P De Punk

12 O Enfermeiro que ama a Annabeth


Notas iniciais
Olha quem chegou! Sou eu minhas Diamonds, olha gente, agora que as aulas voltaram eu só poderei postar capitulos no final de semana, perdão minhas divas, mas eu tenho que estudar. Mas enfim, vamos ao capitulo porque é dahora a vida, antes que eu comece a dar chilique porque o GROVER TÁ DE NOIVA E A CLARISSE É LINDA!!!!!! Certo, vamos ao capitulo. (P.S. Te amo Clarisse sua diva).

Annabeth’s POV

Segunda-feira, eu fui falar com o Leo, levei-o para a porta que leva aos fundos da escola, onde Percy deixa a moto dele, seria mais reservado, não queria ninguém ouvindo. Leo olhou para um lado e para o outro esperando que eu falasse, não sei o que ele estava fazendo com a mochila no ombro, afinal era o intervalo, ele devia ter seus motivos. Ele era muito fofinho, não podia magoá-lo; porém também não devia guardar isso para mim, seria mais errado ainda.

– Leo…

– Annie…

Falamos juntos e acabamos rindo. Ficamos naquele rebate-rebate de um mandar o outro falar primeiro, aquelas coisas que geralmente acontecem quando as pessoas falam juntas, depois de dois minutos nisso, decidi que não falaria enquanto ele não falasse primeiro, então Leo sorriu.

– Certo então… – ele pegou a mochila que tinha no ombro e meteu a mão lá tirando uma bonequinha de dentro – Pra você.

Ele me entregou a boneca, era uma boneca de pano linda. Ela tinha os cabelos feitos de lã amarela, lábios costurado com fio rosadinho e olhos de botão cinza. Eu abri a boca tentando dizer alguma coisa. Aquela bonequinha era eu.

– Minha avó fez para você. Eu te descrevi e ela fez. Gostou? – perguntou ele sorrindo.

Eu espirrei. Estava espirrando desde sábado quando acordei no chalé. Eu tinha de falar para Leo sobre o que houve, eu tinha, contudo, me diga: como eu posso fazer isso? Aquela bonequinha era tão linda e tinha sido feito com tanto carinho. Eu sorri, sentindo-me mal por dentro só de pensar que só levei Leo ali para terminar com ele.

– Gostei muito, Leo. – afirmei sorrindo – Obrigada.

– O que você ia dizer? – perguntou Leo pegando na minha mão para me levar de volta ao refeitório.

– Ãh… nada…

– Então porque me trouxe aqui nos fundos?

– Nada… nada…

Ele riu.

– Você é muito voada, Annabeth Chase.

Eu ri forçado.

– É eu sou.

Merda. Merda. Merda. Ah, é verdade, o diretor não gosta, então… Bolo fecal. Bolo fecal. Bolo fecal. Eu tinha que sucumbir a fofura de Leo, ele devia ter apenas dito que eu estava com uma espinha monstro na testa ao invés de me dar aquela boneca linda que a avozinha dele fez, ela era velhinha e eu gosto de gente velhinha. Elas têm cheiro de sabão, como diria o Willy Wonka. Não poderia terminar com ele assim, depois de ele ter me dado aquilo. Eu espirrei novamente. Como eu me odeio. Eu sou uma fraca mesmo. Acho que fiquei resfriada por ter ficado nua naquela cabana enquanto estava frio, e não consegui terminar com o Leo para poder ficar com o Percy.

...

Percy’s POV

Preciso dizer que prestar atenção na aula eu não prestei? Eu só ficava lembrando a primeiro noite que tive no chalé em Montauk com a Annabeth, lembrava tudo, de cada tapinha que dei na bunda dela, dos gemidos que ela deu, mas principalmente eu lembrava a voz dela dizendo que me amava. Meu coração acelerava só de lembrar, se eu ouvir novamente, meu coração vai bater tanto que vai ter cãibra e parar e eu vou morrer! Eu sou exagerado às vezes, pode acontecer, nunca ouvi falar sobre casos de cãibra no coração, mas eu posso ser o primeiro e ficar famoso! É claro que famoso morto. Só que famoso mesmo assim!

Enfim, na penúltima aula, eu soube que a Annabeth tinha ido embora mais cedo, porque na primeira aula depois do intervalo ela passou mal. Eu fiquei preocupado, eu sabia que ela iria ficar doente por causa do frio que estava no chalé, eu sou muito quente e forte, então fiquei bem, porém ela é a minha menininha delicada, então ficou doente.

Cheguei em casa e logo pulei para a varanda da casa dela. (MOMENTO MUSIQUINHA!). (SpiderPercy, SpiderPercy, / Does whatever a spider can. / Spins a web, any size. / Catches thieves — just like flies. / Look out! Here comes the SpiderPercy). (Sou tão poderoso). Tinha um bilhete na porta de vidro, a letra era da minha sabidinha. “Pode entrar, cabeça de alga”. Ela até sabia que eu viria, e como ela deve estar passando mal, deve estar largada na cama. Entrei e fui para o quarto dela. Annabeth estava deitada sobre as cobertas quietinha vendo TV. Quando eu cheguei, fiquei a observando fungar e coçar o nariz. Ao me notar, ela desligou a TV e sorriu para mim.

– Oi, sabidinha. – disse indo sentar-me ao lado dela.

– Oi, cabeçinha de alga.

Beijei a testa dela.

– Você está mal, minha menina? – perguntei – É por causa de ter ficado nua quando estava chovendo e frio naquele chalé, não é?

O rosto dela começou a ficar rosa, o nariz já estava vermelho por causa da gripe.

– Percy! Eu estou doente! Sossegue! – ela me repreendeu.

– Mas eu só disse…

– Você fez aquela sua carinha de safado e seus olhinhos até brilharam. Eu vou te prender na cama ainda…

– E abusar sexualmente de mim? – perguntei malicioso a interrompendo.

Annabeth riu.

– Não, é para você sossegar! Então te amarro em uma cadeira.

– Annabeth, você pode abusar sexualmente de mim em qualquer posição que me amarrar, porém algumas vão precisar de umas habilidades especiais. Você fez balé? – perguntei na cara de pau querendo rir muito da cara que ela fazia.

– Fiz. Mas, Percy…

– Ótimo, você pode até me amarrar em uma árvore e abusar sexualmente de mim. Se bem que acho que para você abusar sexualmente de mim sem ter vergonha e sem corar temos que fazer isso em um lugar que você tenha certeza que ninguém vai chegar. – aproximei meu rosto do dela – Porque naquele chalé… você… – dei um beijo sobre os lábios dela. Que se foda se eu ficar doente também, aí a sabidinha cuida de mim e eu saio no lucro – não… – beijei mais uma vez – corou… – mais uma vez – em nenhum… – mais uma vez – momento. – dessa vez aprofundei um pouco o beijo – Além de ter gemido como desejava.

Ela arqueou as sobrancelhas e abriu a boca em espanto/achando graça.

– Você acha que eu só sou tímida porque sinto que alguém vai me pegar fazendo algo “errado”, senhor Percy?

– Sim, senhorita Annabeth.

Ela abraçou o meu pescoço e sorriu maliciosamente.

– Se eu tivesse uma coisa para amarrar você na cama e não estivesse doente, você veria quem é tímida.

Sorri.

– Você toma uns remédios aí e me amarra com um pano velho. – sugeri.

– Quer dizer, que você, senhor Perseu Jackson, um garoto com um nome tão viril, gosta de ser submisso? – provocou ela.

– Na verdade, não. – agarrei a cintura dela – Eu odeio ser submisso, amo ficar no controle. Mas por você, eu abro uma exceção.

Ela me deu um beijo.

– E se quando eu melhorar, você me amarrar? – meus olhos brilharam – Depois eu amarro você.

– Adoro a sua ideia. – eu rosnei só imaginando – Eu vou acabar com você.

Ela sorriu provocadora.

– Espero para ver.

Beijei-a uma vez e me separei dela.

– Falou com o Leo?

Ela desviou os olhos dos meus. Já estou até vendo.

– Não falou, não é? – murmurei desgostoso.

– Você tem que entender, Percy. Pega a minha mochila. – ela apontou para a poltrona ao lado da cama, me estiquei peguei a mochila e a entreguei. Annabeth a abriu e tirou uma boneca de pano de lá de dentro. A boneca tinha a cara da Annabeth. Que isso? É vodu? Será que ela tem uma dessas bonecas só de com a minha cara para fazer vodu comigo? – Percy! Para de boiar e presta atenção em mim! A avó do Leo fez essa boneca para mim, e a boneca sou eu! Eu não consegui terminar com ele.

– Você está fazendo como o Luke, Annabeth. – a loirinha me olhou espantada – Não me olhe assim, você está sim, Annabeth. O Luke não terminou com você por causa da sua mãe e ficou empurrando o termino do namoro, porque não queria te magoar. E você está fazendo o mesmo.

Ela suspirou.

– Eu sei. Eu vou falar com ele, não vou ficar enrolado.

– Achou bom, sabidinha. – sorri – Você tem que tomar algum remédio? Precisa de alguma coisa?

– Na verdade, eu preciso. Meus remédios estão na cozinha, meu pai deixou lá e disse que tem um bilhete explicando sobre os remédios que meu pai deixou para você.

– Quer dizer que seu pai sabia que eu viria?

– Ele me disse que seria meio obvio, foi bom que você veio, porque ele pode voltar a trabalhar e não ficar preocupado comigo.

– Então serei seu enfermeiro hoje? – Annabeth assentiu sorrindo travessa – Eu já sonhei com você vestida de enfermeira… – Annabeth revirou os olhos como se previsse aquilo – Eu me bolinei tanto imaginando você com um vestidinho branco e um batom vermelho. – grunhi e rosnei – Ai, ai, ai, deixa eu me acalmar que você está doentinha.

– Ótimo. Acho bom ficar calminho, porque eu não estou a fim hoje. – brincou ela.

Sorri infiltrando a mão sob o cobertor e apertando a coxa dela.

– Duvido, sabidinha.

– Chega! Agora vá buscar os meus remédios, enfermeiro.

Eu ri.

– Não abusa. Ou vai levar mais tapas na bunda para aprender a ser uma menina que respeita os outros.

Ela mordeu os lábios.

– Eu preciso aprender mesmo a respeitar os outros, sou muito má educada. – ela disse manhosa.

Ela está doente e ainda tem cabeça para me provocar. E estava tendo sucesso, certas partes do meu corpo estavam ficando tensas e duras torcendo para serem libertadas e essas coisas. Mas não! Eu me controlarei! Não me deixarei levar pela vontade louca que eu estou de arrancar esse cobertor de cima dela, ver a roupa que ela está usando (acho que é um pijama, ai, ai, ai que tentação) arrancar tudo rasgando como se fosse uma criança desembrulhando um presente (só que menos inocente) e virar ela de bruços e começar a dar uns tapas na bundinha dela.

Ela mordeu os lábios e riu pelo nariz olhando no fundo dos meus olhos.

– Vamos, senhor Perseu, faça o que você quer fazer.

Ela lê pensamentos agora? Eu to fudido. Ela vai ver todas as coisas impuras que planejo para fazer com ela. Mas do jeito que ela é safada, vai gostar também. Balancei a cabeça. Hoje não, eu tinha que cuidar dela, só isso, no sentido de tomar conta dela e não de cuidar no sentido sexual da palavra.

– Quando você estiver melhorzinha eu faço. – ela fez biquinho e eu ri – Eu prometo que farei. Agora você vai tomar seus remedinhos para poder ficar boa logo. Porque nós dois queremos que você fique bem. Por muitos motivos.

Levantei-me e ela segurou a minha mão.

– Me dê um exemplo de motivo.

– Eu não quero que você fique doente, não quero te ver doente. – disse sentindo um calor indesejado nas minhas bochechas, indicando que eu estava corando.

Ela sorriu.

– Está ficando envergonhado por quê? Não quer que saibam que você tem um coração, cabeça de alga? – perguntou ela brincalhona.

– É que eu nunca senti o que sinto por você com outra garota e é estranho falar essas coisas…

Ela riu.

– Você é muito fofo. – eu sorri, somente isso. Ela arqueou as sobrancelhas – Você não vai falar que sabe ou sei lá?

Eu comecei a sentir minhas bochechas esquentarem mais, eu não sabia o que falar. Eu disse que queria vê-la bem e de repente todo o meu ego sumiu. Eu me senti um pouco vulnerável. É a Annabeth, Percy, não é preciso sentir-se vulnerável. Eu pigarreei e sorri abertamente, me achando um Apolo da vida, só que eu sou melhor.

– Eu não vou falar porque sei que você já sabe que eu sei.

Ai, minha cabeça tá doendo. Eu acho que pensei demais para falar isso. Annabeth sorriu de um jeito afetuoso, acho que desconfiou da minha batalha interna e deve ter achado bonitinho. Essa menina lê pensamentos porque o cérebro dela é muito avançado e consegue entrar nos dos outros.

– Certo, agora eu vou buscar o seu remédio. – disse.

Eu dei dois passos e ela me chamou.

– Percy! – a olhei e ela fez manha – Eu quero um beijo!

Sorri e fui até ela, segurando o rosto dela e a beijando como ela merecia e também como eu queria, afinal, aquela boca rosa era muito linda. Separei-me dela e fui finalmente buscar os remedinhos dela para cuidar da minha menina. Tomara que ela não prolongue essa história com o Leo, eu quero poder ficar abraçadinho com ela na escola (tá isso foi muito másculo da minha parte, mas eu quero ficar abraçadinho com ela o tempo todo sim). (E quero ficar abraçadinho… porque eu amo a Annabeth…)

Notas finais
Owwwwn Percy seu fofo *-*. Gente desculpa se houve algum erro de gramatica é que eu não revisei porque não tive tempo. Então? Se surpreenderam com a Annie? Eu sabia que ela não falaria nada, vocês não sabiam também? Essa Annie viu?! E o Percy são fofo, e tarado e fofo e lindo. Eu amo ele. Bom deixem seus comentarios minhas divas, quero saber o que vocês acham. "E até semana que vem, com mais um 'De onde Vem?'" kkkkkkkkkkkkkk ai como eu to piadista hoje. Beijinhos.