Os irmãos Potter - 2ª temporada
12 De olhos bem abertos, Fazendo isso juntos e o Jantar com os Malfoy
Notas iniciais
Em outro lugar muito longe do ministério....
— Dolores chegou. – Blasio avisou para Pansy, que vigiava os irmãos. Ela levantou-se sem dizer nada e o seguiu para fora. Os dois se encaminharam para onde Goyle e Dolores estavam esperando.
— Eai? Descobriu alguma coisa? – Pansy questionou ao se aproximar deles o bastante.
— É a primeira vez que volto ao ministério depois de anos, acha mesmo que eu conseguiria alguma coisa logo no primeiro dia? – Dolores replicou.
— Não sei, pensei que tivesse um jeitinho. – Pansy deu de ombros.
— Dessa vez não… ainda não. – Dolores concluiu. – Acho que irei precisar de ajuda, caso aconteça algo de errado.
— Blasio e eu revezaremos para ir junto com você. – Pansy disse decidida.
— E por que eu não posso ir? – Goyle questionou.
— Por que queremos que tudo dê certo. – Pansy o respondeu como se fosse muito óbvio.
— Confiam em mim com as crianças? – Goyle voltou a questionar.
— Não! Por isso iremos revezar. – Pansy explicou, referindo-se a ela e Blasio.
— Ainda bem, porque eu já estava ficando nervoso em ter que sozinho com aqueles quatro. – Goyle confessou. – Eles estão mais terríveis do que eram quando menores.
— Está com medo das crianças, Goyle? – Blasio falou em tom zombeteiro.
— É claro que não! – Goyle tentou mentir, mas não surtiu muito efeito pois os outros riram dele.
— Eu não acredito no que estou ouvindo! – Pansy exclamou rindo. – Justo você, Goyle? O maior valentão na época de escola com medo de quatro crianças?
— Eles não são mais crianças. – Goyle tentou se defender com raiva. – Merliah já é de maior a muito tempo, não falta muito para James seguir o mesmo caminho, Alvo é um adolescente… a única criança é Lilian.
— Podemos considerar o medo da Potter número um. Mas dos outros? – Pansy ponderou.
— Irrite os outros e você terá medo. – Goyle afirmou convicto. – Eles estão mais fortes… não estavam assim da primeira vez.
Eles pararam de rir e se entreolharam sérios. Nisso Goyle tinha razão.
— Ele tem razão, os poderes especiais deles estão mais fortes. – Blasio quebrou o silêncio.
— Não duvido que seus poderes mágicos também não estejam. – Dolores supôs. – Acham que Merliah falou a verdade sobre nenhum deles estar controlando os poderes?
— Acho que sim… toda vez que se assustam ou coisa do tipo os poderes deles estão se manifestando. – Goyle respondeu.
— Verdade. Lembram que Lilian nos colocou no chão quando ficou assustada? – Blasio disse concordando.
Os outro afirmaram a cabeça em concordância.
— Mesmo assim. Acho bom ficarmos de olho neles. – Dolores propôs. – Muito mais do que já estamos.
Novamente, os outros afirmaram com a cabeça em concordância.
— Está na hora do jantar deles. – Dolores lembrou. – Amanhã um de vocês irá comigo ao ministério.
Ela entregou a eles marmitas que havia comprado no caminho de volta como jantar para eles e para as crianças.
— Primeiro eles, assim ficamos livres. – Pansy falou quando Goyle já começava a abrir a sua própria marmita.
— Mas, eu estou com fome! – Goyle protestou.
— Primeiro as crianças, Goyle. – Blasio colocou um ponto final da eminente discussão. E, de cara fechada, Goyle seguiu os outros para o pequeno quarto onde os irmãos estavam presos.
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Enquanto isso, na casa dos Potter...
— Tenham um bom jantar, meus senhores. – Monstro falou, fazendo uma reverência exagerada depois de servir o jantar à Harry e Gina.
— Obrigado, Monstro. – Disseram eles ao mesmo tempo.
— Não estou com apetite, Harry. – Gina falou quando o elfo saiu da cozinha para descansar.
— Sei que não, mas você tem que comer. Combinamos que seria diferente da primeira vez. – Harry respondeu com carinho.
— Você também não está comendo. – Gina constatou depois de analisa-lo. Harry a olhou e suspirou.
— Depois do que me disse o que acontece com nossos filhos se seus poderes especiais forem tirados, eu não estou conseguindo colocar nada na minha boca. – Harry confessou. Gina arqueou as sobrancelhas, mas direcionou ao marido um olhar compreensivo.
— Que tal tentarmos fazer isso juntos? – Gina sugeriu.
— Acho uma ótima ideia. – Harry disse sorrindo para a esposa. Lentamente, enquanto se olhavam nos olhos, os dois tentaram se alimentar.
— Amanhã iremos a um jantar na casa de Rony e Hermione. – Harry falou enquanto comiam.
— Por quê?
— Malfoy e sua esposa irão jantar lá amanhã… como um teste para um jantar junto à Rose e Scorpius. Rony acha que Malfoy pode nos ajudar a achar o novo esconderijo de Pansy, Goyle e Blasio e iremos a esse jantar para conversar com ele. – Harry explicou.
— Acha que ele irá mesmo nos ajudar? – Gina ponderou.
— É uma possibilidade. – Harry disse tentando permanecer otimista. E vendo que a expressão dela mudara, Harry continuou. – Ei, nós vamos achar eles. São e salvos.
— Sim, nós iremos encontra-los. – Gina sorriu fracamente.
Com os pensamentos focados naquilo, eles continuaram a jantar.
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Na noite seguinte, na casa de Rony e Hermione…
— O jantar será servido assim que Harry e Gina chegarem. – Hermione informou assim que os Malfoy chegaram em sua casa. Draco arqueou as sobrancelhas surpreso.
— Os Potter estarão aqui? – Astoria fez a pergunta que o marido não conseguiu fazer.
— Apenas Harry e Gina. – Harry se fez ouvir atrás deles. Hermione os recebeu com abraços e sorrisos, já Malfoy, deu-lhe um aceno de cabeça e Astoria um sorriso acompanhado de um aceno de cabeça.
— Pensei que fosse um jantar teste para conhecermos a família que nossos filhos estão envolvidos. – Draco parecendo ligeiramente desconfortável.
— E é. Nos esqueçam por um momento enquanto treinam. – Gina falou com vontade de rir enquanto olhava para o irmão, que estava em um ponto atrás de Hermione. Ele revirou os olhos para a irmã.
O jantar ocorreu normalmente, até que no final, Harry decidiu fazer o que o levou ali naquela noite.
— Malfoy, estou aqui hoje para pedir sua ajuda. – Harry foi direto ao ponto e Draco o olhou interessado. – Meus filhos foram novamente capturados por Pansy, Goyle e Blasio. E o que mais me preocupa, estão junto de Umbridge.
Astoria olhou surpresa e logo seus olhos direcionaram para Gina ao lado de Harry com pena daquela mulher que tinha logo os quatro filhos raptados.
— Sei que não somos amigos para me dar ajuda, mas estou precisando muito. – Harry começou a tentar convencê-lo. – Seus antigos amigos estão planejando algo que pode matar meus filhos, por favor, estou desesperado para acha-los antes que algo aconteça. Só lhe contarei mais detalhes se aceitar.
Draco olhou muito sério e Harry se viu implorando.
— Por favor, você também é pai.
Astoria tocou com a mão de Draco.
— Então me conte os detalhes, Potter. Eu aceito ajudar. – Draco declarou. – Iremos achar seus filhos.
Harry suspirou aliviado e se viu abraçando um Draco novamente desconfortável com a situação, enquanto Gina chegava a chorar de felicidade e os outros mantinham sorrisos no rosto.
Eles iriam achar aos irmãos Potter.
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