Out of Sight

12 It is war? So it's War


Notas iniciais
Vocês deixaram vários cometários, tipo omg, veiooo, tipo caralho, vocês estão comentando muito, estão me deixando orgulhosa, amo vocês muito muito mesmo

P.O.V Ally.

Whisky? — Ele disse indo até o freezer ( Já estávamos com roupa )

– Não bebo coisas fracas. — Falei mandando beijo.

– Nossa super fraco. — Ele disse pegando um copo, colocando 3 pedrinhas de gelo, e depois colocando o líquido.

Ele veio andando até mim, com passos, largos.

– VOCÊ. — Alguém gritou fazendo Austin derramar a bebida no chão. — VALE MAIS QUE UM DIAMANTE.

– Filhoo da puuutaa. — Disse o Austin com uma voz fofa.

Estava lá, um garoto, o Dallas e Dez.

– RATLIFFFFF. — Austin gritou.

– Austin... — Ele disse sorrindo.

– Vagabundo.

– Filho da puta.

– Gente será que as pessoas dessa casa só sabem xingar? — Falei.

– E quem é? — Ratliff sussurra.

– Minha namorada. — Disse Austin me puxando para ele, colocando o braço em volta da minha cintura.

– Se não fosse. — Ratliff pisca para mim. — Eu ia pegar ela de jeito.

– Ela é irresistível, dei uns pega nela naquele colégio, ela até se apaixonou nos meus beijos, quentes deliciosos. — Fala Austin. Puta que pariu gente sabe um tomate? Não sei mais quem é que é mais vermelho.

Dei um beliscão no Austin e bem dado.

– Ai Ally. — Ele disse acariciando o lugar onde belisquei.

– Nós vamos ir na balada hoje. — Disse Dallas e Dez indo onde estávamos

– Mais nós éramos em 5... – Disse Ratliff.

– Éramos? Ainda somos. – Disse outra pessoa.

– Estava demorando. – Austin bufou.

– Agora sim tá completo. – Disse Ratliff.

Escutamos um celular tocar.

– É o meu. – Disse Austin saindo. Ele vestiu sua bermuda, e saiu.

P.O.V Austin.

– Merda o telefone tem que tocar, quando aquela merda do Dylan está lá com a Ally. – Falei. Fui até o escritório e atendi o telefone.

– Alô?

Então quer dizer que arrumou uma ninfetinha?

– Quem é que tá falando?

– Horas Moon não tá me reconhecendo.

– Filho da puta. Fique longe dela.

– Saudades de você trabalhando comigo, tramando contra seu pai... Será que ele já sabe? Em?

– Você o matou, o matou, e agora vai ser eu que vou te matar.

– Eu que matei? Ou você?

– EU NUNCA MATEI O MEU PAI, nunca. Você que o matou, eu estava fora da sua gang, como você teve a cara de pau de matar meu pai? Em?

– Hora Austin. Eu avisei você avisei. Agora vai ser a vez da família da Ninfetinha, um de cada vez, e por último vai ser ela, mais eu vou dar uma boa foda com ela, deixar ela gemendo chamando meu nome, você vai ver Austin é Guerra.

– Se é guerra que você, quer. É guerra que você vai ter.

* Desliguei o telefone *

– DROGA. – Joguei o celular na parede com tanta força que ele se desmontou todinho.

Fui dentro de uma gaveta, peguei um pacotinho de cocaína, coloquei quatro fileiras, na mesa, e aspirei todas.

Limpei meu nariz, aspirando mais um pouco.

– Austin o que tá acontecendo? – Disse Ally entrando dentro do escritório.

– Sai daqui. – Falei calmamente para ver se ela não via o meu estado.

– Austin, eu... Não to te entendo. – Ela disse inocente.

– EU DISSE SAI PORRA, NÃO ENTENDEU CARALHO TÁ SURDA?

Ela saiu batendo a porta, até pensei que iria quebrar.

– Merda, merda. – Falei pegando o rádio comunicador.

Fala patrão. Câmbio

– Mande Triplicar a segurança, tá me ouvindo? Triplicar. Câmbio.

Mais patrão como vamos arrumar mais?

– Foda-se Jacob, quero triplicar. Se tá me entendendo? Eu que mando nessa joça, eu quero t-r-i-p-l-i-c-a-r. Câmbio desligo.

P.O.V Ally

Porque ele não foi mais paciente? Tinha que ser daquele jeito.

– Menina Ally. – Rose entra na sala.

– Fala Rose. – Falei parando no 1° degrau da escada.

– A senhora vai Jantar em casa?

– Acho que não Rose. – Falei subindo a escada.

Entrei dentro do meu quarto, e deitei na cama de barriga para baixo.

(***)

Senti o Austin me puxando para ele.

– Me solta. – Falei me afastando.

– Que foi?

– Que foi é o cacete, caralho. Você me trata daquele jeito e vem com cu doce? Vai tomar no seu cu.

– Eu estava estressado.

– Agora eu virei saco de pancada? Para descontar a sua raiva em mim? – Vi o brilho dos seus olhos brotarem em impaciência e raiva.

– Não. Eu já disse desculpa porra, mais que merda.

Me levantei vesti uma roupa .

– Pra onde você vai?

– Não te interessa. – Falei saindo.

– ALLY. – Ele gritou.

Sair correndo para fora daquela casa e vi seguranças me parando.

– Saiam da minha frente. – Falei empurrando todos.

Sai daquela casa correndo soltando fogo e muito puta. Cansei depois de ter andado quatro quarteirões e quando cheguei ao quinto começou a cair um temporal daqueles já estava dando umas 7 horas, fiquei extremamente encharcada e com mais ódio. Quem Austin Mônica Moon pensa que é? Coitado! O que ele acha? Que sou que nem daquelas putas, que obedecem seus comandos?

P.O.V Austin.

Fala Austin.

– Ratliff, eu quero todos os seguranças atrás da Ally. Tá me ouvindo todos.

– Okay.

Agora tá feito, a Ally sozinha nessas ruas, nem quero imaginar o que Marcus vai tramar, não quero imaginar.

P.O.V Ally.

Já andei umas 5 quadras, da casa do Austin já estava dando 7:00 horas, eu deveria estar em NY numa hora dessa.

– Hey Menina. – Disse um cara dentro do carro.

Fui acelerando o passo, mais o carro me seguia. Tirei meus saltos e comecei a correr. Olhei para trás e vi o cara saindo do carro, e começando a correr em minha direção.

– SOCORRO. – Comecei a gritar, só para ajudar começou a chover. O cara me alcançou, me deu uma rasteira me fazendo cair.

– Vem aqui franguinha quero provar algo novo. – Ele falou com uma voz nojenta. O empurrei com toda a minha força, dei um tapa nele com toda a minha força.

– Vagabunda. – Ele me deu um soco tão forte na cara que chegou a fazer barulho, senti sangue descer no meu queixo, o anel dele havia cortado o canto da minha boca. Ele sentou sentou em cima das minhas pernas me prendendo.

– Me solta moço, por favor. – Falei choramingando. – SOCORRO POR FAVOR.

O cara me deu dois tapas na cara.

– Menina inútil acha que nessa chuva toda, alguém iria te ouvir? – Ele falou tirando o canivete do seu bolço, ele puxou o meu cabelo me fazendo ficar joelhada a frente dele. Cuspi na cara dele.

– HAHA. Vou fazer igual faço com as outras, te foder todinha e depois te matar. – Ele me bateu com as costas do canivete, senti um sangue descer na minha bochecha.

Ele pegou o canivete, e rasgou o meu vestido me deixando só com roupa intimas.

– SOCORRO SOCORRO. – Minha garganta queimava, de tanto gritar, não acredito que esse pesadelo irá acontecer de novo, não. Comecei a soluçar pedindo ajuda, o homem iria tirar meu sutiã.

– Larga ela. – O Austin apareceu com um revolver.

– Eu e minha namorada estamos apenas brincando menino. – Ele disse segurando meu cabelo.

Meu soluço ficava mais alto.

– Eu disse larga ela. – Fala Austin dando um tiro, para não acertar o homem, ele começou a tremer, tirei as mãos dele do meu cabelo, e corri para atrás do Austin.

– Garota venha cá. – Ele disse Nervoso.

– Vai para dentro do carro. – Eu não conseguia me mover, minhas pernas não obedeciam o meu comando. Droga.

– Austin. –Sussurrei.

– Eu disse vai pra porra do carro ALLY. – Ele disse.

Sair correndo em direção ao carro.

Entrei no carro.

P.O.V Austin.

– Não brinca comigo Zé Ruela. – Sentia o cheiro de medo dele, juro que eu estava com vontade de rir.

– Tem medo de morrer?

– Morrer por causa dessa vadia? Minha vida vale muito. – Ele disse rindo. Veio topetudo.

– Tem medo de morrer? – Estava começando a perder a linha.

– Qual é? Vai me matar por causa dela Austin? – Ele disse isso tem cheiro do Marcus. Filho da puta.

– Já me tirou do sério. – Falei dando uma rasteira nele, o fazendo cair, coloquei de joelho, e ele começou a chorar. – Marcus não vai gostar nada de ver o aliado dele chorando em.

– Reza! – Falei perto do ouvido dele, ele chorava mais, queria me divertir mais então decidi aterrorizar mais, ele iria morrer mesmo vou me divertir mais um pouquinho. – EU QUERO OUVIR VOCÊ REZANDO ALTO CARALHO. – Dei uma coronhada nele, meio forte o fazendo chorar de dor. – Mexeu com a minha mulher, tá pedindo pra mexer com o diabo.

Surrei ele feito condenado, e ele implorava para não morrer! Ela também implorou para ele, mais ele não fez nada! Então seria justo. Deixei o cara desmaiado no chão, destravei o gatilho da arma, e dei dois tiros na cabeça do cara, sem dor e sem piedade. Fui caminhando até o carro.

Peguei uma blusa que estava no banco de trás do carro, e entreguei a ela, que me encarava com aqueles olhos inocentes.

Peguei meu celular e liguei para o Ratliff, para mandar parar de procurar Ally.

– Austin. – Me virei para Ally e a encarei. – Austin me ajuda. – Porra ela estava feita papel seus lábios não tinham cor. – Austin.

– Ally. – Falei preocupado. – O que está acontecendo? – Segurei seus ombros e comecei a chacoalhar ela. – ALLY.

– Austin. – Ela vira a cabeça para o lado e desmaia.

Pisei fundo no acelerador estava em 200/km por hora, passei por 4 sinal vermelho foda-se, o portão da minha casa se abre, e dou uma freada brusca, vou até o banco da Ally, e a pego em meus braços.

– Austin. – Minha mãe disse sorridente mais logo o sorriso dela desaparece.

– Mãe chama o doutor. – Falei.

– Mais o que houve?

– Não sei mãe, chama um doutor agora. – Ela saiu correndo.

Droga, droga, droga, me aguarde Marcus, me aguarde.

Notas finais
Continuo? ( Se tiver muitos comentários eu posto, pq sou dessas )