Our World

14 13. Our world


Notas iniciais
MANAMANA!
AQUI ESTÁ! O CAP FINAL~~
Sem notas, dessa vez :/
Gostaria de agradecer... *paradelerodiscursoecomeçaachorar*
BOA LEITURA, AMORES ♥♥♥

— Sério, Reita?

— É, amanhã!

Os olhos de Kai brilhavam, ao ver as alianças prata sobre a minha mão.

— E a gravação?

— Mandei gravar “Akira-senpai” e “Taka”...

Os três leram os nomes, escritos em hiragana, numa fonte simples e delicada.

— Gostei do “senpai”!

— Ficou bom. Simples, mas muito bonito... Melhor que “Uruhão tesudo” e “Aoi delícia”...

Kai balançava a cabeça, olhando pro casal em questão.

— Hah, só vocês, mesmo!

A propósito, chamamos o Kai e pedimos pizza.

A preguiça de fazer a lição era tanta, que ficamos conversando até tarde.

— Mas é fato que ele é o meu Uruhão tesudo, né, amor?

O moreno falou, olhando carinhosamente para o namorado.

— Uhum! E você é o meu Aoi delícia!

— Sim! Ah, quero te foder tanto essa noite, meu loirinho...

— Ai, Yuu! Assim eu gamo!

— Huhuhuh...

— Querem fazer o favor de parar com essa baixaria? Yuu, você não vai transar com o Kou hoje, porque todos vamos dormir no seu quarto!

— Hum... Isso não me impede, Kai...

— Vocês sabem que tenho sono leve. Se eu ouvir algum gemido, nego vai apanhar!

— Ai, Uke... Assim até eu gamo!

Nós quatro rimos da minha provocação.

— Aki, relaxa, pode ter certeza de que ele vai adorar.

— Ahh, ainda tô meio nervoso...

— Por bobeira! Depois do que a sua sogra disse, tá bem claro, o que ele sente por você!

— Ok, fiquei mais nervoso agora, que você me fez perceber que tenho uma sogra...

— Oh, cale a boca! Você sabe que ele vai adorar a surpresa!

— Maldição. Porque amanhã não chega logo?!

Parecia uma criança, se remexendo nos lençóis, na noite da véspera do natal.

— Hahahah!

— Ah, e, Yuu, antes que eu esqueça, amanhã eu vou até à casa dele, mais cedo.

— Ué, por quê? Ah, Aki! Não me diga que vocês vão dar uns malhos!

— Aki, que coisa feia! Vocês vão se comer, né?! Era pra você ensinar matemática pra ele!

— Ih, Kou, e você acha que eles estão estudando matemática, quando estão lá no colégio, trancados no quarto? O Aki ensina é outras coisas...

— Oh, cale a boca, Kai! Yuu, nem você, nem o Kou têm moral pra falar qualquer coisa!

— A gente tá brincando, criança sensível!

— É, eu sei!

Respondi, fingindo estar irritado.

— Mas também vamos dar uns malhos...

— Aí está!

— Não disse?!

— Hum, então é assim que ele aprende matemática... Interessante...

— Bah!

Conversamos por mais algum tempo, rindo, como quatro bêbados.

Enfim apagamos as luzes.

O Kou na cama, agarrado ao Yuu, eu em um futon, e o Kai em outro.

A ansiedade não me deixava dormir.

Tentei mudar de posição, mas nada.

Procurando me distrair, prestava atenção nos sons de lá fora.

Projetavam todo um cenário na minha mente, me fazendo imaginar, dos movimentos dos grilos, ao carro, possivelmente conversível que passava pela rua, entre três e quatro da manhã.

O Kai estava praticamente desmaiado.

Dormia com uma perna descoberta.

Cobri-a, me deitando novamente.

Ele dormia silenciosamente.

É, sono leve! Tá bom!

Enquanto que dava pra ouvir alguns gemidos, por parte do Shima.

Além de alguns beijos, demorados e estalados, que imagino que o Yuu distribuía pelo corpo do loiro.

Esses dois não mudam, cara!

Mas admito que fico muito feliz por eles.

É notável, até palpável o quanto se amam.

O quanto são felizes juntos.

A propósito, eles são juntos há três anos, e se gostam desde pequenos.

Digo “são”, porque sei que eles nunca vão se separar.

Espero fazer o Taka tão feliz, quanto o Yuu faz o Shima.

.

Toquei a campainha, firmando os pés no chão, procurando me conter.

Revistei meus bolsos, me certificando, pela milésima vez, de que a aliança estava comigo.

Logo o pequeno desceu, saltitando.

Ele ficou vermelho, assim que notou que eu podia vê-lo pela janela.

Não pude não rir.

Ele virou a chave e abriu a porta, sorrindo, me deleitando com a sua presença.

— Ohayou, senpai!

— Ohayou, gatinho...

Aproximei-me, colando nossos corpos.

Apoiei as mãos na sua cintura, beijando sua bochecha, e, em seguida, seus lábios.

Saboreando vagarosamente cada segundo.

Cortei o beijo.

Ele suspirou, com as mãos pousadas, delicadamente em meus ombros.

Abriu os olhos, sorrindo de forma preguiçosa.

Ele me abraçou, apoiando o rosto no meu peito.

Envolvi-o em meus braços, como se protegesse um gatinho do frio.

— A propósito... Não tem ninguém em casa...

Taka sorriu, travesso.

— Mas a gente tem que estudar!

— Eu sei, eu sei...

— Você fez a lição que eu separei?

— Fiz. Não agüento mais essa matéria, senpai!

— Oh, pobrezinho! Então hoje a gente pega leve... Vou só corrigir os exercícios, e passar talvez mais um, ou dois... E aí a gente vê o outro conteúdo amanhã...

— Arigatou!

Ele me puxou, me levando até o seu quarto

Mal sentei na cama, Taka já pulara em mim, me enchendo de beijos.

Interrompi-o, beijando a ponta do seu nariz.

— Deixe-me ver a folha...

— Hai.

Corrigi os exercícios, enquanto ele distribuía selinhos pelo meu pescoço.

— Taka... Você acertou tudo!

— Maji?!

— Só faltou colocar a unidade aqui, mas as contas, estão todas certas!

Ele arregalou os olhos, surpreso.

— Ah, que bom!!

— Então, pelo jeito, você já pegou a matéria!

— Hum, acho que sim!

— Nem vou passar mais exercícios! Vou só fazer um resumo pra você copiar, e amanhã a gente começa a outra matéria!

— Posso ficar com o seu resumo, ao invés de copiar?

— Pode... Mas por quê?

— É que... Eu gosto da sua letra...

Mordi a sua bochecha, fazendo-o corar.

— Taka, tem noção do quão fofo você é?

Ele sorriu, tímido.

De repente, tudo pareceu parar.

Aquele sorriso me fez lembrar todos os momentos que passamos juntos.

Sim.

Minha expressão, que antes estava descontraída, agora ficou séria.

Ruki me encarou.

— Senpai? Alguma coisa aconteceu?

— Na verdade, sim, Taka.

— Na-nani?

Ele já começou a se preocupar.

Coloquei a mão no bolso.

Meu coração batia rápido.

Minha boca começou a formar um sorriso carinhoso.

— Simplesmente, a melhor coisa me aconteceu. Eu conheci você. Conheci seu sorriso. Conheci seu doce coração. Me viciei em você, pequeno. Taka, a cada dia que passa, eu te amo mais. Quando estou com você, meu coração bate tão forte, que chega a doer. Por isso...

Tirei a caixinha do bolso, fazendo o pequeno me encarar, confuso.

Abri-a, tirando de lá, nossas alianças.

Seus olhos brilharam, com as lágrimas que estavam prestes a cair.

— Taka, você...

— Sim, sim, sim!! Sempre!!

No mesmo instante, ele me abraçou e começou a chorar.

Coloquei a aliança em seu dedo, lentamente, e sequei suas lágrimas.

— Deu certinho...

Ele notou, surpreso.

— É, é... Na verdade, eu medi, quando você estava dormindo...

— Maji? Quando foi isso?

— Ah, faz uns quinze dias...

Ele me encarou por um tempo, com aquele olhar apaixonado, e, em seguida, tornou a chorar.

— Calma, pequeno, calma...

— É que... É que eu te amo demais...

Ele tentava falar, entre soluços.

— ... É impossível medir quanto... Nunca... Nunca fui tão feliz, até te conhecer... Quero te amar e te fazer feliz pra sempre!

Nos abraçamos, um guardando o outro para si.

Suas lágrimas escorriam rápido.

Beijei seus lábios, vagarosamente, enquanto procurava conter as lágrimas que queriam escorrer pelo meu rosto.

Tentativa obviamente falha, nós dois chorávamos.

Eu me sentia completamente conectado a ele.

Quando finalmente consegui me conter, nos entreolhamos, sequei as suas lágrimas, e ele, as minhas.

Seus olhos brilhantes assemelhavam-se aos de um gato curioso.

Ainda que o que pairava era puro silêncio, juro que podia ouvir seu coração bater forte, junto do meu.

Gentilmente, segurei Taka pela nuca e o beijei, explorando cada milímetro daquela doçura.

Ele me acompanhou, apoiando as mãos no meu peito.

— Matte!

Parei, confuso.

— E a sua aliança?

— Ah, sim!

Coloquei-a, antes mostrando a inscrição, vendo seus olhos brilharem.

— “Taka”... Ohh!

— E, você leu a sua?

— “Akira-senpai”? Que coisa mais linda!

— Você gostou, mesmo?

— Sim! E, a propósito... Adoro quando você me chama de Taka...

— Ah, é?

— Hai...

— Nee, Taka...

— Nani?AH!

Ataquei o seu pescoço, mordendo de leve.

Ele puxava a minha blusa, tentando se conter.

Fui até a sua orelha e sussurrei.

— Ah, pequeno... Quero te ver sem nada, quero acariciar a sua pele macia...

— Haaaaah!

Ele respirava forte, os olhos fechados.

Lambi o lóbulo da sua orelha, deixando-o arrepiado.

Ele me beijou, levando sua língua à minha, iniciando movimentos rápidos e intensos.

Os beijos curtos e molhados ecoavam pelo quarto.

Nos aproximamos mais, e ele sentou no meu colo, ficando de frente para mim.

Desamarrou minha faixa, jogando-a no chão.

Enquanto nos beijávamos, eu passava as mãos pelo seu corpo.

E ele, num reflexo, movia o quadril, roçando nossos membros.

Ahh...

Pousei as mãos em suas nádegas, apalpando-as por sobre a calça.

Ainda sim podia sentí-las.

Sem muito me segurar, abri o zíper de sua calça, e a desci.

Uma cueca adorável, com a estampa do Doraemon.

— Taka, você tá me provocando...

— Eh? Ah, não foi de propósito! Não era pra combinar com a pelúcia, nem nada, coloquei qualquer uma, e...

Ele tentava se explicar, envergonhado.

— Ah, eu adorei!

— Gostou, mesmo?

— Muito. Apesar de que prefiro você sem nada...

— ...

Ele corou, escondendo o rosto na base do meu pescoço.

Em seguida, ele tentou tirar a minha camiseta.

Ajudei-o, na aparente árdua tarefa.

— Ah, Taka!

Ele atacou meus mamilos, no momento em que minha camiseta foi ao chão.

Chupava um e beliscava o outro.

— Ahh!

Sem que ele percebesse, guiei-o lentamente, para que se deitasse.

Ele o fez, e então eu tirei sua calça e camiseta.

Fui até o seu tronco, acariciando, da clavícula, até o cós da sua cueca.

Minhas mãos geladas faziam com que ele tremesse.

Ele respirava com dificuldade, movendo o corpo lentamente, sob meus toques.

Fui descendo as carícias até as suas pernas, pelas coxas, finas e macias, até a ponta dos seus pés.

Retirei suas meias e fiz o caminho inverso, dessa vez distribuindo beijos, chegando até a sua virilha.

Taka ofegava lentamente, corando cada vez mais.

Sua pele branca contrastava com o tecido azul do lençol.

Minhas mãos foram ao elástico da cueca, retirei-a, encontrando seu pequeno membro, já ereto.

— AHHH!

Comecei a massageá-lo, fazendo Ruki abrir mais as pernas, deixando sua entrada à mostra.

— Que bela visão...

— Senpai! HYAH!

Rodeei sua entrada, lambendo-a vagarosamente.

Ele gemia, seu rosto estava vermelho, e ele respirava, com a ponta da língua, de fora.

Passei a minha língua pela sua virilha, pelo tronco, mamilos, pescoço, orelhas, e beijei-o, da maneira mais sexy que eu pude.

Nossas línguas se tocavam, subindo e descendo, traçando rotas, se perdendo, trocando carícias, misturando salivas.

O ar nos faltava, era necessário cortar o beijo e continuar com as preliminares.

Esfreguei a ponta do seu pênis, notando o quanto de pré-gozo já saíra.

— Oh, Taka! Como você é safadinho! Já tá tão perto assim, é?

— Ahh, senpai! Não fala assim... Senão eu...

— Você...?

— Eu... Eu... Fico mais... AH!

Ele tentava falar, vermelho como um pimentão.

Beijei-o, mordendo seu lábio inferior.

Deitei ao seu lado.

Ele sentou-se e mudou de posição, de modo que eu ficasse de frente para o seu membro, e ele, de frente para o meu.

Exatamente.

Corado, Taka aproximou a boca, do meu.

Sem esperar, comecei a chupá-lo também, abrindo mais suas pernas, colocando uma na altura do meu ombro.

Ambos gememos, de forma abafada.

Os chupões eram rápidos e sincronizados.

Os barulhos úmidos e o cheiro pairavam no ar.

Somado a isso, comecei a penetrar sua entrada.

Ele soltou um gemidinho fino, assim que comecei.

Adorável.

— Tá tudo bem, Taka?

— Ha-hai...

Já preparado, ele virou-se, ficando de frente pra mim, e eu fui por cima dele, abaixando minhas calças, me posicionando.

Beijei seus lábios, e ele sorriu, mostrando seus dentes de criança.

Como sempre, encarei-o, esperando sua permissão.

Ele assentiu, logo penetrei-o, me segurando para não me desfazer, só com aquilo.

Meu membro pulsava, sentindo o seu interior quente.

Eu me derretia naquele corpo, enquanto esperava se acostumar com o meu volume, secando algumas lágrimas que derramava.

— Ah, amor, você tá me apertando...

— Eu disse que precisava te sentir...

— E então? Você me sente?

— Hai. Eu te sinto pulsar...

— Pronto?

— Onegai...

Comecei a me mover, sentindo sua entrada se contrair mais.

Nossos corpos se uniam, numa deliciosamente intensa dança já conhecida.

Já tomou alguma decisão, e nunca imaginou que ela fosse ser tão certa?

Não sei o que mais me enlouquece, seu sorriso, suas palavras, seu jeito tímido e delicado, seu olhos, que brilham toda vez que falo com ele...

Preciso reforçar que eu sou a pessoa mais feliz do mundo.

Junto dele, eu sinto que tudo é possível, meu coração bate forte, sempre que ouço sua voz.

Quando ele me chama.

“Senpai”.

Sou a pessoa mais feliz do mundo, por fazê-lo feliz. Por tê-lo ao meu lado. Por saber que é para sempre.

Para sempre.

Nosso mundo.

Eu te amo, Taka.

Notas finais
TCHUTCHUTCHURURU!
ENFIM, O QUE ACHARAM?
Reita tooodo meloso XD
bom, eu não sei muito o que falar, a não ser... Muito obrigada, gente! A todos que leram, comentaram, pediram continuação, enfim, que me ajudaram a fazer a Our World!
Vocês são tudo ♥
Vou sentir falta da fic Ç_Ç
MAS ESPEREM! ANIDA NÃO ACABOU! O CAPÍTULO BÔNUS ESTÁ SENDO PRODUZIDO!! YAHOO~~~~ *dança,tropeçaecai*
KIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIISU E ATÉ O PRÓXIMO CAP *-*