Notas iniciais
Acharam que eu ia mesmo excluir a fic? ENGANADAS MUAHHHH kkkkkkkkkk

P.O.V Ally

Acordei com o Austin abraço junto a mim, as lembranças da noite passada me fizeram sorrir. Olhei para o relógio e já eram 12:00.

Queria ficar ali admirando o Austin dormir, mais eu estava com fome.

– Caralho por que tão bonito? — Falei. — Austin acorda.

– Deixa eu quieto Ally.

– Ué mais você não estava dormindo? — Falei.

– Não só estava com preguiça de levantar. — Vagabundo.

– Vou tomar banho. — Falei me enrolando no lençol, e me sentando na cama, coloco meus pés no piso frio e um pequeno choque percorre sobre mim, acostumo e me levanto.

– Prefiro você sem esse lençol. — Ele disse mordendo os lábios.

– Sabe... — Falei o olhando. — Por que não vai tomar no seu cu?!

– Arrogante.

– Vagabundo

– Gostosa

– Gostoso. — Sorri e fui para o banheiro.

– VESTE UM BIQUÍNI POR QUE VAMOS NA PISCINA. — Gritou.

Tirei minha roupa e entrei no box.

– Merda, como eu sou burra. — Falei. — Austin? — Gritei.

– Que? — Falou apontando na porta.

– Pega um biquíni para mim. — Falei.

– Folgada. — Ele disse saindo.

Fiz um coque frouxo no meu cabelo, deixando algumas mechas soltas, para não molhar meu cabelo. Entrei debaixo do chuveiro, passei sabão pelo meu corpo todo e depois me enxaguei, como eu não iria lavar meu cabelo hoje, tomei um banho rápido.

Sair do box e me enrolei na toalha, vi o Austin apontar na porta, me entregando um biquíni. Deixei a toalha deslizar pelo meu corpo, coloquei a calcinha do meu biquíni devagar.

– Amarra a parte de cima do meu biquíni. — Falei ficando de costas para ele.

Suas mãos palparam minha bunda, gemi com o contato de sua pele na minha, suas mãos subiram para minhas costas pegando as duas tiras, logo ele amarrou as outras.

Biquíni super discreto que você escolheu, o bom é que pegou essa coisa que eu não sei o nome HAHA. — Falei.

– Gosto de admirar suas curvas. — Ele disse sorrindo.

– Vou ir lá almoçar com sua mãe. — Assentiu.

Sair do banheiro o deixando sozinho. Desço as escadas e vou até a cozinha onde se encontra Mimi e Rose.

– Boa tarde. — Falaram.

– Boa Tarde. — Falei.

– Vai me acompanhar para o almoço? — Mimi disse.

– Iria recusar uma comida dessa? — Falei sorrindo.

Me sentei em uma mesa que ficava ao lado de Mimi.

– E então, por que não foi passar as férias com seus pais? — Disse Mimi dando uma garfada na sua carne.

– Bom... O Austin me pediu em namoro assim do nada, ai ele implorou para mim vir para cá... — Fui interrompida.

– Oque? — Fala Austin indignado entrando onde estávamos. — Você fez um drama querendo vir para cá, para não ficar longe do meu corpo, e ainda diz que eu que implorei? — Corei.

– Austin. — Murmurei.

Mimi começou a rir de nós dois.

– Temos que conversar muitas coisas Ally, ainda bem que Austin pois uma namorada aqui, porque não aguentava ver prostitutas aqui dentro. — Ela disse olhando para o Austin.

– Qual é mãe? — Ele falou rindo. — Acha que eu ia ficar broxado?

– Com uma menina dessa na sua escola meu filho, não precisava de putas aqui dentro... — Ela falou olhando para mim sorrindo.

Cara ela fala muitos palavrões, então foi assim que o Austin aprendeu a xingar, porque a vida dele é falar palavrões.

– Vamos almoçar pois vamos deixar a menina igual pimentão, parece que nunca transou. — Arregalei os olhos. — Perai ou nunca transou?

– Ela era virgem mãe. — Austin sorri de lado.

– A por isso... — Ela sorriu. — Ontem...

– Senhora Moon? — Disse Rose.

– Ufa. — Murmurei.

– Fale Rose. — Disse indo direção a Rose.

– Telefone para a Sra. — Fala Rose.

– Fala Sra. Mimi na linha... A sim... Meu Deus... Daqui a pouco estou ai... Beleza... Caramba eu já disse que eu vou... Então... Ai meu Deus... Tá-tá já vou, não posso ter nem hora de almoço direito. — Fala desligando o telefone. — Vou ter que sair, depois nós se vemos, aproveitem... — Ela disse piscando para o Austin.

– Sua mãe... — Falei.

– Pervertida. — Ele disse rindo. — Eu sei. Já acabou Srta. Dawson?

– Sim. – Falei rindo.

– Então vamos. – Ele disse me puxando, ele subiu as escadas me levanto junto, depois subiu outra escada dando de cara com uma área de banho. Meu deus essa casa... Tinha 2 hidromassagens, 1 uma piscina enorme, um freezer, o teto era de vidro, deixando o raio solar, dar uma luz para não ficar totalmente escuro, havia 5 espreguiçadeiras para tomar sol, meu Deus é tão perfeito.

– Não vai tomar banho? — Pergunta.

– Talvez de pois. — Falei tirando o vestido que estava cobrindo meu biquíni, Austin estava apenas de sunga, ele pula na piscina, fazendo algumas gotas voarem para cima, e depois caírem novamente para dentro da piscina.

Estava uma tarde muito quente em Miami, e estava muito bom.

Austin estava me olhando dentro d'água, seus olhos mantinham em meu corpo, seu cabelo pingava água ( Nossa é mesmo?) ele morde seu lábio inferior, deixando a visão totalmente sexy.

Resolvo entrar na piscina, dou um pulo, e vou nadando até o Austin.

Ele me puxa para junto a ele.

Austin puxa meu cabelo e puxou para traz, e me beija.Duramente. Sua língua invade minha boca, e ele tem um gosto de desespero e necessidade. Mal me dando uma chance para respirar. Uma de suas mãos aperta minha mandíbula, a outra se espalha em cima da minha cabeça.

– Você.Me.Deixa.Louco. — Ele sussurrou.

Em seguida, seus lábios estão nos meus novamente, saqueando minha boca, levando tudo o que tenho para dar. Ele geme alto, flexionando os quadris para mim. Sua ereção revestida pela sua sunga empurra minha carne macia. Oh…Eu gemo, e toda a tensão sexual reprimida de antes entra em erupção, ressurgindo como uma vingança, enchendo meu corpo de desejo e necessidade. Impulsionado por seus demônios, ele desesperadamente beija meu rosto, meus olhos, minhas bochechas, ao longo da minha mandíbula.

Ele me põe em seu colo, me fazendo colocar minhas pernas em volta de seu quadril. Ele sobe a escada da piscina me levando até a espreguiçadeira, ele me deita nela, ele tira meu sutiã, e começa massagear meus seios e chupá-los.

– Hummm. — Gemi.

Ele tira minha calcinha e da um tapa em meu sexo.

– AUSTIN. — Gritei de prazer, isso era tão prazeroso doía e ao mesmo tempo era bom...

Ele começa a passagear meu clitóris, e depois enfia dois dedos em mim, fazendo movimentos circulares.

– Por favor Austin. — Sussurrei.

– O que bebê?

– Por favor... — Choramingo.

Ele tira seus dedos dentro de mim, e empurra sua ereção contra meu sexo. De novo e de novo.

– Meu Deus Austin. — Gemi. — Porra por favor caralho.

Ele sorri sapeca.

– Oh Ally. — Ele arfa, sua voz áspera e baixa. — Eu preciso de você.

– Eu também — Eu sussurro urgente, meu corpo desesperado por seu toque. Eu quero ele. Eu quero ele agora.

Ele tira sua sunga

E em um movimento rápido, ele enterra-se dentro de mim.

– Ah! — Eu grito, não de dor, mas de surpresa pelo seu entusiasmo.

Ele geme, e seus lábios encontram os meus novamente, enquanto ele empurra para dentro de mim, mais e mais, sua língua me possuindo também. Ele se move freneticamente, impulsionado pelo seu medo, sua luxúria, seu desejo, seu – amor? Eu não sei, mas eu o aceito, impulso por impulso.

– Ally! — Ele rosna quase inarticulada mente, e goza com força, derramando-se em mim, o rosto tenso, seu corpo rígido, antes de ele cair com todo seu peso sobre mim, ofegante, e ele me deixa sufocada. . . novamente.

Notas finais
Continuo?