Our World

12 11. Please, tell me the way to the sky.


Notas iniciais
YAHOOOOOOOO!!!!
ACHARAM QUE A PESTE AQUI TINHA ESQUECIDO DE VOCÊS, NÉ?
JAMAIS, AMORES *__*
COMO SEMPRE, DESCULPEM PELA DEMORA >_
(PROBLEMAS INTERNOS)
BOA LEITURA /o/
*leiam as notas finais, please ♥

— Eh?

— ... É pra comemorar... O jogo...

Ele colou seu corpo ao meu.

Senti seu peito em minhas costas.

Respirando, compassado.

Calor...

— Um presente...

— Ah!

.

Sentia todo o seu corpo.

Paralisei.

Sua língua tocou a minha nuca, lambendo da base ao topo.

- Ah, Taka!

Ele me abraçou, escorregando uma das mãos até o meu falo, e a outra até o meu tórax.

Massageando ambos.

Prendeu o lóbulo da minha orelha entre os dentes, lambendo e mordiscando.

Eu já estava começando a ficar duro.

E podia sentir que ele também.

Sem que eu percebesse, ele pegou o sabonete.

Começou a passá-lo em minhas costas.

Do ombro ao cóccix.

A espuma escorria, bem como a minha sanidade.

Um afago excitante.

- Hm!

Ele passou o sabonete sobre as minhas nádegas.

Indo até as minhas coxas.

Ele me virou, ficando de frente para mim.

Meu membro latejou quando vi seu delicado corpo molhado.

Seu pequeno falo já ereto.

Sem muito esperar, peguei-o pela nuca, grudando-o no meu corpo, beijando-o intensamente.

Tirando o ar de nossos pulmões.

Taka corou.

Em seguida, ele afastou nossos corpos e tornou a me ensaboar.

Escorregando aquele lubrificante pela minha clavícula.

Tórax.

Mamilos.

- Ah!

Abdome.

E, antes que chegasse ao meu membro, parou.

Colando suas costas em meu peito.

Subindo e descendo.

Se esfregando em meu corpo.

Suas mãos se apoiaram na minha nuca, ajudando no movimento.

Seu corpo estava totalmente colado no meu, de modo que suas nádegas se roçavam contra o meu pênis.

Me deixando simplesmente maluco.

Completamente excitado.

Aquele calor.

O vapor do banho.

A falta de oxigênio.

Minha pressão baixou.

Eu teria desmaiado, não fosse a janela aberta.

Recuperei o fôlego, tomando o sabonete da mão do pequeno.

Passei-o pelo seu peito, massageando aquela pele úmida.

- Senpai... Ahh!

- Nee, Taka... Como conseguiu entrar aqui?

- O Ko-Kouyou-san me emprestou a cha-a chave dele... AH!

- Ah, é?

- Ha-hai...

Ele falava com dificuldade.

Notando que já o ensaboara o suficiente, joguei o sabonete em qualquer canto do box, tomando seus mamilos em meus dedos, esfregando-os.

- Kyah!

Belisquei aqueles bicos rosados, fazendo com que o pequeno tremesse.

Ele se virou, apoiando o queixo em meu peito.

Suas mãos seguraram o meu rosto, me puxando para um beijo carinhoso.

Esquentando minha língua na sua.

Desci até o seu pescoço, chupando uma boa parte.

Segurei-o pela cintura, enquanto ele continha os gemidos, dando mordidas no indicador.

Mordidas que viraram lambidas.

Ele chupou o dígito, lentamente.

Parecia apreciar.

E, assim que me pegou assistindo, passou a reforçar o ato.

Passando a língua, da base até a ponta do dedo.

Lambendo uma gota de saliva que escorrera.

Parei de acariciá-lo para me ater ao seu pequeno show.

Ele fechou os olhos e começou a gemer.

Alto.

Arqueando as sobrancelhas.

A língua se movia rápido.

Taka mordiscava o dedo.

Ele estava me provocando.

Sem aguentar, tomei aquele dígito em meus lábios, pressionando-o contra o céu da minha boca.

- Kyah!

Voltando em seguida para os seus beiços.

Beijando-o intensamente.

Ele me afastou para que pudesse respirar, abaixou para pegar o sabonete.

Empinando o quadril.

Não sei o que diabos eu fiz para me conter naquela hora.

De qualquer forma, ele se levantou e me deu um selinho, apoiando-se em meus ombros.

Forçou para que eu me abaixasse.

De joelhos no chão, eu esperava entender o que viria a seguir.

O sabonete tocou a sua pele.

Fazendo círculos pelo seu tronco.

Assim que notou ser suficiente, deixou a barra perfumada em minhas mãos e começou a tocar seus mamilos.

Girava, beliscava, atritava...

Enquanto isso, suas pernas se separaram num ângulo pequeno, porém suficiente.

Eu diria sessenta graus.

Ok, Akira, esqueça a matemática, seu retardado.

Seu quadril começou a se mover.

Lentamente, como se acompanhasse o som de uma música.

A única melodia que me vinha à mente e que se encaixava naqueles movimentos era a White feathers, do L’Arc¹

“Will you please tell me the way to the sky…”

Enfim, Taka se movia de forma erótica.

Vez ou outra se agachando.

Aquela dança só estava me enlouquecendo.

Sem mais me conter, segurei-o pela cintura e distribuí beijos em seu tronco, o qual a espuma já fora levada pela água.

Ele se ajoelhou.

Tomando o sabonete da minha mão.

Espumando as suas.

Passando para o meu membro.

Ensaboando-o por inteiro.

- Ahh...

Sem deixá-lo esperar, fiz o mesmo com o seu, juntando-o à brincadeira.

- Se-senpai-ah!

Estávamos tão perdidos naquele prazer, que os ritmos se misturavam, os gemidos se chocavam, o calor nos sufocava.

Uma completa desordem.

.


Ele me parou, antes que chegasse ao ápice, e com isso, percebi que eu também estava próximo.

Ele se levantou e me puxou também, apoiando as costas na parede.

Gemeu contra o choque gelado do azulejo.

Me encarou.

Só agora pude ver melhor a sua face.

Estava fortemente corada.

Ele respirava com dificuldade.

- Quer parar, Taka?

- ... Jamais.

Ele forçou os pulmões, recuperando o fôlego.

- Eu quero você... Em mim...

Falou baixo.

Sua voz era suave.

Soando como um sussurro.

Um sussurro sensual.

Até demais.

- Hm...

Com uma das mãos, segurei os seus dois pulsos, elevando-os até acima de sua cabeça, de modo que ele não pudesse mover os braços.

Ele abriu mais as pernas, para que eu pudesse prepará-lo.

- Hn! A-ah!

Introduzi o primeiro dedo, tendo já lubrificado-o com a minha saliva.

.


Ele se movia contra a minha ereção.

As lágrimas já levadas pela água.

Ainda reclamava um pouco da dor, mas quando eu perguntava se ele queria parar, “nunca” era resposta, e quando eu ameaçava de sair de sua entrada, ele me impedia.

- Isso é tão bom...

- Como? Assim?

- HYAAH!

Aparentemente, atingi a sua próstata.

Comecei com os movimentos rápidos, atacando sempre naquele mesmo ponto.

Ele me puxou para mais perto de si, fazendo com que nossas respirações se chocassem.

Elevei suas pernas, colocando-as em volta do meu quadril.

- AAA-AH!!

Pelo jeito, não havia acertado a sua próstata antes.

Mas agora, sim.

Ele cerrou os olhos com força, gemendo alto.

Corou quando percebeu que eu não parava de fitá-lo.

- Ai, Taka! Você é a coisa mais fofa do mundo!!

Ele sorriu e fez um biquinho com aqueles lábios rubros.

Beijei-o despudoradamente, me perdendo naquela cavidade deliciosa.

Então... Como é que eu não gozei ainda?!

Francamente, esse garoto me deixa fora de órbita!

- Se-senpai...

- Diga, pequeno...

- Você-ah! Você pode se sentar?

- Ok...

Sem imaginar o que estava por vir, sentei-me no chão do box.

Ele pousou as mãos em meus ombros.

- AH, TAKA!!

- HN!

O pequeno simplesmente sentou no meu colo.

Fazendo o meu falo sumir em sua entrada, de uma vez.

Viu? Não falei que ele me deixa louco?!

Ele se movia rapidamente, as estocadas eram curtas.

Suas pernas se abriam mais, revelando o seu membro.

Assim que me vi mais controlado, passei a tocar o pequeno.

Fazendo-o delirar.

Espelhando-me no ritmo das estocadas.

Ele passou as mãos pelo meu abdome, em seguida fazendo força para que eu me deitasse.

As gotas do banho caíam por todo o meu corpo.

Amortecendo o meu rosto.

Amortecendo o meu tronco.

Ele continuava com os movimentos.

Os quais simulavam uma cavalgada.

Deus, aquilo era uma perdição!

Sua expressão era de extremo prazer.

Seus olhos me enfeitiçavam.

Ele respirava pela boca.

Que encontrava-se vermelha.

Seus mamilos eretos pareciam dois pequenos morangos.

Que eu poderia morder a qualquer hora.

Seu peito, bem como seu pescoço, encontravam-se marcados.

Pequenas manchas rosadas.

Meu pênis pulsava.

Muito me excitava que sua entrada se contraía a cada pulsada, como um reflexo.

Meu ápice estava próximo.

Rodeava sua glande, descendo até a base.

- A-ah! Senpai!

- Taka, eu vou-ah!

- Ha-haAI!

- Juntos?

- Haaai!

Mais três estocadas, e nos desfizemos ao mesmo tempo.

- TAAKAAA-AH!

- AKIRA-AHH-SE-SEN-KYAAH!

Assim que paramos de nos mover, um frio tomou conta do meu corpo, me fazendo tremer até os ossos.

O frio também atingiu o pequeno.

Meu coração batia forte.

Parecia que iria explodir.

Apesar de tudo, o prazer ainda envolvia os nossos corpos.

Como um tecido delicado, porém pesado.

Sobre os nossos braços, pernas, costas.

Retardando os nossos movimentos.

O cansaço também não ajudava.

Retirei-me de seu interior.

Levantei-me, e em seguida ajudei-o a se levantar.

Tomamos um banho juntos e fomos dormir, cansados até para respirar.

O pequeno deitou-se ao meu lado, me abraçando.

Ele ficou olhando para o meu nariz.

- O que foi, Taka?

Ele sorriu, da forma doce que sempre conseguia me derreter.

- Nada...

Ele beijou o meu nariz.

Corei de leve.

- Aishiteru, Reita-senpai!

- Aishiterumo, Ruki!

Ainda assim, ele parecia incomodado com algo.

- Diga, pequeno. Quer algo?

- De novo.

- De novo?! Agora?!

– Iie! Quando a gente acordar...Pode ser...?

Ele me encarou, com aquelas orbes angelicais.

- Com certeza, meu amor!

Ele corou e escondeu o rosto em meu peito, pegando no sono depois de alguns minutos.


.


Nossos corpos debatiam na cama, o lençol branco e macio forrava aquele prazer ardente.

Branco, como outrora estava a pele veluda do meu pequeno.

- Senpai, eu vou-AAAH!!!


.


- Parece que eles não vêm mesmo.

- Pobre Ruki, mal vai conseguir sentar amanhã...

- Ah, dane-se! Vou voltar a estudar! Até amanhã!

- Então, Kou... O que acha de ficar sem sentar amanhã?

- Hmm, não basta a festinha que fizemos há pouco?

- Ah, ainda me sinto tãão tenso, gatinho...

- O que tem em mente?

- Você trouxe aquela roupa de enfermeira, ou deixou em casa?

- Acho que eu trouxe. Tive que esconder porque, sabe, minha mãe teria um infarto se visse que o seu filho se veste de enfermeira.

- Uma enfermeira safada, por sinal.

- Hum, e o senhor Yuu adora essa enfermeira, não?

- Ah, se adoro!

Aoi levantou-se.

- Chamando a enfermeira Kouyou! O seu paciente está à sua espera!

Os dois começaram a rir e voltaram correndo de mãos dadas, para o quarto.



~~~~~~~~~~~~~~~l'égendé~~-q~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

¹: White Feathers, música do L'Arc, inclusive, não só por opnião própria, é uma obra de arte *_*

aqui, o link: http://www.youtube.com/watch?v=J13aayAhavk

old? Sim, sim! Na realidade, eu sei que muitos devem imaginar "mas essa música não tem NADA.A.VER com o lemon e a putaria que o Taka tá fazendo!"

Imaginem o Taka dançando nesse ritmo...

e now? Queria mostrar que a música não precisa ser sexy pra dar o efeito... Espero que tenha conseguido :D

Notas finais
Então? :>
espero reviews *_*
não vou falar mto aqui, dessa vez, até porque tô com pouquíssimo tempo pra mexer no pc... Terminei de digitar há pouco, e já vim aqui postar! Me avisem se não percebi algum erro (>_<)
espero que tenham gostado, esperem pelo próximo, que vai ter uma surpresa (não contarei ainda/má -q)
beijões ^^