Over Again

15 Capítulo 14


Notas iniciais
Heeey voltei! Não me matem pf!!! Eu viajei e n tive tempo de postar! Mas agr to de volta (>'')> Mas valeu a pena o cap ta grande!!! E gente vamos ter Percabeth mais para frente! Paciência! E uma pergunta importante pra vcs: Vcs preferem o cap postado na visao do Percy ou em terceira pessoa? Pf respondam isso!!! Aproveitem a leitura...

“When you try your best but you don't succeed.When you get what you want but not what you need.When you feel so tired but you can't sleep.

Stuck in reverse.”

POV Autora:

Annabeth andava com passos largos pelos corredores do Hospital. Hoje, ela iria poder ver seu namorado. Sua respiração estava acelerada e seu coração batia forte em seu peito, juntamente com suas mãos que não paravam de tremer. Mesmo com medo, Annabeth seguia a enfermeira confiante até o quarto 210, onde Luke estava.

A enfermeira parou e estendeu seu braço para a porta do quarto. Annabeth agradeceu baixinho e entrou.

A primeira coisa que foi possível ver era Luke, ele estava sentado na maca; sua cabeça estava enfaixada até perto dos olhos e uma nova cicatriz estava no seu rosto, isso o deixou mais sexy na opinião de Annabeth.

O quarto tinha sua característica cor branca com alguns detalhes azuis claros. No lado esquerdo de Luke encontravam-se algumas flores e balões –enviados por amigos – e ao lado do mesmo uma poltrona. Já no seu lado direito, estava uma pequena cômoda e seu soro. E no canto da parede se encontrava uma pequena TV.

– Cara, os Broncos estão péssimos esse ano. – Disse Luke ao ver que alguém entrou na sala e comentou sobre o jogo de Futebol Americano que se passava na pequena TV.

Ao ouvir a voz macia e ao mesmo tempo máscula de Luke, Annabeth ficou sem palavra e paralisada na porta. Seus olhos se arregalaram um pouco e seu coração pareceu acelerar.

– Você está acordado. – Disse ainda em estado de choque, já que ainda não virá seu namorado acordado, apenas dormindo depois da cirurgia.

– È claro que estou acordado. – Respondeu brincalhão – O que você esperava? Estou um pouco cansado, mas fora isso... – deixou a frase no ar

– Eu não sabia. As enfermeiras disseram que... – falou assustada, já que não pretendia ver seu namorado já acordado.

Luke sorriu de lado, um sorriso lindo, e lhe estendeu o braço que não tinha quebrado.

– Hey, vem cá. – Chamou.

Annabeth por uma fração de segundos ficou surpresa com essa atitude, mas logo foi na direção de Luke. Annabeth então entrelaçou sua pequena mão macia com a grande mão de Luke. A sensação de segurança e coforto então voltaram ao seu corpo, ela se sentia aliviada e com saudades do seu namorado.

– Eu te escutava. – Falou, surpreendendo sua namorada, que lhe olhou com os olhos brilhando e levemente margeados. – Tudo o que você dizia. Todo o tempo eu escutava o que você dizia.

– Mesmo? – perguntou ainda surpresa.

– Eu senti você me puxando de volta. Mas eu estava meio preso. Sabe aquele sonho que você tem quando está tentando correr e seus pés estão colados no chão e você está pelado? – Falou Luke com os olhos semicerrados e as sobrancelhas juntas.

– Eu normalmente não estou pelada nesse momento, mas tudo bem. – falou rindo de leve.

– Bom, foi assim que eu me senti. – Falou dando um sorriso de lado. – Foi como se meus pés estivessem colados no chão e minha boca estivesse trancada. Todo o tempo que você esteve aqui eu... eu continuava...querendo dizer...

– O que? – perguntou Annabeth o interrompendo.

– Eu te amo Annie. E eu deveria ter dito aquele dia no lago, mas eu estava com medo. – Nesse momento o mundo parecia ter parado e o coração de Annabeth quase saia pela boca. Seus olhos, já marejados, pareciam o céu em um dia calmo, porém nublado e lindo. – Eu te amo e não posso viver sem você. Você é a razão pela qual eu voltei.

Annabeth então ficou parada, parada em pensamentos e em seu pequeno mundo.

– Annie? – uma voz distante a chamou. – Annie? – repetiu. Nesse momento o sorriso de Annabeth parecia aumentar mais. – Annabeth você está escutando?! – a voz repetiu e Annabeth voltou à realidade.

Ao a olhar envolta, Annabeth pode perceber que não estava em um hospital com Luke falando que a amava, e sim na escola, sentada na mesa com sua amiga a chamando.

{...}

Agora sim é real, Annabeth conseguiria em fim ver Luke. Seu coração parecia mais acelerado que antes, quando imaginou a mesma cena em sua cabeça. Sua mãe, Atena, vinha ao seu lado com a mão em suas costas a acalmando.

Mesmo com todos os riscos que Luke sofria, ele finalmente acordou. Annabeth não sabia o que pensar muitas coisas ainda poderiam acontecer com ele. Mas o melhor já ocorreu, ele acordou. Só de pensar nisso, um grande e bobo sorriso se formava em seus lábios, ela já imaginava poder ver seu sorriso brilhante que contagiava a todos; ouvir sua risada quando contava piadas e ninguém mais ria; olhar em seus olhos azuis como em um céu claro e sem nuvens.

– Annie, eu quero que você esteja preparada. Os médicos nos disseram que ele está em um estado de consciência não verbal.

Annabeth limitou-se a revirar os olhos. Sua mãe já lhe disse essa mesma frase o dia todo, sempre tentando impedir que sua filha se magoasse com o estado de Luke.

– Eu sei. Eu sei mãe. – Falou e deu um sorriso de quem já sabia e olhou sua mãe, parando no corredor. – Ele não consegue falar. Enquanto ele puder me ver é tudo o que importa.

– Pode deixar que eu seguro isso. – Falou se referindo ao casaco que a filha segurava nos braços.

Annabeth entregou-lhe o casaco e sorriu demonstrando que estava pronta para o que der e vier. Sua mãe sorriu carinhosamente, ela sabia o quanto a filha sofreu sem o namorado e esperava que isso pudesse trazer de volta os brilhos nos seus lindos olhos.

– Eu estarei bem aqui.

Annabeth então andou apreensiva até o quarto de Luke. A porta estava aberta, e dentro ela pode observar uma enfermeira sentada em uma cadeira explicando algo para Luke, que por sua vez parecia perdido e não tinha expressão nenhuma no rosto pálido, porém, saudáveis. Ela então entrou hesitante no quarto.

– Pode entrar. – Afirmou a enfermeira, que aparentava seus 30 anos. Ela tinha um sorriso simpático e lhe passava calma com seus olhos cor de mel. Seus cabelos morenos eram presos em um rabo alto e trajava as usuais roupas de hospital.

Vendo que a enfermeira estava explicando sobre a troca de soros para Luke antes de ela atrapalhar sua expressão ficou de culpa e corou levemente.

– Se é uma má hora eu posso...

– Não, eu termino em um segundo. – Falou a interrompendo.

Annabeth então adentrou na sala e foi em direção à maca que Luke estava deitado, colocando uma sacola em cima da mesma. Seu olhar era distante e seus olhos pareciam desfocados e ao mesmo tempo atentos.

– Fique a vontade para falar. Ele pode te ouvir. – Afirmou a enfermeira gentil.

– Hey, e ai? Eu queria ser a primeira pessoa aqui quando você acordasse, mas eu estava na escola quando minha mãe me ligou de manhã. Eu teria corrido para cá se tivesse como.

Um momento de silêncio se instalou no quarto. Annabeth olhava atentamente a reação de Luke, que parecia não conseguir demonstrar nada. Seu rosto estava apoiado no travesseiro e de lado, mas seus olhos observavam Annabeth com curiosidade, tentando lembrar-se de tudo.

Annabeth lembrou-se então, da sacola em cima da maca e abriu um sorriso virando-se para abri-la.

– Eu fiquei a noite inteira embrulhando presentes e coisas. Tem tanta coisa que quero te mostrar! – Agora seu semblante era de felicidade, seus olhos cinza brilhavam e um sorriso enorme se encontrava em seu rosto. – Trouxe um monte de fotos do verão passado.

Luke continuou a encarando sem entender muito do que acontecia, como toda a manhã. Ele então fechou os olhos rapidamente, se forçando a lembrar da menina bonita que estava a sua frente.

– Você tem certeza que ele pode me ouvir? – Perguntou Annabeth quando viu a expressão de confusão de Luke.

A enfermeira parou por um estante de anotar algo na sua prancheta e a olhou, assentindo com a cabeça.

– Por que ele está me encarando assim?

– Assim como?

– Ele não sabe quem sou eu. – disse com a preocupação evidente na voz.

– Talvez não saiba. Considerando o que ele passou, perda de memória é bem comum. – Falou ainda com um sorriso e voltando a anotar coisas na prancheta.

– Quanto tempo leva até que ele se lembre? – perguntou Annabeth curiosa e ao mesmo tempo ansiosa para saber quando poderia ver o sorriso de Luke ao olha-la.

– Ele pode ter que começar engatinhando. Muitos desses pacientes são assim. – Falou e se retirou do quarto, deixando para trás uma Annabeth com olhos esbugalhados e quase sem esperança.

Sem conseguir dizer mais nada ela guardou os presentes de volta na sacola e saiu do quarto com passos rápidos.

– Annie? – falou sua mãe assustada com a filha que passou rapidamente por ela e seguiu direto pelo corredor. – Annie querida, você está bem?

– Claro que estou bem. – respondeu ironicamente. – Estive esperando esse momento por quatro meses.

Agora ambas já estavam de frente ao elevador e Annabeth apertava repetidamente o botão, como se isso fosse fazê-lo ir mais rápido. Na verdade, ela apenas não queria encarar os fatos e queria sair do local o mais rápido possível.

– Luke está de volta. – Ela então parou de apertar o botão do elevador e ficou parada no mesmo lugar, sentindo as lágrimas que tanto segurou escorrerem pelo seu rosto. Agora sim sua ficha parecia ter caído.

Sua mãe, vendo o estado da filha a abraçou forte. Sua filha se aconchegou no seu peito e a abraçou mais forte ainda, deixando as lágrimas rolarem livremente pelo seu rosto e tentando, inutilmente, segurar os soluços que saiam de seus lábios secos.

“And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone but it goes to waste
could it be worse?”

{...}

Já eram 10 horas da manhã quando Poseidon acordou com barulhos vindos da cozinha e um cheiro delicioso de panquecas inavdiram seus quarto. Quem estaria cozinhando isso? Provavelmente seus filhos, mas eles não cozinham bem. Então resolveu se trocar e ir ver o que acontecia na cozinha para ter tanto barulho.

Ao chegar à cozinha deparou-se com seus sogros: Taylor e Rogers, que não se lembrava de ter convidado, conversando com seus filhos e fazendo brincadeiras. Ele, surpreso pela visita inesperada, ficou parado na porta da cozinha.

–Taylor, Rogers. – Disse surpreso. – Como chegaram aqui? Eu teria ido pegar vocês.

– As 5h30 da manhã? – perguntou seu sogro irônico.

– Nós alugamos um carro. Eu pensei que podíamos pegar um ônibus direto, mas eles não têm nenhum de madrugada. – disse sua sogra levemente indignada.

Poseidon então parou para pensar, como eles entraram? Quando ele chegou na cozinha seus filhos também ficaram surpresos e parecia que eles tinham acordado a pouco.

– Como vocês conseguiram entrar?

– Você não tranca suas portas. Nós notamos. Deve ser muito seguro aqui. – Brincou.

Métis era uma mulher até que bonita para sua idade. Sempre muito confiante de si e que sempre amou e apoiou a sua família. Ela passa a impressão de ser uma pessoa gentil e alegre, com seus olhos com de mel sempre brilhantes e divertidos. Algumas rugas eram aparentes em seu rosto, mas o sorriso é sempre grande.

Já Rogers, bem Rogers não era a pessoa que Poseidon mais gostava, ele é severo e bravo, nunca aceitou muito bem seu casamento com Sally. Seus cabelos são grisalhos e penteado para trás; em seu rosto, sempre é possível se encontrar um olhar duro e frio juntamente com as rugas.

Suspirou. Iria ser um longo dia...

{...}

“Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
Just what you're worth”

– Precisa de ajuda? – Perguntou o menino de olhos verdes esmeralda e cabelos bagunçados ao ver Annabeth com duas malas: uma mochila normal da escola, já pesada naturalmente e outra que mais parecia uma mala de viagem pendurada nos ombros.

– Eu estou bem, obrigada. – Falou agradecida, continuando a andar quase como se o ignorasse.

Bem, ela praticamente o ignorava. Dês da cirurgia de Luke, Annabeth vem ficando a maioria do tempo no hospital e não tem falado com mais ninguém sem ser Thalia e sua mãe, que lhe apoia. Com isso Percy se sentia excluído, até porque foi ele que convenceu o pai a fazer a cirurgia.

– Exercitando para entrar no grupo feminista, ou não quer conversar comigo? Eu posso respeitar ambos. – Perguntou fazendo uma brincadeira e ao mesmo tempo querendo explicações.

– Por que eu não iria querer falar com você, Percy? – Disse.

Um estalo então aconteceu em seu cérebro e ela percebeu do que ele falava. Deu um suspiro e olhou o moreno ao seu lado.

– Aquilo foi um acidente. Vamos esquecer aquilo ok? – Falou e o moreno assentiu, mas tentou pegar a mala para ajuda-la, mesmo sem ela querer. – A mala não está tão pesada. São apenas roupas e coisas para o fim de semana. Vou direto para o hospital depois de escola.

– Você vai ficar lá o dia todo?

– Sim, vou ficar todo o final de semana até o Luke vir para casa. – Respondeu ajeitando a mala em seu ombro direito, depois o olhando. – Ele realmente precisa de mim agora.

– Então você não vai a festa amanha. – Afirmou.

Bem essa festa era organizada pelos irmãos Stroll, famosos por toda a escola por suas pegadinhas. Todo ano ambos os irmão juntavam dinheiro e faziam uma grande festa, onde convidavam a escola toda. Nessa festa era possível encontrar até bebidas para menores. Essa festa seria no meio da floresta, com uma grande fogueira, carros estacionados com adolescentes bêbados se pegando e muita bebida.

– Não posso.

– Que pena. Deve ser muito legal. – Disse meio triste por não ter sua companhia. – Eu nunca fui a uma festa na floresta antes. Nós de Nova York somos gente de porão.

– Só porque eu não vou não significa que você não pode ir.

– Eu sei.

O sinal então tocou, anunciando o começo das aulas, ou como gostavam de falar o começo do inferno.

– Eu tenho que ir. Te vejo depois. – Despediu-se Annabeth saindo correndo para a sala.

{...}

“Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

Tears stream down on your face
When you lose something you cannot replace
Tears stream down on your face
And I”

May Castellan chegou ao hospital, ainda era de manhã então ela não esperava encontrar ninguém lá. Só que ao chegar ao corredor viu Annabeth deitada no sofá lendo um livro e de pijama enrolada em uma manta cor vinho.

– Você chegou cedo. – disse a mulher, tirando a atenção de Annabeth do livro e fazendo olha-la.

– Bom dia. – disse alegremente. – Oh eu dormi aqui. Eu dormi aqui, é mais fácil e me poupa de ter que pegar o ônibus. – May apenas concordava com a cabeça. – Adivinha o que eu trouxe. – falou pegando algo na mala que estava encostada no sofá. – Se lembra de conversarmos sobre o jantar do ultimo natal? – Mostrou então um DVD.

– Eu acho que sim.

– Eu encontrei. – balançou o DVD em suas mãos. – Mas o quarto do Luke não tem onde colocar para rodar, então pensei em pedirmos para as enfermeiras.

– Não acho que devemos incomodá-las com isso agora.

– Não penso que isso iria incomodar. Isso ajudaria. – Falou tentando convencer a mulher a sua frente de que o DVD era preciso.

– Ajudar em que?

– Ajudaria ele a se lembrar de todo mundo.

– Ele vai se lembrar. Com o tempo ele vai. – Disse May com uma voz doce e um pouco frustrada.

Um silêncio se instalou na pequena sala de vizitas. May passou as mãos no cabelo e se sentou na poltrona bege que estava perto dela.

– Querida, eu sei que você tem boas intenções, mas agora... A pressão que você esta colocando em Luke e em você mesma... É demais.

– O que você que dizer?

– Que ele está tendo um progresso fantástico. Está falando de novo, pode se sentar sozinho. Os médicos estão otimistas sobre recuperar sua memória, mas isso leva tempo. – Tentou falar o mais compreensivelmente.

– Eu sei, mas acho que não devemos parar de forçar.

– Não iremos. Mas você irá. – Disse já um pouco estressada.

Com isso o sorriso sumiu do rosto de Annabeth, ela ficou sem chão. Como assim não poderia ajudar seu namorado a melhorar?! Seu rosto estava pálido e sua boca levemente aberta pela surpresa.

– Você está piorando as coisas Annabeth. – falou May.

– Como? – perguntou ainda com os olhos arregalados e sem acreditar no que acabou de ouvir.

– Suas expectativas. È um fardo para todos nós... Especialmente para Luke. Vai para casa. Tire uma folga. Volte para sua vida. Não vamos a lugar nenhum. – Annabeth abriu a boca para responder, porém foi interrompida. – Eu não estou te pedindo Annabeth.

Sem alternativas Annabeth assentiu.

{...}

Percy agora pescava com seu avô. Ele nunca gostou de pescar, principalmente porque tem que matar os peixes, mas seu avô insistiu tanto que ele cedeu e foi junto para o campeonato anual de Pescaria de Pais de Filhos.

Ele agora pescava sozinho, já que seu avô foi para outro canto tentar mais peixes.

–Eu tenho que falar com você. – Falou a voz de Malcolm, que também estava li com seu avô já que seu pai... Bem não sabiam de seu pai.

– Oh você perguntou seu resultado do teste de QI? Foi reprovado? – Falou sarcástico.

– È sobre a Annabeth.

“Tears stream down on your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down on your face
And I

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you”

Notas finais
E ai gostaram??? Deixem Reviews!! Não se esqueçam! Vcs preferem na visão do Percy ou em terceira pessoa! Respondam isso pq é importante eu saber, assim escrevo da forma que a maioria preferir ;) Bjs até!!!