Notas iniciais
Primeiro capítulo da fic. Enjoy, e se quiserem que eu recomende alguma fic aqui na série é só me falarem por MP e eu irei colocar o link aqui e nas Notas finais. Okay? *-* Fic de hoje: We Are Never Ever Getting Back Together. Link http://fanfiction.com.br/historia/324497/We_Are_Never_Ever_Getting_Back_Together. Nome do capítulo de hoje: Changes. Um pouco da tradução está na história, ok?

Taylor Stewart.

Hoje acordei quatro horas da madrugada, fiz minha higiene matinal e desci pelas escadas com meu caderno de composições nas mãos. Um lápis rosa com borracha e comecei a escrever algo. Iria me mudar hoje e seria um ótimo tema para uma música que eu iria compôr. "Eu ainda não sei pelo que estava esperando. E meu tempo estava correndo selvagem. Um milhão de ruas sem saída. Toda vez que eu pensei eu tinha conseguido. E o sabor não parecia ser tão doce". Comecei falando sobre o Travis, deixei uma lágrima escorrer. Mas segui em frente e continuei a música. "Assim eu fiquei cara a cara comigo mesmo. Mas nunca consegui ver nenhum relance. Como os outros devem ver o falsificador. Eu sou muito rápido para ter esse teste".

– Taylor. — Minha mãe, Betty desceu as escadas e me viu sentada no sofá com um caderno nas mãos. Me olhou confusa, eu não fiz nada somente limpei as lágrimas que escorriam em meu rosto, ela me abraçou.

–Quando vamos? — Perguntei pouco ansiosa, pelo tom de voz.

– Depois do almoço, querida. — Me acalmei e subi para arrumar minhas malas que de certo não tinha arrumado ainda.

Fui pensando na cidade, nas minhas amigas e inclusive eu teria que me despedir da Lindsay. Arrumei minhas coisas com calma e quando deu onze horas fui na casa da Lind para me despedir.

– Bom dia, senhora Hillridge! — Tentei ser gentil, pois eles me amavam quando eu era gentil.

– Oi Taylor. — Sorriu. – Quer que eu chame a Lindsay? — Fez que era pra mim entrar.

– Não. Se a senhora não se incomodar eu poderia subir pra falar com ela? — Ela cedeu e eu subi no quarto da Lindsay e bati na porta.

– Oi. — Lindsay me abraçou. – Entra, Taylor. — Gesticulou e eu entrei.

– É que eu... — Pausei friamente. – Vou me mudar pra Los Angeles. — Aquelas palavras foram como uma facada nos nossos corações e rapidamente nos abraçamos chorando.

– Mas não pode ser, Taylor. — Ela chorava tanto que falava aos soluços.

– Eu também não quero ir. — Desabafei e beijei sua bochecha desfazendo o abraço.

– Mas e nossa amizade, não pode ser. — Ainda dizia soluçando, eu estava no mesmo estado.

– Você tem a Mel... — Ela me interrompeu com tom furioso exposto em seu rosto.

– Como assim? Eu nem ligo pra Mel. Ela que gosta de ficar perto de mim, eu te amo. E somos melhores amigas, Taylor. Eu te amo muito mesmo. — Lindsay pausou e me fitou em pé com os braços cruzados.

– Tá. Mas agora ela é sua única opção, Lind. — Levantei e a abracei novamente. Sentirei tanto sua falta, Lindsay!

– Ok. Eu vou pra sua casa almoçar com você. — Disse trocando de roupa.

Chegamos em casa depois a senhora Hillridge permitir que a Lindsay almoçasse lá em casa, mas quando fossemos pra Los Angeles era pra ela voltar para casa. Quando cheguei tinha um caminhão de mudanças em frente a nossa casa, Lindsay deixou uma lágrima pingar.

– Então esse é o fim, Lind. — Abracei-a fazendo nos chorar muito.

– Vamos almoçar, Taylor. — Minha mãe nos chamou lá de dentro da casa e fomos em direção a mesa e sentamos lado a lado.

Comemos a salada e sentamos no sofá, vi meu caderno de composições e logo peguei-o e coloquei no sofá ao meu lado. Abracei a Lind e ficamos abraçadas até chegar a hora de eu me mudar.

– Tchau, fica bem minha Lind. — Abracei e logo desfazendo e dando um beijo em sua bochecha. Acenei e entrei no carro vi ela chorar e caminhar em direção a sua casa. O carro nos levou até o aeroporto e o cara do caminhão levou ele para casa, em Los Angeles iríamos andar sempre de táxi.

Entramos no avião e sentamos em um banco triplo, eu fiquei na janela e minha mãe no meio deixando meu pai no canto. Levantamos voo e saímos. Eu estava atenta olhando tudo pela janela do avião. Enquanto o avião decolava liguei meu iPhone e peguei os fones, comecei a escutar algumas músicas que eu cantava, detesto me gabar, mas minha voz era bela. Meu sonho era ser cantora. As músicas eram: Changes que compus hoje de manhã, A Year Without Rain, que compus em vão para Travis, mas ainda era bonita. Tirei os fones e comecei a compôr outras músicas. Compus A Place In This World. Que significava Um Lugar Nesse Mundo. Até que fechei o caderno e adormeci.

– Taylor, acorda. — Sussurrou minha mãe. Eu acordei, não era muito boa de sono, ele não era tão pesado assim, mas adormeci a viagem toda, deve ser por ter acordado cedo. Saímos do avião e chegamos em um prédio com um motorista particular, não sabia que estávamos nessas condições, querido Christopher Stewart.

Entramos, eu fui diretamente em meu quarto, roxo e branco, até que parecia bom. Guardei minhas malas e fiquei arrumando o quarto da maneira em que gostava. Depois de uma hora arrumando a decoração do quarto fui até a cozinha e preparei uma panqueca, a comi bebendo um suco de laranja como acompanhamento, depois de me alimentar liguei pra Lind.

– Lindsay? — Perguntei. Ela sorriu alto e eu retribui com um sorriso de lado.

– Oh, Taylor. - Mexeu nos cabelos. Eu sorri e ficamos conversando por duas horas, quando esgotou meus créditos, era horrível ficar sem créditos.

– Filha, por quê não vai passear e conhecer Los Angeles? — Até que era uma boa ideia.

– Tá. Estou indo. — Peguei uma bolsa e saí. Desci o elevador, cumprimentei todos ajeitando minha saia jeans e fui pela porta de saída e entrada.

Cheguei em uma praça, pedi um sorvete paguei e sentei-me em um banco comum, observando todos e a natureza ao meu redor, até que me deparo com três garotos, uma loira de cabelos cacheados, uma morena de cabelos negros e lisos e um garoto bonito de cabelos negros lisos. Eles pararam na minha frente, iriam me cumprimentar, na certa.

– É.. Oi. — Iniciei com voz falhada pela vergonha de ter pessoas me fitando, estava tomando minha casquinha sorvete de creme coberto com licor de menta. Tirei a pazinha que estava espetada no sorvete, coloquei um tanto bom de sorvete nela e levei a boca delicadamente.

– Oi. — Aquela garota morena sorriu feliz e eu sorri fraco, só pra ser educada.

– Olá. — O garoto bonito de cabelos negros me cumprimentou, fiz gesto para eles sentarem, no banco tinha espaço para quatro pessoas, fiquei no canto esquerdo e o garoto bonito ficou ao meu lado, seguido pela loira e pela a morena que ficou no canto direito.

– Boa tarde. — A loira cumprimentou com voz de tédio.

– O quê você faz aqui sozinha? — A morena perguntou, eu iria responder e perguntar o nome deles.

– Sou nova aqui. Acabei de me mudar para o Prédio Ockls. Como vocês se chamam? — Respondi lançando uma pergunta.

– Sou a Carly Swift. — Nome legal, sempre sonhei em ter uma filha chamada Lara Swift.

– Eu sou o Freddie Cosgrove. — O garoto que eu considerei nerd respondeu.

– E eu Samantha Truscott, mas pode me chamar de Sam. — A garota loira apresentou-se. – E o seu? — Continuou.

– Me chamo Taylor Stewart. — Apresentei-me. – Prazer em conhecê-los. — Terminei.

– Quer vim na minha casa? — Carly pediu. Aceitei com a cabeça.

Chegamos em um prédio chamado Fickles. Entramos e Carly pediu ao porteiro as chaves do seu apartamento, pois falou que seu irmão, um tal de Spencer Swift estava fora, acampando com uns amigos.

– Senta aí Taylor. — Freddie fez sinal para o sofá e eu me sentei, ele sentou ao meu lado.

De repente um garoto de cabelos curtos negros, com olhos castanhos e lábios bem vermelhos entrou. Arfei. Era o tal de Spencer Swift, o irmão da Carly. Aquele seria o garoto em que a Taylor tímida sofreria uma paixão em silêncio. Era sempre isso, a Taylor tímida sempre sofria em silêncio. Mas fora isso, eu estava feliz. Naquele momento Freddie passou o braço pelos meus ombros, me fazendo sorrir. Cumprimentei Spencer, ele fez o mesmo e ficamos conversando o resto da noite e depois eles me levaram pra casa de carro.

Notas finais
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