Os dois reis sob a montanha
68 A noite Yule
Como tinha chegado ao quarto? Isso seria um grande mistério. Quiçá magia... Bem que nem Bilbo e tão pouco Thorin estavam pensando muito a respeito sobre o caminho só em alcançar o objetivo final: a cama.
A verdade é que, talvez, eles estavam a poucos passos da cama, mas estavam muito entretidos no vestíbulo. Bilbo, pressionado de encontro a parede, beijava de forma afeiçoada, o anão que o prendia com braços fortes e mãos possessivas. O hobbit deixou que sua mão se afundasse nos cabelos negros do seu amante e o puxou para mais próximo de si. O beijo foi aprofundado, dentes colidiram, línguas se encontravam. Gemidos eram emitidos.
— Hum... Tho... — O segundo rei nem conseguia proferir uma palavra, imagine uma frase. Era meio difícil fazer isso com a boca do Durin sobre a sua.
O pequeno hobbit deu um puxou em uma das tranças do seu marido.
— Ouch! — Reclamou o rei anão.
— Perfeito... — Falou Bilbo ofegante — Agora consegui a sua atenção.
— Você tem minha total atenção, meu hobbit. — Falou isso enquanto suas grandes mãos apalpavam a bunda do seu esposo. Além de mover seu quadril, criando uma fricção entre as suas roupas. Deve-se enfatizar que as calças de couro do rei anão não deixavam espaço para muita imaginação...Era mais do que evidente a protuberância ali formada.
Bilbo sabia que estava por demais corado, mas sentia que acabara de adquirir uma mais intensa tonalidade de vermelho em suas bochechas.
— N-não esse tipo de atenção! — Gaguejou — A cama! Devemos ir para ela... Digo... Lá será mais confortável...
— Oh! — Thorin parecia agora notar o local onde estavam — Os hobbits são um povo que preza por seu conforto, isso é verdade.
Bilbo franziu o cenho.
— Isso é algum tipo de provocação, senhor Durin? Ou uma reclamação?
O anão apenas deu um meio sorriso maroto, daqueles que faziam o coração do hobbit derreter e sua mente para de funcionar por alguns instantes. Se o famoso olhar mortal de Thorin era célebre por deixar seus amigos e inimigos com joelhos tremendo, o sorriso sensual do rei anão era algo que devia ser proibido de ser vislumbrado pelo público! Era algo que arrasava corações...De criar paixões... Algo que, definitivamente, Bilbo tinha que proteger de olhares curiosos.
— Nenhum dos dois... — E em um movimento abrupto, o anão puxou o hobbit, o levantou e o colocou sobre o seu ombro. Bilbo se sentiu como um saco de batata e começou a espernear.
— Thorin! O que...? Isso não é a forma correta de tratar o seu consorte! — Resmungou.
A resposta dada pelo rei anão foi uma garlhada. Não demorou muito para que Bilbo fosse lançado sobre a cama.
— Bruto! — Reclamou, apesar de não haver real irritação em sua fala.
Thorin estava tirando as botas. Pelo menos ele tinha aprendido sobre isso... Bilbo aproveitou o momento para voltar a analisar o seu marido. O rei anão com os cabelos negros, que desciam sobre os seus ombros desnudos. O seu peitoral musculoso, suado...E descendo mais, para a virilha...A tatuagem.
— Isso é novo. — Comentou Bilbo engatinhando para aonde o anão estava sentando, ainda se desfazendo da apertada bota. O hobbit deixou que sua mão acariciasse o desenho e logo concluiu que não se tratava de apenas um simples desenho e sim runas...Era Khuzdul!
— O que estava escrito? Quando você fez isso? — Inqueriu, curioso, não era possível ler em sua totalidade já que parte das palavras estava oculta pela maldita calças de couro.
Thorin segurou a mão do esposo e a levou ate seus lábios, beijando-a com ternura.
— Tatuagem para nós anões é algo...
— Deixa-me adivinhar. — Cortou Bilbo — Sagrado?
Thorin deu uma rouca risada.
— Sim, meu pequeno, sagrado. Marcar o nosso corpo de forma permanente com mensagens significativas.
— Dwalin tem muitas tatuagens. — Lembrou Bilbo.
— Sim, muitas delas são orações para Mahal para que este o protegesse em batalha. Outras são referentes aos seus familiares, nomes daqueles que já partiram para a casa dos nossos ancestrais.
— Os broches não têm o mesmo significado?
Thorin deu um novo beijo na mão do hobbit e guiou a mesma novamente a sua virilha. Bilbo engoliu em seco.
— Broches são feitos para que todos vejam, nem todas as tatuagens podem ser vistas... Digamos que a tatuagem seja algo mais íntimo, destinado a serem vistos, lidos e tocados por aqueles que realmente importam.
Bilbo tocou a barra da calça do anão.
— Eu quero saber o que ela significa... — Exigiu em um sussurro.
— Pois, então, descubra... — Disse Thorin sem fazer nenhuma indicação que iria ajudar naquele quesito.
“Tolo anão!” Praguejou Bilbo em pensamento. O hobbit empurrou o Durin, fazendo com que esse se deitasse na cama. Bilbo não perdeu tempo em sentar sobre o seu firme abdômen, em uma posição em que não pudesse ver o rosto com expressão arrogante do rei anão. Tentou abaixar a apertada calça.
— Se você abrir os botões, fica mais fácil. — Sugeriu Thorin.
Bilbo praguejou em Khuzdul, algo que só resultou em mais uma gargalhada por parte do anão. O hobbit desabotoou os botões da calça e desta forma conseguiu se desfazer das calças. Libertando a imensa ereção que ali estava contida. Bilbo lambeu os lábios, contendo a salivação gulosa que o acometeu ao vislumbrar o membro de Thorin Durin.
Grande.
Grosso.
Cabeça entumecida.
O falo pulsava e já escorria pré-gozo. Bilbo sentiu um gostoso calafrio percorrer o seu corpo.
— Hum? Pensei que você quisesse ler a minha tatuagem...
Bilbo sabia que até suas orelhas meio pontudas estavam coradas agora. Não precisa se virar para ver que Thorin estava com um sorriso orgulhoso estampado em seus lábios.
“Maldito Anão!” Praguejou novamente. Tentou se concentrar, não iria se distrair! Deixou que seus olhos verdes abaixassem e focassem na tatuagem.
— Meu tesouro... — Conseguiu decifrar a runa, em Khuzdul existe um alfabeto formado por runas, contudo há também determinados runas que ao invés de representarem uma letra refletem o significado completo de uma palavra, logo Bilbo percebeu que não se tratava de uma palavra, tão somente, mas frases, que estavam escritas sobre a pele do anão.
— Meu coração... — Continuou a traduzir deixando sua mão tocar cada runa conforme a lia.
—Minha alma...
—Minha vida.
Bilbo conteve uma exclamação ao alcançar a última runa, essa se encontrava próximo aos pelos negros pubianos do anão. Fora escrita com maior intensidade e com coloração dourada.
— Isso é ouro? —Inqueriu mais para si mesmo do que para Thorin que o observava com total atenção.
— Está correto. Trata-se de uma tinta especial que possui ouro em sua composição...
— Essa ultima runa... — Bilbo acariciou o local, arrancando um gemido de satisfação do rei anão — Trata-se de meu nome?
Bilbo perguntou mesmo já sabendo a resposta. Anões também criavam runas especiais para representar indivíduos importantes para a sua história. Um símbolo único a ser lembrando nas gerações futuras. Thorin tinha o dele, tal símbolo fora escrito em um dos seus broches que sempre mantinha ornamentado em seu cabelo. O broche do seu casamento. Thorin, por sua vez, também detinha um broche com o símbolo da dinastia Bolseiro...Mas esse depois foi substituído por uma nova runa, uma criada para representar o nome de Bilbo Bolseiro-Durin, segundo rei de Erebor. Bilbo se recorda da longa noite que ele e Thorin passaram criando a runa, traçando sobre o papel diversos esboços para assim imortalizar na história anã o nome do hobbit.
— Exatamente. — Concordou Thorin.
O hobbit se virou para encarar o seu anão. Seu coração palpitava tão forte em seu peito que Bilbo temia por sua própria saúde.
— Por que? — Indagou mirando nos olhos azulados do seu marido.
O anão ao invés de responde-lo, estendeu a sua mão. Essa acariciou a face corada do hobbit, desceu por seu pescoço, passou por seu ombro e parou sobre o peitoral de Bilbo. Precisamente, sobre a marca.
— É injusto que só você exiba uma marca em seu corpo indicando a nossa união...Não só de corpo, mas de nossas almas. — Disse Thorin — Decide também fazer uma marca em mim. Ao contrário da que você possui, afinal, o que está escrito em seu peito trata-se de palavras sem nenhum significado inteligível, trata-se de um dialeto antigo élfico praticamente já esquecido...Contendo significação magica e nada mais do que isso. As palavras que escrevi no meu corpo tem mais significado...É minha declaração de amor.
Bilbo levou a sua mão ao peito, se colocando sobre a grande mão do anão.
— Thorin... — Sorriu, lágrimas já começavam a se formar em seus olhos — Você não precisava...
— Bilbo. — O rei anão se levantou, com sua outra mão livre, tocou a face úmida do esposo — Eu precisava sim. Você foi a melhor coisa que ocorreu em minha vida...Você foi minha salvação... Essa tatuagem apenas expressa minha gratidão e meu amor por você.
Falou isso e deu um beijo na testa do hobbit.
— Givashel. — Sussurrou na língua anã.
Thorin, agora, beijou a ponta do nariz de Bilbo.
— Mudùmel. — Mais um sussurro em Khuzdul.
Por fim, Thorin tomou os lábios do hobbit em um longo e amoroso beijo. Quando por fim se separaram, o anão disse ainda próximo da boca do seu esposo. Sua voz estava tão baixa e rouca, como desejasse que aquelas palavras só pudessem ser ouvidas por Bilbo.
— Âzyungâl — Disse por fim.
Desta vez, foi Bilbo que iniciou o beijo. As palavras não pareciam ser o suficiente para expressar o significado de seus sentimentos. Tinha que demonstra-lo...E assim o fez.
O casal rolou na cama trocando intermináveis beijos. Por fim, Bilbo, com relutância, se afastou para tomar ar. Sim, estavam beijando com tamanho ímpeto que o respirar se tornara uma atividade quase que esquecida pelos amantes.
— Tenho mais uma pergunta... — Disse com um sorriso nos lábios.
Thorin rolou os olhos.
— A sua curiosidade é por vezes demais inconveniente. — Resmungou.
Bilbo não se deixou incomodar com a fala do anão. O hobbit estava por cima do seu amante, em um movimento rápido, se sentou sobre o abdômen do Durin, e deixou que sua mão navegasse rumo as terras mais ao sul de Thorin.
— Gostaria de saber se o fato de meu nome está tatuado próximo do seu pênis tem alguma significação simbólica, meu caro. — Nisso os dedos do hobbit brincavam com os pelos pubianos do anão, as pontas desses mesmos dedos acariciavam a base do membro pulsante e rígido do primeiro rei.
— Bilbo... — Arfou Thorin, deixando que o seu sorriso arrogante se manifestasse, novamente, em seus lábios — Você é bastante esperto, creio que eu não preciso explicar sobre isso...Tenho total certeza que você é capaz de alcançar as suas próprias conclusões.
— Oh. É mesmo? — Bilbo novamente se virou, ficando de costas para o anão, agora suas mãos tinham envolvido a base do falo. Movimentos lentos, de baixo para cima, começaram a ser feitos.
— A minha conclusão é que...Meu marido é por demais pervertido. — Falava aumentando ainda mais os movimentos administrados ao membro — Ou...Esse mesmo marido deseja que eu faça algo em relação a isso aqui.
Disse isso, tocando com a ponta a cabeça molhada do grande falo. Thorin soltou algo muito semelhante a um rosnado.
— Como disse antes... Você é bastante esperto. — Voz de Thorin estava rouca e cheia de desejo...E ele não era o único.
Bilbo abaixou a cabeça e abocanhou o membro do marido. Estava querendo fazer isso desde que visumbrara o mesmo quando tirara as calças apertadas de Thorin...Agora podia desfrutar do prodigioso falo de Thorin Durin.
O hobbit pode escutar os palavrões proferidos em Khuzdul, mas ignorou. Estava por demais concentrando em saborear o membro que detinha na boca. Sugou, lambeu e até mesmo mordiscou. Suas mãos continuavam massagear, fazendo movimentos contínuos e apressados. Estimulando. Levando o rei anão a locura.
— Ah! — Gemeu, sendo que tal gemido foi abafado pelo fato de sua boca está por demais ocupada e preenchida para que assim fosse emitido um som inteligível. Bilbo sentiu que suas próprias calças tinham sido descartadas. Os dedos ásperos de seu marido agora acariciavam suas nádegas, em movimento lento e provocador.
Bilbo realmente tentava se concentrar, mas era difícil, ainda mais quando Thorin alcançou a sua entrada. O anão era por demais provocador... Gostava de brincar...De tentar Bilbo, o deixando insano com seus toques.
— Pelo machado de Mahal! — Por fim disse, Bilbo, libertando o membro de sua boca — Thorin! Pare de tocar e...
— E o que, Givashel? — O petulante anão detinha um dos dedos sobre a entrada do hobbit, mas não ousava penetra-lo. Apenas a rodeava, massageava e até mesmo soprava sobre o sensível local.
Bilbo emitiu um frustrando grunhido.
— Você gosta tanto das palavras...Estranho você não as usar agora. — Comentou o irritante anão.
Bilbo, como contra-ataque, apertou a base do membro rígido do marido.
— Se você não me preparar... Isso aqui não vai entrar! — Rangeu os dentes, furioso.
Thorin piscou travesso.
— Oh! Não queremos que isso aconteça, não é mesmo?
— Thorin, eu juro que vou...AHH!
E assim o dedo o penetrou, sem avisar... Bilbo sentiu seu próprio membro escorrer pré-gozo devido aquela ação. Quase gozara com apenas um dedo? Estava tão excitado assim? A dança, a tatuagem e doce declaração de Thorin o haviam deixado por demais sensível.
Thorin se concentrou em sua tarefa. O anão vertia um frio e pegajoso líquido sobre seus dedos e penetrava o hobbit. Bilbo, por sua vez, dava lambidas no longo membro. Da base até a cabeça, mas suas ações estavam ficando erráticas. Agora desejava que o falo do anão... Que este o penetrasse. A sensação de se sentir totalmente preenchido por aquilo era por demais satisfatória. E também sentia que estava alcançando o seu limite de tolerância. Não queria gozar antes do ato final!
— Thorin... — Chamou, manhoso.
Como prevendo as preocupações do esposo, Thorin retirou os dedos do interior do hobbit, este emitiu um paradoxal gemido de desconforto e alívio.
— Mostre para mim o quanto você o quer... — Comandou em Khuzdul.
Bilbo, com as pernas já trêmulas, se virou, encarou o seu marido. Seus olhos azuis tinham escurecido, suas pupilas tinham dilatado. Bilbo sabia que não devia estar muito diferente do anão. O hobbit, normalmente, não aceitava as ordens ditas por Thorin, mas no momento resolveu desconsiderar sua rebeldia Tûk e finalmente alcançar o que ambos desejavam. Bilbo levantou os quadris. Posicionou o membro do anão sob sua entrada e sentou sobre o mesmo, se deixando empalar pelo imenso falo.
— AHH! Yavanna! — Gritou de prazer. Suas mãos seguravam os pelos da peitoral do rei anão.
— Mudùmel! — Urrou Thorin que agora tinha suas mãos sobre os quadris do hobbit.
Bilbo, com as pernas trêmulas, tentou se levantar para depois descer sobre o falo, foi auxiliando por Thorin nesse processo. Logo, os dois encontrariam o gostoso ritmo de subidas e descidas. Bilbo arfava, sentia seu corpo vibrar. Isso sempre ocorria quando faziam amor...Como uma energia sobrenatural o envolvesse, energizando. Tornando as sensações ainda mais fortes, evidentes. Se era o efeito da marca? Isso não sabia...Ou será que era por que não se trava apenas de sexo...Estavam fazendo amor, com alguém que amava, respeitava e compartilha de sua alma e coração. Devia ser isso.
Thorin resmungava em sua língua, eram palavras tão desconexas que Bilbo não conseguia traduzir.
Os movimentos se tornavam ainda mais rápidos. Thorin forçava a bunda do hobbit de encontro com o seu membro, arrancando ainda mais gritos de prazer do menor.
— Perto... — Balbuciou Bilbo, sua visão tinha ficado turva, sabia que estava tinha alcançado o seu limiar.
— Âzyungâl! — Rosnou o rei anão, dando uma estocada final em seu amado esposo. Penetrando profundamente em seu interior. Bilbo deu mais um grito e logo sentiu os jatos quentes o preenchendo.
Exausto, o segundo rei caiu para frente, sentindo o próprio gozo que escorrendo de seu membro e melando ambos os corpos. Podia sentir também o membro do anão ainda pulsando e gozando dentro de si. Isso duraria por alguns segundos amais... Logo, todo o seu canal estaria completamente cheio.
Oin o havia explicado uma vez que isso era natural, que era uma característica que desenvolveu ao longo da evolução para garantir que as anãs engravidassem, já essas tinham uma baixa fertilidade, logo, o aumento do volume do esperma deveria aumentar a chances de fertilização e assim a gravidez.
“Só que eu sou um hobbit e um breeder...” Lembrou sua mente ainda entorpecida pelo sexo.
— Definitivamente, deveria dançar mais vezes. — Comentou o rei anão, acariciando os cabeços encaracolados do seu esposo.
— Hum... — Disse Bilbo, sua eloquência tinha se esvaído depois todo aquele exercício físico.
Thorin riu abraçando com ternura o seu hobbit.
— Eu também te amo, Thorin... — Sussurrou o hobbit — Você também para mim o meu Givashel, Mudùmel e Âzyungâl. Ter você ao meu lado também foi uma das melhores coisas que me aconteceu. A família que formamos e construímos... Eu posso dizer, com toda a certeza, que sou feliz aqui... E fico ainda mais feliz em saber que meus dias de vida estão contados em sincronia com o seu. Não suportaria viver sem você ao meu lado, Thorin Escudo-de-Carvalho Bolseiro-Durin.
O abraço do anão ficou ainda mais apertado.
— Bilbo...
O hobbit, subitamente, levantou a cabeça.
— Thorin? Você está... Eu não acredito! Nós acabamos de...Por Yavanna! — Sim, podia sentir muito bem o retorno da rigidez de um centro membro que ainda se encontrava dentro de si.
— O que esperava? — Sorriu o anão — Depois de tão linda declaração?
Antes que Bilbo pudesse protestar, um novo beijo foi iniciado. Os povos da Terra Média deviam saber sobre a teimosia dos anões, mas não deviam ter noção de sua virilidade. Uma característica por demais oculta daquele recluso povo. Uma coisa Bilbo sabia, aquela seria uma longa noite de Yule... Uma noite que nunca esqueceria.
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