Our World
7 6. Maji?!
Notas iniciais
eu sei que disse que ia postar antes, mas eu tive que fazer umas correções, e acabei demorando... >_<
MAS TAÍ *-*
CAP 6!! *DANÇA*
NOTA IMPORTANTE (?):
COMEÇA COM A NARRAÇÃO DO RUKI, MAS DEPOIS DO ".", O REITA VOLTA A NARRAR n.n
UM BEIJO, AMORES *__*
BOOOA LEITURA ♥
Ele apareceu usando apenas aquela toalha, os músculos definidos estavam adornados por algumas gotas, do banho recém tomado.
Por Deus! O que era aquele corpo? No momento em que ele apareceu, a única reação que pude expressar foi um “O” formado pela minha boca.
E assim que fui notado, ele correu e me abraçou, fazendo com que eu tornasse a chorar.
Apertei-o fortemente.
Nenhuma palavra foi dita.
Apenas gestos.
A proximidade entre a sua pele e a minha.
Aquele aroma inebriante.
Bergamota, almíscar e vetiver.¹
Nos beijamos.
Um beijo intenso.
Molhado.
Seus lábios estalavam por todo o meu maxilar, descendo para o meu pescoço.
Me marcando.
Me lambendo.
“Sim!”
Só o que eu podia fazer era ofegar...
O que diabos você faz quando, ao pegar no sono no colo do seu namorado, você acaba tendo sonhos pervertidos com o próprio?!
Por Deus!
Eu não sabia o que fazer!
Notei que eu estava corado quando olhei para ele, e meu coração, lógico, a mil por hora.
Acordei até assustado!
Pelo menos não acordei excitado, como aconteceu outro dia.
Talvez isso tivesse acontecido se ele demorasse mais um pouco para me acordar.
Bem, espero que ele não seja um apanhador de sonhos.²
De qualquer forma, eu saí correndo para o banheiro, me certificando de que nada de mais ocorrera.
“Nenhuma marca...”
— Ruki, tá tudo bem aí?
— Hai! Eu só... Estava apertado!
- Ah, sim! Bem, eu te acordei porque já tá na hora da janta, está com fome?
- Sim, sim! E já saio num minuto!
— Certo!
Assim que abri a torneira, me caiu a ficha.
PUTA QUE PARIU, EU ESTOU NAMORANDO O SENPAI!!!
Juro que naquele instante eu comecei a pular.
Sim, eu pareço uma criança imbecil.
Me culpe se quiser, mas sou a criança imbecil mais feliz do mundo!!
E assim que saí do banheiro, pulei encima do senpai, derrubando-o no chão.
E beijei-o.
Tão intensamente quanto pude.
E ele, que não estava esperando por isso, só pôde ficar sem palavras.
Surpreso.
— A gente tem, tem que ir logo, porque o pessoal, eles tão esperando...
— Hai, hai!
No corredor.
— Taka, você sempre me surpreende, sabia disso?
— Hã?
— Aquele beijo me deixou sem fôlego, seu danado!
— Ah! Go... Gomen!
— Iie! Eu gostei, muito!
— Ah, eu... Eu estou feliz que tenha gostado!
— E você, pare de ser tão formal comigo!
Tive que conter um riso.
— Hai, tentarei parar!
— E eu tentarei fazer você se sentir menos constrangido! Apesar que, pra fazer isso, acho que terei de matar o Uruha...
— Senpai! Não diga uma coisa dessas!
Acabamos por rir do suposto crime que ele teria de executar.
Rapidamente chegamos ao refeitório, encontramos com Kai, Aoi e Uruha, como preferiam ser chamados.
— Até que enfim, hein? Como vocês demoram!
— Hei, Uru, fica de boa aí, senão eu te quebro!
— Ai, que medo! Rei-rei vai me bater!
Aquela encenação só me fez rir demais.
Falando sério, é muito divertida a companhia deles.
— Ah, deixem disso e vamos comer logo!
Kai estava impaciente, devido à fome.
— Hey, Ruu-chan, o que você tá aprendendo em matemática?
— Vejamos, equações, retas paralelas, ângulos...
— Eu não me lembro muito bem dessas matérias...
— Lógico, Kou! Você só dormia nas aulas e colava de mim nas provas! E ainda faz isso!
— Eh? Uruha-san cola nas provas? Maji?
— Com certeza! Peraí... Você não cola?
— Eu... Não...
— Como assim?! A gente tem que te ensinar a colar!
— Nem pense em corromper esse garoto!
— Ah, Reita! Como você é estraga-prazeres!
— Não enche!
Notável a preocupação que ele teve comigo.
Isso foi fofo.
Assim que acabamos de comer, Aoi sugeriu que fôssemos praquele prédio de eventos.
Perfeito para o que eu tinha em mente.
Uma pequena surpresa.
.
Fomos para o prédio de eventos, conversando e rindo muito.
O pequeno estava inquieto.
Parecia querer aprontar algo.
Será?
Enfim, já disse que o Uruha estava desconfiando de algo, bem como o Aoi, e nós não estávamos ajudando muito a disfarçar, mas agora, não parávamos de nos entreolhar e rir.
— Afinal, o que vocês têm que não param de cochichar e rir?!
— Ah, não é nada, Kou!
— Já sei! O Ruu-chan não gostou da gente e agora tá zombando da gente! RUU-CHAAAN!!!
Aoi fingiu desespero e choro.
— Cá entre nós, Yuu, não é preciso te odiar para zombar de você!
— O que você quer dizer com isso?!
— Exatamente isso, meu querido amigo lento!
As risadas ecoaram por toda a sala.
— N-não é nada disso, Shiroyama-senpai! Eu adorei conhecer vocês! E...
Ruki, que estava ao meu lado, mordeu o canto do lábio inferior e olhou pra mim.
Seus olhos expressaram uma leve, porém notável quantidade de desejo.
O que me preocupou um pouco.
O que ele estava aprontando?
Subitamente ele me beijou.
Na frente deles.
Confesso que aquilo me fez perder o equilíbrio.
Um completo tolo.
Sem palavras.
— WOOOOH!
Todos se surpreenderam, exclamando em uníssono.
Uruha deu um pequeno, porém ensurdecedor grito de alegria.
Assim que separamos os lábios, o pequeno virou o rosto, para disfarçar o quão vermelho estava.
Como ele é fofo.
Como eu amo isso.
— Etto... Nós estamos namorando.
Acabei por esclarecer, fazendo Uruha gritar novamente e pular encima de Ruki.
— Ruu-chan e Aki!! Kawaii!!!
— Takashima-san... Tá… Tá me sufocando…
— Ah! Gomen, gomen!
— Iie...
— Caramba, eu estou muito feliz por vocês!
— Arigatou nee...
— Falando sério, o Akira é louco por você!
— Bem, Kai-san, eu também sou por ele... Muito!
Fiquei um tanto quanto constrangido naquela hora.
— E então? Quem foi que começou? Foi o Akira, né? Sabia! Pervertido!
— Cala a boca, Aoi!
— Mas foi, não foi?
— Bem, foi só um beijo. E... Desculpa por isso, Ruki...
— Iie, já disse que eu gostei, senpai!
— ...
— Oh, meu Deus! Vocês formam um casal tão fofo!
— Uruha, eu juro por Deus que vou raspar a sua cara no asfalto!
— NÃÃO! Meu belo e perfeito rosto esculpido por anjos!!
— Besta!
— E para constar, Ruu-chan, o Aki fica meio violento quando a gente provoca ele!
— Hai! Tomarei nota disso!
— Taka, até você?!
Ele fez bico e riu logo em seguida.
Acho que não me importo se ele me provocar.
Eu sei desarmá-lo também.
Dando alguns beijos, ele fica envergonhado e para.
Vantagem pra mim!
Estou falando comigo mesmo?
Afe!
Algum tempo depois, levantamos e cada um foi para o seu respectivo dormitório.
Relativamente, eu quero dizer.
Ou seja, o Uruha foi para o quarto do Aoi e o Kai para o meu, eu só acompanhei o pequeno até o seu.
Trocamos alguns beijos, após ele garantir que seu colega de quarto não estava lá.
— Ah, senpai! Eu esqueci meu material no seu quarto!
— Amanhã eu passo aqui logo cedo pra te devolver, ok?
— Certo...
— O que foi?
— Nada, eu só... Ah, é que eu queria tanto dormir com você...
Aquilo me desarmou totalmente.
— Eu também queria, pequeno. Queria dormir abraçado à você...
Abracei-o bem forte e beijei-o novamente, de forma carinhosa, porém ousada, deixando-o sem fôlego.
Em seus lábios foi formado um grande sorriso.
— Eu te amo, Reita!
— Eu também te amo, Taka! Vamos dar um jeito nisso, tá?
— Hai! Até amanhã!
— Até!
Voltei para o meu quarto.
Assim que entrei, fechei a porta atrás de mim, escorregando levemente as costas. Os três estavam lá.
— Akira, agora que estamos só entre nós, conta tudo o que aconteceu!
— Uke, você até parece uma mulher querendo fofocar!
— Conta logo, caramba!
Contei tudo o que se passou, desde a tarde passada, até o que ocorreu à pouco.
— Aki, como ele é fofo!
— Nem me fale, aquele garoto é um anjo.
— Bem, eu ia falar para você conversar com ele sobre a situação, mas vejo que você já o fez. Estou orgulhoso de você, Suzuki!
— Obrigado!
— Sabia que o meu plano ia dar certo!
— Nem é convencido...
— Hah!
— E ele quer dormir agarradinho em você!
— Não sei como resolver isso, não dá pra sumir com o Kai.
— Ah, obrigado pela consideração, idiota.
— Verdade, o Kai fica atrapalhando... Devíamos excluir ele do grupo.
— Uruha!
— Eu concordo, koi!³
— Aoi!
Começamos a rir de Kai, feito um bando de idiotas.
— Mas falando sério, Rei, não estamos vendo alternativa aqui...
— Eu vou pensar em alguma coisa depois...
— Certo, agora vamos para a parte do sexo!
— Uru!
Eu juro que se tivesse bebendo alguma coisa, eu teria cuspido naquele instante.
— E então?
— Sei lá, eu não posso tentar algo assim com ele. Não enquanto ele não estiver pronto.
— Enquanto isso, você se vira no cinco-contra-um, né?
— Yuu, seu besta! Só posso dizer que, quando estivermos juntos, e eu ficar alegre, tentarei pensar em alguma coisa que esfrie a minha cabeça. Tipo a sua mãe!
— Hey, não fale assim da minha mãe!
— É brincadeira, baka! E adoro a sua mãe. Ela é um amor comigo!
— Bem, depois que eu contei à ela que sou gay, ela acha que todos os meus amigos são meus namorados...
— Haha, é verdade! Aoi e suas cachorras!
— Mas eu sempre explico à ela que a minha única cachorra é o Uru aqui!
O moreno começou a massagear o quadril de Kouyou, dando um beijo em seus lábios, invadindo sua boca, despudoradamente.
— Ai, Yuu, assim você me deixa duro!
— Mas essa é a intenção!
— Hey, vamos parar com a putaria?!
— Viu!? Como eu disse antes, Rei-chan é estraga-prazeres!
— Dá pra manter o foco?
— Certo, certo, onde estávamos? Ah, sim! Falando do loirinho!
— Olha, pode ser alucinação minha, mas hoje, mais cedo, ele estava aqui, dormindo no meu colo...
— Ai, como eu queria ter visto essa cena!
— Enfim, foi um pouco antes de eu acordá-lo, mas acho que ele parecia estar tendo um sonho estranho, porque ele meio que se mexeu e ofegou um pouco...
— Talvez um sonho quente?
— Será?
— Sei lá, o garoto é tão puro... É mais provável que ele tenha tido um pesadelo, ou algo do tipo...
— Verdade... Acho que ele ter sonhos desse tipo é tão provável quanto o Uru não os ter!
— Hey, eu não preciso ter sonhos eróticos! O meu sonho erótico é o Yuu!
— E você é o meu, gatinho!
— Sério, eu queria me lembrar da época em que vocês não sabiam falar!
— Há, gracinha! Eu me lembro de, em alguns anos depois, um certo Akira ter colocado as roupas da mãe e desfilado pelo corredor da casa!
— É, eu também me lembro, Aki!
— Eu também! E estava uma gracinha, só pra constar!
— Olha só quem fala! A mamãe Kouyou! Aonde é que foi parar aquela sua boneca?
— Se não me engano, o Yuu pegou e riscou a cara dela com canetinha. Ficou parecendo um mini-Hitler. Com babador.
— Verdade! E aquele forninho elétrico de brinquedo que o Kai tinha?
— Eu quase quebrei o dente quando mordi aquele maldito bolinho de plástico!
Ficamos provocando um ao outro, tirando histórias do fundo do baú.
Tínhamos várias.
Lógico, nos conhecemos desde sempre.
De qualquer forma, algum tempo depois, Uruha e Aoi foram para o outro quarto e Kai e eu ficamos conversando, e depois de um banho, eu fui dormir.
Ai, pequeno, como eu queria você aqui ao meu lado, agora!
Para que eu pudesse abraçar seu corpo frágil.
E sentir seu calor contra o meu peito.
Seu cheiro.
Sua respiração calma.
Tranqüila.
-----------------------------LE LEGENDA Q-------------------------
¹- Bergamota, almíscar e vetiver: Lá estava eu, brisando (risca) pensando num perfume pro Akira... Lá lá lá...
É esse aqui: http://www.soperfume.com.br/joop-masculino-eau-toilette.html (peguei esse principalmente por causa da descrição 'para homens selvagens', rs) *ui* -q
²- Apanhador de sonhos: menção (besta, lógico q) da trilogia Wake, uma história sobre uma menina entitulada "apanhadora de sonhos", por entrar nos sonhos das pessoas e os assistir (meio que contra a vontade, mas...) ARIARIARAI SE O REITA VISSE O SONHO DO PEQUENO...
³-koi: de 'koibito', no literal, 'amante', mas é uma forma do Uru chamar o Aoi, tipo, como se fosse... "amor", ou algo assim 8D (acho que essa vcs já sabiam =p)
Notas finais
*imagina o Kai criança usando um avental, e qq*
reviews? *__*
eu sei que vocês estão doidas pra ver o Aki comer o pequeno, mas calma, logo, logo vai ter! Só tô lubrificando o pequeno antes, e -NOT
vou tentar postar o próximo antes do Anime Friends, ok?
falando nisso, eu irei nos dias 9 e 16 (16 com cosplay do Uruha, que tá ficando pronto *atrasada*)
quem quiser me encontrar lá, avisa *-* *ninguém*
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