P De Punk

4 A Guerra Entre os filhos de Zeus, Poseidon e Hades


Notas iniciais
Finalmente viram que eu sou diva! E por isso hoje teremos muito Percabeth, e pipi vagina (eu chamo sexo assim). Vamos ao capitulo, minhas leitoras fabulosas.

Annabeth’s POV

Tive que me afastar de Percy novamente. Ele devia ter feito o que disse, só ter dançado metade da música comigo e ter me deixado dançar com Leo. Tive que me explicar para o Leo porque tive que sair às pressas daquele jeito, eu menti o que havia acontecido, disse que meu pai havia chegado e eu não queria deixá-lo lá fora me esperando. Ele acreditou, eu acho pelo menos.

E sim, eu não tinha comentado antes, mas preferia ficar longe de Percy por não querer me ferir, não quero que ele me use do jeito que bem entende depois me jogue fora. Não queria ser abandonada de novo, pelo jeito que Percy era, deixava claro que ele só queria me usar. Posso até estar sendo preconceituosa com seu estilo, porém as piadinhas infames e aquelas passadas de mão não podiam ser boa coisa. Eu não era santa, mas também não era burra. Além de Silena ter me contado que Percy já tinha dormido com ela, mesmo que estivesse namorando outra menina.

Eu estava decidida a não conversar mais com Percy nem ter mais contato com ele. O cabeça de alga até tentou, mas eu ignorei.

Era aula de história, o professor Quíron anunciou que tinha uma notícia triste para dar.

- Se for que você vai se aposentar, não é triste. – disse Leo, com a boca tampada pelo caderno.

Até o professor riu.

- Na próxima eu mesmo queimo suas sobrancelhas, Valdez. – essa é uma história engraçada que Leo me contou, que quando era criança, com uns sete anos, ele estava brincando com os fósforos e acabou perdendo as sobrancelhas – Então, sério agora, eu vou dar um trabalho de história para os meus queridos alunos. – sala resmungou junto – Eu escolherei as duplas. – e os resmungos aumentaram.

Eu estava torcendo para fazer com o Leo. Rezando até. Porém, ouvi ser chamada quando o professor pegou o papelzinho com meu nome, senti que não era hoje que eu seria a parceira de Leo em alguma coisa.

- Annabeth Chase e – ele pegou outro papel – Perseu Jackson.

Perseu, era esse o nome dele, que graçinha. O olhei e ele deu um sorrisinho um pouco decepcionado, acho que depois do acontecido na festa, ele não quisesse mais ficar perto de mim. O Jason foi fazer par com a Reyna e a Piper ficou com o Leo. Eu estava meio chateada, queria fazer com o Leo, mas nem sempre podemos ter o que queremos. Eu e Percy ficamos esperando a sala esvaziar depois que o sinal bateu então me levantei indo até ele com meus livros nos braços. Sentei na mesa a frente a dele e ele me olhou passando o polegar sob o lábio. Ele estava provocando.

- Se quiser pedir para o professor mudar de dupla, não me importo. – disse ele apoiando o rosto na mão. Ah, não, carinha de cachorrinho abandonado. Eu sou fraca para carinhas assim.

- Não, não há necessidade, só ia perguntar se preferia que fosse na sua casa ou na minha. – eu estava sendo gentil, ele merecia porque estava fazendo aquela carinha de cachorro sem dono.

- Vai na minha, é melhor. – ele pegou um caderno, rasgou um pedaço de folha e com a caneta que eu tinha na mão e começou a escrever o seu endereço – Aqui. Vai lá as três, estarei esperando.

Peguei o papel e assenti. Ele deu um sorriso e foi comigo até o corredor. Surpreendentemente ele me deu espaço, não ficou muito perto ou passando a mão em mim, só se despediu e foi para a sala dele. Será que ele queria provar que não era cafajeste? Eu havia gostado disso.

...

Meu pai me deixou dinheiro para eu pegar um taxi já que ele não poderia me levar. Eu desci para a rua e chamei um taxi, com a folha do endereço na mão, quando olhei para o papel só tinha o número de um apartamento o andar que ele estava. Eu pensei por um segundo e pedi desculpa para o taxista e saí do taxi. Entrando novamente no meu prédio. Eu não podia acreditar, apertei o botão do elevador com número 15, o Percy era meu vizinho e nem me avisou! Ele sabia por que não tinha mais nada no papel e ele não me contou!

Bati na porta do apartamento a esquerda do meu esperando o débil surgir. Tyson abriu a porta, isso me pegou de surpresa.

- Tyson, o que está fazendo aqui? – perguntei.

- Eu moro aqui. – respondeu ele como se fosse obvio – Ah, entendi tudo já. Primeiro, eu sou irmão do Percy. – meu queixo caiu, aquele menino imenso era irmão do Percy? Que estranho – Segundo… PERCY! – chamou Tyson – PRA VOCÊ!

Ouvi o barulho de pés descalços batendo no piso de madeira frio correndo na direção da porta. E lá estava Percy, sendo tampado por Tyson, que se virou, olhou o irmão e riu, indo para o corredor, muito provavelmente para o próprio quarto. Percy estava com o cabelo mais desgrenhado possível e a cara amassada, denunciando que havia acabado de acordar. O problema não era que ele estava dormindo, o problema era o que ele estava usando e o que não estava.

- Entra. – convidou ele.

Entrei e fechei a porta

- Percy, você não está sentindo um vento forte e frio na área das pernas? – perguntei.

O bobinho olhou para um lado, depois para o outro e deu de ombros.

- Não.

- Percy! – o menino estava somente usando uma cueca Box azul escura, eu deva estar roxa de vergonha – Você está só de cueca!

Ele olhou para baixo e se assustou correndo de volta para o quarto.

- Desculpa! – ele gritou do quarto.

- Tudo bem. – respondi.

Esperei ele voltar naquela sala que era mais luxuosa que a minha, cem vezes mais, carpete branco, sofá branco, uma TV que eu abraçaria se fosse minha. Eu suspirei apaixonada, assistir SNL e ver o Seth Meyers tão grande iria me fazer desmaiar.

Percy’s POV

Eu sou muito tapado, eu não deveria ter arrancado às roupas da escola e ido dormir. Eu sempre faço isso, mas eu sabia que a Annabeth viria, só me esqueci de vestir uma roupa quando ela chegou, assustei quando o Tyson me chamou, e esqueci-me de colocar pelo menos uma bermuda. Ela poderia achar que eu estava provocando de novo, eu queria mostrar que era um cara malicioso, mas legal, e eu tinha que ser eu mesmo e aparecer só de cueca na frente dela não foi muito bom. Pelo menos não era final de semana, eu só uso samba-canção muito comprometedora, cheia de peixes dourados, nem sei como aquilo surgiu na minha vida, mas adoro usar. As coisas ficam livres, sabe?

Espera que eu me perdi de novo. Finalmente me movi e coloquei uma bermuda qualquer e uma blusa que estava na minha cadeira, passei um perfume para parecer mais limpinho e tentador e corri novamente para a sala. Annabeth estava com um porta-retratos na mão e sorria.

- Oi. – disse.

Ela olhou para mim sorrindo.

- Que bonitinho! – ela me mostrou o porta-retratos, era a minha pessoa com sete anos de idade sem um dente da frente. Ótimo ter achado essa foto deve tê-la feito esquecer que eu surgi só de cueca.

- Eu sei que sou lindo. – brinquei rindo, ela colocou o porta-retratos no lugar – Então onde quer fazer? Aqui na sala, no meu quarto?

- Aqui na sala. – afirmou tentando não parecer tensa. O que ela achou que eu faria se fossemos para o meu quarto? Eu não sou confiável nesse sentido em lugar nenhum. A sabidinha foi até o meu carpete jogando a bolsa preta, que tinha no ombro, no chão.

Sentei-me no sofá e agarrei o notebook que estava na estante da TV e o coloquei no colo. Ela sentou-se no carpete ficando de frente para mim e pegou alguns livros da bolsa. Ela deu uma olhada na minha estante com uma cara de duvida que começou a se transformar em pânico, no último quadrado de repartição, havia um viveiro. E o que tinha no viveiro a fez dar um grito tão alto, depois saltar e se atirar em mim ainda gritando agora no meu ouvido.

- O que foi? O que foi? – perguntei espantado com a mão dela amassando meu braço.

- TEM UMA ARANHA ALI! – ela gritou apontando para o viveiro.

- É o meu bichinho de estimação. É a Rantula. Ela não vai fazer nada. – afirmei tentando desprender aquela garra do meu braço.

- Mas eu tenho medo! – choramingou ela.

- Tudo bem, eu vou levar ela para a área de serviço, porque para ser sincero – levantei-me e peguei o viveiro da Rantula e segui para a área de serviço ainda falando – um dia eu fui para o meu quarto, liguei a luz e vi esse bicho lá dentro, eu dei um grito tão alto. – quando eu voltei ela estava rindo de mim – Eu acho que tive um mini-infarto, só não gritei como você.

Ela riu.

- Eu tenho medo.

Assenti voltando a me sentar no sofá e a minha antiga posição. E ela voltou para o chão, mas ficou deitada dessa vez.

Aquela pose não era favorável. Ela estava com uma perna levantada, os seios estavam pressionados entre os braços que estavam cruzados mexendo no livro. Ela podia muito bem vir engatinhando até mim e, sei lá, abusar de mim, eu iria adorar. Quando eu parei de imaginar ela engatinhando até mim, lembrei-me de algo.

- Eu tenho que te mostrar uma coisa, Annabeth. – disse.

Ela levantou os olhos para mim e assentiu. Então ficou de quatro e começou a engatinhar até mim. Isso, Annabeth, vem engatinhando, joga o meu notebook na parede, pode jogar, eu não ligo. Depois me rouba um beijo, rasga a minha roupa, abusa sexualmente de mim e me deixa jogado, nu, no chão da sala, minha loira! Meus devaneios se cortaram quando ela só veio e apoiou nos meus joelhos (lugar perigoso devo dizer) e colocou a cabeça sobre a tela olhando de ponta cabeça mesmo.

- A criança pode sentar do meu lado para ver, é mais fácil. – comentei.

Ela deu uma risadinha e sentou-se ao meu lado. Procurei uma pasta e abri uma foto. Eu estava de pé, vestido de Fantasma com a mão estendida para a Annabeth que estava de Christine que também tinha a mão estendida, pronta para pegar a minha, ambos tínhamos pequenos sorrisos nos lábios e o mais interessante da foto era que o fotografo pegou o lado da mascara.

- A Drew me mandou antes de ontem se eu não me engano. Eu achei que ficou boa a foto. – disse.

Annabeth sorriu.

- Realmente ficou muito boa. Depois você me manda.

Assenti e ela voltou a se deitar no chão. Então passei a procurar coisas sobre a II Guerra Mundial. Eu fiquei olhando para Annabeth e quando ela me pegou no meio da minha observação disse algo muito legal sobre a 2ª Grande Guerra que eu havia lido em um livro.

- A segunda guerra mundial foi a luta entre os filhos de Zeus, Poseidon e Hades, não foi?

- Você leu isso em um livro, não leu? – perguntou Annabeth sorrindo.

- Li sim, mas eu não lembro o nome do livro.

- Eu li também, só que também não lembro qual foi. É muito estranho eu geralmente tenho boa memória. – disse ela franzindo o cenho.

- Eu me sinto tapado por não lembrar o nome do livro, muito tapado mesmo.

- É uma coisa tão obvia, o nome do personagem principal é o nome do livro.

- Será que foi em Harry Potter? – perguntei.

- Não, em Harry Potter não fala de deuses. Qual deve ser o livro?

- É melhor a gente pensar nisso depois, vamos fazer o trabalho, eventualmente a gente vai se lembrar do nome. – afirmei, ela assentiu e voltou a estudar o livro.

...

Eu já tinha copiado algumas coisas, calma que eu vou ler e anotar o principal porque o professor quer assim (talvez eu leia) (mais provável que não). Tyson já tinha saído há um tempo para ir com os amigos dele não sei aonde porque eu não ouvi, só dei tchau. E só no momento eu percebi que a Annabeth estava dormindo. Deitada, de bruços, sobre os livros, não havia notado em que hora ela havia apagado, mas lá estava ela. Parecendo um anjinho deitada quietinha, dormindo.

Levantei, deitei do lado dela e tirei o cabelo do rosto dela. Sorri, como ela era linda, eu seria abençoado se ela pudesse me dar o prazer de acordar e vê-la dormindo ao meu lado todos os dias.

- Annabeth, acorda. – chamei-a em voz baixa – Vamos, sabidinha, acorda. O trabalho não vai acabar se você ficar dormindo. Olha que eu começo a dormir também, em cima de você, e eu babo!

Nem ameaçando com coisas sussurradas assim ela acordou. Ela só coçou o nariz e se virou, ficando de barriga para cima. Aproximei-me novamente, ficando com cada uma das minhas mãos ao lado do corpo dela e desci meus lábios aos dela sem mais me conter.

- Vamos, sabidinha, acorda. – eu disse tão baixo que minha voz nem saiu direito.

Eu voltei a dar apenas um selinho nos lábios dela. Eu achei que deveria ser errado abusar dela dormindo, mas eram só uns beijinhos, então foda-se. Os olhinhos dela abriram e meus lábios desceram aos dela outra vez, dessa vez ela parecia estar gostando, pois sua mãozinha foi para o meu cabelo. Ela deu um sobressalto sob meu corpo como se lembrasse de algo, então me empurrou com força, seus olhos estavam arregalados de susto depois ficaram raivosos. E de modo raivoso ela começou a enfiar os livros de volta na sua bolsa e eu fiquei parado sentado só olhando a reação dela.

- Eu deveria ter desconfiado! – ela rosnou.

- Calma, Annabeth, me desculpe, eu não resisti. – disse.

Ela se levantou e olhou para mim.

- Eu não acredito que eu fui burra para acreditar que você poderia ser legal! Eu chego aqui e você está praticamente seminu…

- Eu estava tirando um cochilo e me esqueci de colocar a roupa.

- Eu não ligo! – ela estava muito brava comigo – Você me molestou enquanto eu estava dormindo!

Levantei-me.

- Não molestei, foi só um beijinho.

- Você fala como se não fosse estranho!

- Eu já pedi desculpa.

Ela foi em direção à porta, eu achei que ela sairia, porém ela parou e ficou ali.

- Eu devia ter trocado de parceiro! – ela olhou para mim – O professor Quíron só te colocou comigo porque você precisa de nota, não foi coincidência. Ele me explicou antes de eu ir embora. Eu iria fazer com Reyna, mas nenhuma de nós duas precisamos de nota, então ele te colocou comigo.

- Eu disse que você poderia ter trocado assim que a aula do professor Quíron acabou.

- Eu achei que poderia te dar uma chance, ainda mais depois daquela cara que você fez quando falou que eu poderia mudar de dupla.

- Qual cara?

- Cara de cachorro abandonado! Porém eu acho que não posso confiar nesse tipo de carinha.

- Eu posso ser um cara legal, você deveria me deixar provar.

Ela cruzou os braços.

- Porque eu deveria te dar uma chance para provar que é legal? Há muito tempo que você vem me dizendo que é um cara legal, como vai provar? Quando você quase consegue me mostrar que é um pouco legal, me molesta no chão da sala. Então, porque eu deveria te dar uma chance?

- Porque eu to sentindo uma coisa estranha, eu sinto que eu preciso ficar com você, e se a gente fica longe eu acho que sinto mais falta de você do que você de mim. E isso pode parecer bobagem porque eu não deveria querer ficar com você se você se sente feliz em me ter longe, mas eu sinto que preciso de você. Por favor, sabidinha, me deixa tentar pelo menos.

Ela suspirou e ficou me olhando de braços cruzados. E ficou assim por um bom tempo só me olhando antes de dizer:

- Eu sou uma burra mesmo.

Em seguida, fez algo que nunca imaginaria que ela faria, veio até mim em passadas largas, agarrou minha nuca e me puxou para um beijo. Meus olhos reviraram de puro prazer.

- Eu sei que vou me arrepender, porém eu acho que é melhor aproveitar também, não vou deixar você se divertir sozinho. – sussurrou ela com os lábios próximos do meu, e então voltou a me beijar. Se ela quisesse achar que eu era um cafajeste mesmo e continuaria a me beijando assim para poder aproveitar já que eu era um cafajeste, não sou eu quem reclamará.

Annabeth’s POV

Ele não pode ficar dando uma de fofinho, ele ganha meu coração assim. Depois daquelas palavras, não aguentei. Se eu achava que ele iria me usar de algum modo, usaria-o de volta. Ele é um garoto muito lindo, não posso mentir que nunca tive um sonho impróprio com ele, e eu também tenho direitos de me divertir. Então o beijei, não me arrependo nem um pouco, ele tinha um gosto tão delicioso, aquele cheiro de maresia estava me deixando mole. Eu precisava daquilo. E quem sabe depois que ele me tivesse uma vez pararia de me perseguir e dizer que era legal e tudo mais. Simplesmente desistiria de fazer o papel. Ainda não sentia nada por ele que não fosse atração física, então que mal havia? Se ele nem conversasse comigo direito depois do que poderia acontecer hoje, não me importaria.

Eu estava me preservando. Aproveitando que ele ainda não tinha me feito ficar apaixonada por ele. Pode parecer um pouco “tiração” de vantagem da minha parte, mas estava fazendo isso mais por medo de me machucar no futuro, e também estou tirando vantagem. Não me olhe com reprovação. Não sou de ferro.

- Seu irmão está em casa? – perguntei mordendo o lábio inferior dele. Aquelas bochechas vermelhas dele eram que dava vontade de morder.

- Ele saiu. – ele ofegou.

- Que horas ele volta? – desci minhas mãos para os ombros dele apreciando aquela musculatura.

- Só depois das oito.

Desci minhas mãos para o peito dele indo em direção à barra da sua camisa.

- E seu pai?

- Só depois das onze.

- Ótimo.

Mais que ótimo, era perfeito. Puxei a camiseta dele para cima, ele ajudou a tirar levantando os braços, assim que a camisa foi para o chão ele me deu um beijo que tirou todo meu fôlego, só que nem por estar sem fôlego eu tirei meus lábios do dele. Respiraria mais tarde, isso pode esperar.

As mãos dele desceram da minha cintura, a minha bunda até as minhas pernas, apertando as minhas coxas e me erguendo separando minhas pernas e as encaixando em volta da sua cintura. Eu podia sentir a ereção dele roçando na minha intimidade. Gemi baixinho nos lábios dele. Separando nossas bocas, respirei fundo e seus beijos foram para meu pescoço arrancando mais baixos gemidos meus.

- Você é tão linda. – ele sussurrou no meu ouvido depois mordeu o lóbulo do mesmo.

Eu senti um arrepio delicioso na minha pele quando os beijos dele desceram de volta para o meu pescoço depois para a minha clavícula, eu ia morrer com essa tortura, ele ainda insistia em pressionar a sua ereção contra o meu sexo, esse roçar estava me deixando louca.

- Para de me torturar! – ordenei quando os dentes dele começaram a castigar minha mandíbula, meus dedos estavam enterrados no cabelo dele e não paravam de puxar os fios.

- O que faremos sobre o trabalho, sabidinha? – perguntou ele, beijando os lugares onde havia mordido.

- Eu quero que o trabalho se foda, cabeça de alga.

Ele riu e começou a caminhar lentamente comigo. Se o plano dele era me colocar no manicômio depois de se deitar comigo, então estava conseguindo, eu estava enlouquecendo com aquelas caricias. Ele me levou até o corredor e abriu a primeira porta. Era o quarto dele, pelo o que eu previa. Obsevei a cama enquanto ele trancava a porta. A cama estava tão convidativa com aquele lençol branco todo desarrumado. Percy me deitou na cama macia e veio para cima de mim roubando-me um beijo.

Percy’s POV

Ai, ai, ai, por Zeus, eu vou morrer aqui. A partir do momento em que ela tirou a minha blusa eu já sentia que ia morrer. Aqueles gemidinhos e ordens estavam sendo a minha perdição. Ela estava deitada na minha cama. Meu sonho se tornou realidade! (Oi, meu nome é Percy, eu sou um ninfomaníaco viciado em Annabeths, pelo menos uma Annabeth, eu sonho constantemente com ela e todos os sonhos acabam comigo acordando suado e com uma ereção). Ela sorriu sedutoramente e ela mesma tirou a própria blusa. Estava com um lindo sutiã lilás com um lacinho roxo em cada alça, devia ser o par da primeira roupa de baixo que eu vi dela. Que coisa linda para contar para nossos filhos. (Bom talvez não, as crianças iam ficar traumatizadas. Era uma coisa linda para eu me lembrar, pronto.). Eu iria tirar a blusa dela, contudo estava muito ocupado beijando-a para lembrar que estávamos a caminho de fazer sexo. Eu queria só beijar mesmo, porém ela estava se esfregando em mim, a culpa é dela. O que eu poderia fazer se ela estava arranhando as minhas costas enquanto me beijava? E agora, esfregando os seios ainda cobertos com sutiã em mim?

Coloquei minhas mãos nas costas quentes dela, abri o sutiã e o deslizei delicadamente pelos braços dela. Meu coração falhou na batida. Aquela pele branquinha, cremosa e arrepiada parecia tão pronta para ficar vermelha por mordidas. Meus lábios desceram pelo pescoço dela mais uma vez, foram para o colo dela e finalmente meus lábios encontraram os seios dele.

Eu soltei um grunhido e com as mãos acariciei ambos os seios dela enquanto ficava inalando o cheiro dela com o rosto no meio dos mesmos. Meu dedo indicador acariciou o bico do seio esquerdo, enquanto meus lábios se divertiam com o direito, lambendo, mordendo e beijando. Ela gemia e acariciava os meus cabelos. Que gosto delicioso. Passei para o outro seio e ela se contorceu mais sob mim, gemendo e agarrando meu cabelo sem nenhum pudor.

Acho que ela estava planejando me matar para roubar meu dinheiro, só podia, ela estava fazendo meu membro doer de tão excitado que estava, aqueles gemidos, tremidas, mordidas de lábios, resfôlegos, esfregações e palavrões que às vezes escapavam de seus lábios, estavam me deixando até com a visão turva.

Os olhos dela encontraram os meus quando trilhei beijos por sua barriga. Os olhos cinza tempestuosos esperando o que eu faria. Assim que toquei nos jeans dela, ela mordeu os lábios. Tirei os jeans dela, eu mordi os lábios ao ver aquela calcinha que ela usou na detenção por completo. Contemplei por dois segundos antes de tirá-la e jogá-la pelo quarto e a calcinha foi parar em algum lugar desconhecido do quarto assim como os jeans.

Deslizei meus dedos dela intimidade dela, acariciando. Sorri malicioso para ela ao ver que já estava excitada. As bochechas dela avermelharam por causa do meu sorriso e avermelharam mais ainda quando desci minha cabeça para o meio das suas pernas e comecei a distribuir beijos pelas coxas dela, passando reto toda vez pelo sexo dela.

- Para de me torturar! Por favor! – choramingou a minha loira.

Eu ri e fiz o que ela pediu, parei de torturá-la e com muito gosto. Deslizei minha língua pelo sexo dela, eu gemi junto com ela. Se o gosto da pele dela era delicioso, o gosto da excitação dela era muito melhor.

- Oh, Percy! – gemeu ela.

Annabeth puxava meu cabelo me trazendo mais para ela. Penetrei dois dedos enquanto minha língua brincava com o seu clitóris. Os gemidos dela se intensificavam e eu aumentava a velocidade dos meus dedos e da minha língua. A mão dela apertou meu cabelo com mais força, o corpo dela arqueou e o sexo dela apertou meus dedos com força até que ela soltou um gemido longo e exausto e gozou nos meus lábios.

Ajoelhei na cama, lambi os lábios e os meus dedos lambuzados do gozo da minha loira. Annabeth me olhou arfando e sorrindo, puxou-me para um beijo e me jogou na cama. Dionísio teria que bater um papo comigo depois que Annabeth fosse embora, porque eu acho que ela vai me deixar louco. Aquela cara de safada com o lábio inferior entre os dentes e a mãozinha boba apertando a minha ereção sobre a calça não era algo que me faria ficar são por muito tempo. Joguei a cabeça para trás e gemi rouco sentido a mão da sabidinha me apertar e apalpar. Os lábios quentes dela fizeram maravilhas no meu pescoço e as mãos dela sumiram com a minha bermuda e a minha cueca.

Meu membro pulsou quando a mão dela tocou-o, acariciando para cima e para baixo. Eu fechei os olhos aproveitando a caricia e os abri imediatamente quando senti que ela estava me provando intimamente. Eu fiquei gemendo o nome dela e palavrões a cada beijo ou lambida que a glande ou extensão do meu membro recebia. Porque eu nunca senti que estava com o coração a ponto de explodir com a Thalia? Ou outra menina?

Eu tive que pará-la antes que gozasse também. Eu estava perto, porém queria sentir como era unir-me a ela. Deitei-a confortavelmente na cama, ficando por cima, beijei-a e pedi permissão para continuar com o olhar. Ela assentiu e suas mãos se entrelaçaram no meu pescoço e a preenchi com calma.

Gemi junto dela. Como aquilo era gostoso. Ser apertado pelo interior de Annabeth era maravilhoso, meus olhos reviraram e o primeiro movimento dos nossos corpos nos fez gemer mais alto. Comecei calmo e paciente, dedicado solenemente ao prazer dela. Porém quando ela começou a controlar a velocidade dos movimentos, jogando os quadris contra os meus, eu me descontrolei.

Depois de gemermos cada vez mais alto, meu ápice foi alcançado segundos depois do dela. Eu estava exausto e ela não estava diferente, estávamos trêmulos e suados. Separei-me dela relutante e deitei de bruços ao lado dela.

Annabeth sorriu e me deu um beijo. Aquela mãozinha boba dela que não descansava apertou a minha bunda e ela riu quando eu uni minhas sobrancelhas.

- Ei! – disse.

- Desculpa. – ela deu um beijo no meu ombro e passou seus dedos ali perto – Bonita tatuagem.

Eu tinha uma tatuagem nas costas próxima do ombro de um tridente. Apoiei-me em um braço e a olhei.

- Obrigada, sabidinha.

- Então, porque você não tem um bicho de estimação normal? Um cachorro ou um gato? Ou um coelhinho? eu amo coelhinhos. – perguntou depois de um tempo de silêncio onde nós apenas nos observávamos.

- Não gosto muito de roedores. E não sou muito bom com perdas. A Rantula não me deixa amá-la direito, então, não ficarei triste se ela partir.

- Como assim não gosta de roedores? Ratos que surgem em casa, tudo bem, são nojentos. Mas coelhinhos e porquinhos-da-índia são uns amores. Eu tenho um porquinho-da-índia, ele é tão lindo.

- Eu uma vez sonhei que era um porquinho-da-índia, foi um trauma.

Ela riu. Era estranho conversar essas coisas amenas sendo que nós estávamos nus deitados na minha cama depois de termos feito amor.

- Meu porquinho-da-índia é lindo, com o pelo e olhos pretos, só que nas fotos os olhos dele saem azuis, é muito lindo. Você deveria conhecê-lo.

- Só se você pegar a Rantula na mão. – desafiei.

Ela fez cara de nojo.

- Não, obrigada.

- Então, sabidinha, o que faremos agora? – perguntei inocente.

Ela sorriu de canto e suas unhas arranharam de leve as minhas costas

- Você não sabe o que iremos fazer?

- Talvez você poderia me explicar. – provoquei.

Ela riu e voltou a me beijar. Eu queria ficar triste por ela estar apenas deitada comigo na cama porque queria aproveitar já que eu supostamente iria me aproveitar dela, porém não estava tanto assim. Estava feliz por poder beijá-la sem que ela me impedisse e poder tocar no corpo dela. Eu tinha certeza que algum cara tinha feito algo ruim para ela no passado para ela logo apontar o dedo para mim e dizer que eu era um cafajeste. Eu nem fazia tanto sexo assim. Desde que a Thalia se foi, eu só me “auto-bulino”. Será que ela não percebia que desde que eu conversei com ela pela primeira vez eu tenho ficado mais quietinho? Nunca mais fui para a detenção, nunca mais tentei queimar meus registros escolares. Eu estava tentando impressioná-la e ela nem notava? Ah, é verdade, eu sou cafajeste devo estar fazendo um plano mirabolante para juntar as meninas do colégio na minha cama e fazer uma orgia grega. Eu já fiz coisas com umas três garotas do colégio, mas me arrependo de ter feito e isso foi a um bom tempinho.

Eu não era assim. Não vou dizer que fui um santo a minha vida toda. Eu fiquei meio mal depois da morte da minha mãe, Thalia havia me ajudado com a mudança de estilo, mas as outras coisas que eu fiz assustaram a ela. E eu vou contar uma coisa, não deixe a Thalia brava, ela vira um dragão que é formado por milhões de demônios devoradores de corações. Sério, ela me bateu tanto que eu fiquei todo roxo. Agora que eu estava me acalmando por causa a morte da minha mãe. O impacto foi muito forte e aparentemente eu não era tão forte quanto meu irmão. Eu o mandei parar de chorar depois do velório da nossa mãe, porque ela não voltaria por causa daquilo, mas nem percebi que eu devia ter chorado. Até hoje não chorei. Apenas estou me acostumando com o fato pouco a pouco que não vou mais acordar com panquecas azuis na mesa.

Eu pensei que não tinha mais motivos para sorrir quando perdi minha mãe. Até que eu fui arrastado até a aula de história e me deparei com a menina loira com cara de nerd na mesma sala que eu, percebi naquele dia que as coisas podem sempre melhorar.

Notas finais
Gente desculpa se tinha erros de português, eu revisei, mas sempre posso ter deixado passar algo. Gostaram do momento Percabeth? E todas querem bater na Annabeth porque ela teima em acreditar que o Percy é um cara mau? Deixem seus comentários minhas divas fabulosas brilhantes como diamantes no céu. Beijinhos.