Notas iniciais
Fic que recomendo: http://fanfiction.com.br/historia/356632/Love_Love_Love_And_Love/. É uma fic extremamente perfeita, beijos.. leiam? Reviews? Episódio de hoje: Duality.

Taylor Stewart.

Levantei dez horas da manhã, acordei peguei meu caderno de composições e comecei a escrever algo, sobre Spencer, ele não me saía da cabeça um segundo sequer. "Estava andando no banco do passageiro com meu cabelo desarrumado no assento da frente do seu carro. Ele tinha uma mão no volante, e a outra em meu coração. Olhei em volta, desliguei o rádio. Ele disse 'Baby, há algo errado?'. Era isso que eu queria, eu necessitava o Spencer, e isso tinha acontecido ontem no carro, mas não exatamente dessa forma. Eu preciso de Spencer deitado sobre meu colo. Eu bagunçando seu cabelo.Comecei a pensar e fui até a cozinha depois de fazer minha higiene matinal. Resolvi que criaria sempre um refrão quando acordasse, e iria tentar revelar a ele. No final estaria a coisa mais importante "Eu te amo mais que tudo... irmão da Carly", mas deixaríamos isso para o final. Subi as escadas que nos levava até a despensa, peguei algumas bolachas, fiz um café com leite. Tomei meu lanche matinal e sentei-me ao sofá, assistindo TV. "Eu enfio meus dedos em meus olhos é a única coisa que lentamente para a dor. Mas é feito de todas as coisas que tenho que suportar. Jesus, isso nunca acaba, isso corrói por dentro. Se a dor continuar... AHHHHHHH". Terminei a canção, fui até a área e cantei gravando-a em meu iPhone.

– Taylor, já de pé minha filha? — Minha mãe me viu sentada no sofá assistindo um canal de músicas. Estava vendo algumas músicas da Katy Perry e me deu uma ideia. Fui correndo e troquei minha roupa, eu ainda estava de pijama. E fui diretamente para o prédio Fickles. Toquei a campainha e Carly atendeu com um sorriso nos lábios.

– Taylor. — Carly me abraçou. – Que bom te ver novamente. — Me fitou por segundos.

– Oi Carly. — Estava com uma voz falhada por avistar Spencer na cozinha.

– Entra, garota. — Gesticulou. Eu não tirei os olhos do Spencer, mas tirei quando sentei no sofá e me virei para Carly que ficou na minha frente.

– Cadê a Sam e o Freddie? — Perguntei com cara de quem queria todos reunidos.

– Eles estão em casa, depois de amanhã tem aula e eles vão dormir até tarde. — Explicou.

– Ok. — Respondi. – Onde tem água? — Me levantei olhando ainda pra Carly.

– Na cozinha, o Spencer pega pra você. — Apontou para Spencer que rapidamente pegou um copo e uma garrafa de água gelada que tirou da geladeira.

– Toma aqui, Taylor. — Deu na minha mão, hipnotizei por segundos, mas logo voltei ao normal.

– Obrigada. — Olhei para ele com cara de apaixonada, ele sorriu de lado e pegou copo colocando em cima da mesa.

Passei toda a manhã conversando com a Carly. Fomos na casa de Freddie depois, eles moravam frente a frente. A mãe do Freddie era rígida. Ficamos a tarde toda lá, sob o comando da tal de Marissa. Sam estava lá e de noite eles me levaram novamente de carro pra casa. No outro dia eu iria pra minha nova escola, minha mãe já tinha decidido, eu acho.

– Filha, você vai estudar na Ridgeway. — Apontou para minha matrícula. – Vamos acordar amanhã cedo e comprar seus materiais. — Continuou.

– Legal. — Tentei ser gentil e minha mãe foi dormir junto ao meu pai, já deitado.

Dormi muito, como uma pedra e quando acordei comecei a escrever sobre a música do Spencer. "Eu disse 'Nada, estava só pensando como nós não temos uma canção'. E ele disse: Nossa canção é o barulho da porta batendo. Saindo tarde, batendo de leve em sua janela. Quando nós estamos no telefone e você falando bem baixo. Porque está tarde e sua mãe não sabe". Comecei o refrão. Terminei com uma mão em meu ombro, eu estava pensativa e não ligava para o meu pai cochichando com minha mãe e batendo portas. Olhei para trás e vi minha mãe.

– Vamos filha? — Estava pronta e eu estava de pijama, rapidamente fiz minha higiene matinal e fui até a sala. Vi minha mãe e chamei-a para irmos até a papelaria.

– Vamos, minha mãe. — Peguei em sua mão a erguendo de pé. Fomos embora.

Compramos uma bolsa roxa escura e com os materiais roxos. Depois de voltarmos da papelaria passamos no shopping e fomos assistir um filme. Lanchamos após o filme e tomamos um sorvete. Voltamos dez horas da noite e dormimos feito pedras.

No outro dia acordei quatro horas da manhã, fiz minha higiene matinal e comecei a terminar de escrever o refrão da minha música para o Spencer Swift. "Nossa canção é a maneira que você ri. O primeiro encontro, cara, eu não a beijei e deveria. E quando cheguei em casa antes eu disse amém, pedindo para Deus se ele poderia tocar novamente". Finalizei o refrão e sorri, eu ainda estava enrolada em uma toalha, vesti minha melhor roupa e fui tomar meu lanche matinal. Um pão e café. Cheguei no quarto de meus pais, beijei a bochecha deles acordando somente minha mãe.

– Quer que eu te leve, filha? — Minha mãe ainda tentava, sempre em vão.

– Não, mãe. Esqueceu que eu tenho 14 anos e já posso ir sozinha? — Saí do quarto e fui em direção ao colégio Ridgeway, na verdade de acordo com o endereço passado na minha matrícula, que colégio de classe, quem diria que iria ter endereço na minha matrícula da Ridgeway. Cheguei e fui em direção ao meu armário, guardei os livros e preguei um adesivo no armário, nele estava escrito "Love Story".

– Ai meu Deus! Taylor, é você? — Carly chegou, que perfeito! Meus amigos estudavam na Ridgeway, pelo menos a Carly.

– É eu. — Lhe dei um abraço e fomos até nossa sala, professora Petterson, lá encontramos Freddie e Sam. Na hora do almoço sentamos em uma mesa no restaurante de um tal de Gibby, no porão da Ridgeway. Comemos arroz e frango frito. Voltamos e quando saímos da escola tomamos sorvete e fomos de volta pra casa. Eu cheguei em casa onze horas da noite, caí na cama e dormi feito uma pedra.

Notas finais
Gostaram? Mandem fics, please.