P De Punk

7 Festa do pijama


Notas iniciais
Voltei gente diva poderosas glamurosas, então, está todo mundo animado para Percy Jackson: Mar de Monstros? Eu estou, fico vendo os trailers de novo, de novo e de novo só para poder ter muita emoção. O Tyson tá muito fofo, as carinhas deles nos trailers são as melhores e ele pega o touro pelo chifre(!!!!!), já era apaixonada por ele antes, agora que eu fico doida. O Grover vai estar vestido de noiva *-*. O senhor D. chama o Percy de Perry Johnson (GENTE QUE EMOÇÃO!). Quem vai querer entrar em parafuso comigo? Eu quero agradecer a diva fabulosa brilhosa como um diamante com glitter, mrschase, pela linda recomendação, obrigada fabulosa. Então, chega de conversar e vamos ao capitulo.

Percy’s POV

Incrível, eu iria dormir na casa da Annabeth, eu tinha certeza que o pai dela não permitiria que fosse no mesmo quarto, mas mesmo assim, eu estaria ali. O senhor Chase encheu um colchão de ar para mim, estava segurando-o ficando ao lado de Annabeth. Os dois estavam começando a discutir onde eu iria dormir. O apartamento não era como o meu, meu pai comprou o outro apartamento vizinho e uniu os dois fazendo um imenso apartamento, então o meu tinha quarto de hospedes e o dos Chase não. E como eu sou o mestre da certeza, o pai dela queria que eu dormisse na sala, contudo Annabeth queria que eu dormisse no quarto com ela. Ela devia saber que isso não iria prestar.

Eu tinha tentado ligar para Tyson, só que o desgraçado não havia atendido, ele coloca o celular no vibratório para poder dormir sem ser incomodado.

– Coitado dele, pai. – disse Annabeth – Se ele dormir na sala, às seis da manhã já vai estar acordado, é muito claro lá.

– Annabeth, eu não posso deixar ele dormir no seu quarto. – o pai dela sussurrou para ela, porém eu tenho um ouvido supertreinado, então consegui ouvir, estava fingindo que não ouvia, olhava para os porta-retratos que estavam sobre uma mesinha no começo do corredor com uma almofada entre os braços. Como a Annabeth era linda criança, só tinha ficado mais linda enquanto crescia.

– Coitado, pai.

– Percy – olhei para o senhor Chase – você se incomodaria de dormir na sala?

Eu preferia dividir o quarto com a Annabeth, porém não poderia deixar o senhor Chase saber de uma coisa dessas, nunca mais iria poder pisar na casa deles.

– De modo algum. – respondi.

– Viu? Todos felizes. – disse o senhor Chase.

O senhor Chase levou o colchão para a sala e o colocou sobre o tapete preto, Annabeth me entregou um edredom roxo, que eu joguei sobre o colchão e depois coloquei o travesseiro e me sentei sobre o mesmo olhando para os dois Chase que estavam de pé a minha frente.

– Boa noite para vocês. – disse deitando-me. O senhor Chase queria me emprestar alguma coisa para dormir, só que eu recusei, eu sempre dormia com a roupa do corpo, isso quando eu não estava com a minha samba-canção de peixes dourados.

Os dois se despediram, Annabeth apagou as luzes da sala e cada um foi para seu quarto. Eu me ajeitei debaixo do edredom e me virei para a porta de vidro da varanda. Aquele edredom tinha o cheiro dela. Droga de cheiro delicioso.

Tinha passado uma hora desde que eu fui deixado na sala sozinho quando ouvi o barulho de pés descalços andando pelo chão frio de azulejos. Contanto que não fosse a Samara, eu estava numa boa.

– Percy, você já dormiu? – ainda bem que era só a Annabeth.

Me virei na direção do corredor e lá estava ela. De pijama branco com uma coruja na frente e um short preto que era só um pouco a cima dos joelhos. Ela sorriu para mim e veio se sentar no sofá ao meu lado esquerdo enquanto eu me sentava no colchão de ar me apoiando no sofá que estava atrás de mim.

– Não está conseguindo dormir? – perguntei baixinho.

– Não.

– Nem eu. Está assim por causa da sua mãe?

Ela olhou para baixo brincando com um dedo do pé.

– Não. Estou com dó de deixar você aqui.

– Eu estou bem, sabidinha, pode deixar. – disse sorrindo, ela estava com dó de mim, que graçinha.

– Vocês dois parem de atrapalhar o meu sono. – eu e Annabeth olhamos para o corredor e lá estava o senhor Chase de braços cruzados – Annie, leve ele para o seu quarto e vão conversar lá dentro.

Eu arquei as sobrancelhas. Ele estava me deixando ir dormir no quarto da filha? Gostei do meu (quase) sogrão. Levantei-me e me lembrei de uma coisa.

– Espera. – os dois olharam para mim – Eu só vou dormir lá se você tirar aquele bicho de lá de dentro.

– Que bicho? – perguntou o senhor Chase.

Annabeth riu.

– O Blackjack. – respondeu ela.

Agora foi a vez do senhor Chase rir. Haha, muito engraçado, quando os porquinhos-da-índia e os coelhos dominarem o mundo eles irão me dar razão, mas já será tarde demais, já seremos escravos deles, eles vão nos abrigar a servi-los e nos farão andar nus para pagar todos os anos que eles tiveram de ficar nus.

– Não acredito que você tem medo de um porquinho-da-índia. – disse o senhor Chase.

– Eu disse que o Percy era mais inofensivo que o Blackjack. – comentou Annabeth.

Depois que Annabeth ajeitou as coisas no quarto dela, tirou a gaiola do Blackjack dali e arrumou o meu colchão no chão, ela me explicou que o pai dela também deve ter ficado com dó de me deixar na sala, tinha coração mole. Eu acho que gostou de mim por eu ter amparado a filha dele, ele só não podia saber o que eu já havia feito com a filha dele e estaríamos bem. Uma peninha sempre faz bem. Agora eu iria dormir sentido o cheiro da Annabeth por completo e poderia acordar antes dela e ficar a observando dormir. Eu acordaria assoviando.

– Eu não consigo dormir. – resmungou ela depois de uns dez minutos.

– Você não está tentando. – cantarolei.

– Estou sim!

– Tenta com mais vontade. – comentei então sorri virando-me em direção a cama dela – Ou você pode se masturbar.

Ela me olhou com os olhos arregalados e as bochechas vermelhas. Quem visse a reação dela ia pensar que ela era virgem.

– O que?! – ela parecia espantada.

– Funciona, você relaxa o corpo todo de um modo gostoso e logo dorme. – respondi simplesmente como se estivesse falando sobre as ondas do mar batendo nas rochas.

– E-e como… como eu faria isso? – perguntou ela, curiosa e ao mesmo tempo, tímida.

Não creio que estava tendo essa conversa com ela. Pelo o que parecia ela estava querendo muito que eu me jogasse nela. Ela estava me fazendo falar sobre coisas sexuais, isso era sinônimo para eu me atirar nela. Ela parece ser tímida demais para se jogar em mim logo e se entregar ao desejo fulminante que tem por mim, afinal, eu sou muito gostoso.

– Você nunca se masturbou na vida, Annabeth? – perguntei na maior cara de pau, mesmo assim falei baixo, afinal, vai que o pai dela estava do outro lado da porta tentando ouvir. Ela se sentou na cama.

– Na verdade não. – ela olhou para baixo e suas bochechas ficaram mais vermelhas.

– Mas você nem mais virgem é, Annabeth, não acredito no que estou ouvindo.

– Para, Percy! – ordenou ela – Eu só nunca quis fazer isso.

– Bom se você quer fazer isso agora é bem simples. Você só tem que fazer o que eu fiz das últimas vezes que nós fizemos sexo. – ela me olhou como se não entendesse – Você só precisa…

– Porque você não faz por mim? Para me ensinar. – ela me olhou nos olhos e mordeu os lábios.

Assim eu morro. Que safada. Eu gosto assim. Se eu só olhasse os lábios dela se moverem e não a ouvisse de verdade, pareceria uma criança se desculpando por ter quebrado alguma coisa, envergonhada daquele jeito eu iria à loucura. Eu não ia negar um pedido desses. Ela estava me pedindo para tocar nela, não havíamos nos agarrados como dois loucos, ela estava realmente pedindo. Eu sou o garoto mais sortudo do mundo, não eram todos que podiam ouvir uma menina como Annabeth Chase pedir para que eles a tocasses. Nem Leo acho que ouviria uma coisa daquelas, ai como eu adoraria esfregar isso na cara dele: “Você beijou ela, mas ela me pediu para masturbá-la e não para você”. Ai como eu sou um tarado. Fui para a cama dela sorrindo como um besta e me sentei atrás dela.

– Você realmente nunca se masturbou na vida? – perguntei no ouvido dela tirando o cabelo loiro do pescoço e o coloquei sobre um de seus ombros.

– Não. – respondeu engasgando na pequena palavra.

– Annabeth, Annabeth. – a repreendi – Se não nos amarmos primeiro quem é que vai?

– O que isso tem haver com… com… o que nós estamos falando?

Ela não conseguia falar masturbação? Será que as vezes que fizemos sexo foram só minha imaginação durante o banho?

– Mudarei a frase: se nós não fizermos sexo com nós mesmo quem é que vai? – eu ri quando notei que as orelhas dela estavam avermelhando – É por isso que você é insegura, Annabeth, você não se acha linda porque nunca se tocou com mais intimidante. Se tivesse feito você saberia tão bem quanto eu o quão linda você é.

– Então você deve fazer isso no mínimo três vezes a cada quatro horas, porque não é possível se achar tão perfeito assim.

Segurei os ombros dela e a puxei conta o meu peito, querendo descaradamente provocá-la.

– É lógico que eu faço isso. E sempre… pensando… em você. – então lambi a orelha dela e mordi o lóbulo.

– Percy! – ela me reprendeu, só que aquilo parecia mais um gemidinho, e cobriu o rosto de vergonha – Já é difícil te pedir isso, agora você fica falando essas coisas.

– Desculpa, sabidinha, eu vou parar.

Ajeitei-me na cama, encostando minhas costas na cabeceira da cama e a puxei mais para perto.

– Primeiro, você vai ficar confortável. – toquei na barra da camisa do pijama dela e puxei para cima, deixei a blusinha na cama e depois abri o sutiã e deslizei pelos seus braços, ela se levantou e eu abaixei o short e a calcinha, passei minhas mãos pelas pernas dela e acariciei sua bunda. Que bunda mais linda e macia. Acariciei mais um pouco e apertei. Ela olhou para mim sobre o ombro, reprovando a minha atitude com o olhar, eu ri. Não tinha como resistir.

Ajudei-a a sentar entre minhas pernas e coloquei as suas costas no meu peito e acariciei os braços dela delicadamente com a ponta dos dedos subindo e descendo.

– Está confortável? – perguntei rouco no seu ouvido. Annabeth assentiu parecendo claramente nervosa – Respira fundo, sabidinha. – ela fez o que eu pedi, minhas mãos foram para as pernas da minha loira acariciando-as. Os dedos de uma das minhas mãos deslizaram para o sexo de Annabeth, ela suspirou quando dedilhei seu sexo já úmido, ela repousou a cabeça no meu ombro e soltou um gemidinho preguiçoso – Isso, geme só para mim. – aumentei a pressão no clitóris dela e deixei que os gemidos dela dissessem se eu deveria mover meus dedos mais devagar ou mais rápido. E os gemidos continuaram preguiçosos e longos, então a lentidão continuou – Eu quero que você pense no garoto que mais te excita, Annabeth. – sussurrei ainda com a voz rouca. Ela assentiu e fechou os olhos.

Annabeth’s POV

Eu não acreditava no que tinha pedido a Percy, eu queria ser tocada por ele, mas ele não parecia querer me tocar. Eu achei que assim que eu fechasse a porta do quarto ele me agarraria, mas nada. Eu sentia que deveria ficar mal por pedir isso a Percy já que eu tinha beijado Leo depois do encontro, porém, Leo não me pediu em namoro, então não era errado.

– Eu quero que você pense no garoto que mais te excita, Annabeth. – ele sussurrou com a voz rouca, eu estava ficando cada vez mais quente. Assenti e fechei os olhos.

Eu comecei pensando em Leo. Como eu era idiota, estava pensando em Leo enquanto Percy estava me masturbando. Seus dedos fortes de uma mão faziam movimentos circulares sobre meu clitóris e os dedos da outra mão apertavam minha coxa. Pensei em Leo tirando a camisa para mim e me olhando sedutoramente. Eu não senti nada de especial, estava mais gostoso quando eu não estava pensando em nada.

– Vamos, Annabeth, o garoto que mais te excita. Não pense que sou eu que estou fazendo isso, pode ficar a vontade em seus pensamentos. – a voz dele era tão sensual. E ele sabia que eu estava tentando pensar em Leo – Não importa em quem você pense, quem está com as mãos na sua bocetinha sou eu.

Droga, minhas bochechas estavam esquentando cada vez mais. Ele tinha que parar de falar que era ele quem estava me tocando. Era ele… Minha mente começou a assimilar aquilo. Era ele. Eu comecei a imaginar Percy saindo da piscina com os músculos molhados, as gotinhas de água descendo livremente pelo peito dele. Gemi sentindo a minha intimidade esquentar.

– Pronto, você aprendeu. – ele sussurrou.

Eu senti um afrouxo dos braços dele a minha volta, ele ia se levantar, eu agarrei em seus braços para que ele continuasse ali.

– Não, por favor, continua. – pedi.

Ele riu e voltou a estimular-me.

– É safada mesmo. – disse ele risonho no pé do meu ouvido onde ele mordeu o lóbulo – Acaricie seus seios, Annabeth, não precisa ter vergonha. – olhei nos olhos dele e gemi, aqueles olhos estavam escuros de luxuria somente iluminados pelo brilho tênue que vinha da janela – Toque-se, Annabeth.

Continuei olhando nos olhos dele e minhas mãos foram para meus seios apertando-os. Gemi novamente. Como isso era gostoso. Ele me acariciava tão lentamente. Estava me torturando, isso sim. E eu estava gostando tanto. Um de seus dedos longos da mão que apertava minha coxa me penetrou e eu rebolei contra as mãos dele, querendo mais. Uma das minhas mãos continuou apertando meu seio, apertando o bico e a outra agarrou os cabelos da nuca de Percy, gemendo com meus lábios perto dos dele. Ele encarou isso como uma aprovação e introduziu mais um dedo em mim.

Rebolei e gemi mais tentando controlar a minha voz, a minha vontade era gritar, estava muito difícil manter a minha voz baixa, voltei a fechar os olhos assim que Percy mordeu os lábios, aquela lentidão estava acabando comigo e ver aqueles lábios vermelhos entre aqueles imensos dentes brancos iam me levar a insanidade total. E imaginar Percy saindo nu de uma piscina não estava me ajudando nada.

– Mais… – pedi engasgada de olhos fechados.

Percy riu baixinho e aumentou o ritmo das estocadas e a força dos seus dedos que massageavam meu clitóris. Gemi um pouco mais alto e minha imaginação acabou comigo completamente.

Os cabelos de Percy estavam molhados e pingavam sobre meu corpo também nu. Eu estava deitada sob ele na borda da piscina, onde as gotinhas de água caiam minha pele se arrepiava e a boca de Percy deixava um rastro de fogo pela mesma, fazendo até meu sangue ferver. Quando a boca dele alcançou meu sexo, eu gemi alto, o meu gemido ecoando pela área da piscina coberta. Aqueles cabelos molhados me causando arrepios e os lábios esquentando-me. Eu não queria falar, mas eu adoro quando o Percy me prova mais intimamente, eu adorava as coisas que ele fazia. E mesmo sendo só na minha mente, eu conseguia sentir a língua quente dele.

Meus seios estavam duros e pesados. Eu estava sentindo um aperto delicioso no ventre e a ereção de Percy pulsava nas minhas costas. Eu estava quase gozando. Percy aumentou ainda mais as estocada de seus dedos e eu gozei deliciosamente. Os dedos do meu pé enrolaram e minhas pernas ficaram tensas. Depois que os espasmos tomaram conta do meu corpo, fiquei toda mole, Percy fez o favor de abafar meu alto gemido beijando-me. Minha intimidade ainda pulsava com força. Meu corpo todo pulsava na verdade. Minhas mãos amoleceram e soltaram meus seios, as mãos de Percy ainda permaneciam no meu sexo, ele acariciou meu clitóris mais uma vez levemente e minhas pernas tremeram. Ele afastou os dedos de mim e tremi toda. Abri os olhos, estava ofegante e Percy sorria. Ofeguei mais alto quando vi Percy lambendo os dedos lambuzados do meu prazer.

– Aprendeu o que fazer, Annabeth? – perguntou ele sorrindo malicioso.

– Sim. – respondi tentando normalizar a respiração.

– Em quem você pensou, minha sabidinha? – eu não queria responder. Estava envergonhada por admitir que pensei nele. Eu não podia evitar, eu ficava envergonhada, mesmo sabendo que foi ele quem me masturbou. Espera, ele disse que eu era a sabidinha dele? – Vamos, sabidinha, pode me contar. Não me importo se você dizer que foi com o Leo e eu já disse porque não me importo.

Acho que não disse que eu era dele não, pode ser só coisa da minha cabeça.

– Eu pensei em…

– Em…? – incentivou ele.

– Em você.

Ele sorriu vitorioso e começou a distribuir beijos no meu pescoço.

– E o que houve nos seus pensamentos, hein? O que eu fazia?

Aquelas baforadas quentes no meu pescoço me tiravam a concentração. E quando os dentes dele passaram a brincar com a pele do meu pescoço, foi pior ainda.

– Me conte, Annabeth, eu quero saber. Eu tenho todo o direito.

– Tudo bem… Você… você estava saindo de uma piscina.

– Eu estava vestido alguma coisa?

Minhas bochechas coraram.

– Na-não.

Ele sorriu contra o meu pescoço.

– E o que mais? – os beijos dele subiram até a minha orelha e os dentes dele acariciaram o lóbulo antes de chupá-lo.

– Você… – eu já estava sentindo a minha intimidade esquentar novamente – Você estava me chu-chupando.

– Você gosta de ser chupada por mim, Annabeth? – a ponta da língua dele contornou a minha orelha.

– Hu-hum. – apenas resmunguei por não ter coragem de responder.

– Responda, safada, responda direitinho. – mandou ele apertando as minhas coxas com vontade.

– Eu gosto de ser chupada por você, Percy. – eu tive de respirar fundo para poder responder assim.

– Assim é que eu gosto de ouvir. – os dedos da sua mão esquerda subiram e acariciaram a minha virilha – Boa menina.

Eu estava fervendo de novo e não era apenas nas bochechas. Então ele fez o que eu menos queria, me sentou mais para frente para poder sair de trás de mim. Se levantou ficando ao lado da cama e eu o olhei decepcionada.

– Aonde você vai? – perguntei fazendo biquinho.

– Eu já te ensinei o que tinha para ensinar, agora eu vou dormir.

Ajoelhei-me na cama e segurei os ombros dele.

– Mas… eu… eu…

Droga de gagueira, eu não devia ficar tão envergonhada assim, eu odiava isso. Eu poderia estar com o membro de Percy na boca e mesmo assim ficava vermelha de vergonha. Percy sorriu da minha timidez e espalmou a mão na minha barriga me derrubando na cama ficando sobre mim então finalmente me deu mais um beijo.

– O que foi, Annabeth? O que você quer? Você quer que eu só durma ao seu lado? Você quer eu faça aquilo que você mais gosta que eu faça? Quer levar umas palmadas nessa bunda gostosa para aprender a não perguntar se é linda? – aquela chuva de perguntas estava fazendo até minhas orelhas esquentarem de vergonha.

Percy’s POV

– Eu… eu… – Annabeth ficava tão linda assim vermelhinha, nua sob mim e ainda gaguejando.

Tomara que ela quisesse tudo. Eu queria tanto dar umas palmadas naquela bundinha. Meu membro estava duro só de pensar. Masturbá-la foi tão prazeroso tanto para ela quando para mim, eu até aceitaria apenas dormir ao lado dela. Mas se ela quisesse dormir de conchinha íamos ter que colocar um travesseiro entre nós, eu iria ficar cutucando-a a noite toda e assim que ela não dormiria mesmo.

– Você só quer se deitar e dormir? – perguntei, estava com pena daquela gagueira dela então parei de provocá-la.

– Na-não.

Meu coração ia explodir de tão rápido que ele começou a bater. Os braços dela abraçaram meu pescoço e ela me beijou. Uma vez eu ouvi alguém dizer que as garotas que pareciam ser as mais tímidas e mais santas eram as mais perigosas. Isso se aplica tão bem a minha loira. Ela estava apoiada em mim, nua com as minhas mãos entre as pernas dela e ela corava de vergonha. Mas gostar ela gostou.

– Não ainda. – ela completou e voltou a me beijar.

As mãos dela desceram para as minhas costas e se infiltraram pela minha bermuda e apertaram a minha bunda. Eu tive que rir. Depois as mãos escorregaram de volta para cima e levaram a minha camisa junto. Peguei a cintura de Annabeth e a puxei junto comigo a ajoelhando na cama e eu sentei. Ela me ajudou a livrar-me da bermuda e da cueca e segurou meu membro mordendo os lábios. Minha mão tocou o rosto dela a trazendo para mais perto e foi minha vez de morder aquela boquinha gostosa depois lambi a mesma e a beijei. Ela se posicionou sobre mim colocando cada um de seus joelhos em um lado do meu corpo.

Meus olhos encontraram os dela e coloquei a minha mão sobre a sua, encaminhando meu membro para a intimidade dela. Ela desceu o corpo sobre meu membro e abraçou meu pescoço e eu mantinha minhas mãos bem apertadas em sua cintura aproximando nossos corpos, deixando seu rosto perto do meu, ficamos nos olhando nos olhos o tempo todo, e gemíamos baixinho. As bochechas dela estavam vermelhinhas. Toda vez que podíamos nos dar ao luxo de sumir com nossos fôlegos, nos beijávamos. Os movimentos dela foram se intensificando a cada segundo e a cada segundo eu sentia os nossos corpos pulsarem em sintonia. Os movimentos dela foram se intensificando de acordo com a vontade dela, eu só aproveitava. Ela era lasciva, gemia baixo, provocando. Estávamos suados e ofegantes.

Os espasmos tomaram o corpo dela até ela gozar e depois foi a minha vez de chegar ao ápice, engolimos os gemidos um do outro com um beijo. Depois de chupar o lábio inferior dela nos separamos.

– Você quer tentar dormir agora? – perguntei beijando a testa dela – Ou – me joguei sobre ela e espalmei a minha mão na bunda dela – você quer levar as palmadas agora?

As bochechas dela começaram a corar e eu tive que rir.

– Eu só quero dormir. – respondeu ela, timidamente.

Sorri e assenti. Peguei a mão dela e a levantei junto comigo. Peguei o short e a calcinha dela e me ajoelhei sobre um joelho no colchão e a ajudei a se vestir. Terminei de colocar o short nela e me levantei. Os seus olhinhos focaram nos meus observando-me tão brandamente. Minhas mãos apertaram a cintura nua da loira e desci meus lábios aos dela. Me desculpem, mas eu não resisti, minhas mãos tinham que descer e apertar a bunda dela. Apertei e com gosto. Então a ajudei a colocar o sutiã e a blusa do pijama e depois eu me vesti então deitei-me ao lado dela.

Demos boa noite com um beijo longo e preguiçoso e finalmente fechamos os olhos e nos entregamos ao sono. Eu nunca senti que dormiria tão bem.

Notas finais
Ai, ai, ai, essa Annabeth pede essas coisas ao pobre e inocente Percinho (porém não) e ainda tem coragem de ficar toda envergonhadinha. Gostaram gente linda? Será que o senhor Chase ouviu alguma coisa? Vai saber, acho que se ele ouviu, o Percy nunca mais verá certas partes muito intimas dele. Vejo vocês no próximo capitulos minhas divas. Beijinhos glitterosos.