Overlord - A batalha de FourKnights
7 Momon x Inguiinil
Em meio ao vasto campo aberto, Momon e Inguiinil se encaravam em suas posições de ataque, esperando pelo movimento do oponente. Os dois sabiam que qualquer passo dado errado após a luta começar poderia resultar na morte de um dos dois. Inguiinil então se adianta e faz o primeiro movimento, ele levanta sua enorme pata e pisa em Momon com tanta força que causa rachaduras no chão devido ao impacto, mas Momon defende o golpe com sua espada, permanecendo de pé sem muitos danos. Momon usa sua espada e desvia um pouco da força do impacto para sua direita, fazendo com que a pata do dragão escorregue e caia ao seu lado, tendo assim sua chance de atacar. Ele sobe em cima da pata e segura a espada com as duas mãos para crava-la com o máximo de força e causar algum dano na gigantesca criatura, mas quando sua espada atinge a superfície das escamas do dragão, parecia que estava tentando partir uma rocha, pois era tão dura que era quase impenetrável, sendo que sua espada causou apenas um leve ferimento.
"Uma pele impenetrável, não é? Parece que não será tão fácil te causar algum ferimento."
— Parece que você não é um dos tais dragões lendários só no nome! -Momon afirma para si mesmo.
Inguiinil abaixa seu pescoço e tenta pegar Momon com seus dentes afiados, mas Momon percebe a aproximação de sua boca e desvia sem ser atingido, saltando para cima e tentando atacar mais uma vez o dragão, atingindo o topo de seu pescoço, só que novamente sua espada não conseguiu penetrar as escamas da criatura, causando apenes mais um leve ferimento. Ele então a levanta mais uma vez e acerta o mesmo lugar com mais força, e por fim sua espada conseguiu penetrar um pouco a pele do dragão.
— Não é o suficiente! — Momon diz.
Ele então troca a posição da espada em sua mão e desliza pelo pesco do dragão, transformando o pequeno corte em um enorme ferimento, que mesmo não sendo o suficiente para matar o dragão, o fez rugir intensamente de dor. Momon pula e tenta atacar a ferida exposta do dragão, mas enquanto estava no ar, foi atingido pela ponta da cauda do dragão, sendo arremessado contra as pedras a alguns metros de distância, batendo suas costas e caindo diretamente no chão.
Momon se levanta lentamente e se recompõe, escutando o dragão agonizando de dor pelo corte feito em seu pescoço. Ele sente um pequeno desconforto em seu ombro e sente uma sensação de algo quente que desce por todo seu corpo e para no chão, logo a sensação de desconforto se tornou algo quase insuportável, que deixou seu ombro tão pesado que incapacitou seu braço esquerdo. Quando Momon olhou o que estava acontecendo, um enorme pedaço de osso havia perfurado seu corpo, atravessando seu ombro.
"Então essa sensação que estou sentindo é dor?"
— Maravilhoso! -Momon afirma. — A muito tempo não sinto tal sensação. Estou me divertindo cada vez mais!
Momon estava ficando mais empolgado com a batalha, pois pela primeira vez a muito tempo havia achado um oponente a sua altura, que conseguiu o ferir a ponto de o deixar incapacitado. Ele pega o espinho com as duas mãos e o puxa em um único movimento, arrancando-o sem cerimônia, deixando o sangue jorrando do buraco que havia feito.
"Nunca pensei que teria de usar uma dessas em meio a uma batalha novamente."
Momon puxa uma poção vermelha de uma bolsa pendurada em sua cintura. A poção tinha uma coloração vermelha-escarlate parecida com sangue, era a mesma que havia dado a Enri no ataque a vila carne. Ele puxa a tampa do pequeno frasco e bebe o líquido carmesim que o preenchia, e conforme engole, uma sensação gelada percorre seu corpo, o deixando dormente conforme desce parte por parte o deixando temporariamente imune a dor, enquanto o poder da poção repõe cada célula sanguínea que seu corpo havia perdido no sangramento, reconstruindo cada nervo e artéria que havia sido danificada, até não sobrar nada mais que o buraco em sua armadura, tudo isso em questão de segundos. Depois de se curar completamente ele vira sua atenção para o dragão, que também faz o processo para se curar.
Uma fumaça sai de dentro da ferida do dragão, que balança seu pescoço espirrando sangue pelo terreno, logo o sangue começou a evaporar, criando uma nova casca para tampar o ferimento e estancar o sangramento.
"Isso está ficando cada vez melhor!"
Os dois estavam restaurados novamente. O dragão não demonstra, mas era visível que estava impressionado com Momon, pois provavelmente era o primeiro a lutar de igual para igual com um dragão lendário.
O dragão então aproveita a distância entre os dois para lançar uma enorme bola de fogo em Momon, que continua parado e apenas segura sua espada com as duas mãos.
— Fire Protection. -Momon cria em si uma proteção contra o fogo.
"Isso não será o suficiente!"
— Transfer. -Ele transfere sua proteção para a espada.
Quando a bola de fogo se aproxima, Momon a corta de forma vertical, usando a proteção para dissipar o fogo por onde a lâmina da excalibur passava, dividindo a bola de fogo em duas partes que passaram direto por suas laterais. As duas partes atingiram o solo a alguns metros de Momon, causando uma explosão de chamas que deixou o céu com um tom de vermelho por causa do fogo que produziu.
"Mesmo com a proteção eu não sairia ileso desse ataque se me acertasse diretamente."
Momon firma seu pé no chão e pega impulso para investir sobre o dragão mais uma vez, utilizando a magia que cobria sua espada para dissipar o fogo que o dragão lançava contra ele, se aproximando cada vez mais. Ao se aproximar, o dragão tenta mais uma vez o pegar em uma mordida brutal, mas Momon já contava com o movimento do dragão, e logo que sua boca se aproximou ele saltou por cima de sua cabeça, e caiu sobre seu pescoço tomando outro impulso e pulando o mais alto que pode, e enquanto estava em pleno ar, segurou firme sua espada e transferiu grande parte de seu poder para a lâmina.
— Divine Fall! -Momon usa um dos poderes divinos da excalibur para derrotar Inguiinil.
Sua espada emite uma grande quantidade de energia que aumentava conforme caia na direção do dragão, que apenas olhava sem tempo de reagir. Momon atinge as costas do dragão, na parte entre suas asas, e no momento que a espada perfurou suas costas, emitiu um enorme raio de luz que subiu aos céus e por um momento iluminou o ambiente que estava escuro devido as cinzas dos incêndios causados pelas chamas de Inguiinil.
"Parece que esta batalha termina agr..."
Momon pensa ter ganho, mas uma explosão de luz o arremessa para longe do dragão, que continuava vivo, porém estava muito machucado agora.
"Impossível... esse foi um dos ataques mais fortes da excalibur, você não deveria ter..."
Quando Momon olha para sua espada, ele vê que havia se partido ao meio, sendo que uma parte estava agora cravada nas costas do dragão.
"Então sua proteção mágica foi o que te manteve vivo, não é?"
Como era uma espada mágica, a excalibur não aguentou a pressão ao entrar em contato com o escudo anti magia do dragão, e acabou por se partir ao meio.
Se a proteção do dragão estivesse intacta, seria um problema para Momon, pois agora só poderia lançar magias, o que não adiantaria contra a anulação do dragão. Mas Momon percebeu que algumas partículas saíam do dragão, subindo até a metade da espada cravada em suas costas.
"Mas é claro! A excalibur é uma espada que consume grande parte das energias vitais e mágicas do usuário para gerar seu poder."
A espada estava sugando a proteção do dragão rapidamente, e como vidro se quebrando, a proteção de seu corpo cai, deixando o dragão desprotegido.
O dragão agora indefeso tenta escapar, se virando e batendo suas asas para fugir, mas Momon vê a melhor oportunidade para acabar com ele, pois poderia causar muitos problemas no futuro, então não poderia deixa-lo ir. Ele corre o mais rápido que pode e segura na cauda do dragão, que estava no ar. Ele então corre por todo o corpo gigantesco da criatura até alcançar a parte quebrada da espada, logo ele a segurou e conjurou sua última magia, pois como a espada estava quebrada, logo não teria mais nenhum poder mágico restando.
— Charge. -Ele transfere o que lhe resta de mana para a espada.
— Eletric Explosion! -Liberando todo seu poder dentro do dragão, Momon segura firme a espada quebrada para poder completar o feitiço.
Um pequeno brilho desce de sua mão e passa pela lâmina quebrada, penetrando o dragão. Várias rachaduras brilhantes se abrem em torno da região em que ela estava cravada, seguido por uma explosão elétrica que rasga todos os tecidos do dragão, fazendo-o vomitar parte do seu sangue e paralisando suas asas, fazendo assim com que caia dos céus, levando Momon que estava inconsciente com ele. Os dois caem em uma plantação de trigo, arrasando todo o caminho até que perderam velocidade e pararam, e lá ficaram até que o dia virasse noite.
Momon permanece inconsciente por uma hora, caído ao lado do dragão gigantesco, que possuía feridas abertas com a carne completamente queimada.
— Ei cavaleiro... -Uma voz o chama. — Levante-se, sua jornada ainda está longe de terminar.
Momon escuta a voz em seu subconsciente, fazendo com que seu corpo reaja e o acorde de seu sono profundo, abrindo os olhos e apoiando sua mão no chão para se levantar.
A noite havia chegado enquanto estava inconsciente, deixando o ambiente escuro, com exceção de alguns pontos luminosos que iluminavam o caminho de volta para a vila, sendo eles grandes placas de madeira com um pequeno cristal na parte superior que ficava apontado para baixo, produzindo luz para iluminar o caminho.
O corpo do dragão estava a poucos passos de mim, com a espada ainda cravada em suas costas. Momon se aproximou para pegar a metade da espada de volta, segurando na parte exposta e a puxando de volta, mais junto a espada, uma energia de com tom avermelhada sai do dragão e envolve Momon, que estende a mão por reflexo, fazendo com que toda aquela energia se manifestasse em forma de anel em seu dedo indicador. O anel possuía várias runas das quais Momon desconhecia e manifestava uma energia desconhecida que saía do cristal vermelho no formato de chames que o enfeitava.
"Isso é diferente de tudo que eu ja tenha visto até agora."
Apesar do item ter se fixado em seu dedo, não conseguia perceber nada de especial acontecendo em seu corpo. Após a energia deixar o corpo do dragão, ele começou a evaporar, deixando para trás apenas a poeira de seus ossos, que Momon ignorou e virou suas costas, indo pela tilha de volta para a vila onde Alber estava o esperando. Ele seguia o caminho sempre em guarda, esperando por qualquer coisa que queira o pegar de surpresa, pois a noite naquele mundo possuía uma energia totalmente diferente de quando estava de dia, sendo quase incomparável.
"A noite aqui pode abrigar criaturas tão poderosas quanto este dragão."
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— Ele retornou! -Os guardas gritaram ao avistar Momon se aproximando do portão. — Abram os portões depressa.
Os portões se abriram naquele mesmo ritmo lento de quando havia chegado pela primeira vez, expondo Alber e a cavaleira que aguardavam ansiosos o retorno de Momon.
— A cavaleira me contou tudo o que aconteceu no acampamento dos Ghouls, e sendo bem franco, é um pouco difícil de acreditar. -Alber diz sem acreditar no que Momon havia feito.
— Ela me disse até que você arrancou a cabeça de Undead para... -Ele é interrompido pela cabeça de Undead que Momon lança a seus pés como demonstração de que a cavaleira não havia mentido.
Alber, ao ver a cabeça de Undead rolando em sua direção, ficou aterrorizado, e ao mesmo tempo crê que cometeu o erro de ter subestimado Momon, o cavaleiro viajante.
— Vamos entrar. -Alber diz querendo se afastar logo da cabeça decepada que estava no chão, mas a cavaleira nega o pedido e vai em direção a Momon.
— Como você conseguiu escapar do dragão? Usou aquela sua técnica de desaparecer novamente, não é? -Ela diz em tão brincalhão a Momon.
— Desculpe, mas ele me causou um pouco de problemas, então tive que reduzi-lo a cinzas por me interromper. -Momon responde em tom sério a brincadeira da cavaleira.
— Ora, vamos lá. -Ela diz sem acreditar nas palavras do cavaleiro. — Nenhum humano nesse mundo teria poder o suficiente para matar um...
A cavaleira fica em silêncio no mesmo momento em que vê o anel na mão de Momon, toda a desconfiança em seu olhar se foi imediatamente. Momon percebeu que ela encarava o anel, e com certeza sabia algo sobre ele.
— Bom, agora que o garoto foi resgatado, tenho que voltar a capital para dar a notícia que o bando dos Ghouls não causará mais problemas. -A cavaleira diz antes de dar alguns passos em direção a saída.
Ela se vira para Momon para lhe dizer algo:
— Ainda não me apresentei corretamente ao meu parceiro de missão, não é mesmo? — Ela diz.
Momon ainda não sabia de onde se conheciam, mas com certeza havia falado com ela em algum momento em seu caminho. A cavaleira retira o elmo e se curva para se apresentar.
"Ehhhhhhhh!!! Mas você não é....."
A cavaleira era a mulher da carroça que havia ajudado Momon no caminho para a floresta, foi ela que contou toda a história sobre os Ghouls a ele.
— Sou a mais nova filha do rei, que atualmente ocupa a posição do cavaleiro de cobre, meu nome é Alícia Campbell. -Ela diz se apresentando.
— Tenho muitas perguntas a fazer a seu respeito, mas agora estou um pouco ocupada, então quando tiver algum tempo me visite na capital imperial. -Ela diz a Momon enquanto entra em um pequeno portal que a leva para a capital.
O filho de Alber se aproxima de Momon e segura sua mão, o puxando levemente para dentro da vila, Alber ainda estava um pouco assustado, não podia ter medo do homem que enfrentou a morte de cara para salvar seu filho, então deixou o medo de lado e convidou Momon para sua casa:
— Eu prometi te dar informações caso voltasse com meu filho. -Ele diz. -Venha com agente para minha casa e lhe direi tudo que quiser saber.
Momon acaricia o garoto na cabeça e aceita o convite, deixando-o com um grande sorriso e voltando para os braços do pai. Os três então seguem para a casa do ancião para dar a Momon o que ele precisa.
— Meu pai não está no momento, ele teve de ir atender um morador que está muito doente, mas deixou os agradecimentos por salvar Arthur. -Alber diz.
— Não se preocupe com isso. -Momon deixa os agradecimentos de lado. — Agora lhe farei algumas perguntas.
— Tudo bem. -Alber aceita.
— Primeiro de tudo, onde nós estamos? -Momon faz a primeira pergunta.
— Estamos na Vila Ferlin, localizado a leste do reino de FourKnights, nossa região é guardada pela cavaleira de cobre que você acabou de conhecer. -Alber responde a primeira pergunta.
— Alguém que eu conheci nesse mundo me disse algo sobre quatro cavaleiros, gostaria de saber quem são eles. -Momon diz.
— Os cavaleiros são os guerreiros na linhagem do trono, são os quatro filhos do rei que herdaram o sangue real. Existem quatro tipos de de cavaleiros, o de Cobre, o de Prata o de Ouro e o de Platina. Cada um deles guarda uma parte do reino, sendo que os mais fortes guardam as partes mais importantes para a capital, que é protegida pelo cavaleiro de Platina, que é considerado por todos a pessoa mais forte que já andou por essas terras.
"Esse parece ser mais um inimigo interessante."
— Quatro cavaleiros, não é? -Momon diz. — Imagino que esse seja o motivo por trás do nome "Reino de FourKnights".
O silêncio de Alber confirma sua dedução.
— Enquanto vinha até aqui, vi um exército que usava armas que disparavam projéteis, mas os aventureiros que encontrei até agora usavam apenas espadas e adagas. Exite alguma restrição quanto as armas de fogo para aventureiros? -Momon pergunta.
— Exitem duas variações dessas armas, as EDWs e as PDWs. As EDWs (Elemental damage Weapon) são armas que causam dano elemental, podendo ser modificados por chips que são comprados na capital real, elas também podem ter seu dano quase completamente reduzido por proteções elementais. Já as PDWs (Physical Damage Weapon) são armas que causam dano físico, e não podem ser bloqueadas por magias de proteção, as tornando de uso exclusivamente de uso militar, mas podem ser encontradas com bastante facilidade no mercado negro. -Alber responde.
Momon tira uma das moedas que eram usadas no outro mundo e entrega a Alber.
— Tenho apenas uma última pergunta. -Momon diz. — Essa moeda possui algum valor aqui?
— Não tenho certeza, pois nunca vi nenhuma moeda como essa, mas só o material do qual é feito já a torna bastante valiosa. -Alber diz enquanto tira outra moeda do bolso e entrega a Momon. — Cada região possui uma moeda que corresponde ao seu cavaleiro, e como a nossa cavaleira é a senhorita Alícia, nossa moeda é feita com cobre.
A moeda era feita de cobre fundido, com a sigla "FK" de um lado e quatro espadas cruzadas do outro. Não era muito difícil descobrir que a sigla se referia a "FourKnights".
— Muito bem. -Momon conclui suas perguntas. — Acho que acabamos por aqui, e você foi de grande ajuda para mim.
— Você salvou a vida de meu único filho! -Alber afirma. — Era o mínimo que eu posso fazer.
Momon se vira e sai da casa com Alber o acompanhando até a saída da vila. Alber para na entrada, deixando que Momon siga para fora da vila.
— Se seguir por essa trilha, você chegara até a Vila Farhill. -Alber diz.
Quando ele olha para a espada quebrada de Momon, ele o chama e diz:
— Senhor Momon, não temos ninguém que conserte armas mágicas, mas se você for até a capital, com certeza irá encontrar alguém que dê um jeito na sua espada. -Alber diz.
Momon olha por cima do ombro e apenas acena com a cabeça, indicando que havia entendido. Seu próximo destino era a capital real, pois precisava reparar sua arma para enfrentar mais criaturas como o dragão que o atacou, e também saber para que serve o anel que se prendeu em seu dedo. Ele coloca a parte quebrada em um dos bolsos da armadura e a outra metade ele guarda de volta na bainha.
Logo ele segue a trilha que Alber havia indicado, com seu destino marcado para a Vila Farhill, e de lá para a capital
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Enquanto isso, na capital real:
— Sim, ele derrotou o bando do Ghouls e o dragão celestial do fogo sozinho, agora está carregando uma das chaves do portão celestial do Deus Vritra: o anel de Inguiinil.
A cavaleira de cobre Alícia diz a uma figura sentada em um trono em uma sala totalmente escura, deixando seu rosto coberto pelas sombras, mas seus olhos prateados eram os únicos que se destacavam em toda a sala.
— Esse cavaleiro conhecido como Momon pode vir a se tornar um perigo para nós no futuro, fique de olho nele, pelo bem do nosso reinado. -O homem misterioso diz a Alícia, que estava curvada diante de seu trono.
Ela levanta seu rosto e aceita as ordens.
— Como desejar, Irmão.
Continua....
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