P De Punk

5 Leo, Leo, Leo


Notas iniciais
Gente fabulosa, voltei rapidinho porque estou feliz, feliz, feliz. A linda e divosa Liids River foi quem me deixou tão feliz por ter feito uma recomendação tão fofa. Obrigada, minha diva. Vamos ao capitulo minhas divas?

Annabeth’s POV

Eu e o Percy fingimos que nada aconteceu, no outro dia ele nem tocou em mim como achei que faria. Eu achei que ele me encurralaria em um canto e me agarraria na escola mesmo, mas ele não fez isso. Fiquei um pouco decepcionada, será que ele não gostou do que viu? Olhei para ele no time adversário de queimado e ele me olhou de volta, lançando um sorrisinho. Somente um sorriso, não era malicioso nem nada, acho que vindo dele isso torna o sorriso sedutor. Não sei por que ele é sedutor para mim só por estar ali e Leo não. Talvez porque meus sentimentos por Leo fossem diferentes. E também, eu e Leo não transamos como eu havia transado com o Jackson, não fizemos isso ainda.

Estava meio distraída com meus pensamentos, só acordei quando senti o impacto da bola na minha coxa. Olhei para a bola e procurei quem havia atirado. Percy sorriu e apontou para o banco, sentei no mesmo um pouco emburrada e olhei para ele de novo. Ele me mandou um beijo sorrindo vitorioso. Revirei os olhos, ele era impossível. Uma criança.

Leo foi atingido de propósito, ele ficou parado esperando a bola de queimado vir. Então ele veio sentar-se comigo no banco. Sorriu dando de ombros. Como era fingido, acho que ele veio conversar comigo, estávamos a sós no banco mesmo. Eu tinha sido eliminada logo no começo, o que era totalmente injusto porque eu sou a melhor jogadora de queimado de todas, sou sempre eu quem salva o time no final e sozinha, tinha que ser o Jackson.

– Annie, você vai fazer alguma coisa hoje à noite? – ele perguntou. Desconcentrando-me de propósito porque ele sabia que eu ficava meio besta quando ele pegava minha mão.

– Talvez só assistir “Tartarugas Ninjas” com o meu pai, por quê? – sorri colocando o cabelo da franja que havia escapado do meu rabo de cabalo atrás da orelha.

– Estava pensando se você não gostaria de sair comigo. Só nós dois. – respondeu colocando a franja atrás da minha orelha que havia escapado de novo por mim.

Desde que nos conhecemos, toda vez que ele me chamava para sair toda a gangue vinha junto. Surgia o Nico das sombras, Jason vinha voando e Piper de BMW (essa parte da Piper é verdade).

– Pode ser.

Ele sorriu de canto. Tão bonitinho. Ficamos nos encarando sorrindo por alguns instantes. Eu jurava que ele ia me beijar naquele momento. Eu estava torcendo para isso acontecer, eu queria o beijo. Mas sempre tem algum inconveniente.

– Arrumem um quarto. – disse Percy de muito mau gosto, passando por nós indo sentar-se no banco ao lado do nosso, ele parecia raivoso. Será que tava nervosinho por não querer dividir o brinquedinho?

Leo bufou.

– Ele tinha que nos atrapalhar? Ele te levou embora quando eu quis dançar com você na festa, roubou você no trabalho de história, parece que ele gosta de você.

– Não gosta não. – afirmei.

– E isso te aborrece, não aborrece? – perguntou Leo de repente.

– Porque você está fazendo essa pergunta, Leo? É claro que não me aborrece.

– Você pareceu aborrecida quando respondeu.

Me levantei com raiva.

– O que você pensa exatamente que acontece entre mim e o Jackson? – eu tinha que abaixar um pouco minha voz, mas quando as pessoas acham que me entendem só por dizer alguma coisa me deixa muito nervosa, então não consegui abaixar o tom de voz.

Leo se levantou também. Agarrou minha cintura e meu rosto e me deu um beijo. Não me soltou nem quando os nossos colegas de educação de física começaram a gritar apoiando. Só quando ele sentiu que precisávamos respirar ele me soltou. E sorriu para mim envergonhado.

– Eu acho que estou com ciúmes. – respondeu ele.

Que fofinho. Ele estava com ciúmes de mim e do Percy. Que bobinho, eu e o Percy só tivemos uma tarde de diversão, a qual Leo nunca tomaria partido. Muito prazerosa essa tarde devo ressaltar. Só fiz sexo com mais um cara na minha vida e nunca tinha gritado tanto. Voltei para casa mais tarde com a garganta doendo.

– Não fique. – disse e acaricie o rosto dele sorrindo. E mais uma vez nos beijamos e os nossos colegas gritaram em aprovação.

Percy’s POV

Se a Annabeth quisesse dar para metade da escola, ela que ficasse a vontade, só não destruísse os sentimentos dos outros. Nem “Percy” mais eu era, era agora “o Jackson”. Eu era só um brinquedinho? Usou e abusou do meu corpinho sexy e depois volta atrás do Leo. Eu sabia que ela gostava do Leo, porém aqueles sorrisos que ela me deu quando estava comigo na cama, pareciam mostrar que ela estava começando a gostar mais de mim. Ou talvez estivesse gostando do prazer que eu proporcionava a ela. Eu abri meu coração para ela, disse o que sentia sobre ela, só que acho que isso não muda nada. Ela devia achar que era atuação e depois de fazer sexo eu ia deixá-la em paz. Então assim seria a deixaria em paz. Sempre acabávamos brigando. Eu não vou mais correr atrás dela. Cansei de querer mostrar que ela legal, ela nunca deixava.

Eu queria poder fazer como em Once Upon a Time, arrancar meu coração para não sentir mais dor. E poder arrancar a língua do Leo para poder bater nele sem ouvir um barulho e ele não poderia contar para ninguém.

– Percy! – então voltei a ser “Percy”? Annabeth corria atrás de mim no corredor, era a segunda vez que ela me chamava, ela parecia estar começando a se irritar. Quando me alcançou, agarrou meu braço, olhei para a mão dela como se estivesse com nojo, ela até me soltou – Eu queria perguntar quando poderíamos continuar o trabalho.

– Você faz uma parte, me entrega e eu monto o resto. – disse fazendo pouco caso virando-me de frente para ela.

– A gente não vai mais um na casa do outro?

Ela estava com remorso ou coisa parecida, porque tropeçava um pouco nas palavras. Agora era tarde, ela já havia beijado o Leo e nada podia mudar isso.

– Não. Não precisamos mais nos encontrar. – a boca dela abriu por espanto.

– Eu sabia! Depois de ter conseguido o que queria ia me jogar fora.

– Um minuto. Eu deveria estar dizendo isso. Não fui eu que beijei outra menina na frente da classe toda de educação física.

– Você está com ciúmes?

Sim.

– Não, eu só não quero mais ser legal. Eu pedi para tentar, disse por que queria tentar, mas aparentemente isso não faz diferença, eu sempre vou ser aquele que vai te usar.

O sinal bateu e todos começaram a ir para a suas classes, só nós ficamos no corredor.

– Mas, Percy, nós não temos nada, só fizemos sexo, não estamos namorando.

– Pensei que era “o Jackson”. E se você quiser, eu digo para o seu namorado de verdade, o Leo, do que você gosta. Vou falar de tudo. Que você gosta de mordidas no queixo e que adora tomar o controle. – as bochechas dela avermelharam – Que bonitinha, ficou envergonhada. – me aproximei dela – Você ficou assim ontem também, quando eu estava com a minha cabeça entre suas pernas. – mordi a bochecha dela – Você fica muito bonitinha vermelhinha e ainda mais quando está vermelhinha e nua.

– Senhor Jackson e Senhorita Chase. – virei-me e dei de cara com o diretor, nos olhando com um sorriso nada amigável nos lábios, acho que ele não ouviu nada, o velho não tem ouvido biônico – Vocês sabem o que acontece com alunos que são pegos fora das salas depois que bate o sinal?

– Te vejo na detenção mais uma vez, Chase. – disse maldoso quase rosnando. Ela estava pedindo para ver meu pior lado e era isso que receberia. Que ela fosse receber carinhos do Leo, o namoradinho dela.

Eu fui embora sem nem olhar para trás. Estava muito nervoso para enrolar. Fui direto para a piscina do colégio, coloquei a minha sunga que eu guardo no armário do vestiário. Eu gosto de ir nadar quando estou de cabeça quente. Mergulhei na piscina, não tinha ninguém lá mesmo. Afundei e sentei no fundo da piscina. Eu tinha exatamente cinco minutos para pensar com o calmo silêncio do fundo da piscina antes de precisar respirar novamente.

Acho que só se eu fosse um elfo Annabeth acreditaria que eu era um cara legal, acho que nenhum elfo se virou contra o Papai Noel. Só porque eu me vestia diferente significava que eu era uma má pessoa? Nunca vi isso. Eu já disse que a Thalia me bateu por eu ter feitos coisas, e não eram das piores, todavia isso não a impediu de descer o braço e dizer que era errado. Thalia era uma garota incrível. Eu aprendi com a Thalia a nunca esquecer quem eu era. Acho que Annabeth não queria o meu verdadeiro eu, então que recebesse o tratamento da minha “casca” de punk delinquente. O problema era que de uma coisa eu sabia: não ia conseguir ser muito mal, por muito tempo, ainda mais com ela.

Porque aquela ardência nos meus olhos? Não era por causa do cloro, isso eu sabia. Doeu tanto vê-la beijando Leo. Acho que era somente sexo mesmo. Eu que não devia ter pensado que poderia conquistá-la, ela só gosta do Leo. Leo, Leo, Leo. Só o Leo é legal, só o Leo me faz rir, só o Leo me faz gritar o nome dele como louca quando estamos transando. Espere, essa última parte quem fez fui eu.

Voltei à superfície e senti uma presença, olhei para trás e lá estava ela. Sentada na borda, com as pernas cruzadas. Estaria esperando ali desde que eu entrei na piscina?

– O que quer? – perguntei rudemente.

– Eu queria pedir perdão.

– Pelo o que? “Só fizemos sexo, não somos namorados”, não é?

– Não pensei que isso te deixaria tão triste.

– Não estou triste. Só estou comprovando suas teses. – nadei até a borda que ela estava – Eu sou um cafajeste, consegui te comer e agora não quero mais você perto de mim. – sorri de canto.

– Mas e aquelas coisas que você me disse? – ela perguntou inocente.

– Porque você está levando isso em consideração agora? O que foi? Ficou com remorso de ter supostamente me magoado?

– Eu só não queria deixar você triste.

– Não deixou. Na verdade estou muito feliz. Ontem transamos até percebemos que estava quase na hora do meu irmão voltar e hoje você já tem um namorado e isso significa que você não é problema meu.

– Nossa! Grosso! – ela se levantou toda nervosinha.

– Eu ia dizer que você nem sabe o quanto, mas depois de ontem, acho que você já tem ideia.

O rosto dela avermelhou.

– Sempre que parece que você irá ser legal comigo alguma coisa acontece e você volta a ser o mesmo menino nojento de sempre, então, para mim chega. Eu não quero mais tentar ser sua amiga! – e batendo os pesinhos como uma criança ela começou a se afastar.

– Você estava tentando? – perguntei alto o suficiente para ela ouvir – Porque nem parecia.

Era melhor assim, eu e Annabeth não servíamos para sermos amigos nem amigos, éramos voláteis e eu não gosto de sentir ciúmes de nada, então era melhor que nos afastássemos para valer. Eu poderia gostar dela de longe, outra garota viria e roubaria definitivamente meu coração e eu, o dela. Annabeth não gostava de ser deixada e eu não suporto perdas, era melhor não nos envolvermos. E eu já sentia coisas por Annabeth, sabia disso, porque nem nadar para lá e para cá na piscina me fazia esquecê-la. Todas as vezes que ela chamou meu nome gemendo ontem, os sorrisinhos dela, o jeito que ela me olhava às vezes. Eu cheguei a ter esperança que poderíamos começar alguma coisa. Mas pelo visto, Leo ainda era dono do coração dela.

...

Já estava na detenção. Ainda bem que eu cheguei mais cedo, eu fugi de Annabeth mesmo. E foi até que bom, porque assim que eu cheguei começou a cair o céu, quando eu estava dirigindo pela cidade, já ventava muito, mas pelo menos eu estava do lado de dentro, quentinho e sequinho e a chuva castigando Nova York do lado de fora.

Ouvi a porta ser escancarada e depois passos molhados entrando na biblioteca, alguém tinha batido um papo cabeça com a chuva lá fora. Annabeth surgiu de trás da estante. Estava limpando a estante a direita da primeira estante que limpamos da última vez. Ela se aproximou de mim e pegou o pano laranja. Estava molhada dos pés a cabeça, mal conseguia limpar direito porque estava tremendo de frio, tinha que manter o braço perto do corpo e não conseguia esticá-la para limpar.

– Você não conseguiu entrar a tempo? – perguntei querendo manter uma conversa casual, mas não olhei-a no rosto.

– Está chovendo muito, eu entrei rápido até, mas isso não impediu que eu ficasse toda molhada. – respondeu e dava para notar na sua voz que ela estava tremendo.

Olhei-a finalmente e senti pena, por isso que não a olhei antes, sentiria muita pena. Ela estava branca e os lábios estavam ficando roxinhos além de estarem tremendo.

– Você não quer trocar de roupa? Ou se secar? – perguntei.

– Eu não tenho roupa para colocar. – respondeu ainda tentando sem sucesso limpar a estante.

– Eu tenho uma minha que posso te emprestar, depois você me devolve, é melhor do que ficar tremendo, pode ficar resfriada ou pior.

– É melhor não. Se o diretor notar que sairmos…

– O que ele pode fazer se eu estava te ajudando a não ficar doente? Ele não vai aumentar nosso horário, eu prometo, vai dar tempo de ver o Leo. Agora venha, minhas roupas estão no vestiário.

Andei com ela ao meu lado, não conversávamos, não nos olhávamos, só andávamos até a piscina, e depois entramos no vestiário. Levei-a para meu armário e a sentei em um banco, ela ainda tremia, eu queria abraçá-la para aquecê-la, mas me controlei. Peguei uma toalha no meu armário e entreguei a ela. Ela começou a secar os cabelos depois o rosto. Coloquei uma bermuda minha e uma das minhas blusas reservas da escola ao lado dela sobre o banco. Eu fazia parte do time de natação caso não saibam, e eu sou muito bom no que faço, todos os troféus da escola em natação são por minha causa.

– Pode por, depois você me devolve. Eu vou te esperar ali atrás dos armários. Fique a vontade. – disse indo até onde disse que iria.

Eu não achava que fosse necessário ficar escondido enquanto ela se trocava, porque já tinha visto muito bem aquele corpo, tinha decorado cada curva, cada pedaçinho de pele branquinha, então era idiotice, contudo não queria cair em tentação.

– Percy? – chamou Annabeth.

– Oi. – respondi encostado na lateral dos armários.

– Você me acha bonita? – perguntou, ela parecia insegura.

Que tipo de pergunta era aquela agora? Qual era o problema? Ela nunca se olhou no espelho só podia ser.

– Oi? – perguntei sem entender.

– Vem cá um minutinho. E é inútil você ficar aí atrás escondido, você já me viu nua, nada mudou por aqui.

Fui até lá e tive que me controlar para não me jogar em cima dela. Ela estava sem camisa e sem sutiã, apesar da pele estar seca, estava arrepiada completamente. Estava tão tentadora. Branquinha e arrepiada, os seios estavam arrepiados também, os bicos rosados estavam durinhos. Eu estava sentindo certa parte do meu corpo aprovar a visão.

– Você me acha bonita, Percy? – perguntou ela, novamente.

– Porque essa insegurança agora? – perguntei de volta, tentando olhá-la no rosto. Ela não percebia que estava me torturando? Eu não controlo a certa parte do meu corpo. Porque ela não se cobria pelo menos com a toalha ou colocava a blusa?

– Só responda. Você me acha bonita?

– Acho, acho sim. Muito bonita.

Ela finalmente colocou a blusa e me deu um sorrisinho. Talvez estivesse insegura por medo que o Leo não a achasse bonita, só acho que se o Leo não aprovasse o corpo daquela loira, ele devia gostar de rapazes, só acho. A minha bermuda ficou larga nela, mas ela fez uma gambiarra e colocou o cinto por cima para segurar. Aproximei-me e peguei a toalha molhada e a lancei no cesto de toalhas. E acertei porque eu sou foda demais.

– Pronta para voltar para a biblioteca? – perguntei ao lado dela.

Apesar de vestida, ela tremia como se ainda estivesse molhada. Ela terminou de prender o cabelo em um rabo de cavalo e assentiu. Não podia deixá-la tremendo assim. Tirei minha jaqueta de couro e a incentivei a colocar. Apesar de ela dizer que não precisava, obriguei-a a colocar.

– Não sabia que era tão cavalheiro, cabeça de alga.

Ela sorria presunçosa e eu podia sentir minhas bochechas esquentarem de vergonha.

– Cala a boca! – mandei.

Ela riu. Demos um passo e de repente as luzes do vestiário piscaram até apagar. Era hoje que o Slender Man me pegava, não devia ter dito que ia comer a mãe dele enquanto jogava, agora ele veio se vingar.

– PERCY?! – Annabeth gritou assustada.

– Calma eu to aqui.

Peguei na mão dela para mostrar onde estava logo senti que ela soltou a mesma e ambas as mãos dela voaram para o meu pescoço, abraçando-o.

– Calma, a luz já volta. – afirmei, mas mesmo assim ela não me soltou. As luzes voltaram a piscar e acenderam – Eu disse. – afirmei e a encarei.

Ela estava tão perto de mim, o corpo colado no meu. Os olhos dela alternavam entre os meus olhos e os meus lábios. Nenhum de nós parecia que resistiria a ficarmos tão colados dentro de um vestiário vazio. Como eu suspeitava, avançamos um no outro. Nossos lábios se aproximaram ao mesmo tempo. Minha língua e a dela batalhavam por espaço. Ela gemeu contra os meus lábios e agarrou meus cabelos. Era assanhada mesmo essa sabidinha. Eu não tinha como impedi-la, ela estava se esfregando em mim e sua mão boba logo entrou em ação, enquanto uma se ocupava com meu cabelo a outra descia pelo meu abdômen à minha ereção, que estava crescendo sob a pressão da sua mãozinha.

– Percy. – ela gemeu quando minha boca desceu pela sua mandíbula e começou a distribuir mordidas.

Pressionei-a contra os armários e a beijei novamente. Nossas línguas adoravam brigar uma com a outra. A mãozinha dela empurrou meu peito de leve só para que eu obedecesse ao comando dela, e sem deixar de me beijar, trocou de posições comigo. Arrancou minha blusa, depois passou a desabotoar a minha calça e a abaixou junto com a minha cueca. Ela era impossível. Estava fazendo aquelas coisas e ainda tinha coragem de corar. Eu pensei que ela estava com ódio de mim ou coisa parecida, não achei que queria mais uma rodada do que houve ontem. Ou talvez quisesse além de deixar o próprio cheiro nos meus travesseiros e nas minhas roupas reservas para natação queria deixar aquele cheiro delicioso em mim.

Annabeth’s POV

Eu estava fazendo uma loucura. Mas simplesmente não resisti. Ele estava tão perto de mim e aquele cheiro de maresia desperta todos os meus instintos mais internos. Eu podia sentir meu rosto esquentar de vergonha, porém meu corpo estava quente por outro motivo. Quando vi aqueles olhos verdes escurecerem de luxuria assim que eu ajoelhei diante dele tive de arrancar a jaqueta, ela já estava me fazendo suar.

Segurei seu membro duro, passei a masturbá-lo lentamente e com o polegar da outra mão acariciei os testículos dele. Percy mordeu os lábios e fechou os olhos e soltou um gemidinho. Esfreguei minhas pernas em aprovação a excitação dele e lambi a extensão. Percy gemeu mais alto e eu gemi baixinho quando abocanhei o seu membro. Eu podia sentir minhas bochechas esquentaram quando o olhei e notei que ele me encarava com um sorrisinho nos lábios e os olhos nebulosos de desejo. Não sei como conseguia ficar com as bochechas vermelhas de vergonha se estava ajoelhada diante de Percy com o membro dele na boca.

– Anna-Annabeth… – ele gemeu rouco, acho que ele iria me avisar que gozaria e que devia me afastar, porém eu continuei ali até o fim. Senti o liquido quente descer pela minha garganta, engoli tudo gemendo de aprovação junto com Percy. Limpei o membro de Percy com a língua. Limpei os cantos da boca com o indicador quando acabei e em seguida o lambi olhando para Percy – Vem cá. – ele pegou meus ombros e me levantou, beijando-me com fervor – Você vai me deixar louco, Chase.

Sorri vitoriosa. Ele arrancou a blusa que eu vestia, desceu os lábios para meus seios, abocanhou o seio direito e a mão grande apertava o esquerdo. Ele lambeu e mordeu o bico como bem entendia. As mãos dele passaram a se ocupar com o cinto, desafivelaram-no e ele e a bermuda foram ao chão. As mãos dele mudaram de foco, uma foi para o meu seio que não estava na boca dele, apertando-o e provocando o bico. A outra acariciou o interior das minhas coxas e subiu em direção ao meu sexo, acariciou-no e depois penetrou dois dedos em mim e o polegar acariciou meu clitóris. Eu gemi me agarrando aos cabelos dele. Tomara que ninguém ouvisse os gemidos e viesse atrás do que estava acontecendo, não queria parar agora e ter que dar uma explicação.

Eu estava quase gozando quando ele parou de me masturbar, agarrou minhas pernas, encaixando-me na sua cintura depois me penetrou. Eu gemi gozando e estremecendo inteira.

– Percy! – gemi abraçando o pescoço dele – Percy!

Depois de um bom tempo gemendo o nome dele e ele gemendo o meu, suas estocadas foram ficando cada vez mais fortes e gozamos juntos. Ele me colocou no chão e me beijou pela última vez no dia. Colocamos as nossas roupas sem nos olharmos direito. Eu estava envergonhada e eu sentia que ele estava um pouco nervoso. Acho que como eu, ele sabia que isso foi um erro. Eu só agora fui pensar no Leo, eu iria sair com ele mais tarde e não ia conseguir esquecer o fato que horas antes eu havia feito sexo com o Percy no vestiário da escola.

– Percy? – eu ia pedir que esquecêssemos o que fizemos. Ele parecia irritado prevendo o que eu ia falar.

– Você vai querer ficar com a minha jaqueta? – perguntou ele sem nem me olhar.

– Não precisa, eu não estou com mais frio. – tentei se educada.

– Vamos sair daqui e voltar para a biblioteca antes que percebam que a gente saiu.

Ele nem me esperou já seguiu em direção ao lado de fora do vestiário.

Percy’s POV

Eu era um idiota mesmo. Eu tinha que me entregar ao desejo que eu sinto por ela, não tinha? Eu tinha certeza que quando ela disse meu nome depois que fizemos sexo me pediria para esquecermos o que houve. Ela tinha que ir ver o Leo ainda hoje, tomara que se por acaso o Leo a beijasse de novo, ela se lembrasse do meu rosto. Do meu rosto abaixado, na direção do dela, a observá-la me fazendo sexo oral.

Porque eu tinha que ser tão fraco? Eu podia tê-la empurrado, mas eu fiz? Não. Por quê? Porque eu quero que ela use e abuse de mim depois me mande esquecer.

– O que foi, Percy? – perguntou ela enquanto limpávamos a estante.

– O que foi o que? – perguntei mal humorado.

– Você ficou bravo de repente. – ela parecia uma criança

– Não estou bravo, só quero ficar quieto.

– Isso foi um modo gentil de me mandar calar a boca?

– Foi sim.

– Tudo bem.

Ela deu um sorrisinho e voltou a arrumar os livros. Eu não quero vê-la sorrir porque eu gosto do sorriso dela e ele só me faz gostar mais ainda dela. Eu sei que ela deve estar pensando no Leo. Antes de ir embora, me despedi dela dizendo:

– Se divirta com o Leo mais tarde.

E nem olhei mais para trás, não a deixei responder, não ofereci carona. Eu tinha que ficar longe antes que eu me machucasse. Mas eu conseguiria? Lógico que não.

Notas finais
Então, o que acharam? A Annie precisa deixar de ser chata, até eu estou achando ela chata. Tem que levar uns bons tapas para aprender (hmmmm isso me deu uma ideia muito cabulosa muhahaha ai que eu adogo!), enfim aprender que o Percy é quem é delicia e sedução, um boy magia, todo fabuloso, ele não simplesmente começa a suar, ele transpira Chanel nº 5. Viram o nível de fabulosidade do Percy? Então é isso gente, vejo vocês no próximo capitulo. Beijinhos com muito glitter. Até a próxima.