Our World

13 12. Doraemon


Notas iniciais
CA-PÍ-TU-LO DO-ZE!!
AEAE *dança*
LEIAM, PLEASE, PLEASE, A FIC ATÉ O FIM (DEPOIS DA LEGENDA) + AS NOTAS!!
(É IMPORTANTE ^^)
enjooooooooy

Acordei, sentindo ainda o gosto do travesseiro.

Os raios do sol quase não passavam pela fresta da cortina.

Estava uma manhã nublada, preguiçosa.

Me lembrava do quão cansado eu estava.

Parecia o Uruha, de ressaca.

Taka estava perto das provas finais, então quase varamos a noite, estudando.

Diferente de mim, ele achava o máximo ficar acordado até tarde.

Não sei de onde ele tira tanta energia.

Eu estava quase babando encima da mesa.

Ele, quebrando a cabeça pra resolver o exercício.

De qualquer forma, ficou a noite toda me chamando de “Bela Adormecida”.

— Acorda, Kai.

— Ahn... Mais cinco minutos...

— Você falou isso há cinco minutos. Acorda, senão a gente vai atrasar!

— Ah, porra!

— Bom dia, pra você também!

— Ué, não ouvi o despertador. O quê aconteceu?

— Pifou essa noite.

— Como assim?

— A luz tinha acabado, você não percebeu?

— Não... Só percebi a chuva, mesmo.

— Enfim, parece que choveu tanto, que o gerador da escola ficou com problema.

— Então, porque acordamos a essa hora? Se tá com problema de luz, não vai ter aula!

— O Higashi mandou a gente ir pro saguão, daqui a pouco.

— Maldito inspetor.

Nos ajeitamos rápido e fomos até o quarto do Aoi, para chamá-los.

Na verdade, isso já virou costume.

O despertador toca, cinco minutos depois, eu chamo o Kai, a gente se arruma, e chama o Kou e o Yuu.

Acho que é por isso, que muitas vezes eles me chamam de “mãe”.

Bestas, só porque me preocupo com eles!

— Bom dia, Aki, bom dia, Uke!

Uruha abriu a porta e nos cumprimentou, animado como sempre.

— Bom dia, Kou.

— Bom dia. Cadê o Yuu?

— Ah, logo ali...

Ele abriu mais a porta, para que pudéssemos ver melhor.

O Yuu estava jogado na cama, bagunçada, por sinal. Aparentemente, ele estava sem roupa alguma. Apenas um lençol amassado, sobre o seu quadril. Os cabelos estavam desgrenhados, e era notável uma camada de suor em seu corpo, bem como sua boca aberta e olhos cerrados.

— Mas o que diabos aconteceu aqui?!

— Com ele? Ah, sexo...

O loiro respondeu, dando de ombros.

— O quê-sexo matinal, Kou?! Deus amado, o pau de vocês não veio com um botão de “desliga”, não?

— Heheh...

— E por que o coitado, digo, coitado no sentido literal, está desse jeito?

— Ah, nada de mais! Estávamos tentando algo novo!

— Super efetivo, devo dizer, meu amor...

— Huhuhu... Mas levanta, porque a gente tem que ir até o saguão!

— Só vou tomar uma ducha!

— Quer que eu te acompanhe, amor?

— NÃO!

Kai e eu gritamos, em uníssono.

— Você vai ficar aqui, até ele sair do banho!

— Ai, vocês dois são muito chatos!

— Uruha, eu não vou nem prolongar a conversa, senão você vai até o saguão, puxado pelas orelhas!

— Kai no baaka! Aliás, que olheiras são essas, Aki? Não dormiu?

— Ah, fiquei estudando com o Taka, até as cinco...

Estudando? Sei...

— Shima, os coelhos aqui são vocês! Ele vai ter prova daqui a duas semanas.

— E daí? Estudem na véspera, como todo mundo!

— Por que eu ainda insisto em falar com você?

— Porque você me ama?

— Oh, cale a boca!

— Kai-kuun! O Aki não me ama mais!! O quê eu faço?!

Uruha gritava, imitando um choro.

— Me larga, Kou!

— Malvado!

— Por acaso você tá bêbado?

— Só de amor...

Ele respondeu, mostrando um sorriso boboca.

— Yuu, anda logo, o Kou não pára de latir!

— Já vou, já vou! E não chame o meu amor, de cachorro!

— Eu estava chamando de cadela, mas se preferir cachorro...

O moreno apareceu, já devidamente vestido, com os cabelos molhados e o perfume de banho.

— Só eu posso chamar o meu bebê, de cadela. Não é, amor?

— Uhum...

Os dois riram, maliciosamente.

Encontramos o pequeno no caminho, o beijei quando não vi mais ninguém passar.

A propósito, ele encontrava-se completamente disposto.

— Ohayou, senpai!

— Ohayou, gatinho...

— “Gatinho”? Kawaii!

Taka escondeu o rosto no meu peito.

— Melhor que “senhorita enfermeira”.

Kai comentou, sem dar muita atenção.

Uruha direcionou um olhar assassino à ele.

— O que foi que você disse, Uke?

- Não vem, não! Vocês dois sabem que as paredes são finas!

— Ah, é verdade! Foi semana passada, né?

— Como você é lento, Aoi!

O pequeno apenas se divertia com as nossas provocações.

O fato é: adoramos nos provocar.

Pouco depois, chegamos, e lá estava o Higashi, com mais um monte de alunos.

— Enfim, devido à chuva forte de ontem, quatro dos cinco geradores que temos acabaram forçando a resistência e tiveram os motores fundidos. Como podem perceber, ainda há energia, porém, está fraca. Isso porque ainda há um gerador funcionando, mas não irá agüentar muito, Há também as luzes de emergência, mas não são de todo eficientes. Em virtude disso, a escola ficará fechada por uma semana, para que possamos restaurar os motores. Os alunos estarão dispensados até que resolvamos esse problema e a energia volte por completo¹.

Uma semana de folga. A alegria foi geral.

Alguns alunos ligavam para os pais, outros gritavam, aplaudiam, conversavam.

Uma puta zona.

Apesar disso, me sentia um pouco incomodado.

Não estava afim de voltar pra casa.

E encarar o humor ácido de minha mãe.

— Aki, quer ficar lá em casa?

— Tem certeza, Yuu? Não vai ter problema?

— Lógico que não! O Kou vem também. E talvez o Uke.

— Vou pra casa estudar, passo na sua depois.

— Bom, então tá. E você, Aki?

— Pode ser!

— Meus pais vão adorar!

— Faz um tempo que não os vejo...

O pequeno apareceu, desligando o celular.

— Etto, minha mãe pediu pra continuar com as aulas...

— Como?

— Ela falou pra você passar lá em casa, à tarde...

— Ok.

— Yatta!² E, além disso... Eu realmente não ia agüentar ficar sem te ver por uma semana...

— Muito menos eu...

Sussurrávamos, ainda assim, o pequeno corou.

Realmente, é impossível ficar sequer um dia sem vê-lo.

Meu pequeno loirinho.

.

Chegamos na casa do Aoi. O Kou tocou a campainha, e logo a mãe do moreno veio à porta.

— Yuu-kun, meu amor!!

— Kaa-san!

Os dois se abraçaram.

— Kou-kun! Estava com tantas saudades!

— Sogra! Também senti a sua falta!

— Você tá cuidando bem do meu bebê, né?

— Como sempre!

— Yokatta! E o Akira-kun!! Como você está, querido?

Ela abraçou a mim e ao Kou, super animada.

— Estou bem, Shiroyama-san! E a senhora?

— Também. E o Yuu-kun me falou que você tá namorando! Como ele é?

Ela me encarou, curiosa.

— Etto... Ele é um pouco mais novo...

— Ah, sim! Eu já contei à ela.

— Bem, vamos entrando? Preciso tirar os biscoitos do forno...

— Biscoitos!

.

— Enfim, ele é um doce de garoto...

Conversávamos na sala, comendo os biscoitos que a Shiroyama-san fizera.

— Ah, que bom! Estou tão feliz por você, Akira-kun!

— Obrigado!

A mãe do Aoi é simplesmente um amor.

— Meninos, por que não vão dormir? São nove da manhã! Ainda é cedo!

— Hum, não sei do Yuu, mas a gente tem lição pra fazer...

Lembrei, apontando para o Kou.

— Ah, mais tarde a gente faz, Akii...

— Ok...

O Shima foi dormir agarrado ao Yuu, e eu puxei o futon.

Estávamos realmente cansados.

Acordei perto das onze, e fiquei preparando uns exercícios pro Taka.

Meu celular tocou.

Mensagem, à essa hora?

Pensei alto, lendo o remetente.

“Você vem hoje, senpai? Já estou com saudades...”

Meu coração se aqueceu.

Novamente, eu parecia uma garotinha eufórica.

“Vou sim! Tbm estou com saudades, gatinho! 14:00, né? x x x ³”

Notando o largo e bobo sorriso formado em meus lábios, Shiroyama-san tirou-me de meus devaneios.

— A mensagem é dele?

— É! Veja:

Ela leu o texto, rapidamente.

— Kawaii! Você vai até lá, hoje?

— Na verdade, durante toda essa semana. A mãe dele não quer que ele pare de estudar.

— E ela sabe?

— Do quê? Ah, não, não!

O celular tocou, novamente.

“Hai! >/////<”

Que coisa fofa!

Pior que eu realmente imagino ele corando.

Ok, Akira, pare de surtar.

— ... Enfim, ainda não a conheci, mas é óbvio que, se ela soubesse, teria feito um escândalo, e não estaria me pedindo para ir até a sua casa.

— “Um escândalo”?! Impossível! Você é um menino incrível! Na verdade, todos vocês são! Fico muito feliz pelo Yuu-kun ter os três como amigos!

— Imagina. A senhora é que tem um grande coração!

— Bobagem! Escuta o que estou falando: Ela vai te aprovar!

— Estou torcendo pra isso...

Shiroyama-san é como uma tia, pra mim.

Nós sentamos, batemos papo, ela me dá conselhos, e tal...

— E como anda o Uke-kun? Por que não veio junto?

— Ele está bem, parece que ficou estudando, em casa... Falou que ia passar aqui, depois.

— Ah, sim!

.

14:00.

Parei na entrada da casa dele.

Bela casa.

Não muito grande, mas bela.

A parede cor creme, duas janelas médias na parte térrea, e duas sacadas no andar de cima, separadas por três vasos de gardênia branca.

Uma garagem para dois carros.

A telha clara dava um ar de casa-de-boneca.

Provavelmente foi decorada pela mãe.

Toquei a campainha, nervoso.

O pequeno logo apareceu.

Mal saiu, ele já pulou em meus braços e me beijou.

Sua língua acariciava a minha.

Matando uma saudade que parecia ter cem anos.

— Matte, Taka! Alguém pode ver!

— Iie! Meus pais estão no trabalho!

— Nesse caso...

— Hã? Hyah!

Suspendi-o, colocando suas pernas em volta da minha cintura, distribuindo selinhos pelas suas bochechas e cócegas na sua barriga, fazendo-o rir.

Ele me parou e me beijou mais uma vez.

— Vamos... Vamos entrar?

Ele me perguntou, respirando forte.

Assim que entramos, ele me puxou até o seu quarto.

Subimos as escadas e paramos na sua porta.

— Etto... Eu dei uma revisada naqueles exercícios e tive dúvida nos dois últimos...

— Ok, vamos vê-los.

— Hai.

— Aqui?

Apontei para a porta fechada.

— ... Hai...

— O que foi, Taka?

— Só, só não repare na bagunça... Tentei dar uma geral antes de você chegar...

Ele abriu a porta, me deixando de queixo caído.

O quarto era organizado, e estava impecavelmente limpo.

As paredes tinham um tom azul-claro, as cortinas brancas, que escondiam uma sacada, iam até o chão.

Em um dos cantos, uma escrivaninha, com os livros de matemática, um notebook aberto e acima, fixado à parede, uma estante com pilhas de cds, em tamanhos iguais.

A cama, sem cabeceira, ficava em outro canto, abaixo de um pôster do X Japan.

Encima do lençol, com estampa do Doraemon³, uma pelúcia do mesmo, além de outras de outros personagens.

A cara dele.

— Taka, desde quando isso aqui é bagunça?

— Mas...

— E Doraemon? Que bonitinho!

— Senpai!

Ele sentou-se na borda da cama, fazendo bico.

Pulei encima dele, distribuindo beijos pelo pescoço, queixo, boca.

Tornei a fazer cócegas em sua barriga.

Ele ria sem parar, agora deitado sobre as pelúcias.

E eu, sobre ele, me contendo para não devorá-lo ali mesmo.

Minha pequena delícia.

— Bom, vamos estudar.

— Hai!

Ele levantou-se e começou a mexer nos livros, notando posteriormente que eu ainda estava sentado na sua cama.

Fiz sinal para que ele viesse até mim.

Sentei-o no meu colo.

.

— Ahh, eu não entendo nada! Não vou conseguir fazer a prova!

— Ruki, calma!

— Mas, senpai, essas questões são muito complicadas! Ai, vou ser reprovado.

Puxei-o para mais perto, acalmando-o com um beijo.

Ele me encarou, com aqueles orbes cor chocolate, apoiando as costas no meu peito.

Fazendo biquinho para que o beijasse novamente.

Me perdi naqueles lábios, enquanto afagava seus cabelos.

— Para... Calcular... Essa área... Deve-se... Quebrar... A... Figura... Em... Outras... Já... Conhecidas... E... Achar... O “x”... Das... Equações...

Explicava, entre selinhos.

Separamos os lábios e ele começou a fazer contas e mexer na figura.

— Então... Com o “x” valendo “-2”, a área total vai ser... “-128√3”?

— Mas área nunca é negativa...

— Ah! Esqueci de multiplicar esse lado por “-1”... Pronto, “+128√3”!

— Viu como é fácil, Taka?

Ele sorriu, agora confiante.

— Uhum!

O telefone tocou.

Aparentemente, era a mãe dele.

— Tá, tá! Tudo bem. Até daqui a pouco, beijo.

Ele desligou o telefone, e olhou pra mim.

— Nee, a minha mãe disse que já tá chegando...

— Ah, ok. Vamos guardar o material, então...

— Na verdade, ela pediu pra você esperar... Falou que quer te conhecer...

Ai, cacete, fodeu.

— Hã? Ela sabe?

— De forma alguma! Mas, vamos dar uma geral por aqui...

— Ah, sim!

Taka trouxe mais uma cadeira, da sala, e colocou-a ao lado da sua, sentamos e voltamos a estudar.

Mais uns quinze minutos, ela chegou e bateu na porta do quarto.

— Haaai!

Uma senhora, sorridente, delicada e aparentemente jovem entrou, cumprimentando o filho com um beijo no rosto.

— Kaa-san!

Ela começou a rir.

— Esse deve ser o Akira-san... Hajimemashite³!

— Hajimemashite, Matsumoto-san!

— Muito obrigada por ajudar o meu filho!

— Imagina...

— Você está no segundo ano, né?

— Hai...

Ela me examinou, sorrindo, curiosa obviamente pela faixa no meu nariz.

— Vocês vão descer?

— Ah, sim! Estamos quase acabando esses exercícios, já estou de saída.

— Mas já? Eu acabei de voltar do mercado... Fique, por favor! Vou preparar o jantar!

Ela me encarou, esperando pela minha resposta.

Olhei para o Taka, e ele estava com aquele olhar adorável, como se implorasse para que eu ficasse.

— Bem, acho que não tem problema, então...

Os dois abriram um largo sorriso.

— Então vou lavar os legumes! Aviso assim que o jantar estiver pronto!

— Hai!

Ela saiu, o Taka fechou a porta.

— Desculpe por isso, ela está assim, animada, desde que viu a nota da prova...

— Imagina...

.

— Então, “k” vale “6”?

— Isso! A área, então, vale quanto?

— Vejamos... “48”?

— Exato!

— Ufa! Chega por hoje, né?

— Sim! Vou só selecionar alguns exercícios para amanhã, e

Sem que eu previsse, o pequeno se aproximou, me beijando.

— Taka! Sua mãe pode ver!

— Iie! Ela tá na cozinha!

— Aaaah, Takaa!

Ele começou a apalpar o meu membro, sobre a calça.

Cortei o beijo e seus movimentos.

— Senpai!

Ele reclamou.

— É melhor não, Ruki... A sua mãe está aqui.

— Então amanhã? Vem mais cedo! Onegai... Preciso te sentir...

Só essa última frase já foi digna de formigamentos indevidos em meu baixo ventre.

Quem dirá o biquinho vermelho que ele fez, em seguida.

Lentamente, ele veio até a minha cadeira, sentando sobre o meu colo, colocando uma perna de cada lado.

Me abraçou, afagando meus cabelos.

Desceu as mãos pela minha nuca, desamarrando a minha faixa.

— ... Onegai?

O pedaço de pano escorregou do meu rosto, e caiu no meu colo.

Ele beijou a ponta do meu nariz, me deixando inebriado com aquele seu perfume.

— Se sua mãe deixar...

Ele sorriu, como uma criança travessa.

Enquanto que eu ainda me recuperava dos seus toques.

Abriu a porta, descendo até a cozinha.

— Kaa-san, o senpai pode vir mais cedo, amanhã?

— Pode, mas eu vou estar no trabalho, então, nada de bagunça!

— Tudo bem!

— Venham logo jantar, a comida está pronta!

— O otou-san³ não vai jantar com a gente?

— Parece que ele teve uma reunião de última hora, pediu que comêssemos sem ele...

O jantar procedeu de forma normal, sem levar em conta o silêncio constrangedor.

Assim que terminamos de comer, Matsumoto-san pediu ao filho que fosse levar o lixo pra fora.

Eu me ofereci para lavar as louças.

Ela agradeceu, e fez questão de secá-las.

Ok, se o jantar estava constrangedor, imagine agora.

— Você é um garoto muito educado, Akira-san!

— Ah, obrigado!

— Agora eu vejo porque ele gosta de você.

Ah.

QUÊ?!

— Perdão?

— Ah, é, eu sei sobre vocês dois!

Puta que pariu.

Engasgar foi pouco.

E ela falou numa calma incomum.

Mostrando um sorriso adorável.

Muito parecido com o de Taka, a propósito.

Enfim, eu fiquei estático.

— Mas, mas o Taka, ele, ele...

— Ele não me contou! Inclusive, nem ele sabe que eu sei.

— Então, como...

— Como eu sei? Sou mãe, querido! Eu presto atenção em tudo!

Depois disso, ela notou o quão tenso eu estava.

— Ah, mas não se preocupe! Pode ter a certeza de que eu te aprovo!

— Ma-maji desuka?

— Hai! Desde que o Takkun te conheceu, ele não pára de falar de você! Só precisei confirmar minhas suspeitas com o Takamasa-kun... E ele também falou super bem de você!

— A-arigatou gozaimasu!!

Meu coração se aqueceu.

O quê eu tenho, que faz as mães sempre gostarem de mim?

Enfim, um tempo depois, o Taka chegou.

Deixei alguns exercícios para ele, e me despedi da Matsumoto-san, agradecendo mais uma vez pelo seu apoio.

— Fico muito feliz por ele estar com você, Akira-san!

— Fico feliz pela sua aprovação!

— Minha e do Matsumoto-san.

— Maji?

— Pode ter certeza!

— Hã?

— Nada não, Takkun! Vá com o Akira-san até a porta!

— Ah, claro!

Já eram 20:00.

O pequeno me acompanhou até a porta, fechando-a atrás de si.

Estava bem escuro, poucas estrelas no céu.

— Você vem mais cedo, então?

— Com certeza. Por volta de que horas?

— Onze?

— Ok!

Ele olhou para os dois lados da rua, certificando-se de que não havia ninguém, e me beijou.

Sorri em seus lábios, me lembrando da conversa que tive com a Matsumoto-san.

— Matta ashita!

— Matta!³

— Ah, e, Taka...

— Hai?

— Te amo.

Ele veio até mim e me abraçou, me dando um selinho demorado.

— Eu também. E muito!

Cheguei na casa do Yuu, com o sorriso ainda estampado no rosto.

A porta estava aberta, e ele e o Kou estavam se pegando no sofá.

— Uru, levanta daí, bitch. A gente tem que fazer a lição!

— Ah, hoje não, Akiii!

O loiro resmungou, como uma criança mimada.

— Tudo bem, então. Eu tenho coisas pra contar, mesmo...

— Ah, é! Como foi? A mãe dele estava lá, né?

— É, e ela sabia sobre o Taka e eu.

— EH?!?

O Yuu e o Kou quase pularam do sofá.

— Bem, eu me ofereci para lavar a louça, e, quando conversávamos, ela falou que sabia sobre nós dois.

— E então?

— Ela disse para não me preocupar, porque tanto ela, quanto o pai do Taka me aprovam!

— Nossa, isso é realmente ótimo, Aki!

— Estou me sentindo nas nuvens, cara!

— Você não vai esperar por mais nada, né?

— Eu ainda estou um pouco nervoso, mas agora me sinto mais confiante.

— Então, amanhã?

— Sim. Vou entregar a aliança a ele, amanhã!

~~~~~~~~~la leyenda~~~~~(español, para cambiar un póco!)~~

¹- posso dizer que eu não faço a mínima ideia do que inventei aí? A intenção era fazer a luz acabar, não me responsabilizo por essa explicação randômica aew -qqs

²- Yatta: Que bom!

³- x x x: não que a minha explicação seja 100% correta, mas significa beijos/algo pervertido, por isso o Taka colocou uma carinha, mostrando que tinha corado.

³- pra quem não conhece o Doraemon: http://2.bp.blogspot.com/_lgHsqNmZN28/TT2Vi0LPH4I/AAAAAAAAAQA/KTNzXp357tQ/s400/doraemon_cartoon.jpg

³- Hajimemashite: Prazer em conhecê-lo/ Primeira vez que nos apresentamos.

³- Otou-san: Pai

³- Matta ashita/matta: Até amanhã/até

~~

agora vem o que eu preciso falar, mas não consigo pôr nas notas, porque é muito grande:

Cá estamos, no cap. 12...

Our world já em sua reta final...

“EH?!”

Sim. Esse é o penúltimo capítulo da fic *cries –q*

Na verdade, penúltimo “naquelas”.

Quem leu/lembra que, no cap. 11, eu disse que iria fazer uma surpresa?

“Surpresa? Da hell?”

Bom, pelo menos, acho que vocês vão gostar...

O capítulo 13 será o último. Mas farei um cap. 14, como bônus.

Na verdade, vocês também vão.

“Quê? Afe!”

O capítulo-bônus vai ser, obviamente, um lemon do Rei-rei com o Rukito, mas vocês é que vão dar ideias, como gostariam que esse lemon fosse.

Técnica, local, etc...

Lógico, competentes ao contexto da história. (Nada de mudar personagens, personalidades, ou a história em si... Algo independente)

Ex.: “Ah, gostaria que você escrevesse o cap-bônus, fazendo o lemon ser na casa do Reita, e que o Ruki usasse algo especial.”

Mas algo mais específico, please >

Para que eu me organize direitinho, gostaria que vocês me mandassem as idéias, junto dos reviews, mas nesse capítulo (12).

Num prazo de quinze dias, vocês me mandam, que tal? Tempo de sobra, né?

Escolherei a melhor proposta no dia 8/12, e até o dia 11, eu posto o cap 13, e começo a trabalhar no bônus, ralando o rabo pra fechar a fic com chave de ouro *-*

Então, cabe a vocês, escolher se vai ter bônus, ou não ♥

Notas finais
e então, o que acharam desse cap?
UIUIUI, REI-REI VAI ENTREGAR A ALIANÇA PRO RUU ♥
reviews, please *olhos enormes e brilhantes*
não esqueçam de dar a ideia pro cap-bônus, amores ♥
(btw, tava com saudades ><)
beijinhos o/