Over Again

11 Capítulo 10


Notas iniciais
Heeey Potatos eu voltei! Foi mal não ter postado quando eu falei, é que eu n fui bem na prova de MT e minha mãe ficou meio brava hehe Aproveitem esse capitulo! E obrigada a tooodos que favoritaram!!

Estávamos todos no camarim. As meninas se olhavam, nos tantos espelhos espalhados, retocando a maquiagem e outras fofocando. Eu estava apenas no canto do camarim observando tudo e esperando para poder tocar.

Todas as meninas estavam vestidas iguais, mas em minha opinião, Annabeth estava mais bonita. Todas vestiam um vestido branco rendado e com um pequeno decote, a maquiagem estava leve e delicada e tinham seus cabelos presos em coques diferentes (sou homem não sei explicar sobre cabelos :P).

Estavam todas conversando alegremente sobre a apresentação que iria acontecer quando uma mulher entrou. Ela aparentava ter a idade da minha mãe quando morreu. Usava um vestido azul escuros saltos. Seus cabelos eram loiros e tinha olhos gentis. Em sua mão estava um lindo buque de rosas.

– Annie? – Perguntou ao entrar no camarim e se dirigiu a menina loira sentada perto de mim.

Annabeth quando viu a moça pareceu muito surpresa, principalmente quando ela se abaixou, ficando na sua altura, e lhe entregou o buque.

– Luke nunca me perdoaria se eu não tivesse certeza que você receberia isso. – Disse se referindo ao buque, que agora estava nas delicadas mãos de Annabeth. – Eu sei que ele daria qualquer coisa para estar aqui.

Annabeth estava sem palavras, seu olhar era vazio e era perceptível a dor em seus olhos cinza. Ela fungou tentando conter as lagrimas, não devia querer borrar a maquiagem minutos antes de subir ao palco. Com isso a moça, acho que era a mãe de Luke, a abraçou.

– Boa sorte. – Falou esboçando um sorriso de lado e se levantando.

Annabeth continuou no mesmo lugar, sem reação. Sua expressão era de um misto de sentimentos. Dor e tristeza eram os mais perceptíveis. Franzi o cenho e enquanto observava Annabeth procurar algo na sala, mas seu olhar estava perdido.

– Annie? – Perguntei ao perceber que ela parecia bem longe da realidade. Cheguei mais perto dela e agachei-me até ficar na sua altura, ainda esperando uma resposta. – Annie?

Annabeth pareceu voltar à realidade. Ela então olhou para o buque em suas mãos, suspirando em seguida.

– O que há de errado?

– Ele não vai voltar. – Sorriu sarcasticamente e com o olhar vazio.

– Você não sabe. – Afirmei. – Ele pode sair dessa. Ele provavelmente vai! – Ela balançou a cabeça negativamente.

– Ele se foi.

Seu olhar voltou a ser perdido, ela olhava para o buque, analisando as flores, sem atenção ao que acontecia em volta.

– Annie? – Sem resposta. – Annie? – Insisti. Vi que seus olhos começaram encher de água, mas ela ainda parecia perdida. – Annie?! – perguntei ficando ainda mais preocupado.

Quando percebi que Annabeth não estava bem me levantei correndo e fui em direção às cadeiras onde todos esperavam pelos seus entes. Passei os olhos por todas as filheis a procura da mãe de Annabeth. A achei sentada uma fileira na frente do meu pai e algumas cadeiras de distancia. Corri em sua direção, não me importando com o olhar de reprovação que os velhos dirigiam a mim, a única coisa que me importa é que Annabeth fique bem.

– Sra. Chase! – Falei chamando sua atenção e de algumas outras pessoas que estavam ali. – Você tem que vir comigo agora! – Ela me olhou com uma cara com um misto de curiosidade e preocupação. – È a Annabeth! – Com isso ela se levantou correndo e me seguiu de volta ao camarim.

Quando chegamos ao camarim Annabeth estava apoiada na parede olhando para os lados, se possível, ainda mais perdida.

– Annie? – Chamou sua mão com uma voz doce, mas sua filha não lhe deu resposta. – Annie, querida? Querida? Você pode me ouvir? – Disse tocando levemente o rosto de sua filha com a preocupação estampada em sua face. – Vamos para casa!

Com isso um homem, não sei informar quem, pegou Annabeth no colo no estilo de noiva e a levou para fora do meu campo de visão. Eu fiquei em meu lugar tentando entender o que ocorreu.

Olhei meu pai, que observa a cena atordoado, e suspirei em desaprovação. Tudo isso é culpa dele.

{...}

No dia seguinte eu estava conversando com Grover antes sair da escola quando uma Annabeth toda sorridente passa por nós.

– Ei, você parece melhor. – Afirmo ao ver seu sorriso, que se possível só aumenta.

– Eu me sinto melhor.

– Serio? – Pergunto surpreso já que no outro dia ela parecia acabada.

Vamos falando e Annabeth cumprimenta a todos seus amigos, indo em direção ao seu armário. Eu continuo em sua cola.

– Eu estou... Totalmente bem.

– Porque ontem à noite foi bem...

– Estranha, certo? – me interrompe. – Engraçado, pois a mesma coisa aconteceu comigo uma vez quando fui a uma viagem familiar e eu não tive tempo para estudar para a prova do Pã (professor de ciências). – Ela falava sem parar e, praticamente cuspia as palavras em mim. – Eu fui mal, reprovei, fiquei perdida. Acho bom ter me desligado. Porque eu me sinto completa, totalmente inteira, sabe?

OK ela ta estranha! Ela não para de falar e de se enrolar com as palavras, aumentando a velocidade de sua fala sempre.

– ...Eu só estou envergonhada que todos me viram assim. Não é típico de mim. – Eu a encarava atordoado pela “chuva” de palavras. – O que? – disse ao perceber meu olhar sobre ela.

– Você esta falando mais rápido que meu cérebro consegue processar.

Ela riu de leve e tentou desviar do assunto.

– Também, você é um cabeça de algas? – A encarei confuso. – Você me surpreende só de falar que pensa.

– Como você esta? – falei voltando ao assunto.

– Estou ótima! – disse abrindo um sorriso mais falso que o silicone da Sra. Dodds.

– Realmente?

– Completamente bem! – Vendo que eu não me convenci muito completou. – Realmente, eu estou.

– Por que você sabe, se não estiver, pode me falar. – Insisti.

– Eu te disse que estou bem. – Disse um pouco mais fria e revirando os olhos. Como ela pode ser irritantemente linda? Ok foco....

– Mas se você precisar falar sobre qualquer coisa eu...

Ela então arregalou os olhos e virou-se, me interrompendo repentinamente.

– Pelos Deuses esqueci completamente que tinha que encontrar Thalia e Piper no Shopping. Eu preciso ir, desculpe. – Falou e saiu, sem eu conseguir me despedir e prolongar a conversa.

– Aqui. – Falei terminando a frase e dizendo para o nada. – Eu estarei aqui.

Eu não sei o que esta acontecendo com Annabeth, mas sinto que tem algo muito errado com ela.

Notas finais
IMPORTANTE: Gente tenho duas coisas para falr: 1- Vcs preferem capítulos grandes ou do tamanho desse? (Por favor respondam eu preciso saber, assim escrevo como voces gostam!) 2- Se tiver mais ou menos 5 comentários eu vou postar amanha! Aproveitem pq nesse feriado eu viajo, se não só tem capítulo novo semana que vem!! Bjs!!!