Our World

15 Capítulo bônus: Sexta-feira


Notas iniciais
POR FAVOR, LEIAM O UPDATE NO MEU PERFIL, SOBRE A EXCLUSÃO DA CATEGORIA "BANDAS"
OEOEOEOEOE
MAH OE!
GENTE, DESCULPA MESMO PELA DEMORA (as always >__<)
MAS AQUI ESTÁ, O PROMETIDO CAPÍTULO-BÔNUS /o/ *cornetas são tocadas*
LEMON, CHEIO DE COISAS QUE VCS GOSTAM *3* (OMNOMNOMN QQ)
SEM DELONGAS
*PLEASE, LEIAM AS NOTAS FINAIS
ENJOOOY, AMORES ♥

– Feliz aniversário, senpai!

Taka sentou sobre o meu quadril, e me acordou, distribuindo beijos no meu pescoço.

– Mas que presente gostoso...

– Kyah!

Puxei-o pelos braços, colando o seu peito ao meu.

Ambos, desnudos, da noite passada.

Ele me encarou, seus olhos brilhavam.

Beijei-o, delicadamente.

– Hum, me diz que a gente pode ficar assim, o dia inteiro...

– Eu também queria, senpai, mas a gente tem aula!

– Eu sei, mas mesmo assim...

– Vamos fazer o seguinte: hoje é sexta, então você volta pra minha casa.

– Logo depois da aula?

– Não, vem à noite. Tenho que preparar o seu presente.

– Presente? O que vou ganhar?

Ele me deu um selinho.

– É surpresa.

– Ok, vamos levantar, antes que outra coisa se levante...

– H-hai...

Ele respondeu, corado.

– Espera um pouco, tenho que acordar o Kai...

– Já estou acordado.

– Isso é inesperado!

– Na verdade, não. Vocês foram bem barulhentos, ontem à noite.

– Etto, gomenasai, Kai-san!

O loirinho tentou se desculpar, envergonhado até a as pontas dos fios de cabelo.

– Na verdade, o barulhento foi o Aki...

Os dois olharam para mim.

– Bom, eu não vou me desculpar. Estou feliz demais pra isso.

Eles riram.

– Eu vou na frente. Vou acordar os outros dois pervertidos. E parabéns, Aki!

– Obrigado!


.



“Terminei aqui. Você vem?”

“Conte 15 minutos, e estou aí. Ah, e já estou com saudades, amor.”

“Vem logo ♥”

Se eu pudesse, ia voando, Taka.

Peguei o casaco, e saí do colégio.

.


– Wooh! Velas? Que lindo!

– Feliz aniversário, senpai!

– Ah, muito obrigado, Taka! Sabe que não precisava!

– Precisa, sim! É o seu aniversário!

– Te amo...

– Eu também. Vem cá...

Fui até ele, colando nossos quadris.

Peguei-o no colo, e deitei-o no sofá.

– E os seus pais, Taka? Devem estar chegando, não?

– Ah, esqueci de falar! Eles não vêm pra cá, hoje. Vão visitar a minha avó, que está doente.

– E o senhor chapeuzinho vermelho não foi, por quê?

– Bom, primeiro, porque minha avó não queria que eu também ficasse doente, e segundo, porque eu queria ficar aqui... com... com o lobo mau...

– Hum, eu sou o lobo mau, é?

– Hai...

Ele respondeu, com as bochechas vermelhas.

– Então devo comê-lo todo...

– Hyah!

Pulei encima dele, alternando beijos e cócegas na sua barriga.

– Nee, senpai... Eu falei pra minha mãe que ia fazer o jantar, mas no fim, não deu muito certo...

– Jantar?

Ele se levantou, me empurrando de leve.

– É. Vou lá pegar, fica aqui.

Logo voltou, com um pote de isopor em cada mão.

– Lámen instantâneo?

Perguntei, surpreso.

– É... Desculpa, senpai! Desculpa mesmo! Eu queria fazer algo chique, mas todas as receitas eram difíceis...

Eu ri daquela situação.

Ele, se desculpando, preocupado.

Adorável.

Peguei os potes de suas mãos, e coloquei-os sobre a mesa da sala de jantar.

Que, estava toda organizada, e decorada com velas.

– Taka, relaxa! Eu gosto de lámen! E não importa o que você faça, o que importa é comer com você!

– Ai, você sempre sabe o que falar, senpai... Não se importa mesmo, de comer lámen?

– Nem um pouco, meu querido! Vem cá.

Sentei na cadeira, puxando-o para ficar no meu colo.

Beijei-o, vendo-o sorrir, em seguida.

– Nee... Eu posso... dar pra você?

– Claro que pode, mas agora a gente vai jantar!

– Não é isso!!!

Ele ficou completamente vermelho, quando percebeu que deturpei sua pergunta.

Eu ri, em meio àquela confusão.

– Eu sei, eu sei... Estava brincando!

– Tudo bem.

– Então?

– É que... Eu posso dar na sua boca?

– Ah! Acho que pode...

Fui pego de surpresa, fiquei tão vermelho quanto ele, na hora.

Ele pegou um pouco com o hashi, e assoprou, me dando em seguida.

Jantamos rápido, conversando sobre vários assuntos.

Levamos os potes à cozinha.

– Eu sei que o jantar não deu muito certo, mas acho que vai gostar da sobremesa...

Ele mordeu o lábio, ficando corado.

– Sobremesa?

– Hai. Mas antes...

– ?

Taka me beijou, tirando a minha faixa.

Em seguida, usou-a para vendar meus olhos.

– Tá vendo alguma coisa?

– Na verdade, não. Mas porque você...?

– Você vai ver.

Ele me guiou de volta pra sala de jantar, e me sentou na cadeira.

Saiu, sem falar nada.

Alguns minutos depois, ele voltou, e, não consegui entender bem o que acontecia, devido à minha péssima audição.

Bom, não é tão ruim, mas deixa a desejar.

Vai ver é preguiça de ouvir?

Enfim, ele retirou a minha faixa, e jogou-a num canto qualquer.

Estava sentado, sobre a mesa, à minha frente.

Usando um uniforme de colegial feminino.

A camisa estava aberta, revelando seu peito.

Este, coberto de chantilly.

Formando um coração, e dentro, um “A”.

Além disso, Taka estava usando cinta liga.

Simples, mas sexy.

De cor branca.

Ele estava de pernas abertas, bem perto de mim.

Deu s amado, minhas mãos tremiam, querendo tocá-lo...

– Taka… Você gosta de me provocar, né?

Ele sorriu, e pegou uma lata de chantilly que estava atrás dele.

Borrifou um pouco na ponta do meu nariz.

– Ah! Safado! Você quer guerra, é?

Peguei a lata da sua mão, e borrifei um pouco na minha.

Melequei a sua bochecha, ele deu risada.

Ele pegou a lata de volta, e borrifou um pouco em sua mão, e, com a pressão que ele fez, a tampinha estourou, espalhando chantilly pra todo lado.

Ambos pulamos, com o susto.

Ficamos todos melecados.

Rimos, como duas crianças.

Peguei um pouco, e espalhei nos seus lábios, lambendo-os em seguida.

Seus olhos travessos me encaravam, ele me puxou, e carinhosamente mordeu o meu lábio inferior.

Desci as carícias até o seu peito, lambendo-o vagarosamente, retirando o chantilly dos seus mamilos.

Ele suspirava, com as mãos nos meus ombros.

Me envolvia com suas pernas.


The Love to you is alive in me

Everyday

For love you are aside of me

Everyday


– Taka, você é tão fofo! Oh, como eu te amo! Quero te comer inteiro!

– Ah!

Mordisquei um de seus mamilos.

Estavam avermelhados, e obviamente eretos.

Em meio ao chantilly, lembravam dois pequenos morangos.

Deliciosos.

Desesperado, retirei sua camisa.

Ele estava só com a saia e a cinta liga.

O chantilly, espalhado pelo seu corpo.

Um pouco também em seu rosto e cabelo.

Beijei-o, roçando as línguas.

Ele veio mais perto, tirando a minha camisa, e a regata que estava por baixo.

Colamos nossos troncos.

Meu coração estava a mil.

Assim como o seu, que eu sentia pelo contato.

O chantilly do seu tronco passava para o meu.

Se espalhava pelo nosso corpo, e escorria, com o calor, pelo meu umbigo, melando o cós da minha calça.

Estava quente, minha visão estava embaralhada.

Nós ofegávamos, ante uma pequena dança erótica, que projetávamos com nossos quadris.

Eu lambia o seu pescoço, sentindo seu suor misturar-se ao gosto doce do chantilly.

Ele gemia contra o topo da minha cabeça.

Estávamos excitados demais.

Levantei a sua saia, notando que ele não usava nada, além da meia da cinta liga.

Sem esperar, comecei a chupar o seu falo.

– HYAH, senpai!

Ele me prendeu com suas pernas, e enroscou os dedos em meus cabelos.

Conforme eu movia a cabeça e a boca, ele também movia o quadril.

E suas pernas, agora, abriam-se, involuntariamente.

Ele me puxava o cabelo.

– Hah, senpai! Eu vou-KYAHH!

Taka se desfez na minha boca.

Sorvi seu prazer, e deitei-o, ainda sobre a mesa.

Ele me encarou, me estendendo uma caixa de presente, que estava ao seu lado.

Extremamente envergonhado.

Desamarrei o laço e tirei a tampa.

– Taka? Você tá brincando, né?

Quase engasguei.

– Iie... Pode usar em mim, o quanto quiser...

Ele falou com dificuldade.

Parecia até estar com febre, de tão corado.

Mordia o lábio inferior e desviava o olhar.

Suas sobrancelhas arqueavam, levemente.

Então, era um vibrador.

Tamanho médio.

Rosa, com uns baratos na extensão.

– Taka, como diabos você comprou isso- Foi o Uruha, não foi?! Vou cortar o pau daquela bixa fora!

– Calma, senpai!

– Ele comprou o uniforme também, né?!

– Foi ele, sim, mas porque eu pedi!

– Você?

– Desculpa, senpai! Eu só queria te fazer uma surpresa! Você... Você não gostou?
– ... Na verdade, muito.

– Maji? Não tá bravo?

– Estou bravo com o Uruha, por ter enfiado essas ideias na sua cabeça.

– Bem, eu que tive essa ideia, ele até ficou surpreso, quando pedi isso...

– Meu pequeno anjinho? Nunca pensei que você gostasse dessas coisas...

Ele me encarou, envergonhado.

– ... Bem...

– Huhu! Não sabia que você era tão safadinho, Taka...

– A-ah!

Comecei a acariciar a sua entrada, rodeando-a.

– Hum, Taka!

– Ah! Me chama mais!

– Taaaka! Ah, meu loirinho safado! Vou te comer todo!

– Hmm!

Ele me abraçou forte, enquanto eu atritava a sua entrada.

Encarei-o, e ele me pediu para prepará-lo.

Introduzi o primeiro dedo, usando o chantilly como lubrificante.

Ele já estava excitado, novamente.

Não demorei a introduzir o segundo.

– Hah!

.


Já preparado, retirei os três dedos, posicionando o vibrador na sua entrada.

Ele me encarou, vermelho como um pimentão.

– Posso?

– Hai... HYAH!

Assim que Taka se acostumou com o volume, liguei-o, no médio, e comecei a movê-lo.

– AAAH! TÁ TREMENDO! AAH! Isso é tão bom!

– É gostoso, huh?

– Haaai!

– Como? Assim?

– AHaan!

O aparelho vibrava dentro dele, e com as estocadas, o chantilly escorria.

Suas pernas estavam fechadas, ele estava bem envergonhado.

Ele mordia o lábio inferior, para conter alguns gemidos.

Eu passava a minha mão livre pelas suas pernas.

Aquela cinta liga... Ah, que vontade de rasgá-la!

Era tão excitante, vê-lo gemendo com aquele vibrador!

– Senpai... AH! Eu quero- Eu quero você!

– Estou aqui, amor!

– Quero você em mim!AAH!

– Pode deixar.

Ameacei de tirar o vibrador, ele me impediu.

– ... Com o vibrador, junto...

Ele esclareceu, e desviou o olhar, extremamente envergonhado.

– Taka, você tem certeza? Vou te machucar!

– Tenho. Além do mais, você nunca me machucaria.

Ele respondeu, sorrindo.

Ai, como ele é fofo.

Puta que pariu!

– Então segura em mim, aqui. Se estiver doendo, você aperta, com toda a sua força!

Coloquei suas mãos sobre meus ombros

– Hai...

Me posicionei, e fui entrando aos poucos.

– AAAH! SENPAI!

Parei.

Ele me encarou e pediu que eu continuasse.

Forcei um pouco, e agora, ele empeçava a chorar.

– É melhor parar por aqui, Taka.

– Iie! Continua!

Ele tentava, a todo custo controlar o choro e os soluços.

– Não posso continuar, você tá sofrendo!

As lágrimas caíam rápido.

Eu tentava secar, todas.

– Então... Espere...

Ele fez aquele biquinho irresistível.

– ... Ok.

Cedi, contra a vontade, contendo o meu membro, que latejava naquela área apertada.


.


– Taka?

– Hai?
– Como está?

– Melhor. Dá pra continuar.

Ele sorriu, aqueles lábios vermelhos já estavam inchados.

Continuei a penetrá-lo.

Ele soltou o meu ombro, e segurou a minha mão.

Se conteve, até me encaixar por inteiro nele.

Ele segurava a minha mão, forte.

Deus amado, a qualquer movimento brusco, juro que podia gozar.

Estava muito apertado.

Esperei que ele se acostumasse.

Não demorou muito, ele começou a mover o quadril, timidamente.

Comecei a estocá-lo, devagar.

Liguei o vibrador novamente, agora no mínimo.

Eu passava as mãos pelo seu corpo, delineando-o e acariciando-o.

Apalpava sua perna, macia e fina, por sobre a cinta liga.

Massageava sua orelha.

Ele remexia-se, corado.

Nossos movimentos eram limitados, uma vez que ele estava deitado na mesa, e eu, sobre ele, apoiado na cadeira.

Peguei-o no colo e subi, levando-o até o seu quarto.

Deitei-o na cama, mas ele logo levantou, sentando no meu colo.

Começou a cavalgar.

AHHH, delícia!

Seu peito se arqueava a cada efetiva estocada.

Quero dizer, o prazer era tanto, que pouco conseguíamos nos mover.

Apenas ondulávamos os quadris, um de encontro ao outro.

Como uma dança pesada.

Rápida, erótica.

Tremíamos, tamanha excitação.

– Ah, Taka! Isso é tão bom!

– Haai!

Minha mente pouco funcionava, minha testa estava quente.

Não de febre.

Mas por causa daquele meio inebriante.

– Aumenta, senpai! HYAAAH!

Sem pensar muito, aumentei a intensidade do vibrador para o máximo.

Taka se contorceu todo, soltando um longo gemido de prazer.

No único momento que consegui pensar, foi para segurar seu pequeno quadril, e movê-lo contra o meu.

Nós nos debatíamos, gemendo alto.

Meu pequeno loirinho mordia o meu ombro, para se conter.

Pelo seu corpo, gotas de suor escorriam rápido.

Os vestígios de chantilly não estavam mais lá.

O mesmo, comigo.

Só um pouco ainda em nossos cabelos.

Levei uma das mãos para sua nuca, encarando a sua face, mais corada que o normal.

Seus olhos semicerrados brilhavam como as estrelas.

Suas pupilas dilatadas refletiam o quão excitado ele estava.

Seus lábios vermelhos modelavam-se num doce bico.

Beijei-o, roçando nossas línguas.

Roubando o oxigênio de seus pulmões.

Chupava seus lábios, me deleitando com seus suspiros abafados.

Desci a mão livre pelo seu tronco, até o seu membro.

Apalpei-o, e comecei a masturbá-lo.

Ao mesmo tempo, eu distribuía lambidas e chupões no seu pescoço.

Stairs to the seventh, running up to heaven

Nossos movimentos eram insanos, meu coração socava o meu peito, minha garganta seca, rasgava conforme eu respirava.

Mas era tudo muito bom.

Meu paraíso.

Taka me arranhava, tentando se conter.

– AH, SENPAI! Não dá mais!

– Vem comigo, meu gatinho!

– SENPAAAH! HAAAAH!

– HM, TAKA!

Ele se desfez, e com isso, contraiu sua entrada forte.

Nisso, eu também me desfiz, apertando a sua próstata.

Ele tremeu, ante esse choque.

Saí do seu interior, retirando o vibrador, agora desligado.

Taka tomou de mim, lambendo-o.

Estava melado com o meu sêmen.

Puxei-o para um beijo, e ele respondeu, me acariciando com a sua língua.

Deitei-o novamente na sua cama, retirando-lhe a saia e a cinta liga que, a essa hora, estavam um trapo.

Tombei ao seu lado, cansado como nunca.

Ele veio mais perto de mim, se aninhando no meu peito.

Mordiscou o meu pescoço.

Puxei a coberta que estava no pé da cama, nos cobrindo.

Ele sorriu, me encarando, apaixonado.

Sorri para ele, com o mesmo olhar.

Nossa respiração estava mais desorganizada que caderno de moleque de primeira série.

– Gostou, senpai?

Ele me perguntou, curioso.

– Nossa, amei! E você?

– Foi maravilhoso...

Ele suspirou, cansado.

Sorriu envergonhado, quando percebeu que o encarava.

– Vem cá, meu pequeno...

– Kyah!

Apertei sua bunda e o abracei, trazendo-o para mais perto de mim.

Selei seus lábios, beijando-o carinhosamente.

Ele sorriu, novamente.

– Omedetou, senpai!

– Arigatou, koi!

– Te amo muito!

– Eu também, meu loirinho!


.


Enquanto isso, no dormitório do colégio, no quarto de Aoi.

– AH, YUU! Assim eu vou gozar!!

– Goza pra mim, Kou! Goza pra mim, minha maid safadinha!

– Hum! Mais forte!

– O que quiser, amor!

– AAAAH!



~~~~legendas e mais um pouco que não cabe nas notas finais~~

*Os trechos que estão em itálico, são de músicas do L'Arc (o primeiro, da Jojoushi: http://www.youtube.com/watch?v=3u5WWEYEOOo, e o segundo, da Seventh Heaven: http://www.youtube.com/watch?v=HmCXTVbgqDA --> recomendo!)

Acabei por colocar esses trechos, mas não foi intenção, de deixar com cara de songfic (ficou?/hmm)

Então, finalmente postei isso aque LOL

Eu disse que ia escolher uma das ideias, pro lemon, mas no fim, me empolguei e misturei todas ♥

Gostaram do resultado?

(se sim, posso usar essa ideia pra futuras fic minhas, de continuação/hm)

Ideias pro lemon: 13stairs, Ayumi maknae, Ellesmera e Raqueel

(faltou alguém? *apanha*)

Agradecimentos especiais (?): Shima_yuu, Raqueel, Shinji, Brandineb, etc etc (é que são muitos nomes, mas agredeço a todos vocês ♥)

(continuem lendo as notas LOL)



Notas finais
Não sei se vocês estão lendo isso, mas enfim
Gostaria de agradecer
A todos que leram e/ou comentaram
Ao pessoal que deu as ideias
Críticas, eu anotei, pra melhorar
Elogios, eu tatuei, porque né q ♥
Etc, etc
Então, nos vemos na minha próxima fic ♥
(que eu prometo não demorar, e *leva tijolo na testa*)
Beijo da tia Consuela ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!