Os irmãos Potter - 2ª temporada
9 As pulseiras de sangue, O erro dos irmãos Potter e Sequestrados novamente
Notas iniciais
No dia seguinte mesmo Gina e Harry providenciaram o feitiço fidelius na casa, colocando Luna como a fiel do segredo, pois ela seria uma escolha menos provável que Rony ou Hermione, fazendo com que todos se sentissem bastante seguros, pois sabiam que, se fosse preciso, Luna morreria por um amigo, principalmente se esse amigo fosse sua melhor amiga, Gina. Eles também desejavam que aquilo não fosse preciso, pois Luna tinha filhos da mesma idade de Lilian para criar, os gêmeos Lysander e Locan.
E o tempo foi passando aos poucos. Depois da noite da fuga em Azkaban, não apareceu mais nenhuma notícia sobre os fugitivos, apenas pequenos artigos informando como andava a busca por eles. E também um Harry chegando em casa tarde. Enquanto isso, os irmãos viviam suas vidas sempre com uma ponta de preocupação um pelo outro.
Harry e Gina também tentavam viver suas vidas, mas estavam sempre preocupados com a segurança dos filhos, temiam que eles fossem capturados novamente, mesmo com os reforços de segurança que eles haviam colocado na casa e nos filhos. Uma das medidas mais fortes, foi as pulseiras feitas com magia de sangue, um feitiço antigo e que funcionava.
— Vocês não vão, de jeito nenhum, tirar essas pulseiras dos braços de vocês. – Gina mandou distribuindo as pulseiras para seus quatro filhos.
— Por que elas têm os nossos nomes? – James indagou vendo seu nome completo na pulseira em seu pulso.
— Faz parte do feitiço. – Harry explicou.
— Até que ela é bonita. – Lilian comentou analisando a pulseira dourada em seu pulso direito.
— Que tipo de feitiço é esse? – Alvo questionou também olhando para a pulseira.
— Magia de sangue. O meu e o de Harry. – Gina respondeu. – E só quem o possui pode tira-las de vocês.
— Ou seja, o sangue de vocês… o nosso sangue, produziu as pulseiras? – Merliah concluiu.
— Sim, foi um feitiço bem complexo… Hermione nos deu uma ajudinha. – Harry disse com um pequeno sorriso.
— Como essas pulseiras irão nos proteger? – James perguntou curioso.
— Torçam para não descobrir. – Gina respondeu enigmática. – Mas não se preocupem, ela irá proteger vocês.
— Portanto, não a tirem de jeito nenhum. – Harry reforçou.
— Não se preocupe, papai, nós não iremos tira-las. – Merliah o assegurou, olhando de soslaio para a sua pulseira em baixo da pulseira que Teddy havia lhe dado em seu aniversário de quinze anos com o pingente de um lobo e um lírio.
O tempo continuou passando, e logo o dia que os três Potter iriam à Hogwarts chegou. Harry e Gina nunca estiveram tão felizes com isso, pois, por conta do incidente de alguns anos atrás, quando James foi capturado nos terrenos da escola, Hogwarts tomou algumas providências a mais quanto a segurança do castelo e eles acreditavam que seus filhos ficariam seguros se permanecessem no castelo.
Por conta disso, meses depois, assim que terminaram as férias de fim de ano no primeiro sábado do ano seguinte, Alvo e James estavam revoltados com os pais por que eles cancelaram as suas autorizações para ir ao povoado vizinho.
— Eu não estou acreditando que eles fizeram isso. – Reclamou Alvo. – Nos proibir de ir até Hogsmeade? Ai, já é demais!
— Eu concordo! Enquanto todos os outros alunos estão lá fora curtindo o povoado nós estamos aqui, junto aos primeiranistas e segundanistas. – James resmungou olhando de lado para os estudantes que estavam sentados próximos a eles no salão comunal de grifinória e para Lilian, que ainda estava no segundo ano. – Logo agora que eu não tinha detenção esse final de semana!
— O que você tem contra os primeiranistas e segundanistas? – Lilian questionou cruzando os braços.
— Nada irmãzinha! – James respondeu engolindo em seco perante o olhar ameaçador e os braços cruzados de Lilian.
— Como os pais de vocês conseguiram cancelar a autorização que já estava dada? – Joyce indagou sentada perto de James.
— Qual é, Joyce? Até parece que não conhece os sogros que tem! Acorda garota, estamos falando do eleito e da melhor artilheira de quadribol da nossa geração. – Melissa falou ao lado de Alvo e Lilian. – Com jeitinho, e só com um pedido, eles conseguem tudo.
— Não fale assim com ela, Martin! – James exclamou apontando o dedo indicador para ela. Recebendo como resposta uma Melissa lhe dando língua.
— E o pior é que foi tudo de repente. Eles simplesmente cancelaram e disseram para a diretora não nos deixar sair. – Alvo continuou sua reclamação.
— Será que eles irão manter isso até o ano que vem? – Lilian cogitou, temendo que nunca pudesse ir ao povoado. Estava no segundo ano agora e iria para o terceiro no ano seguinte.
— Tomara que não! Eu já não aguento ficar sem ir por um dia, imagina por um ano? – James respondeu.
— Só você? – Melissa queixou-se.
— É a gente que está sem autorização, não é? – James perguntou a sem esperar uma resposta.
— Vocês não deviam estar no povoado? – Alvo questionou, só agora percebendo que as meninas podiam ter ido.
— Sem vocês? Sem chance! – Melissa declarou.
— Nós não estamos com as pernas de vocês, sabiam? – James disse achando graça.
— Cala a boca, James. – Joyce mandou sorrindo. – Sem vocês ficaria sem graça.
— Fazemos tanta falta assim? – Alvo questionou com um sorriso no canto dos lábios.
— É claro. Se fossemos só nos duas, ia ser como se estivesse faltando algo. – Joyce explicou.
— Mas Rose e Scorpius foram. – Alvo contestou.
— O que é uma bela de uma oportunidade para eles ficarem sozinhos e terem mais privacidade, não acham? – Melissa constatou, lançando lhes uma piscadela marota acompanhada de um sorriso.
Os outros apenas riram.
— Se tio Rony te ouvisse. – Lilian comentou rindo. Melissa apenas deu de ombros não se importando com aquilo.
— Estou ansiosa para ver sua cara mais vermelha que os seus cabelos. — Melissa respondeu rindo mais ainda.
Eles riram novamente ao imaginarem a cena.
— O que vocês acham de fugirmos daqui por uma das passagens? – James sugeriu com o seu típico sorriso maroto.
— Fugir para Hogsmeade? – Alvo indagou.
— Todos nós? – Lilian perguntou, referindo-se a si mesma.
— Sim, para Hogsmeade! Para onde mais seria? – James disse, revirando os olhos. – E sim, Lilian, você também vem. Aliás, é como a Joyce disse, sem todo mundo fica sem graça.
— Está bem então. – Lilian concordou com um sorriso.
— Então… vamos? – James perguntou e todos concordaram com a cabeça. – Irei pegar o mapa do vovô. – E ele subiu para o dormitório dos meninos da Grifinória.
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Momentos mais tarde, em Hogsmeade...
— Eu sei que a gente tem que se esconder e tal, mas precisava de toda essa roupa? – Lilian reclamou olhando para o tanto de casaco que ela e os outros vestiam.
— Ideia do Alvo. – James respondeu, também em tom de reclamação.
— Eu não quero que sejamos pegos, está bem? – Alvo se defendeu.
— Você sempre exagera, Al. – Melissa também reclamou.
Alvo apenas revirou os olhos.
— Vamos nos divertir, afinal, foi para isso que viemos aqui. – Alvo mudou de assunto, começando a andar em direção a filial das gemialidades Weasley. Os outros o seguiram rindo.
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Enquanto isso, em um lugar longe dali...
Haviam conseguido refazer o desenho enfeitiçado que faziam com eles soubessem onde os filhos da sétima filha estavam e agora estavam observando os quatro jovens na luz que saia de cada símbolo.
Seria hoje, enfim, o momento no qual eles voltariam com os planos de alguns anos atrás que fora interrompido. Faltava apenas Goyle. “Como sempre!” Pensou Pansy, revirando os olhos, mas logo ele chegou e eles foram em busca dos irmãos.
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No clube de Quadribol do time das harpias...
— Tempo para descansar, meninas! Voltamos em dez minutos. – Falou Guga e as meninas do time desceram e desmontaram de suas vassouras.
A maioria das jogadoras ficaram por ali mesmo, tomando água. E o resto, uma pequena metade, foi para o vestiário. Merliah entre elas.
Liah entrou no vestiário e logo se encaminhou para seu armário e o abriu, pegou seu celular e viu mensagens de Teddy. Sorrindo, ela clicou ali e viu as mensagens:
— Oi, meu pequeno lírio. O que acha de irmos para algum lugar juntos hoje? To morrendo de saudades.
Ainda sorrindo, Merliah respondeu:
Oi, lobinho. Eu topo, o que você acha de comermos alguma porcaria? Faz tempo que eu só como os legumes de monstro, também to morrendo de saudades.
Ela soltou uma risada e revirou os olhos divertida quando viu o que ele respondeu:
— O padrinho viajou só tem três dias, Liah. Não faz tanto tempo assim que você só come os legumes de monstro… e não vem com essa que o monstro não faz só legumes, hahaha. Mas eu concordo em comer porcaria. Qual você prefere, bruxa ou trouxa?
— Para mim parece uma eternidade lobinho. Pode ser os dois?
— Sim, pode. Sua gulosa, haha!
Eles continuaram a falar sobre o encontro deles mais tarde e Merliah não percebeu que ela já estava sozinha, sem suas companheiras de time que entraram ali junto com ela.
Pansy não perdeu tempo para se aproximar dela, não percebendo que a pulseira de Merliah emitiu um pequeno brilho dourado onde antes estava entalhado o nome de Merliah. Pansy pode não ter percebido, mas a garota percebeu:
— Mas o que...? – Merliah murmurou para si mesma, deixando o celular de lado e olhando para o pulso onde estava a pulseira.
A pulseira estava com uma seta vermelha apontando para trás de Merliah onde o nome da garota deveria estar. Estranhando aquilo, Merliah olhou para trás em tempo de ver Pansy vindo para cima de si. Merliah desviou e Pansy quase caiu de cara, quando se virou novamente para Merliah, a garota já estava com a varinha apontada para ela.
— A quanto tempo, Parkinson! – Merliah disse como se fossem ótimas amigas. – Pretendia me pegar pelas costas?
Pansy deu apenas um sorriso debochado.
— Só faz alguns anos, Potter. – Pansy conversou. – Sentiu minha falta?
— Só se for a falta de acabar com a sua cara. – Merliah respondeu e como que para enfatizar o que ela falara, ela colocou a sua varinha no bolso e logo as duas estavam se atracando uma com a outra entre socos e chutes.
Depois de uns instantes, estranhamente, Pansy começou a agir como se tivesse dificuldade para respirar.
— Eu estou sem ar! – Ela disse, empurrando Merliah para longe de si. Merliah estranhou aquilo, principalmente por que sua pulseira ainda brilhava e a única coisa que ela viu antes de Pansy se aproveitar de sua distração e lhe estuporar foi o que estava escrito em sua pulseira: chamar pelo papai e ativar poderes.
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Em Hogsmeade...
Eles haviam se separado. Havia sido ideia de Lilian, para que eles — os casais… mesmo que Melissa e Alvo ainda não fossem um casal, ela torcia para que sim. – aproveitassem o povoado sem ela segurando vela entre eles.
Mas era para ter sido pelo menos por um instante. Agora estavam procurando um pelo outro, sem sucesso. Felizmente, descobriram uma das funções da pulseira de sangue, indicar onde o irmão que procurava estava.
James seguia com Joyce ao seu lado procurando por seus irmãos mais novos, indo na direção que as setinhas verde e azul com as iniciais L e A ao lado indicavam.
— James, tem certeza que estamos indo na direção certa? – Joyce indagou sendo puxada pela mão por um James nervoso.
— Sim, tenho. As setas estão com as iniciais deles. – James respondeu sem parar de andar.
— Tem certeza? – Joyce duvidou vendo que estavam indo em direção a casa dos gritos. E se tivessem que entrar lá de acordo com a pulseira?
— Tenho. Não tenha medo da casa dos gritos o “monstro” dali já foi embora a muitos anos. – James a assegurou.
— Como pode ter tanta certeza? – Joyce continuou incerta.
— É uma longa história, tenho certeza que não terá mais medo quando... – James foi interrompido por uma nova setinha que havia aparecido em sua pulseira. Uma vermelha.
— Que estranho… ela não tem iniciais. – Joyce observou um pouco atrás dele.
— Será que está quebrado? – James indagou, mas Joyce não o respondeu. Ele estranhou o silêncio atrás de si e se assustou quando encontrou Joyce caída no chão.
— Joyce?! – James exclamou, abaixando-se perto dela e completou olhando para a setinha vermelha. – Por que raios você não para de brilhar?
Sua pergunta foi respondida quando viu uma sombra atrás de si.
— Olá, Potter, quanto tempo! – Blasio se fez ouvir.
James não arriscou pegar a varinha, pois suas mãos começaram a ferver tamanha era a sua raiva somente por ver aquele homem e por ele ter estuporado Joyce… assim ele esperava.
— O que fez com ela? – James questionou bufando enquanto colocava-se de pé.
— Ah, não se preocupe. Eu não matei a sua namoradinha, eu só a estuporei. – Blasio respondeu achando graça. E em seguida avançou para cima de James.
Não deu muito tempo para que James reagisse, mas ele não precisou se defender, pois assim que Blasio tocou-lhe, a pele do homem queimou feito brasa e o homem gritou.
— Estou queimando! – Ele exclamou afastando-se de James e Joyce.
James, ainda assimilando o que acontecera, foi para cima de Blasio, esquecendo-se de sua varinha e indo ao modo trouxa mesmo. Estava com tanta raiva assim, que a cada toque seu Blasio era queimado? Ele não sabia, mas estava se aproveitando do fato de seus poderes estarem o ajudando.
James não viu em sua pulseira – o que foi um erro – outra setinha vermelha surgir, assim como também não viu, antes de perder os sentidos, sua pulseira indicar perigo à Lilian e Alvo e que estava escrito: chamar mamãe e ativar poderes.
— Pansy? – Blasio falou ao ver Pansy aparecer atrás de James após o menino cair na neve.
— Será que nem de um pirralho você consegue dar conta? – Pansy reclamou, abaixando a varinha enquanto o homem se levantava.
— Ele não é mais um pirralho. O maldito me queimou. – Blasio respondeu ainda sentindo a dor das queimaduras. – Onde está a Potter mais velha?
— Já a deixei estuporada no esconderijo. – Eles ouviram gritos de uma mulher. – Eu levo o mauricinho enquanto você vai ver o que está acontecendo.
Ele assentiu e ela aparatou junto a James.
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Perto dali, em frente à casa dos gritos...
Lilian olhava impressionada para a velha casa dos gritos, apesar de malcuidado, o lugar tinha um atrativo antigo que instigava Lilian.
Ela ficou tão distraída com a casa, que não percebeu por quanto tempo ficara ali, porém, além do brilho das setas que apontavam para onde seus irmãos estavam, – os quais ela estava procurando antes de se distrair com a casa dos gritos – ela percebeu um outro brilho. Agora a pulseira também mostrava uma seta vermelha apontando para trás de si no mesmo instante em que ela ouviu passos na neve.
Lilian virou-se e encontrou uma mulher que nunca havia visto, pelo menos não pessoalmente, mas sabia que a conhecia de algum lugar.
— Você é a cara da sua mãe. – Falou a mulher robusta a sua frente. Lilian arregalou os olhos ao reconhecer a mulher do jornal.
— Se afaste de mim! – Lilian mandou, apontando-lhe a varinha. A mulher apenas riu.
— Ah, criança, não se preocupe. Não irei lhe machucar, do que tem medo?
— Você é uma prisioneira de Azkaban, portando é perigosa.
— Foi isso que seus pais lhe ensinaram? – Umbridge indagou se aproximando cada vez mais de Lilian. – Sabe, você me parece bem nova para vir ao povoado. Suponho que tenha ido contra as regras da escola… tal pais, tal filha.
Lilian permaneceu calada.
— Mas não se preocupe, querida. Eu vou te ensinar a como respeitar as regras da escola. – Umbridge continuava se aproximando de Lilian.
Cada vez mais que Umbridge dava um passo à frente, a menina dava outro para trás, sem saber para onde estava indo. Lilian acabou tropeçando na raiz de uma árvore que saltava para fora da terra e caiu sentada no chão enquanto a mulher ainda se aproximava dela.
Apenas quando Umbridge se aproximou o bastante de Lilian foi que algo aconteceu. A menina ainda apontava a varinha para a mulher, mas não foi isso que atingiu Umbridge em cheio, e sim, os galhos da árvore, que prenderam os pulsos, pés e cintura da mulher, erguendo-a no ar e a aproximando-a mais da árvore, prendendo-a ali.
A mulher gritou desesperada e Lilian olhava para tudo aquilo de olhos arregalados. Estava com tanto medo a ponto de seus poderes estarem se manifestando? Por que ela que sabia não havia usado nenhum feitiço.
Sua pulseira chamou-lhe a atenção pelo brilho que emanava e pôde ver, antes de desmaiar de repente, que ali estava mais uma setinha vermelha, que a setinha de James havia desaparecido e a de Alvo indicava que ele estava em perigo, além de estar escrito: chamar pelo tio Rony e ativar poderes.
Assim que Lilian caiu sobre o feitiço estuporante de Blasio, Umbridge também foi ao chão quando os galhos a soltaram.
— Isso foi os poderes dela? – Umbridge questionou, tirando a neve de seu corpo.
— Sim, a pestinha controla a terra. – Blasio respondeu pegando a menina nos braços.
— Onde está o Potter que você estava encarregado? – Umbridge perguntou aproximando dele.
— Pansy o levou estuporado para o esconderijo… Irei levar a pirralha também, vamos?
Os dois aparataram dali enquanto Alvo corria perigo.
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Do outro lado do povoado....
Alvo estava travando um pequeno duelo com Goyle, o qual ele estava vencendo com facilidade. Melissa, a pedido dele, evacuou as pessoas dali para que ninguém se machucasse no meio da rua onde estavam e em seguida ela foi procurar por algum professor para pedir ajuda.
Em um determinado momento, Alvo lançara Goyle para dentro de uma fonte com água congelada que estava ali na rua onde eles estavam. Foi aí que algo estranho aconteceu, quando Goyle tentou vir para a superfície, algo o puxou de volta. A cada tentativa, a mesma coisa acontecia.
Alvo se aproximou dele com o rosto sério, ele sabia que eram seus poderes que estavam fazendo aquilo. Cometeu um enorme erro ao se aproximar o suficiente para Goyle alcança-lo. Aproveitando a posição de Alvo, Goyle tirou a mão de dentro da água e o puxou para dentro da fonte. Alvo sentiu a água invadir suas narinas por um momento e logo em seguida sentiu que estava aparatando junto a Goyle e caiu em um chão de pedra junto ao homem.
— Meus irmãos... – Foi o que ele disse ao levantar um pouco a cabeça para ver seus irmãos caídos no chão, uma de bruços, outro de costas e outra de lado, antes de sentir uma forte pancada na cabeça. E ele não pode ver sua pulseira, que dizia: chamar tia Hermione e ativar poderes.
— Você o trouxe acordado? – Umbridge disse em tom de reclamação.
— Pelo menos eu o trouxe, não é? – Goyle respondeu levantando-se.
— O que aconteceu para estar encharcado? – Blasio questionou.
— O menino deu um pouco de problema. Tentou me afogar!
— E agora está tudo pronto para o nosso plano voltar a funcionar. – Pansy declarou, sorrindo perversa, sendo acompanhada por seus parceiros.
Eles haviam retornado.
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