Os Visitantes
21 Capítulo 21 Alucinação
Notas iniciais
Como vocês gostaram da idéia de ter um P.O.V do Vinci, aqui está.
Espero que gostem, lembrando que esse não será o único dele, terão outros.
Espero que vcs gostem...fiz o Cap um poukitooo mais grande. Devido está quase na reta final.
Boa leitura.
—Fala logo James!—Estava ansiosa para que ele me contasse logo, fazia tanto mistério que já estava começando a duvidar se existia mesmo um plano.
—Mais você tem que confiar em mim, certo?—Revirei novamente os olhos, eu estava começando a fazer aquilo automaticamente.
—Confiar é meio difícil, mas posso tentar compreender—Me limitei em dizer apenas isso, porém foi o bastante para que o convencesse.
—É o seguinte, sei a onde posso encontrar munição, sabe aquela arma do Bob?—Perguntou.
—A que você roubou de mim?—Ergui uma sobrancelha.
—É—Falou constrangido.
—O que tem?—Voltei a perguntar.
—Posso conseguir pegar algumas balas, a arma eu sei a onde está. Vinci me mandou guardar tudo em um estábulo.
—Perai?—Interrompi—Por acaso é naquele em que todos nós acordamos e conhecemos o Vinci?—Só queria confirmar.
—Sim, ele fica aqui nos fundos da casa, não é longe não, pois bem, Vinci mandou que eu colocasse tudo que roubei de vocês lá, foi exatamente o que eu fiz, quando estava guardando as coisas, reparei em uma caixinha preta, ela estava com algumas balas.
—E?
—Vou usá-las contra o Vinci, era exatamente o que precisávamos Jessica, mas para isso precisamos distraí-lo antes. Preciso que você finja está passando mal, assim ele terá que vim vê-la, usarei esse tempo para soltar sua irmã e depois veio aqui te ajudar, mas claro, eu terei uma vantagem, estarei armado—Era uma boa estratégia, pensei comigo.
—Esqueceu de uma pessoa—Lembrei, ele logo levantou o cenho, devia saber de quem eu me referia.
—O Jack—Confirmei com a cabeça.
—Ele é um perigo também, não se esqueça disso.
—Mais é um velhote, acho que damos conta dele, o pior com certeza é o Vinci. Se conseguirmos colocá-lo contra a parede, não vai ser o Jack que nos atrapalhará.
—Isso pode da errado, sabe disso não é?
—Jamais saberemos se não tentarmos Jessica. Nunca vamos conseguir vencer o Vinci na força, então que seja sobre a mira de uma arma.
—Tenho medo que ele seja mais esperto, eu tenho medo ele ta bom?—Falei nervosa—Quando ele veio mais cedo me ver, quase tive um treco, a forma como ele me olhava, me causava repulsa e medo, tudo ao mesmo tempo, um misto de sensações ruins.
—Imagino.
—Vai saber o que a minha irmã está passando com aquele animal agora—Fiquei cabisbaixa ao pensar nisso, meu coração ficou apertado, procurava pensar positivo, mas o momento não era o mais seguro.
—Eu vou tirar a Lucy de lá, eu prometo Jessica. Mas preciso contar com sua ajuda, sei que você ainda não confia em mim, mas deixa eu te mostrar que estou falando a verdade, fiz isso tudo apenas por um único motivo, para proteger as duas, não posso fazer isso sozinho, preciso de você.
Aquelas palavras me socaram por dentro, eu sabia que no fundo havia uma esperança em seu olhar, seus olhos estavam abaixados, havia um peso de culpa neles, podia enxergar isso com clareza, como se implorassem pelo meu perdão, aquilo me partiu o coração, sabia que estava sendo dura demais o desprezando, no fundo ele só quis me proteger, o tempo todo se sacrificou para me ajudar, para ajudar minha irmã.
Não podia ser tão mesquinha para não aceitar seu pedido de perdão, o encarei por algum tempo, perdi a noção do quanto aquele olhar me fazia bem, eu gostava dele, sentia algo que vinha do meu interior, um sentimento que teimava em apoderar-se de mim. Estava magoada, chateada e enfurecida com o que ele tinha feito. Mas minha ficha estava caindo, se ele estivesse mesmo do lado de Vinci, por que estaria me contando tudo aquilo? Porque se importaria comigo?
Talvez no momento de raiva acabei deixando meus sentimentos falarem mais alto, não queria admiti, que James pudesse ter tomado aquela decisão no momento de desespero, eu estava julgando-o, enquanto o mesmo estava planejando, arquitetando uma forma de nos tirar daquele lugar, agora acho que não era mais ele que devia se sentir culpado, mas sim eu.
—Pode contar comigo James, vou ajudar—Ele abriu um sorriso pelo canto da boca, aquele sorriso me fez tão bem.
*Jessica narrando Off*
*Vinci narrando On*
—Veja só que belezura!—Levantei uma seringa com uma agulha enorme, a garota saltou os olhos de tão assustada. Aquilo me deu um prazer enorme, sentir o medo que ela tinha de mim, era como uma refeição, alimentava-me cada vez mais. Ela me olhava apavorada, já que com a boca colada, não poderia falar nada— Deve está se perguntando o que é isso não é Lucy?—Ergui um pouco mais a seringa. Vou injetar isso em você Lucy, é um tipo de alucinógeno—Apertei a seringa fazendo o líquido expirar um pouco—Provoca alteração na percepção da pessoa, isso vai te provocar algumas alucinações.
Caminhei até ela, abaixando-me em sua frente, seus olhos escorriam lágrimas compulsivamente, o rosto estava com as marcas dos meus dedos, ela havia levado uma sessão de tapas minhas, foi o início da minha vingança contra ela, o canto da boca estava com um ferimento, dava para notar, pois havia sangue seco.
—Vai doer só um pouquinho tudo bem?—E sem o menor cuidado acertei bruscamente a agulha em seu antebraço. Ela apertou os olhos e se debatia na cadeira, mas nada que me atrapalhasse. Retirei a seringa assim que vi que não havia mais nenhuma gota do alucinógeno—Prontinho! Viu? Disse que não doeria—Sorrir irônico e me afastei, jogando a seringa em uma das mesas dali.
Puxei uma cadeira, coloquei de frente para Lucy, iria observar os primeiros sinais de efeito da droga sobre ela, aquilo seria interessante, pensei. Ela se esforçava para tentar desgrudar os lábios colados, em atitudes desesperadas puxava os lábios, mas não adiantava muito, a cola era bem forte, sozinha ela não conseguiria.
—Que ajuda?—Sorrir mostrando os dentes—Te ajudo!—Sem hesitar, inclinei meu corpo para frente, ficando a centímetros do dela, coloquei minhas duas mãos uma no lábio superior, outra no inferior, fiz uM movimento brusco e rápido rasgando seus lábios, ela gritou de dor, mais lágrimas caíram de seus olhos, seus lábios ficaram inchados e começaram a sangrar, devido à forma como os puxei—Pronto!
—Seu animal!—Cuspiu um pouco se sangue em meu rosto, sorrir com a provocação, me limitei a me afastar, passando a única mão que me restara pelo rosto, limpando o cuspe dela.
—Sua mal agradecida!—Passei a mão suja do sangue dela em minha calça, limpando meus dedos—É assim que me agradece?—A fitei seriamente, Mas me controlei para não bofeteá-la.
—Que droga é essa que você aplicou em mim?
—Já expliquei, é um alucinógeno.
—Porque aplicou essa porcaria em mim?
—Gosto de ver os efeitos causados por ela.
—Cadê a minha irmã? O que você fez com ela?—Mudou de assunto.
—Com ela, nada, mas como você farei de tudo. Quando acabar com você, cuido dela—Sorri friamente, passando os lábios entre meus dentes.
—Seu asqueroso, tenho nojo de você, NOJO—Gritou a última palavra com força.
Dei uma bofetada pesada em seu rosto, ela tombou a face para o lado, quase a derrubou da cadeira. Com muito custo ela se recuperou e voltou a me olhar, seu nariz sangrava.
—Não me chame de asqueroso, ou irei te socar bastante, vontade não me falta, acha que não vou me vingar o dobro pelo que fez comigo? Se antes eu só pensava em te matar, agora quero fazê-la penar antes da sua morte, não pense que vou aliviar para seu lado.
—N-não te-nho me-do—Balbuciou.
—Veremos até aonde vai essa sua súbita explosão de coragem, daqui alguns minutos você nem vai saber quem você é, essa droga vai agir em seu organismo em questão de minutos, com você vulnerável poderei fazer o que bem entender, escutou bem? O que bem entender.
—Aiiii! A minha cabeça, ta doendo—Reclamou, eu sabia que já eram os efeitos do alucinógeno, aquele que apliquei nela, era bem forte. Cruzei os braços e fiquei ali sentado esperando que os efeitos dominassem o corpo dela, o que não demoraria muito.
[...]
—Bob?—Eu estava mexendo em algumas ferramentas da mesa, escolhia qual dos objetos seria a melhor arma de tortura, mas fui despertado quando escutei a voz da garota.
—Esse já morreu! Eu matei, você mesma não viu?—Lembrei.
—É você Bob?—Continuou insistindo.
—Mais que raios de...—Parei para refletir um pouco sobre aquilo, ela devia está pensando que eu era o namoradinho morto dela, poderia tirar vantagens sobre aquilo, um sorriso diabólico se formou em meus lábios, eu sabia exatamente como poderia aproveitar aquele momento.
—Lucy?—Chamei—Sou eu sim, o Bob—Estava me divertindo com aquela cena patética—Vim salvar você—Entrei ainda mais na brincadeira.
—Que bom Bob, eu estava com medo, pensei que estivesse morto.
—Morto? Eu? Não mesmo, vim salvá-la—Segurei a risada.
—Então me ajuda a sair daqui! Precisamos fugir antes que o Vinci apareça, foi ele que me prendeu aqui sabia?—Como se eu não soubesse, sorrir.
—Fica calma, vou te ajudar—Me aproximei de Lucy, soltei seus braços e pernas que estavam presas por correntes, também soltei a corrente que estava em volta do seu pescoço, ajudei a mesma a se levantar, ela tinha dificuldades para caminhar, parecia com a visão atrapalhada.
—Para onde vai me levar?—Perguntou passando seu braço em volta do meu pescoço—Ignorei sua pergunta, derrubei alguma ferramentas que estavam em cima de uma mesa, colocando-a deitada.
—Isso, fica deitadinha ai—Passei novamente a língua em volta dos meus dentes, até que aquilo poderia me render alguma coisa boa, poderia me satisfazer de alguma forma.
Passei detalhadamente meus olhos pelo corpo da garota deitava ali na minha frente, não podia negar, ela era linda. Eu não costumava sentir-me atraído pelas minhas vítimas, ainda mais as mulheres, sempre me mantinha focado no que eu realmente queria fazer, matá-los. Nada mais do que isso, meu pai Jack, sempre me ensinara que o desejo carnal era uma falta de tempo, que ninguém aceitaria ficar com um ser como eu, não em sã consciência.
Mais ela estava completamente desorientada, nem reconhecia quem eu era, me chamava de Bob, confesso que até gostei, ela não me olhava como um ser asqueroso agora, eu poderia tirar vantagens, bem, poderia não, eu iria tirar vantagens.
Inclinei meu corpo alcançando o seu, ela estava séria, mantinha seus olhos presos a mim, será que ainda pensava que era o seu namoradinho? Acho que sim, a droga tinha um efeito demorado. Coloquei a língua para fora, alcançando seu pescoço, ali eu depositei minha saliva, caminhava com a língua por toda extensão do seu pescoço, a sensação era boa, eu estava gostando daquilo.
Usei minha única mão para apertar uma de suas coxas, ela usava uma calça jeans, preferia quando a aprisionei pela primeira vez, ela só usava apenas uma camiseta, seria mais fácil fazer o que eu desejava naquele momento.
Continuei passeando minha mão pela sua coxa, subi lentamente até sua barriga, pausei por um tempo ali, meus dedos logo foram subindo sua camisa, me afastei de seu pescoço, resolvi me concentrar no que viria pela frente. Estava animado com aquilo, sua barriga era lisinha e linda, levantei mais um pouco a sua camisa, deixando-a na altura de seus seios, a partir daquele momento eu beijava toda região da barriga dela, circulando a língua ao redor do umbigo, levantei meus olhos encarando-a, ela estava com os olhos fechados, expressava alguns caretas, revirava os olhos às vezes confusa, como se quisesse entender o que estava acontecendo.
Podia sentir algo estranho se apoderando do meu corpo, não sabia exatamente o que era, mas eu gostava, gostava muito. Estava atraído por uma mulher, nunca havia experimentado essa sensação antes, talvez por meu pai nunca ter me deixado senti-la antes. Ele receava que isso pudesse atrapalhar as coisas, mas eu achava divertido, ela estava totalmente inerte ali na minha frente, não poderia fazer nada, eu só tinha que aproveitar, além do mais meu pai não precisava saber.
—Lucy...Lucy—Repeti seu nome algumas vezes, agora eu distribuía beijos pela sua barriga, meus lábios estavam ávidos, eu a desejava, por mais que eu a odiasse pelo que fizera comigo, não podia negar que naquele momento eu a cobiçava.
—Bob?—Chamou novamente.
—Sch!—Calada.
—Não estou me sentindo bem Bob—Novamente ignorei. Ela tentou se levantar, porém fui mais rápido, voltei a deitá-la na mesa.
—Você precisa ficar aqui Lucy—Ela me lançou um olhar de dúvida—Vai ficar tudo bem—Com muito custo ela cedeu.
Retomei com as minhas carícias, levei meus dedos até o zíper da calça dela, queria arrancá-la de qualquer maneira, um sorriso demoníaco de apossou do meu rosto, sem mais delongas abaixei o zíper e retirei a calça dela, tive que retirar o tênis dela, para que a calça saísse. Joguei em qualquer canto dali, fiquei admirado sua beleza, tinha um belo corpo, nunca tinha parado para reparar no corpo das minhas vítimas, se eu soubesse que era tão interessante faria isso há muito tempo.
Deixei minha mão tocar sua coxa, agora não mais por cima da calça, e sim tocando em sua pele, era tão macia, desci meus dedos por suas pernas, traçando um caminho até seus pés, apalpei um, depositando alguns beijos, o segurei firmemente passando as costas dele em meu rosto, me acariciando com aquilo.
Era bom sentir o toque daquele pé em meu rosto, por mais que fosse um pé, era gostosa a sensação, notei que era o mesmo pé que eu havia arrancado seus dedos, havia uma faixa em volta deles, retirei a faixa que estava um pouco vermelha, deixando seus dedos decapitados amostra, estavam bem melhores de como eu os deixei, pareciam mais enxutos. Levei minha boca até a região ferida, passando minha língua por ela, pude sentir o gosto de sangue invadindo minha garganta, o gosto estava me deixando maravilhado.
Fiquei fazendo aquilo por alguns minutos, eu chupava o que havia sobrado de seus dedos, comecei a chupar tanto que novamente o sangue começou a escorrer, eu estava mexendo na ferida dos seus dedos, fazendo-a ficar novamente exposta.
Poderia ficar naquele movimento a noite toda, apenas me deliciando com o gosto do seu pé, mas eu não queria fazer apenas aquilo, eu tinha que aproveitar. Abaixei seu pé ferido, colocando ele junto com o outro, voltei a deslizar minhas mãos por suas pernas, à medida que aumentava os toques, meu desejo aumentava, apertei suas coxas, mas agora fora um aperto violento, isso fez Lucy gemer um pouco, mas um gemido de dor. Ela usava uma calcinha que parecia uma cueca box, só que era menor. Devia ser algum tipo de modinha na idade dela.
Passei com meus dedos por toda extensão do tecido, abri suas pernas, afastando-as um pouco uma da outra, me dando espaço suficiente para continua explorando-a. Aquilo estava melhor do que torturá-la, não que torturar não me desse prazer, muito pelo contrário, eu me sentia bem, vendo a dor dos outros, mas aquilo era novo para mim, estava me deliciando com o que eu estava fazendo, imagina com o que eu ainda poderia fazer.
Notas finais
Deixem suas opiniões...a fic está na reta final...então toda Opinião é importante, e tudo que vcs deixam de idéias eu estou anotando, pode deixar.
Se teve alguns erros me desculpem, acabei postando sem revisar.
vida corrida em off###
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