Out of Sight
14 But what's this? What are you doing here?
Notas iniciais
P.O.V Ally
– Que bagunça é essa na cozinha da Rose? – Disse Dylan entrando na cozinha.
– Foi o Austin.
– Ele não vai mover um músculo para limpar isso daqui. – Ele disse se sentando na cadeira ao meu lado.
– Nem eu – Digo ofendida.
– Você está aos meus comandos agora senhorita Ally. – Ele disse destacando o nome que mandei que ele me chamasse.
– Não estou não.
– Está sim.
– Não estou não.
– Chega e está sim.
– Dylan?
– Fala. – Ele disse pegando uma maçã limpando ela na sua blusa e depois mordendo um pedaço.
– Você e o Austin não são amigos?
– Não, nós éramos muito sabe Brother, agora só nos toleramos.
– Me fala o motivo? – Falei fazendo biquinho.
– Seu namorado não te contou?
– Não. – Falei cabis baixa.
Ele ficou pensando.
– Vai me falar?
– Bom, eu tenho uma irmã Jasmine, eu falava para o Austin para que ele não chegasse perto dela porque ela era apaixonada nele, só que ele quebrou o acordo ele tinha 16 anos eu tinha 21 eu acho, eu falei : “ Austin deixa minha irmã fora disso, ela só tem 14 anos” e ele falou “ cara eu nunca trairia sua confiança mano somos Brothers” tá ai eu acreditei eu sou fácil de acreditar em uma pessoa, trabalhamos para o Marcus desde os 13 anos aprendemos muitas coisas com ele, sem o pai do Austin saber, o Austin odiava o pai dele pois ele o tratava mal e então veio essa vingança ridícula de trabalhar com o pior inimigo do pai dele, mais ai beleza, aprendemos a roubar bancos a colocar propina para dentro de Miami, mais ai foi fizemos roubos que você nunca pudesse imaginar, sabe aquele roubo que sai nos jornais e fica por mais de 2 semanas no topo dos melhores roubos? — Concordei. — Mais ai é que tá, quando fizemos esse roubo, o Austin sumiu sabe sumiu mesmo, nós fomos para o galpão e ele apareceu com um buquê de flores, tá eu não estava entendendo nada ai eu vi minha irmã, ele caminhou até ela e a pediu para ser namorada, eu fiquei revoltado, a minha princesa namorando com um cafetão? Cafetão porque o Austin ficava com mais de 2 prostitutas por dia, tá minha irmã falou que eu não tinha nada a ver com a vida dela, que era para mim aceitar beleza aceitei mais quando fomos para o outro roubo e o carro da minha irmã foi metralhado, eu perdi o controle eu dei tantos socos no Austin como ele me deu, mais Ratliff e Dez seguraram o Austin e o Dallas me segurou, mais ai me deu conta da minha irmã naquele carro, eu liguei para emergência e levaram a minha irmã, ai descobrimos que ela estava grávida, e então ela teve que fazer um aborto e nunca poderia ter filhos, eu quase matei o Austin, já tentamos um matar outro só que o Ratliff fez a gente jurar que nunca iria brigar pois se acontecesse algo com algum dos dois já teria o culpado.
– Que horrível. – Falei com dó dessa menina, e com uma leve pontada no peito por ele ter amado outra pessoa.
– O amor deles nunca foi normal eles batiam um no outro, era coisa doentia. – Ele disse olhando em meus olhos. – Mais ai ela foi embora para longe de Miami.
– O Austin nunca procurou ela?
– Ele já revirou Miami de cabeça para baixo a procura dela mais nunca a achou.
– Se ela mesmo amasse ela nunca teria ido em bora. – Falei pegando uma coca.
– Você não tem idade para pensar nisso. – Ele disse frio.
– Para pensar no amor não importa a idade. – Falei sentando no banco novamente.
– Ih Allycia acho que é sono já tá até brisando. – Mostrei língua para ele e ele riu. – Vou indo nessa pequena. – Ele disse se levantando. – Amanhã...
– Amanhã nada, você tem que vi aqui é uma ordem. – Falei.
– Tchau. – Ele disse saindo.
Peguei os panos sujos de sangue e coloquei na lavanderia, e fui para cima, o que? Vocês acharam que eu ia limpar aquilo? O dó, que o Austin limpe não sou empregada de ninguém.
Entrei no quarto do Austin na ponta do pé para fazer menos barulho vi ele todo esparramado na cama com os braços abertos de barriga para baixo.
Fui até o seu lado e dei beijos em suas costas em sua bochecha em sua boca. Ele abriu um olho e me olhou.
– Oi. – Falei.
Ele revirou seus olhos.
– Que isso Moon não revira seus olhos para mim. – Falei e ele riu pelo nariz.
– Falou igual minha mãe. – Ele disse de barriga para cima.
– HAHA. – Ri.
– Adoro isso... – Ele disse me olhando.
– Adora o que?
– Sua risada. – Sorriu.
– Idiota. – Dei um soco no seu braço, e que braço meu Deus.
Ele me puxou pelos cabelos, e começou um beijo calmo e quente ele colocou sua língua em minha boca sem permissão mais eu sedi, sua mão passava pelo meu corpo e apertava a minha cintura, ele coloca suas mãos de baixo da minha blusa que parecia uma camisola e apertou meus seios ele me virou fazendo com que eu de costas para ele logo ele tirou a minha blusa e desceu até minha intimidade tirou a minha calcinha abri um pouquinho minhas pernas para facilitar ele colocou dois dedos dentro da minha intimidade.
– Austin. – Gemi seu nome em voz alta.
Uma mão ficava brincando com minha intimidade e outra com meu seio, aquilo era tão prazeroso, sua ereção contra a minha bunda mexi um pouco me colocando para mais perto de seu corpo, ele tirou sua mão de minha intimidade me fazendo suspirar, e parou de brincar com meus seios, ele me virou de barriga para cima ele colocou suas pernas uma de cada lado de minha cintura, e me tascou um beijo ele mordiscava meu lábio e massageava meus seios, deitou sua cabeça na curva do meu pescoço e deu beijos e chupões ali, sua boca foi descendo até minha intimidade, ele enfiou um dedo fazendo movimentos circulares.
– Austin... – Falei olhando em seus olhos.
– Que foi? – Ele falou brincando com aquilo.
– Por favor. – Sorriu e enfiou o outro dedo ficando com dois dentro da minha vagina e começou a me masturbar.
Ele mordiscou e depois lambeu a minha coxa perto da minha intimidade enquanto seus dedos brincavam com meu clitóris, e começou a chupar minha vagina cada vez ele chupava mais, até que ele enfia sua língua dentro de mim fazendo movimentos circulares, ele lambia chupava tudo para me enlouquecer, ele colocava a língua e depois os dedos. Assim eu gozei.
Ele tirou sua bermuda e depois sua cueca, e penetrou em mim, rodei fazendo com que eu ficasse por cima e sentei em seu membro de vagar fazendo ele ficar irritado, apalpei minhas mãos em seu peito e comecei a rebolar em cima do seu membro, ele segurou em minha cintura me ajudando com os movimentos, e assim tive meu segundo orgasmo sair de cima dele e deitei em seu peito.
Sua respiração estava acelerada.
– Minha mão tá latejando. – Ele disse.
– A neném nem foi tão fundo. – Falei.
– Seu cu que não foi. – Falou e eu comecei a rir.
– Acho que sua educação desceu no ralo. – Falei fechando os olhos.
– Vai dormir criança.
(***)
Acordei com dor, olhei e o Austin estava dormindo em cima de mim.
– Austin acorda. – Falei.
– Eu quero dormir. – Ele falou esticando os braços.
– E eu quero respirar. – Disse ele abriu um olho e me olhou e depois saiu de cima de mim. – Muito obrigada meu amor eu te amo viu? – Falei com uma voz melosa.
– Sínica. – Ele me olhou.
P.O.V Austin.
Bateram na porta do meu quarto, tentei ignorar dormindo, pararam mais depois começaram de novo.
– Senhor. – Falaram ainda batendo, vestir uma cueca e abri a porta.
– O que foi caralho?
– Tem um homem esperando você lá fora.
– Agora todo mundo que aparece aqui vocês deixam entrar? Vocês são uns merdas. – Bati a porta na cara dele e vestir uma bermuda, fui sem blusa mesmo estava calor pra porra.
Tive uma surpresa enorme.
– Mas o que é isto? O-oque tá fazendo aqui? — Falei tirando minha arma da cintura e destravando o gatilho.
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