Narração de Cartman

– Aonde estamos indo? – eu pergunto enquanto tento adivinhar o que Shelly quer fazer no meio do mato. Estou tendo a impressão que vou caçar outra aranha gigante. Que falta desta vez? A tia da Vriska?

Eu vejo uma grande rocha lisa com árvores em volta criando uma sombra agradável. É um ótimo lugar para fazer um piquenique. Eu sigo a Shelly até lá quando ela para de andar.

– Eu quero saber uma coisa. Você sabe que significa passar do ritual do WWE? – ela pergunta olhando para mim. Do jeito que está olhando parece que está sondando a minha alma. Ela consegue ser bem intimidadora se estiver com raiva e mesmo tendo capacidade de me defender tenho um pouco de medo se ela ficar nervosa.

– Pra ser sincero eu não faço a mínima ideia.

– Você nunca pesquisou nada sobre os orcs?

– Eu até tentei, mas a raça não queria se envolver com a guerra entre os elfos e humanos. Eu até tentei fazer uma diplomacia, mas não conseguir.

– Estranho você falar isso já que conseguiu aliança com as amazonas e os góticos.

– Sim, mas os orcs só respeitam raças que estejam inteiramente em forma e eu... não era sinônimo de corpo perfeito. Eu tinha ossos grandes 1000 anos atrás.

– Entendo – disse ela fechando os olhos. É impressão minha ou ela ficou um pouco decepcionada? – você me acha feia?

– Por que essa pergunta agora?

– Você está sempre andando com as mulheres mais bonitas como a princesa Kenny ou minha amiga Jenny. Eu sou uma orc sei que é...

– Chega disso, Shelly. Não tem motivos para se preocupar com isso – eu digo, acho que entendo o motivo dela ter me chamado aqui, ela está insegura e precisa de um amigo – não tem motivo para se comparar com elas. Você não é feia.

Vejo que as feições dela ficam mais leve. Parece que um peso saiu nas costas e até parece que está feliz. Fico impressionado comigo mesmo como minhas palavras causaram esse efeito, afinal eu sou bom em manipular as pessoas, nunca fui bom em passar palavras de ânimo. Meus antigos aliados falaram isso, mas tenho dúvida se falaram isso só para me agradar. Eu não sei.

Vejo Shelly aproximando perto tendo um olhar que não consigo identificar. Eu já vi esse olhar antes, mas não to lembrado aonde. Sei que Kenny, Tammy e Jenny já fizeram esse olhar, mas não to lembrado. A orc me puxa e me beija na boca.

PERA AÍ. SHELLY ESTÁ ME BEIJANDO?!?!?!?

– Shelly – eu empurro dela. Preciso resistir, não é justo envolver ela nisso – o que...

– Qual é o problema? – vejo que está ficando com raiva – você acabou de falar não sou feia.

– Sim... mas... – eu não estou conseguindo argumentar.

– Então você só agarra as bonitas?

– Não... mas...

– Então não seja bicha.

Eu não sei o que deu em mim, mas parece que as palavras de Shelly me irritam. Quem ela pensa que falar assim comigo? Sei que vou me arrepender que vou fazer, mas ninguém questiona minha autoridade. Se ela quer brincar com fogo vou mostrar pra ela. Então desta vez tomo a boca dela com a minha.

Posso dizer que beijar Shelly é bem diferente do que beijar as outras. Não que os lábios das mulheres que já beijei sejam iguais. Não é uma questão de gosto dos lábios, mas o físico faz uma diferença. Ela é mais alta do que eu que faz pela primeira vez inclinar minha cabeça para cima. Abraçando ela vejo a diferença dos nossos físicos.

Tive mil anos para treinar meu corpo ao ponto de parecer que sou um guerreiro, mas Shelly ainda consegue ter mais músculo. Estou me sentindo uma garota que estou beijando um homem ou que estou tendo um beijo gay. Não que vejo problema nisso, afinal boca é boca, mas beijar a orc é diferente. Ainda tem as presas expostas que dá um elemento de diferença a mais. Não atrapalha em nada e até é interessante dá aquela coçadinha nos lábios. Interessante que o beijo da Shelly fica melhor aperto mais a cintura dela e intensifico o beijo, mais ela fica ligada. Parece que a bárbara gosta de ser pega com firmeza.

Preciso acabar com o clima, antes que isso leve até... as ultimas consequências. Então tomo uma atitude ousada que me pode trazer danos consideráveis e até uma perca de aliada. Eu simplesmente bato na bunda dela e aperto descaradamente. Pronto assinei minha sentença de morte.

Narração da Shelly

Sempre gostei de atitude. Nunca foi muito de ter paciência. Eu aceito que sou uma orc, uma raça guerreira pronta para combate dia e noite. Queria arrumar alguém para mim forte, determinado e que não tenha nenhuma frescura, principalmente frescura élfica. Já basta meu irmão e minha mãe. Cartman está me dando tudo isso e mais um pouquinho. Nunca foi beijada com tanta vontade como ele estou sendo agora.

Bebe já me contou que já dormiu tanto com homens como com mulheres, mas os homens atraem mais. As mulheres podem saber aonde alisar, mas só os homens que tem pegadas firmes. Ainda ele bate na minha bunda sem cerimônia sentindo a minha carne. Agora sei porque Jenny estava desesperada em dá pra ele, porque o mago tem pegada. E que pegada.

Eu enfio as minhas mãos dentro nas roupas dele para conferir o “material”. Só confirmo que já repetiram quase a exaustão: que o mago malhou muito. Só ainda acho que ele tem poucos músculos. Tipo assim, eu sou mais musculosa. Isso é lógico, afinal sou uma orc e Eric é um humano. Para um humano ele pode ser sarado, mas para minha espécie ele é frágil. Parece que eu sou o macho e ele é a fêmea por essa tanta diferença.

Desfazemos o beijo para a gente tirar nossas roupas. Eu não tenho tanta dificuldade já que a roupa de uma bárbara não é tanta como de um mago. Enquanto ele ainda estava tirando a capa, eu já estava sem roupa.

Até me bateu uma insegurança, mas quando tira as calças já vejo que o pau dele está tão duro como diamante que me faz retornar a ter segurança. Quando ele tira a cueca finalmente vejo pela primeira vez um pau ao vivo.

Já tinha visto muito através de imagens que são feitas pelos cristais que os magos os paladinos produzem consegue capturar imagens com perfeição e reproduzi-las no papel.

Eric tem um pau bem bonito e até que é grande para um humano. Não chega a ser maior que os centauros que esses sim tem paus enormes, afinal eles são metade humanoides e metade cavalos. Pelo menos não é algo minúsculo como os elfos e até mesmo dos orcs.

Eu me encosto na árvore me inclino, empino meu quadril me expondo totalmente para Eric.

– Foda-me como animal – digo não escondendo minha vontade. Eu não quero perder tempo, quero logo ter meu cabeço ser tirado por ele.

– Tem certeza? Até aonde sei você é virgem. Preciso ser gentil para...

– Gentil o caralho. Eu não sou uma humana ou meia-elfa que é frágil. Eu sou uma orc, sou uma guerreira. Eu agüento.

– Mas...

– Mas o que? Vai brochar agora? Parece que nem é Mac... ah – minhas provocações surti efeito, Eric enfia seu pau na minha buceta sem nenhuma cerimônia.

Quando as minhas amigas falaram que a primeira vez com um homem é dolorida elas não estavam brincando, até me arrependi (pelo menos nesse momento) em não querer que Eric seja gentil. O pau dele praticamente está me rasgando por dentro. E como sou virgem, ou melhor, era, sai até sangue dentro de mim. Apesar de estar sentindo dor, não é algo tão dolorido assim. Já suportei dores piores tudo para ser a orc mais forte e não vai ser por ter uma rola grossa que me vai fazer implorar por misericórdia.

– Ta bem, Shelly? – Eric pergunta.

– Eu não vou está bem se continuar com frescura para o meu lado. Mete mais e fala menos – ainda com os olhos fechados para me acostumar com a dor, que aliás uma sensação muito gostosa por sinal.

Eric taca um tapa na minha bunda que chega arder que me quase faz gritar. Incrível quando estava soltando ar sai um gemino na minha boca. Depois se aproxima e aperta forte meus seios de forma quase como se quisesse me machucar, mesmo assim gostei muito. Eu até não to me reconhecendo, será que tenho prazer de sentir dor?

– Cuidado com que falar, Shelly – disse Eric com uma agressividade que me faz arrepiar – eu já fiz sexo com uma princesa, com minha discípula e até com meia elfa. Todas elas sempre fui gentil. Só vou perguntar uma vez, preste atenção: você quer que te respeite como uma fêmea ou quer ser fudida como uma puta?

Agora sim ele está falando que nem um homem de verdade. Gentileza é para os fracos tem que fazer com autoridade. Eu já escolhi o que eu quero.

– Quero que me foda como uma puta.

Narração de Cartman

Espanto-me como estou sendo agressivo e ainda mais me espanto como Shelly está correspondendo de uma forma bastante positiva. Quando ela falou que ela queria se tratada como uma prostituta todo meu lado lógico se desligou e passei ser um animal que só vai pensar em sexo. Eu pego na cintura e dou fortes estocadas rápidas na intimidade da orc, enquanto pego na sua cintura para ter uma base maior de velocidade e força.

– Oh meus deuses – disse ela praticamente gritando com uma mistura de dor e prazer. Nunca pensava que Shelly é uma masoquista que me anima muito, já que não preciso ter cuidado.

– Nenhum deuses vai te impedir de te eu arrombar sua vagabunda – eu também não vou ser gentil com as palavras.

– Então faça direito, eu não quero sentir cócegas.

Incrível que como ela corresponde minha agressividade. Sinto-me como torturador que não está tendo pena nenhuma do corpo da minha vitima que aliás, um corpo bem curioso. Ele é um corpo musculoso. Eu segurando a cintura é muito mais definido que o minha própria. A bunda e os seios até são fartos (o segundo nem tanto como Kenny e Tammy), mas são muito rígidos por ter mais musculatura do que gordura.

Eu já tive experiência de tirar à virgindade da Kenny a penetração é bem apertada. A buceta da Shelly estou achando mais apertada que está dando impressão que meu pau está sendo apertado de propósito. Eu tenho impressão que estou mais brigando do que fudendo. Pior que isso não deixa de ser tão... gostoso.

Os gemidos selvagens de Shelly dão um animo mantém um instinto selvagem, enquanto minha carne bate na dela em um ritmo frenético. Também o cenário muito que ajuda já que é totalmente na mata só tendo a natureza e os deuses nos observando (que espero que minha mãe não esteja me observando agora). As mãos firmes que se apoiam ainda mais no tronco de arvore para resistir minhas investidas ao mesmo tempo que se contorce e grita gemendo palavras obscenas. Eu a xingo mais como xingo um elfo e mesmo assim ela está gostando.

As pernas dela começa a tremer, força os dedos no tronco que afundam e um urro alto de gemido é emitido assim gozando. Eu não parei para ela se recompor ou até mesmo recuperar o fôlego, eu continuei sem misericórdia. Tive que até segurar a cintura dela para não cair de joelhos pelo esforço do orgasmo que teve. Curioso dá uma impressão que abraçando o tronco da orc é como se tivesse abraçando o tronco de um homem, mas ao mesmo tempo é macio de apertar.

Sinto que estou perto, puxo os cabelos da Shelly e encho a buceta dela com minha porra. Eu agradeço sempre por ter aprendido uma magia de recuperar a ereção. Sempre imaginava que só iria usar quando estivesse masturbando e não quando tivesse alguém. Saio de entro dela, deixando minha porra escorrer da entrada dela. Shelly cai de joelhos já cansada, eu até queria mais, mas acho que é demais cobrar.

– Agora posso ser carinhoso? – eu abraço por trás de forma carinhosa.

– Sim.

A gente troca alguns carinhos e beijos aproveitando o momento. É bom está com alguém, o problema que envolvi Shelly no meu rolo. Kenny, Tammy e Jenny vão me matar.

CONTINUA