Out of Sight

13 Go To Fucking Hell


Notas iniciais
Cada dia estou impressionada com os comentários de vocês, vocês são maravilhosass.

P.O.V Austin

– Corre lá para cima e pegue manta para cobrir ela, precisamos manter o corpo dela aquecido. – Disse minha mãe ligando para o doutor.

Sair correndo para cima, e peguei 2 mantas, desci novamente até a sala, e cobrir o corpo da Ally bem coberto logo ouvimos o barulho da campainha, e vimos o médico entrando pela grande porta.

– Fizeram bem de ter mantido o corpo dela aquecido. – Disse ele sorrindo para minha mãe.

– Dá para parar de olhar os peitos da minha mãe? – Falei e minha mãe ficou toda vermelha e o doutor voltou a examinar Ally. – Que horror.

– O que ela tem? – Disse minha mãe quebrando o silêncio.

– Ela entrou em pânico, uma coisa emocional. – Ele disse parando de examina-la. – Vou deixar alguns remédios, mais se não funcionarem, eu realmente aconselho vocês a levarem ela ao hospital.

– É grave? – Minha mãe falou.

– Sim e não, vamos ver como a menina vai agir aos medicamentos, mais qualquer coisa me chame, ou levem ela ao hospital. – Ele disse saindo.

– Espere doutor, eu te levo até a porta. – Fala minha mãe.

Olhei para Jacob que estava na porta pelo lado de dentro.

– Vá atrás deles. – Falei sem sair som, e ele saiu.

Peguei Ally no colo, e a levei até o seu quarto. Deitei ela em sua cama e sair. “ Eu vou matar um de cada da família da ninfetinha, e depois vai ser ela.

– Vamos ver quem é que vai matar quem Marcus, me espere. – Minha mente gritava.

Precisa espairecer, peguei meu carro, e sair cantando pneu por ai.

P.O.V Ally.

Abri um olho de cada vez e depois pisquei várias vezes, me acostumando com a claridade do quarto.

– Você acordou. – Disse Mimi dando um gritinho. – Você está bem?

– Claro, estou pronta para outra.

– Nada disso quase tive um ataque, nunca mais faça isso. – Ela andou para perto da minha cama depositando um beijo na minha testa. – Vá tomar um banho, vou trazer seu remédio e comida. – Mimi fechou a porta.

Sair de baixo daquelas cobertas, tirando aquela roupa imunda caminhei até o banheiro e deixei a toalha escorregar pelo meu corpo abri o registro e a água caiu sobre mim, meus músculos relaxaram como se eu precisasse daquilo.

Depois de ter tomado um banho divino peguei uma blusa minha que ia até a metade da coxa que deixa um ombro meu nu. Eu estava em casa, então não tem o que me preocupar.

– Aqui está Allycia. – Fala Mimi entrando, ela me deu um copo de água e depois um comprimido, bebi com dificuldade, depois olhei para a sopa.

– Não vou beber isso. – Falei com nojo.

– Isso tem muitas proteínas. – Ela sorriu.

– Prefiro um lanche duplo. – Falei sorrindo de orelha a orelha.

– Mais você tem que comer isso.

– Eu como, mais prefiro a 2° opção. – Falei rindo, peguei a sopa e comecei a comer ou tomar sei lá, mais só sei que estava muito bom, muito bom mesmo. Até que não me arrependi de ter comigo aquilo HAHA.

– Pronto, está satisfeita Sra. Mimi?

– Estou. – Ela falou sorridente. – Você vai dormir?

– Se é doida? Fiquei meu tempo todo nessa cama que estou até com nojo de olhar para ela.

– Que isso foi só um dia. – Ela falou rindo do meu drama.

– Então, eu só preciso de um chocolate quente, vou sentar na varanda. – Falei descendo a escada.

– VOU MANDAR ROSE FAZER. – Ela gritou.

Fui até a entrada, lá tinha um banquinho sentei nele e fiquei admirando a paisagem. Vi o menino bonito muito bonito, senhor da glória, eu não sabia de onde ele era mais eu já vi ele.

Acenei e gritei.

– Oi. – Falei me levantando.

– Oi. – Ele disse sério. – Você dormiu com o Austin? Acho melhor você ir em bora. – Perai? Oque? Ele está me confundindo com uma prostituta, olhei para minha roupa, é tem razão para me confundi com uma. – Ele deixa o dinheiro, na mesa do escritório.

– Não está me reconhecendo? – Falei olhando para ele e ele me olhou confuso. – É não está mesmo.

– Você é?

– Vamos dizer que namorada do Austin.

– Meu Deus, nossa desculpa eu realmente não sabia, quer dizer então que foi você que precisou de um médico?

– Foi eu sim. – Falei rindo de seu desespero. – Você trabalha para o Austin?

– Eu não trabalho para ele, eu trabalho com ele. – Então ele também é bandido.

– Ata. Seu nome?

– Dylan Dallas e...

– Allycia Dawson. – Falei sorrindo.

– Gostei de você. – Ele falou.

– Nada mal, você tem bom gosto. – Falei dando uma voltinha, e ele riu.

– Humilde.

– Muito, sou a prova viva da humildade. – Ele riu novamente.

– Você é doida. – Cara esse homem é lindo.

– Amigos? – Falei.

– Amigos. – Falou. – Acho que você tá sendo muito “ direta “ vai me matar?

– Só se for afogado. – Ele riu alto.

– Dylan. – Austin falou um pouco longe de nós. – Vem cá. – Ele falou de cara fechada, grosso, rude, idiota, trouxa.

– Então Allycia eu vou indo. – Falou, corri até ele e o abracei. Ele saiu andando mais antes me deu um sorriso.

– A DYLAN. – Falei chamando sua atenção. – Me chame de Ally. – Ele concordou e foi para onde o Austin estava.

Entrei para dentro, pois estava em uma manhã fria, fui até a cozinha e vi Mimi cozinhando para mim.

– Não sabia que cozinha. – Falei e ela sorriu.

– Pelo menos um leitinho. – Falou.

– Ann... Mimi....

– Fala querida.

– O Austin e o Dylan não são amigos?

– Não. Eram amigos, aconteceu um negócio ai, ai eles brigaram.

– Que negócio me conte.

– Não... Quer dizer eu poderia só que não posso.

– Entendo. – Falei me sentando no banquinho da bancada. – Então já fez o meu chocolate quente?

– Já. – Ela falou colocando o chocolate em uma caneca e me entregando. Assoprei um pouco para esfriar e depois experimentei.

– Está ótimo. – Falei e ela suspirou.

O telefone dela tocou e ela atendeu. Ela parecia assustada, preocupada talvez...

– Ai meu Deus. – Ela falou desligando o telefone. – DYLAN, DYLAN. – Ela gritou, logo veio o moreno correndo.

– Que?

– Eu preciso que você me leve aeroporto.

– Tá depois.

– AGORA, minha mãe não está bem. – Fala.

– Então vamos. – Ele falou.

– Espera vou arrumar minhas malas. Se cuida Ally.

– Vou me cuidar.

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Logo ela desceu com as suas malas.

– Dylan cuida da Ally, o Austin é muito irresponsável, viu cuida bem dela.

– Com certeza Mimi, vou cuidar sim. – Ele disse sorrindo.

Ele pegou a mala de Pattie e saiu.

Senti duas mãos rondeando minha cintura, pulei de susto.

– Oi. – Encarei aqueles olhos castanhos claro talvez? Não sei.

– Oi. – Falei tirando seus braços de mim.

– Ei... – Ele disse segurando meus braços. – O que houve?

– Nada. – Disse. – Só quero dormir.

– Nada é o caramba, me fala o que foi. – Ele disse alterado.

– Eu já disse que não é nada desgraça, não posso mais dormir? Será que isso eu não posso fazer?

– Para de se fazer de cu doce Ally, antes...

– Antes... Fala Austin vamos ver se você completa essa frase.

– É...

– Fala seu covarde. – Falei gritando no mesmo tom de voz que ele falou comigo no escritório. – Antes que você me bata? Era isso?

– Não fala assim comigo. – Ele disse me deitando no galpão e apertando meus pulsos forte.

– Me solta Austin, você está me machucando. – Falei, ele tirou suas mãos do meu pulso e colocou elas no meu pescoço o apertando. – Você é covarde. – Passei a mão no balcão e encontrei uma faca, peguei ela e furei a mão do Austin sem dó.

– Olha o que você fez. – Ele disse olhando o corte sem acreditar. – Você me cortou.

– Eu disse para você me soltar, mas você não me ouviu. – Ele pegou um pano e enrolou em sua mão, formava uma poça d’água no chão. – Deixa eu te ajudar. – Falei.

– Fica longe de mim. – Ele pegou outro pano.

– Deixa eu te ajudar Austin. – Falei nervosa.

– Eu quero que Deus me dê muita paciência para mim não dar na sua cara, eu quero quebrar a sua cara, SAI DAQUI AGORA. – Sai correndo para o quarto da Mimi, procurando uma caixa de primeiros socorros, achei e desci.

– MINA,MINA,MINA JÁ DISSE PARA VOCÊ VAZAR DAQUI. – Ele disse impaciente.

Puxei a mão dele, mais ele puxou de volta, puxei com mais força e ele me olhou com raiva pois tinha pegado bem em cima do seu machucado, coloquei um pouco de iodo em um pano pequeno limpo que estava na maleta, e passei no machucado dele, ele virou a cabeça pro lado mordendo os lábios.

Peguei uma faixa e enfaixei sua mão. Depois de eu ter feito isso ele saiu da cozinha.

– DE NADA. – Gritei.

– VAI PRA PUTA QUE PARIU — Ele gritou me fazendo rir

Notas finais
Continuo?