Os irmãos Potter - 2ª temporada

10 A nova raptora, Sem conexão e a Verdadeira preocupação de Gina


Notas iniciais
ola pessoal olha quem voltou depois de três semanas sem postar melissa do céu que demora foi essa para postar menina? me desculpem mesmo pessoal eu demorei tanto assim pq estive ocupadíssima com a escola que eu estudo, muita coisa para fazer e entregar no dia seguinte ou em poucos dias então realmente só pude terminar de escrever esse capitulo ontem e postar ele totalmente pronto agora ele ta grandinho e espero que gostem e aproveitem boa leitura pessoal ;)

— É impressionante como eles são parecidos com os pais. – Comentou Umbridge olhando para os irmãos Potter ainda inconscientes enquanto Blasio e Goyle amarravam eles uns aos outros com cada um sentado em uma cadeira.

— Muito, chega a ficar assustador quando você olha para o mini Potter e a mini Weasley. – Pansy, concordou apontando para Alvo e Lílian. – Esses outros dois são mais parecidos nas atitudes do que fisicamente.

— Já pode acorda-los. – Avisou Blasio depois de dar o último nó nas cordas que apertavam os irmãos.

— Ótimo, estou ansiosa para conhecê-los. – Disse Umbridge sorrindo.

Pansy apontou a varinha para as crianças e elas foram acordando aos poucos e percebendo onde estavam e a raiva os dominou, começaram a se debater quando viram que estavam amarrados.

— Dessa vez não iremos desamarrar vocês de jeito nenhum. – Falou Pansy olhando cheia de maldade para eles.

— Malditos! – Esbravejou Merliah ainda se debatendo enquanto olhava para Pansy cheia de raiva.

— Vocês vão ser punidos novamente! – James se fez ouvir.

— Nós não devíamos ter saído do castelo. – Lamentou Alvo.

— Está colocando a culpa em mim? – James indagou de supetão.

— De quem foi a ideia? – Alvo disparou em resposta.

— Não teria dado nada errado se Lílian não tivesse a brilhante ideia de se separar! – James tentou se defender.

— E o que isso mudaria? – Questionou Lilian. — Eu não queria ficar segurando vela de vocês o tempo todo!

— Parem de brigar! – Merliah se intrometeu. – Não é culpa de nenhum de nós, a culpa é deles, que querem nossos poderes!

— Vocês não desistem, não é? – James questionou aos raptores.

— Não desistimos. E nunca desistiremos até conseguirmos. – Blasio respondeu convicto.

— Quem é você? – Alvo questionou olhando para Umbridge. Blasio e Goyle riram e Dolores fechou a cara.

— Dolores Umbridge. – Ela respondeu.

— Você parece um sapo! – Disse Lilian de repente.

Goyle e Blasio quase morriam de tanto rir.

— Como é garota?! – Dolores questionou e a terra tremeu quando Lilian arregalou os olhos. Os raptores foram ao chão.

— Lilian, como...? – Indagou Merliah.

— Foi sem querer… – Lilian murmurou em resposta, ainda assustada.

— Os poderes deles não estão como antes, estão mais fortes. – Goyle falou enquanto se levantavam.

— Que bom que perceberam isso! – Falou Alvo em tom de desafio.

— Vocês não controlam seus poderes, não é? – Pansy questionou desconfiando.

— Não, nenhum de nós sabe controlar ainda. – Merliah rapidamente respondeu olhando diretamente para os olhos de Pansy.

— Certo. Voltaremos mais tarde com o jantar. – Avisou Pansy e saiu dali junto aos outros.

— Por que não disse a eles que você já sabe controlar? – Lilian perguntou sussurrando assim que os raptores saíram.

— Por que pode nos ser útil, Lilian. Meus poderes podem ser nossa única forma de salvação. – Merliah explicou.

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A raiva consumia Harry por inteiro naquele momento, fazendo com que ele destruísse praticamente todo o seu escritório que tinha em casa, tentando descontar a sua raiva em alguma coisa. Infelizmente, nenhum deles haviam chegado a tempo de impedir que seus filhos fossem capturados. Aquilo não podia estar acontecendo. Não podia.

Ele explodia e Gina não esboçava nenhuma reação a muito tempo, apenas sentou-se no sofá do escritório e ficou olhando para o nada. Hermione tentava acalmar os ânimos de Harry, enquanto Rony tentava fazer a irmã reagir ao mesmo tempo em que pensava se aquilo seria uma boa ideia. “E se ela fizesse algo pior do que o que Harry estava fazendo?” Rony pensava, sabendo que a irmã era bem capaz daquilo. Teddy também estava ali e andava de um lado para o outro, seus cabelos mudavam de cor a cada passo que dava.

— Harry, por favor! Quebrar seu escritório inteiro não vai resolver nada! – Hermione tentou outra vez. – Por favor, sente-se e acalme-se.

— Me acalmar?! Porque faria isso, Hermione?! Meus filhos foram sequestrados outra vez! – Harry esbravejou a resposta.

— Exatamente por isso! Não conseguirá ajudá-los se estiver desse jeito tão alterado! – Hermione respondeu entrando na frente de Harry quando ele estava indo derrubar os objetos de uma estante.

Harry respirou fundo e sentou-se finalmente ao lado de Gina.

— Eu me sinto horrível, Hermione. – Harry confessou levando as mãos à cabeça. — Eu me sinto um péssimo pai! Eu não consegui evitar que meus filhos fossem levados outra vez. Agora estão presos em algum lugar com a sapa velha como raptora!

— Você não é um péssimo pai. – Falou Gina, enfim reagindo. Ela agora olhava no fundo dos olhos de Harry. – Nada disso é culpa sua Harry, nem minha, nem de ninguém dessa sala. Não é culpa nossa que aqueles doentes por poder querem os poderes de nossos filhos para o mal.

— Por que eles querem tanto os poderes deles? – Teddy se fez ouvir, andando de um lado para o outro com seus cabelos ainda mudando de cor a cada pensamento que lhe vinha à cabeça.

— Os poderes dos quatro… se forem usados com sabedoria, juntos podem fazer muitos bens… e muito mal se forem usados da forma errada. E é isso o que Pansy e os outros pretendem, eles querem pegar os poderes dos meus filhos para espalhar o mal. Isso causará um grande estrago no nosso mundo e no trouxa principalmente. – Gina explicou.

— Acha que eles querem terminar o trabalho de Voldemort? – Rony indagou.

— Sem dúvidas. O que mais poderia ser? – Gina respondeu de imediato.

— Você tem toda razão. Eles podem estar querendo terminar com a tarefa daquele monstro. – Harry concordou.

— Agora, mais do que nunca, temos que os achar. – Teddy afirmou finalmente parando de andar de um lado para o outro.

— Isso não será tão difícil. – Falou Hermione, mostrando uma pulseira dourada que ela usava.

— As pulseiras, claro! – Harry disse, permitindo-se sorrir por um momento.

— Elas têm um localizador! – Gina completou animando-se.

— Podemos achar as crianças! – Comemorou Rony.

— Apenas se tivermos… conexão com as pulseiras deles. — Hermione os avisou, e então ela esticou o braço direito onde estava a pulseira em frente ao seu corpo, mas antes que pudesse fazer alguma coisa, Teddy a interrompeu.

— Como assim conexão? – Ele perguntou perdido.

— As crianças têm que estar em um local sem proteção mágica para que as mágicas das nossas pulseiras se encontrem, para o feitiço funcionar. – Hermione explicou e então voltou a esticar o braço direito à frente de seu corpo e falou baixinho algumas palavras em latim, mas nada aconteceu.

— Estamos sem conexão, não é? – Adivinhou Gina desanimando outra vez e Hermione afirmou com a cabeça.

— Que droga! – Harry praguejou.

— Como vamos achar eles agora? – Rony lamentou-se jogando-se no sofá junto a Harry e Gina.

— Temos que esperar a conexão das pulseiras voltar. Mas isso não quer dizer que ficaremos sem fazer nada… mesmo que alguém tivesse a ousadia de pedir isso, nenhum de vocês três – Hermione falou, referindo-se a Harry, Rony e Teddy – iria deixar de ficar à frente das investigações.

— Não mesmo. – Harry afirmou. — Não vai haver chefe nenhum que irá me afastar. Ou eu, Rony e Teddy participamos de tudo, ou eles perdem três grandes aurores e um bom caso resolvido. – Teddy e Rony concordaram com ele efetivamente.

— Então acho melhor voltarmos para o ministério. – Rony sugeriu. – Nós temos que achar os meus sobrinhos e alguns prisioneiros fujões.

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Em algum lugar, bem longe da casa da família Potter…

— Jantar! – Anunciou Pansy entrando junto aos outros três. – Espero que gostem da sopa rala de Goyle, nenhum de nós sabe cozinhar, então o gosto pode está péssimo.

De repente, a fome que os irmãos tinham sumiu. Como estavam amarrados, os raptores sentaram-se em frente a cada um dos irmãos.

— Soube que está ocupando o lugar da sua mãe no time das harpias e que é muito boa… por que não estou surpresa? – Conversou Pansy colocando um pouco de sopa na colher e levando até na boca de Merliah, que, sendo obrigada, apenas engoliu a sopa horrível e olhava para Pansy com raiva.

— Soube também que irá casar. – Continuou Pansy, agora olhando para o anel de noivado que brilhava no dedo anelar da mão direita de Liah. – Lupin não sabia que você não gosta de chamar atenção como os patéticos dos seus pais? Por que, para te pedir em casamento em pleno campo de quadribol no meio de um jogo… realmente, só não sabendo.

Merliah continuou calada.

— Sabe, Potter, você costumava ser mais falante. – Comentou Pansy, ainda dando a sopa para Merliah.

— E você menos irritante. – Merliah finalmente respondeu alguma coisa. – Desde quando quer saber da minha vida?

— Estou apenas me atualizando sobre minha inimiga, afinal, foram seis anos desde da última vez que nos vimos… aliás, por que você e seus irmãos têm pulseiras iguais nos pulsos? – Pansy questionou, olhando as pulseiras douradas em cada irmão.

— Presente dos nossos pais. – Merliah disse. – Nos deram depois que todos estavam em casa, depois que vocês foram presos.

— Por que sinto que está mentindo? – Pansy falou, estreitando os olhos desconfiada.

— Isso já não é problema meu. – Merliah respondeu, abrindo a boca para a colher que lhe era oferecida.

— Você mudou bastante. – Goyle falou dando a sopa para James. O menino arqueou uma das sobrancelhas e deu um sorriso debochado.

— Eu cresci, se não percebeu, eu já tenho barba. – James respondeu. – Não sou mais aquela criança de onze anos.

De repente, Goyle deu um sorriso maldoso.

— Soube que tem uma namorada… ruiva, o que não me surpreende… bastante bonita também. – O sorriso do rosto de James sumiu, sua sobrancelha voltou para o lugar e uma expressão digna de raiva tomou o lugar.

Goyle arregalou os olhos ao olhar para os de James. O garoto não percebeu, mas seus olhos adquiriram um brilho vermelho como fogo, fazendo Goyle lembrar assustadoramente dos olhos do lorde das trevas.

— Nem sequer pensem em ousar tocar nela, ou vão virar carvão tamanha vai ser a raiva que estarei sentindo. – James sibilou, deixando a voz mais ameaçadora possível.

Goyle concordou com a cabeça, e os olhos de James voltaram ao castanho habitual, apesar da cara raivosa continuar ali quando Goyle voltou a lhe dar a sopa que havia feito.

— Você se parece muito com o seu pai quando o conheci. Quantos anos você tem? – Umbridge conversou, enquanto alimentava Alvo.

— Catorze. – Alvo respondeu, aceitando a refeição, que, em sua opinião, estava horrível.

— Um ano a menos da idade que ele tinha quando o conheci. É impressionante a semelhança entre vocês, falta apenas os óculos redondos. – Umbridge disse, pontuando com uma risadinha.

— Você tem algum tipo de tara sobre meu pai? – Alvo questionou de supetão. – É algum tipo de fã rejeitada? Você não para de falar do meu pai e do quanto me pareço com ele.

Dolores deu um sorriso infantil.

— Digamos que…, seu pai e eu temos um passado que está marcado nele e que ele nunca esquecerá. – Ela respondeu e retornou a dar a sopa ao menino, como se nada tivesse acontecido. Alvo engolia a sopa com a cabeça a mil pensamentos sobre o passado de seu pai e aquela mulher.

— Por que vocês estão sempre atrás de mim e de meus irmãos? – Lilian perguntou, aceitando a sopa que Blasio lhe oferecia a contragosto.

— Você já sabe, queremos seus poderes. – Blasio respondeu meio que dando de ombros.

— Mas, para que vocês os querem tanto? – Lilian insistiu.

— Não te interessa, garota! – Blasio a repreendeu. – Agora coma calada.

— Mas, os poderes são meus! Eu nasci com eles, tenho o direito de saber… — Lilian continuou insistindo.

— Não, Você não tem. Agora, ou você cala a boca e come, ou deixarei você conhecer Umbridge um pouco melhor. – Blasio a cortou.

Lilian não sabia os métodos de “boas vindas” de Umbridge com seus prisioneiros, mas pelo tom de voz de Blasio, ela não queria descobrir.

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Na casa dos Potter, mas tarde...

Gina sabia que não iria conseguir dormi naquela noite, portanto estava preparando uma porção para dormir sem sonhos, para ela e Harry dormirem a noite, para que pudessem ao menos tentarem trabalhar no dia seguinte.

Quando seu marido chegou do trabalho e entrou no quarto deles, no qual ela fazia a porção, ele lhe cumprimentou com um abraço por trás e encostou o queixo no ombro da esposa.

— O que está fazendo? – Perguntou Harry olhando para o caldeirão em que ela trabalhava.

— Uma porção para dormimos sem sonhos, precisamos trabalhar amanhã.

— Você já comeu hoje?

— Harry… – Gina tentou evitar uma resposta.

— Gina.

— Eu comi uma maçã e uma tortinha. Foi o que eu consegui engolir. – Ela respondeu.

— Querida, você precisa comer. Não vamos repetir o que aconteceu da primeira vez que nossos filhos… você sabe. – Harry pediu com carinho. — Você mal comia.

— Não consigo fazer nada descer, Harry. – Gina tentou argumentar. – Morro de preocupação com nossos filhos, temo que nós não conseguiremos chegar a tempo e eles consigam pegar os poderes dos nossos filhos.

— Não se preocupe, querida. Eles não vão conseguir pegar os poderes deles, não vão conseguir dominar o mundo bruxo e trouxa, nossos filhos irão ficar bem. – Harry tentou conforta-la.

— Acha que não estou conseguindo comer por que estou preocupada com o mundo bruxo e trouxa? Sinto muito, Harry, mas estou preocupada assim por conta do que pode acontecer com nossos filhos se os poderes deles forem tirados. – Gina falou se afastando dele, passando as mãos nos cabelos ruivos nervosamente enquanto andava em direção a cama do casal. Harry, tenso, se aproximou dela devagar.

— Gi, o que acontece com nossos filhos se os poderes deles forem tirados? – Harry perguntou cauteloso. Ela se virou para ele com os olhos lacrimejados.

— Os poderes dos nossos filhos são controlados pelo que sentem, até mesmo Merliah, mas ela tem o controle, ou seja, os poderes deles são ligados ao coração e ao cérebro deles… se essa ligação for rompida, nossos filhos podem… – Ela não conseguiu terminar, sua voz embargou.

— Gina, você está querendo me dizer que nossos filhos eles podem… podem… – Harry também não conseguiu terminar.

— Sim, Harry. Nossos filhos podem morrer. – Gina finalmente conseguiu completar a frase e lágrimas caíram livremente, como a muito não caiam, já que Gina não chorava com facilidade. – Se essa ligação for desfeita, seus corações irão parar de bater e seus cérebros pararão de funcionar, levando os nossos filhos... a morte.

Harry viu seu mundo desabar com aquela simples declaração de Gina.

Notas finais
espero que tenham gostado ;) pf comentem oq acharam do capitulo eu ficaria muito feliz de vdd se soubesse a opinião de vcs sobre o capitulo me estimula e muito a continuar, eu gostaria de agradecer a Alice black Potter por ter comentado o capitulo anterior muito obg mesmo por ter comentado eu amei o seu comentário muito obg mesmo, e mesmo que vc diga q não preciso agradecer eu vou agradecer pq alem de muito feliz eu fico com o coração cheio de gratidão por vc tirar um tempinho seu para ler algo que eu escrevi muito obg mesmo :D eu gostaria tbm de agradecer a todas as pessoas que leram ao capitulo anterior e que começaram a acompanhar a fic muito obg mesmo pessoal vcs não comentaram mais tiraram um tempinho para ler e acho que gostaram muito obg. bom eu não sei quando eu irei postar novamente mais espero que eu não demore tanto como eu demorei dessa vez odeio demorar a postar algo para vcs, enfim vejo vcs no próximo capitulo ou nos comentários