Our World

11 10. Home run


Notas iniciais
YAAAAY, HERE I AM!!-QQ
again... desculpa o atraso >o< *chora*
OMNOMNOMN RUKITO, SE PREPARA, FILHO! -QQ
EEEEENJOY!!!
KIIISU!
*SENTA E VOLTA A FAZER LIÇÃO*

— Foi um home run?

— Foi!

— Kakkoi!¹ E o senpai tá marcando a maioria dos pontos!

— É, como sempre!

Estávamos no ginásio do colégio, assistindo à partida de beisebol. Competindo contra o time de outro colégio.

O senpai estava jogando muito.

Isso me faz tão feliz.

Vê-lo enérgico daquela forma.

Além de que, ele estava tão sexy naquele uniforme...

— Etto, onde está o Aoi-senpai?

— Ah, ele disse que tinha um compromisso, mas logo chegava...

— Milagre você não ter ido com ele, Kou!

— Eu queria, mas ele não me deixou ir...

— Vai ver ele tá te traindo...

— Kai no baka!

Yutaka-san ria sem parar.

— Ele disse que ia fazer uma surpresa pra mim...

— Hey, Uru, faça o favor de não me contar essa surpresa.

— Porque? Tem medo de ficar excitado?

Ele parou de rir no momento em que Kouyou-san terminou a frase.

— Não, idiota! Só me assusta o tipo de “surpresa” que o pervertido do seu namorado planeja!

— Hehehe...

Falando em surpresa, eu também planejava algo para o senpai, apesar de que ainda não tinha muito em mente...

Nenhuma ocasião muito especial, apenas pra comemorar o jogo.

— Etto, Uruha-san...

— Ah, pode me chamar de Kou, Ruu-chan!

— ... Kou... –san...

Ele riu da minha tentativa de chamá-lo pelo apelido.

— Enfim, eu queria conversar com você...

— Pode falar!

— É meio particular...

— Ahh, entendo... Kai, sai daqui.

— Hã? Por que eu tenho que sair?!

— O Ruu-chan quer privacidade pra falar comigo!

— Mas!

— Não, não é nada disso, Kou-san! É só que eu não queria falar muito alto...

De qualquer forma, com o barulho do jogo, ninguém iria ouvir a nossa conversa...

— Pode falar, Ruu-chan!

— É que... Você me fez lembrar que eu também estava pensando em fazer uma surpresa pro Akira-senpai...

— Por causa do jogo?

— Hai... Pra comemorar...

— Ah!

— Eu só não sei como fazer...

— Por “surpresa”, você quer dizer pegá-lo de surpresa?

— H-hai...

Aposto minha cabeça que eu parecia um pimentão naquela hora.

Kouyou-san sorriu travesso, pensando numa maneira de me ajudar.

— Olha, isso é o que você vai fazer: Vai esperar ele entrar no banho depois do jogo, e no momento certo, você entra no chuveiro com ele!

Aquela ideia parecia perfeita.

— Mas eu não tenho a chave do quarto dele...

— Eu deixo a minha com você! Não uso mesmo... Mas preciso pegá-la no quarto do Yuu...

— Eu estou tentando ignorar essa conversa, mas como não consigo, Ruki, um conselho: Cuidado pra não se assustar quando olhar pro nariz dele!

— Hahahaha é verdade!

Os dois tornaram a rir.

— Mas eu já vi o nariz dele! Não é feio! Eu achei... Fofinho...

— Ghah... Ha? Eh? Ele já te mostrou o nariz? Caramba, ele NUNCA mostra o nariz pra ninguém!

— Etto, devo ficar lisonjeado...?

— Deve! O negócio é sério!

Kai-san abriu um grande sorriso, o mesmo reproduzido em seguida pelo Uruha-san.

— Ah, sabia que o Reita não estava mentindo quando falou que está completamente apaixonado por você, Ruki!

— Né!

— Ma-maji?!

— Mochirondesu!

Aquilo só derreteu o meu coração.

Minha vontade era de sair pulando até a quadra e me jogar nos braços do senpai.

Te amo tanto.

— De qualquer forma, depois dê uma passada quarto do Yuu, eu vou te entregar a chave.

— Arigatou, Kou-san!

— Imagina, Ruu-chan! Só quero saber dos detalhes depois, hein?

— H-hai!

— Outro home run!

— Maji, Kai?

— Soo, soo!²

Parece que alguém vai se dar bem hoje...

— Ah, Kai, larga esse livro!

— Calma, só falta essa página!

— Vão ter prova amanhã? De que matéria?

— Geografia.

— Já estudou, Kou-san?

— Não. Vou preparar a minha cola, isso sim.

— Kou, se você usasse esse tempo que tem pra preparar as colas, para estudar, talvez soubesse pelo menos do que se trata a Nova Ordem Mundial!

— Mas eu sei! Tem aquele treco dos desempregos...³

— Você não presta mesmo!

— Ah, também te amo, Kai!

— Hunf...

Kai-san fechou o livro enquanto ainda ríamos e o apoiou em seu colo, nesse instante, Aoi-senpai chegou e envolveu a cintura de Kouyou-san.

— YUU! EU SENTI A SUA FALTA!!!

— OH, DARLING, EU TAMBÉM SENTI A SUA!!

— Querem parar de berrar? Aqui tá parecendo um hospício! E, Aoi... O que é isso aí?!

— YUU! Você colocou um piercing na boca!

— Surpresa, gatinho!

— Ah, eu te amo, moreno!

Kouyou-san aproximou-se do outro, com a intenção de beijá-lo.

— Chotto matte!³ Ainda não pode tocar! Tá sensível!

— Aah, tadinho! Tá doendo? Eu vou cuidar de você, amor!

— Humm...

— Sabe, você tá tão sexy com esse piercing, moreno...

— Você quer dizer mais sexy, né?

— Uhhun!

— Huhuhu...

— Sabe... Você não pode usar a boca, mas eu posso...

— Ah, Kou, desse jeito eu fico doido...

— Puta merda, vão se comer longe de mim!

— Hum, ótima ideia, Kai! Fala pro Aki que, mesmo sem entender esse jogo, eu estou torcendo pra ele!

— Ah... Tá.

Os dois sumiram num piscar de olhos.

O jogo durou por mais uns minutos e então terminou com a vitória para a nossa escola.

322 a 24³

Senpai ficou muito feliz.

Contagiava a todos, que vibravam com o placar.

Ele correu até a arquibancada e me pegou no colo, me fazendo corar.

Abracei-o forte.

Mas não que alguém pudesse entender por mais que um abraço de amigo.

— Ganhamos o jogo!!

— Kakkoi nee!! Você jogou muito, senpai!

— O nosso time é bom! Foi trabalho em equipe!

— Mas você é o melhor!

— Arigatou!

— Ah, estou muito feliz por você, senpai!

— Eu também! Esse time é muito forte!

— Parabéns, Aki!

— Domo, Kai!³ E... Onde estão os outros dois?

— O Aoi e o Uru? Eles saíram há uns minutos, o Uru mandou dizer que ainda não entende esse jogo, mas estava torcendo pra você.

— Ah... que bom?

— E o Aoi-senpai colocou um piercing no lábio...

— Tá, entendi porque eles saíram.

— Enfim, eu preciso tomar um banho, daqui a pouco a gente se encontra?

— Uhum.

— Taka, você me espera aqui?

— Vou com você até o quarto!

— Ok!

Assim que nos vimos sozinhos no corredor, nos atacamos, despudoradamente.

Rocei a minha língua na sua, sentindo o seu gosto.

— Hn!

Ele abriu a porta do quarto, apressado.

Cortamos o beijo, após muito relutarmos em busca de oxigênio.

— Eu vou... Eu vou tomar banho...

— Hai...

Dei um leve selinho em seus lábios.

Ele trancou o banheiro, antes mesmo que eu pudesse me vangloriar por não precisar da chave pra entrar em seu quarto.

Lá fui eu em direção ao quarto do Yuu-sepai, torcendo para que eles tivessem uma cópia da chave do banheiro.

A propósito, é o quarto ao lado.

Bati à porta.

Kouyou-san apareceu, usando apenas um lençol envolto na cintura.

Abaixei o rosto, procurando esconder o quão vermelho eu fiquei.

Ele olhou para mim, sorrindo.

— Ah, oi, Ruu-chan! Espera só um minuto, que eu já te trago a chave!

— Etto, na verdade, eu precisava da chave do banheiro. Ele acabou trancando.

— Soo ka?³ Matte, matte! Acho que tenho a chave do banheiro aqui comigo...

Ele voltou para o quarto, indo procuar nas gavetas do criado-mudo.

— Achei!

Logo ele voltou, me entregando a chave que, assim como a minha era prata, num tom escuro.

Ou seja, ferro.

— A-arigatou, Kou-san!

— Domo! Ah, e boa sorte, Ruu-chan!

— Hai!

— Boa sorte, chibi!

Aoi-senpai gritou de onde estava.

— Arigatou, Aoi-senpai!

Voltei para o quarto dele.

Estava nervoso.

Tranquei o quarto.

Um pouco envergonhado, tirei as minhas roupas, me arrepiando, devido ao frio.

Fui até a porta do banheiro.

Podia ouvir o som do chuveiro.

As gotas caindo davam asas à minha imaginação

Inseri a chave na fechadura e lentamente a destranquei, abrindo a porta de madeira.

Cuidadosa e silenciosamente.

O vapor misturou-se ao ar.

Respirava as gotículas, com a sensação de estar numa sauna.

Já não estava mais frio.

Vi seu contorno pela porta de vidro do box.

Abri esta, que já se encontrava fosca, devido à água vaporizada.

Ele estava de costas, adornado pelas muitas, porém pequenas gotas límpidas que escorriam e delineavam seu físico.

Me aproximei, ágil e imperceptível.

Toquei a sua pele.

Delícia.

E então ele se manifestou, virando o rosto, se acalmando quando percebera que era eu.

— O que faz aqui, pequeno?

— Shh...

Me aproximei mais, com apenas meio centímetro de distância de seu corpo.

— Eh?

— ... É pra comemorar... O jogo...

Destruí o pequeno espaço que nos separava, me colando por trás de seu corpo.

Sentindo sua pele quente e molhada contra a minha, que se umedecia aos poucos.

Seu cheiro...

— Um presente...

— Ah!

---------------------------ABAJOUR--------QISSO--------------------

primeiramente eu queria dizer que... Eu não faço ideia do que seja um home run *apanha até o sangue mudar de cor* mas sei que é algo foda, então... É o que importa (?) :D

1- Kakkoi: "WOW!" ou " que demais!" (porra, "que demais" é gíria véia, hein? D: põe "que supimpa" logo duma vez! -qq)

2- Soo, soo!: "Isso, isso!" (agora é Chaves, besta?!)

3- "Tem aquele treco dos desempregos": Uruha refere-se aos dois tipos de desempregos que podem afetar uma empresa: o conjuntural e o estrutural.(Adoro como o Uru responde as coisas de forma precisa! #ironiaoff)

3- Chotto matte: "Péra um pouco" (Eita loiro apressado (?))

3- "322 a 24": simplesmente, eu entrei no google, digitei "placar de beisebol" e saiu essa pontuação (y)

3- Domo: nesse caso significa "obrigado"

3- Soo ka? Matte, matte!: "Sério? Espere, espere!"

caramba, nesse cap eu enchi de expressão japonesa, hein? Queria colocar todo o diálogo em japonês, mas... Não iria fazer sentido :D (jura?)

Notas finais
OK, OK, NEGADA! ENTÃO O RUKI DEU O BOTE! -QQQ
O QUE ACHARAM?
SIM, EU DEMOREI NESSA TBM, MAS A BOA NOTÍCIA (?) É QUE FOI PORQUE ESTAVA ESCREVENDO UMA ONESHOT AOIHA PURA PUTARIA (SRSL)QUE LOGO MAIS POSTO, SE VOCÊS PEDIREM ;D
ALÉM DISSO EU IRIA POSTAR SEMANA PASSADA, MAS NÃO DEU PQ FUI NO SHOW DO X, E MINHA AMIGA DORMIU AQUI, E TALZ
ALGUÉM AÍ FOI? CARALHO, FOI PERFEITO!!YOSHIKI ME ÇEDUZIU A LOT (Y)
ENFIM, ESPERO REVIEWS /o/ KIIIIIIIIISUS :**