Os Visitantes

22 Capítulo 22 Libertos?


Notas iniciais
Gentii mais um Cap pro cês rsrsrs Grandinho :)
Espero que vocês gostem.
AVISSANDO ainda terá mais uns dois POV de vista do Vinci, antes do fim da Fic. O que não está nada Longe.
Espero que curtam o Cap.
Se tiver alguns errinhos me desculpem, postei na presa pq a net tava péssima. Então revisei beeem rapidão.

Eu já havia retirado toda sua roupa, exceto pelas peças íntimas que ainda a cobria, nessa altura ela já estava desacordada, acho que o efeito do alucinógeno havia a feito apagar de vez, mas não no sentido de morte, não isso não, ela estava dormindo intensamente.

Inclinei minha cabeça me aproximando de seus lábios, eram rosados e bem desenhados, senti uma vontade enorme de beijá-los, não hesitei, colei meus lábios grossos em cima dos dela, uma corrente elétrica passou por todo meu corpo, eu me afastei subitamente, um pouco assustado com aquele toque. Era bom, eu tinha gostado, queria mais.

Aprofundei meus lábios mais ainda sobre os de Lucy, pressionando-os um contra o outro, comecei a colocar a pontinha da minha língua para fora, tentando abrir espaço em seus lábios, mas como eles estavam fechados não tive muito sucesso.

Passeava com minha mão pelos seus ombros, seguindo seus braços, alisava o sutiã que usava e lentamente fui descendo uma das alças do mesmo, estava ficando muito animado com aquilo, sentia-me bem fazendo aquilo, algo quente começou a tomar conta do meu corpo. Voltei a beijá-la, fiquei com meus lábios em cima dos dela por alguns minutos, não queria finalizar o contato, gostava da sensação dos meus lábios frios, sobre a maciez dos lábios de Lucy.

Era prazeroso, estimulante e instigante, subi minha mão afagando seus cabelos, afastei com custo nossos lábios e levei minha cabeça de encontro aos seus cabelos, cheirando-os, tinha um cheiro maravilhoso, eram sedosos e macios. Recuei um pouco para trás, eu tinha presa, sabia o que devia fazer, apesar de nunca ter feito, eu já havia presenciado certas cenas quentes, entre as minhas vítimas, elas pareciam gostar do que faziam, eu iria imitar, assim como tudo que eu já havia visto, se era bom para elas, podia ser bom para mim também.

Desabotoei minha calça, descendo o zíper em seguida, havia urgência nos meus movimentos, eu estava quase arrancando minhas calças quando escuto alguém bater na porta, sentir uma frustração tomar conta de mim, poderia ser meu pai, ele me mataria se me visse fazendo aquilo com Lucy. Subi o que havia descido das calças e abotoei novamente os botões, estava nervoso, suava frio.

—Quem é?—Perguntei um pouco apreensivo.

—Sou eu, James—A voz respondeu, um alivio tomou conta do meu corpo, mas a raiva estava começando a surgir dentro de mim, como ele podia ter atrapalhando o meu momento? Iria ter que se ver comigo aquele infeliz.

—Entre—Ordenei—Ela abriu a porta, parecia nervoso, um pouco afobado, ficou paralisando quando viu a amiga deitada na mesa, semi nua—Posso saber o que você que?—Perguntei não me importando com a expressão de surpresa, que ele estampava no rosto.

—É, que a Jessica passou mal—Ele me falava sem ao menos me olhar, seus olhos estavam fixos em Lucy.

—Olhe para mim garoto!—Gritei sem paciência, ele se assustou, por fim direcionou seu olhar nos meus olhos—O que ela tem?

—E-eu N-não S-ei.

—Como não sabe James?—Estava ficando impaciente mais ainda.

—Eu estava vigiando a Jessica, então ela começou a se tremer toda, reclamava de dores na cabeça, acabou caindo no chão, ficou se tremendo toda, acho que era uma convulsão—Explicou e pela cara que ele estava fazendo, acho que estava falando a verdade.

—Hum! Fique aqui, vou ver a garota, tenha cuidado com essa daqui, nada de soltá-la, deixe-a exatamente como está, ainda quero terminar o que estava fazendo.

Ele acenou concordando, ainda contra a vontade tive que me retirar da cabana, teria que ver o que a garota tinha, se ela morresse perderia a diversão toda, sai da cabana percebendo que já era noite, me emprenhei na mata em direção a minha casa. Queria resolve logo isso, ainda não conseguia tirar os pensamentos do que eu havia feito com Lucy da minha cabeça.

*Vinci narrando Off*

*James narrando On*


—Lucy? Acorda, vamos logo—Ela parecia uma pedra, totalmente imóvel—Lucy? Pelo amor de Deus, me ajuda, precisamos aproveitar essa chance—Ergui se corpo para cima, ela estava mole, parecia bem fraca, seu rosto estava vermelho e havia sangue seco por ele, aos poucos ela foi abrindo os olhos, um pouco atordoada.



Consegui levantar ela, ainda bem que não era muito pesada, coloquei suas roupas que estavam jogadas no chão, a carreguei em meus braços, saímos daquela cabana e fomos em direção a casa de Vinci, ele estaria lá, provavelmente seguindo o meu plano, deveria está vendo o que Jessica tinha, ou pelo menos fingia ter.



Eu conhecia um atalho, poderia chegar bem rápido na casa. Chegando lá eu só precisaria esperar o momento certo para atacar, já que eu mesmo já havia pegado a arma e as balas no estábulo, havia feito isso antes de vim buscar Lucy, era o mais conveniente.



*James narrando Off*


*Jessica narrando On*

—Minha cabeça está doendo demais, parece que vai explodir—Continuava com o teatrinho, o melhor de tudo, é que Vinci estava caindo feito um patinho.

—Quando começou essas dores garota?—Parecia nervoso.

—Não sei, faz algumas horas, mas só agora a dor apertou—Menti.

—Vê se não vai morrer, ainda preciso de você para minha diversão—Sorriu pelo nariz—Venha aqui, me deixa ver o que você tem.

Fiquei apavorada nesse momento, não queria aproximação com aquele doente, mas precisava ser convincente, acabei cedendo e com a ajuda dele, conseguir me levantar do chão. Na verdade eu não havia caído no chão, James tinha me ajudado, ele virou a cadeira me fazendo deitar no chão, claro que eu não iria me lançar no chão de verdade. Vinci me colocou novamente na mesma posição que eu estava antes, sentada, abaixou olhando meus olhos, como se procurasse alguma coisa, tentei ao máximo deixar a vista caída, ele precisava acreditar que eu estava passando mal de verdade.

—O que acha que eu tenho?—Perguntei querendo saber se ele desconfiava de alguma coisa.

—Pode ser por falta de comida—Eu sorrir por dentro, não era mesmo por falta de comida, ele não sabia, mas James havia me alimentado—Seu corpo está fraco, por isso está agindo desse jeito.

—Vai me da comida?—Não podia negar, estava me divertindo com aquela cena.

—Hum...Sei não, pensarei no seu caso garota, não sei, mas você pode está fingindo para se safar—Aquilo tinha me deixado preocupada, mas tentei ser a mais natural possível.

—Não sou de fingi, meu corpo está franco, eu não comi nada hoje, estou com fome, precisa me alimentar.

—Não diga o que tenho que fazer—Rosnou—Vou ver o que posso fazer, talvez mande aquele estúpido do seu amigo te trazer um copo de água—Sorriu pelo canto da boca.

—Quem é o estúpido Vinci?—Nesse momento James entrou pela porta, segurava Lucy por uma dos braços e apontava a arma em direção a ele.

—Seu insolente!—Vinci parecia nervoso, mas não podia deixar de mostrar seus traços de preocupação, ele se afastou de mim, indo para um canto do quarto, agora nós não éramos mais as vítimas e sim ele—Abaixe essa arma, é o melhor que você faz garoto.

—Não me de ordens!— James o respondeu sem medo, sorrir satisfeita com aquela cena, notei que Lucy estava um pouco desorientada, parecia fraca, seu rosto estava todo marcado com dedos.

—O que aconteceu com ela James?—Perguntei aumentando o tom da voz.

—Esse nojento deve ter dado alguma coisa para ela Jessica, a encontrei nesse estado, mas não se preocupe, vamos cair fora daqui o mais rápido.

—Vocês acham mesmo que sairão vivos daqui?—Vinci soltou uma risada abafada—Mas confesso que o plano me pegou de surpresa, vocês me enganaram direitinho—Trincou os dentes ao término de frase.

—Claro que vamos sair, você está por baixo agora, eu tenho uma arma, você não tem nada, além do mais, você não é o único ser esperto por aqui—Rebateu James.

—James me solta—Pedi—Ele colocou Lucy encostava na porta e veio me soltar, sempre apontando a arma para Vinci, não podíamos vacilar, ele estava sob nossa mira.

—Pronto!—James retirou o último pedaço de fita que prendia meus pés—Você está Livre.

—Obrigada—Me levantei de uma vez só, estava cansada de ficar sentada ali—Acho melhor o prendermos agora James.

—Boa idéia, pegue essa fita aqui—Ele retirou um rolo de fita do bolso me entregando.

—Sente-se aqui—James indicou a cadeira para Vinci, o mesmo relutou um pouco, parecia não querer obedecer. James não teve outra escolha, acertou um tiro em sua perna, isso o fez cair de joelhos no chão gritando. Olhei um pouco assustada para James, ele estava totalmente nervoso, por ter disparado a arma.

—Seu atrevido!—Vinci fazia caretas.

—Sente-se aqui, ou eu atiro novamente—Ameaçou e dessa vez Vinci não insistiu, levantou-se do chão com a perna sangrando, sentou-se na cadeira. Comecei a passar a fita por seus pulsos e pernas, eu gastei quase o rolo todo, mas no final, ele estava preso, não sairia tão fácil, apesar de ser bem forte as fitas também eram. Depois do feito fui até Lucy, abracei a mesma em meus braços, ela estava um pouco assustada com aquela cena.

—Bom trabalho Jessica—James elogiou—Agora Vinci, eu vou te fazer uma pergunta, sei que você sabe me responder, então não relute, será o melhor para você—Vinci fechou a cara—Atrás do estábulo tem um carro, eu mesmo vi, quando fui pegar essa arma, notei que ele está em ótimas condições, ele deve ser seu, ou do seu pai, não é mesmo?

—O que te importa?—Perguntou secamente—Quando eu sair daqui, juro que te cortarei em pedaços, seu traidor.

—Já estou acostumado em ser chamado de traidor—James me lançou um olhar, aquilo me deixou mal—Mas você não me respondeu—Retomou a fala—De quem é aquele carro? Heim?

—É do meu pai seu estúpido.

—Olha só—James sorriu—Estamos começado a nos entender, agora me responda, onde estão as chaves?

—Desista, eu não falarei.

—Não vai falar?—James virou o rosto me olhando e deu um sorrisinho, não entendi bem aquilo, quando percebi escutamos outro disparo, ele havia acertado o um dos pés de Vinci, o mesmo retornou com os gritos agonizantes, eu estava assustada com o jeito de James, mas não me intrometi, se aquele fosse o único jeito de obter responda, não seria eu que impediria.

—Seu desgraçado!—Vinci falava entre os gritos.

—Não vai falar a onde estão as chaves?—Repetiu a pergunta.

NÃO FALO—Berrou furiosamente.

—Ta bom! Não me importo de passar a noite atirando em você Vinci—Falando isso, James atirou novamente contra ele, dessa vez eu não consegui ver onde o tiro acertou, acho que foi na coxa, mais uma vez o quarto foi inundado por gritos de Vinci.

—Chega! Chega!—Vinci implorou—Eu digo onde estão às chaves—Tombou a cabeça para trás, expressando caretas de dores.

—Ainda bem—James disse satisfeito, no fundo eu também estava. O fim daquele inferno estava cada vez mais próximo—Então me diga Vinci, cadê as chaves?

—No quarto—Respondeu baixinho, quase inaudível.

—Como? Repete alto e em bom som—James levantou a arma, apontando ela na cabeça de Vinci—Fala logo, que quarto?

—No quarto do meu pai, em baixo do colchão—Tombou a face em direção ao chão, deixando a cabeça pendurada—Satisfeito?

—Muito! Agora vamos sair daqui—James me olhou e eu já sabia o que fazer, deixei Lucy encostada na porta e fui até o quarto de Jack, eu já havia estado lá, quando pisei pela primeira vez naquele lugar, abrir a porta do quarto, tudo estava exatamente igual, corri até a cama, levantei o colchão empoeirado e imundo, o danado era pesado, mas acabei conseguindo levantar em uma boa altura.

—Aqui!—Agarrei as chaves na mão, larguei o colchão ali de qualquer jeito.

[...]


—Anda liga o carro—Eu estava totalmente nervosa com aquela fuga, ainda podíamos da de cara com o pai de Vinci, estranho não termo mais visto ele. Bom eu não fazia mesmo questão de olhar para aquele velho novamente, maluco igual o filho.


—Calma Jessica, tenha paciência—Ele girou a chave algumas vezes, o motor parecia não querer ligar, eu já me esforçava para não cair do choro, seria muito azar chegar até ali e morrer na praia—Pronto—escutamos o som do motor sendo ligado—Vamos sair desse lugar—Eu estava do banco de trás, Lucy estava deitada em meu colo, tudo acontecera tão depressa, entreguei as chaves para James, ele ainda forçou o Vinci a explicar como podíamos chegar até a estrada, como James era bom em decorar coordenadas, não teve nenhuma dificuldade em entender.



—Vamos embora logo James—Só me sentiria bem quando saísse daquele lugar, só assim eu poderia respirar aliviada, enquanto estivesse por ali, sempre teria a sensação que algo de ruim poderia acontecer. Bom o importante era pensar positivo, pensar que logo, logo estaríamos longe daquela tortura toda.



Notas finais
Poutz...Será que eles consiguiram mesmo fugir assim fácil??
Vinci ficará preso na casa por muito tempo?
QUEM GOSTOU DOS TIROS QUE O JAMES DEU NELE?? 0/// kkkkkkkkkkk
Aguardem o próximo Cap, que vai ser Top de ação...Espero que vocês gostem.
deixee seus Reviewsss, principalmente agora na reta final.
Ajuda muito.