sorriu e me beijou avidamente.

Sentei na cama o fazendo ajoelhar-se na mesma. Tirei a sua camisa e arranhei aquele peito másculo e musculoso, beijei e lambi também. A pele dele tinha um gostinho salgado tão gostoso. O obriguei a deitar-se e arranquei a calça dele. Ele quase acabou comigo me provocando, agora eu provocaria.

Apertei a ereção dele sobre a cueca azul escura linda que ele usava, ele soltou um gemido. Dei um beijinho e abaixei somente um pouco da cueca dele, dando uma lambida na ponta do membro dele. Eu queria provocar, juro que queria, porém o gosto dele e aqueles gemidos baixinho me deixaram louca. Arranquei logo a cueca dele e passei a masturbar o membro de Percy lentamente enquanto lambia a extensão. Percy suspirou e gemeu agarrando meu cabelo em um rabo de cavalo. Abocanhei o membro dele com prazer, gemendo junto dele.

– Vem cá, Annabeth. – lambi a glande e depois pressionei a língua contra a ponta do membro dele, só então o olhei para ver o que ele queria – Senta essa boceta gostosa na minha boca.

Revirei os olhos de puro prazer quando minha intimidade esquentou e pude sentir meu prazer deslizar pelas minhas coxas. Soltei a ereção dele e engatinhei até ficar com as pernas ao lado da cabeça de Percy e fiz o que ele queria. Quando minhas pernas já estavam cada uma de cada lado da cabeça dele, as suas mãos agarraram as minhas coxas e me puxaram contra os próprios lábios. Eu gemi alto assim que a língua dele deslizou pelo meu sexo para cima e para baixo. Mordi os lábios olhando para o membro dele captando o exato momento em que um pouquinho do gozo escapou pela ponta. Praticamente me joguei no membro de Percy lambendo o gozo da ponta e engoli o que pude, subindo e descendo meus lábios por aquele membro pulsante e quente. Quando ele gemeu contra minha intimidade, eu tremi toda.

Gemi engasgada quando a mão grande de Percy estalou um tapa na minha bunda, o estalo foi mais alto que o som do trovão que ecoou lá fora. As mãos fortes do meu moreno apertaram a minha cintura, tirando-me de cima dele, colocando-me de quatro ao lado do seu corpo. Joguei meu cabelo pelo ombro direito, olhando-o que estava a minha esquerda. A mão dele acariciou as minhas costas e desceu na direção da minha bunda. Ele espalmou a mão ali e apertou, estalando outro tapa fazendo-me gemer manhosa.

– Que bundinha mais gostosa. – rosnou ele.

Ele estalou mais alguns tapas na minha bunda, eu gemia cada vez mais alto. Ele riu estalando o último tapa pedindo que eu sentasse sobre ele, o fiz sem nem pestanejar e agarrei o pescoço, as mãos dele agarraram minha bunda e apertaram dando outro tapa. Eu estava gostando muito daqueles tapas, o som e a sensação dos tapas, me deixavam louca, gemia cada vez mais alto e ele nem havia penetrado.

Olhei naquela imensidão verde linda que eram os olhos dele e gemi demoradamente enquanto o membro dele entrava lentamente em mim. Gemi ditando os movimentos, porque eu tinha certeza que Percy queria ir lentamente para me torturar. Ele abocanhou meu seio enquanto eu me movimentava sobre o membro dele e mais uma vez ele estalou um tapa na minha bunda.

Eu ia aumentando os movimentos, ele ia apertando e dando mais tapas no meu traseiro. Meu corpo começou a ser dominado por espasmos, olhei nos olhos de Percy gemendo cada vez mais alto, meu cabeçinha de alga me acompanhava nos gemidos. Eu podia sentir minha intimidade apertar o membro dele que pulsava dentro de mim. Mais algumas estocadas e eu gozei, mesmo tremendo toda segui com os movimentos até que ele apertou minha bunda com mais força e gozou gemendo meu nome.

Ele me beijou calma e calidamente, ambos tremendo e arfando. Ele me deitou de bruços na cama, beijou minhas costas e beijou as marcas vermelhas na minha bunda para depois dar mais um tapa. Uni as sobrancelhas, reprovando-o com o olhar. Ele sorriu como uma criança travessa.

– Não me olha assim. – pediu ele – Você já apertou muito a minha bunda, agora é minha vez de me divertir com essa delicia. – invés de beijar, dessa vez ele deu uma mordida.

A chuva ainda castigava o mundo lá fora, mas frio eu não sentia. Eu esfreguei os olhos o observando deitar-se ao meu lado. Mais uma vez ele me beijou.

– Eu vou conversar com o Leo semana que vem… eu quero ficar com você. – murmurei.

Ele sorriu.

– Eu te amo, sabidinha.

– Eu também te amo, cabeça de alga.

– Já que é assim, eu quero… – ele mordeu os lábios olhando para a minha bunda. Ai, ai, ai, lá vem.

– Quer o que, cabeça de alga? – empinei a bunda – Quer isso aqui? – dei uma leve chacoalhada nos quadris.

Ele assentiu freneticamente com os olhinhos brilhando. Eu ri e avancei nele de surpresa o puxando para ajoelhar-se na cama.

– Não, não, não, é você quem vai apanhar agora. – tentei dar um tapa na bunda dele que também não era de se jogar fora, porém ele foi mais rápido, segurou meus pulsos e me jogou de volta na cama.

Percy me beijou e segurou meus pulsos com uma mão só e apertou meu seio com a outra.

– Eu não acho. Agora – ele me puxou, colocando-me de bruços – você vai aprender a ser uma boa menina.

Ele apertou a minha bunda com força e em seguida estalou um tapa e eu gemi manhosa. Percy rosnou aprovando. Seria uma noite longa. Longa e deliciosa.

Notas finais
Ai, ai, ai, finalmente a Annabeth abriu os olhos. Foi só levar uns bons tapas que ela aprendeu. O papi Chase é muito bobinho, ele deve estar em casa, dormindo tranquilo imaginando que o Percy está tomando conta da filhinha santa dele. Bom, o Percy está cuidando da Annie muito bem e santa a Annie não é, mas deixemos que o papi Chase ache que a filhinha ainda é pura e que o Percy não é um tarado completo. Afinal, a fanfic não seria legal se o papi da Annie desconfiasse do Percy, e também ele foi educado quando os dois se conheceram a primeira vez, o chamou de senhor Chase e tudo, ganhou muitos créditos com o sogrão. E o Percy conseguiu finalmente colocar a dor para fora, só a Annabeth faria isso mesmo. O meu bebezinho fofo tinha que chorar, ele sofreu tanto pela morte da mãe e guardou tudo, agora ele deve até ficar mais calmo com esse assunto... Então, o que as minhas Diamonds pervertidinhas acharam? Gostaram? Beijinhos, até a próxima.