Narração de Cartman

Como é saboroso os frangos feito a moda KFC. Mil anos se passaram e eles mantiveram a mesma qualidade do sabor. Como eles conseguem fazer os frangos ter uma pele bem crocante e sequinha junto com um molho muito saboroso. Kenny acertou muito bem em trazer um balde para mim. Fico imaginando que depois de voltar para o castelo para aonde eu vou. Eu não tenho um lar e o mundo está mudado. Eu não sei para aonde ir agora.

Que irônico. Mil anos desejando a liberdade e agora não sei o que fazer com ela. Minha ideia inicial é ficar perto desse grupo para conhecer melhor como está o reino do humano. Também quero ficar mais com Kenny, Tammy e Jenny. Sei que é um pensamento egoísta e que as amazonas possa me odiar, mas é a primeira vez que sou amado alguém sem contar que estou tendo experiências sexuais bem intensas. Imagino que não vou ter por muito tempo, afinal Tammy e Kenny estão juntas e elas podem chegar à conclusão que elas podem serem felizes sem a minha presença. Da mesma forma Jenny pode ver que não sou aquele grande mago que ela imaginava e buscar a felicidade em outra pessoa.

Vejo a porta se abrir vendo Vriska entrando. Tenho vontade de conhece-la melhor, porque a sua espécie é algo que me fascina. Se meus planos funcionarem eu...

– Finalmente você acordou – disse Vriska batendo o cabelo – parece que não é tão forte como eu pensava.

– Não existe ninguém invencível.

– Se conhece os vilões que eu enfrentava você mudaria de ideia.

– Se eu enfrentasse os vilões que você enfrentava eles seriam derrotados.

– Muita... – de repente ela para de falar e olha para o balde de frango que estou comendo com os olhos arregalados. De repente vejo ela ficando “vermelha”. Talvez a expressão melhor seria ficar “azulada” já que seu sangue de cor azul. Será que ela gosta tanto assim dos frangos assim? – isso é um... b-balde? – ela a palavra balde com uma dificuldade que nunca imaginava que teria pra falar.

Eu me levanto da mesa que estou comendo.

– Sim. É um balde de frango a moda KFC – lavo minhas mãos com um lenço e uma bacia com água que estava no lado.

– Então vocês comem comida no... balde?

– Sim. Qual é o problema?

– Qual é o problema? Isso... isso... isso... isso...

– Não quer um pouco? – acho que usei as palavras erradas, porque ela avança na minha direção e dá um tapa na minha cara. Porra. Na cara não. Ainda o golpe quase me arranca a cabeça. Essa vadia é forte. Depois vejo ela saindo do quarto.

Mas que porra que aconteceu aqui? Ela ficou com vergonha com balde? O que um balde tem demais? O que eu falei demais? Deu impressão que balde é algo sexual. O que ela pensava que eu iria fazer: enfiar frango no cu dela?

Narração de Shelly

– Então vamos voltar para o recinto das amazonas? – eu pergunto para Bebe.

– Sim. Parece que ela vai fazer seu irmão ser neko dela.

– O viado do meu irmão vai ser neko dela? Nossa a Wendy ta na seca pra ficar com alguém?

– Não é um neko de casamento, mas um neko de compromisso. Wendy deixou isso bem claro no corvo correio.

– O que deu nela? Afinal ele era um prisioneiro.

– Parece que sua mãe e a antiga rainha dos elfos foram pessoalmente para negociar a liberdade dele.

– Negocia a liberdade do meu irmã, mas querem que vive como uma donzela elfa trancafiada – cruzo os braços.

– Sorte que encontrou a gente. Lá você pode ser soltar.

– Ainda meu pai nunca me treinou como ele treinava Stan. Eu tive que procurar meu tio Jimbo para me treinar como orc de verdade.

– Por falar em orc, tem um que está aproximando.

Vejo um grande javali de guerra com armadura. Não veloz, mas forte para quebrar a formação defensiva de um exército apenas com impacto. Lá um orc pouco sentimentos maior do meu tamanho, macho, cheio de musculo, cabelos totalmente pretos assim como o bigode, a presa do lado esquerdo encontra quebrado e uma cara de idiota. Ótimo, meu pai veio. Que merda ele quer de mim?

Narração de Karen

– Então você é a segunda princesa? – estava apreciando a vista na janela dessa taberna quando de repente um garoto de pele cinza e com chifre puxou papo. Vendo o emblema da camisa parece que ele tem uma fixação pelo signo de libra do zodíaco.

– Sou. Karen McCormick e você?

– George Firkle – ele diz com uma voz sem emoções. Parece que os góticos, exceto sua rainha falam desse jeito – sou filho da deusa.

– Deusa está falando da rainha dos góticos? – me viro para ele.

– Sim.

– Ela parece um ser vivo, apesar de não saber que raça ela é.

– Ela diz é um troll e vem de outro universo.

– Isso parece história de contos de fantasia, mas vendo você e ela parece que é certo. Como é a dimensão que você veio?

– Eu nasci e cresci entre os góticos. Não conheci a outra dimensão.

– Eu nasci no castelo. Diferente da minha irmã pude viajar para muitos lugares.

– Parece que não conhece o perigo.

– E qual seria a graça da vida se não existisse perigo?

– Não tem medo de ser esfaqueada – eu não estou entendendo ele. Ele quer me assustar? Parece que ele não saiu muito do recinto dos góticos.

– Não liga para ele. É apenas um demônio sem modos que não sabe tratar uma dama – vejo Ike se aproximando comendo um pedaço de pão com queijo.

– Falou o prisioneiro que foi totalmente derrotado.

– Que não foi por você – dá uma mordida no pão e senta em uma cadeira.

– Porque não vamos para fora e tiramos a prova?

– Ótimo. Me solta desse encantamento que acabei contigo em poucos segundos – termina de comer todo o pau e bebe um copo de suco.

– Gente não briga – eu entrei no meio dos dois – não há momento para ficar com contenda sem sentido. Já não basta dessa luta idiota entre humanos e elfos.

– Guerra é divertida. É uma ótima oportunidade para lutar – responde o George.

– Você nunca tomou partido dessa guerra assim como eu. Detesto admitir, mas somos filhos do mar, nossa vida é pirataria – responde Ike — eu gostaria de está no mar nesse momento.

– Pode deixar quando eu esquartejar você eu prometo que vou jogar seu corpo no mar.

– Se eu tiver com uma espada na mão você nem conseguiria me tocar.

Nossa esses dois tem uma rivalidade acirrada. Eu amei. Eles devem ter um tensão um por outro não admitido. Queria ver eles se comerem. Amo aquelas histórias que Tammy me trás de categoria yaoi.

De repente a amazona loira entra cambaleando.

Jenny, Butters, Tweek e Token já vai de encontro com amazona.

– O que aconteceu? – pergunta Butters bem preocupado.

– Venho o pai da Shelly e a sequestrou – disse Bebe com dificuldade – ele usou uma esfera magica que fez Shelly não se mexer mais e me enfraquecer.

– Shelly foi raptada? – o mago lendário se aproximando bebendo uma poção de cura de dano físico.

– Sim, o pai dela. Levou para força-la casar – responde a loira.

– Precisamos impedir isso.

– Correção. Você precisa impedir isso – chega a rainha da gótica batendo o cabelo. Acho ela legal, porque é muito diva.

– Por que só eu? – pergunta mago confuso.

– Porque se for um grupo isso pode representar um declaração de guerra para os elfos. Lembrem-se que o lusus da orc é aliado aos elfos – o que é lusus? Será que é a expressão de pai ou mãe na dimensão dela? – ainda mais você é meio culpado disso.

– Mas o que eu fiz?

– Mestre – Jenny chama atenção de todos – você tirou o cinto de castidade dela, lembra?

– Ah é. Parece que tem que ser só eu mesmo – Cartman olha para o lado – aonde está Casey e Damiana? – quem são elas?

– Parece que as fadas sumiram, mestre – responde a Jenny. O que? Eles estão andando com fada. Eu quero ver elas.

– Vou me focar no resgaste da Shelly – responde Eric – podem se dirigir para o ressinto da amazonas. Irei voltar com a Shelly.

– Sim mestre – responde Jenny. Cartman sai deixando a gente prestando socorro para a amazona loira.

Narração de Shelly

Pai, viado de uma figa. Nem chega dando oi já usa uma esfera mágica que me desacorda. Quando dou por mim, estou na garupa do javali e meio de uma floresta.

– Que bom que acordou Shelly — disse meu pai.

– Posso saber que diabos está fazendo?

– Garantindo sua felicidade.

– Não sei você sabe, mas estava muito feliz com os humanos.

– Não é isso, mas estou garantindo que você tenha um casamento.

– Casamento.

– Sabe Shelly quando a sua mãe colocou o cinto de castidade elfico eu até relutei, mas ela dizia que isso garantiria um bom partido.

– Não sei se você esquece, MAS EU SOU ORC. QUANDO UM ELFO VAI SE INTERESSAR POR UM ORC? — grito com muita raiva.

– Sua mãe tinha planejado um bom partido de um elfo nobre, agora que seu lacre foi rompido já não é mais possível. Por isso — ele para em uma área aberta. Quando vejo tem um campo de luta livre montado. O que meu pai pretende? Será que ele pretende... ­ — que você casará com um pretendente ao modo orc.

Eu arregalo os olhos. Meu pai está falando sério? A cerimônia é bastante simples: quando um macho ou uma fêmea são disputados por vários pretendentes se faz um ritual chamado World War Entertainment ou abreviado como W.W.E. Aonde disputam em um combate corpo a corpo para ver quem fica com o "prêmio". No caso meu pai quer me fazer o "prêmio". O ritual não chega ser um casamento assinado, mas o prêmio fica mercê do ganhador caso o campeão seja mais forte que o "prêmio", caso seja mais fraco o campeão fica mercê do "prêmio". E meu pai esquece que sou a orc mais forte de Zaron, ou seja, não serei submissa a ninguém.

Vejo que meu pai teve trabalho de chamar candidatos em mais diferentes regiões. Todos os oito sete são orcs e um é centauro, todos bem musculosos, mas nenhum mais forte do que eu. Não que eu tenha mais músculos que um macho, mas me aprofundei muito na classe bárbara que me desenvolveu todo potencial físico do meu ser. Isso causou um preço alto, nenhum orc macho ou fêmea (sim tenho desejos lésbicos também) se interessa por minha pessoa, porque sou muito forte. E não sou bonita (nunca fui) para fazer um ser de outra espécie se apaixonar por mim.

Eu não queria ficar com alguém que só ta interessado pelos prestígios de eu ser a filha de Randy, o orc mais respeitado entre os elfos e orcs. Eu queria que alguém se interessa-se para mim do jeito que eu sou e de preferência seja... forte.

– Pode subir no ringue e começarem lutar — Randy senta encostado na árvore pegando um cigarro de maconha e começando a fumar. Típico do idiota do meu pai.

Vejo os oito começarem lutar ou pelo menos o que eles chamam de lutar, porque cada um fica circulando um ao outro e gritando 'qual foi colega'. Fala sério! Que diabo de briga é isso? Vou ser oferecida por um campeão por isso.

– Parem — diz uma voz chamando atenção de todos (exceto do meu pai que está se drogando). Eu reconheço a voz, é do... Eric. Todos param de 'brigar' e encaram o mago.

– Meu rapaz, o que vejo fazer aqui? — disse meu pai de forma lenta nem se dando conta que está falando com Mago Lendário.

– Vim pela liberdade da Shelly — responde direto. Tenho que admitir que fiquei muito feliz dele vim ao meu resgate e ainda sozinho.

– Eu não sei se você sabe... — da solta fumaça pela bolsa e torce — nossa, essa é da boa. Que tava falando mesmo? Ah sim, Shelly é minha filha mais velha eu sou Randy Marsh. Se quiser minha filha tem que subir nesse ringue e vencer todo mundo.

– Se esse é o preço eu falei — Eric disse isso mesmo? Ele quer lutar por mim? Ele arriscaria um combate por mim? Logo eu que sou a mais feia. Não sou exuberante como a princesa dos humanos, nem farta como sua guardiã e nem meiga como Jenny. Por que Eric está se dando trabalho.

– Ótimo pode subir no ringue — disse meu pai retornando sua atenção no cigarro.

Todos orcs e o centauro observam ele subir não acreditando do que está vendo. Como humano Eric ta muito em forma, mas pertos dos bárbaros mais poderosos não tem tantos músculos, isso no padrão humano. Ele no meu dos orcs parece que é bem raquítico.

– Não sei se é muito corajoso ou perdeu juízo, mas um humano não é capaz de bater de frente contra orcs e centauros — disse o centauro.

– Eu nunca perderia para um criolo de quatro patas — responde com um sorriso cínico. Todos os centauros sua parte humana tem pele negra como os humanos de descendência afro. Assim como os humanos os centauros são muito sensíveis a palavra criolo.

– Vai pagar por isso — disse centauro.

– Você escolheu as palavras erradas — disse um dos orcs. Para minha espécie quem é guerreiro tem um código de ética de respeitar o adversário. Aquele que não respeita se torna inimigo do combatente e de todos que participam. Eu só não vou fazer nada, porque o centauro que foi desrespeitoso de início.

Todos parte na direção do mago, mas o mesmo pula em uma grande altura. O que é mais estranho que ele ta de olhos fechados e falando algumas palavras que não estou entendendo. Vejo ele ganhar brilho que fica mais intenso a cada momento.

– Chupem minhas bolas — ele grita e solta um tipo de raio pelas mãos que destrói o ringue acabando com todos os oponentes.

Eu não acredito. Ele venceu todos com um único golpe e ainda sem usar um cajado. Eu mesmo poderia vencer todos, mas nunca do jeito tão fácil como ele fez. Já vi que ele lutou com a chifruda gótica muito bem e agora prova que mesmo sendo mago é forte. Parece que ele ganhou o "prêmio".

– Isso é suficiente? — Eric vai para meu pai e dirige a palavra pelo mesmo.

– Heim? O que aconteceu? — ele termina de fumar o cigarro.

– Eu derrotei todos.

– Que legal. Pode levar minha filha contigo.

Eu arrebento as cordas com facilidade, desço da montaria de meu pai e vou direção do Eric.

– Está bem, Shelly? — ele pergunta preocupado. Se preocupar comigo é tão fogo de sua parte.

– Estou sim, Eric. Obrigada por me resgatar — falo corando.

– Eu não sei qual é a treta com sua família, mas prometo que isso não vai se repetir.

– Eu acredito.

– Se a gente for rápido podemos chegar antes da comitiva partir.

– Mas antes tem uma coisa pra resolver.

– O que seria?

– É que tem... algo que floresta pra... resolver — digo com dificuldade.

– Quer ajuda com isso.

– Sim, porque.... só você... pode... m-me ajudar — digo corada.

– Mostre me caminho.

– Fique atrás de mim — ando rebolando mais que o normal para tentar seduzi-lo e prepara para desfrute do "premio".

CONTINUA