Notas iniciais
Eu recomendo que só leiam esse capítulos quem for maior de 18.

Eu estava sentado no banco de trás do carro espremido contra o vidro, juntamente com Annie, Britany e Denny. Samantha, Felipe e Carol estavam na frente. Felipe dirigia o carro na maior velocidade permitida, com os entulhos na nossa frente. Carol tinha Samantha no colo já que não havia onde mais ficar. Minhas lágrimas haviam parado a algum tempo.

— Não vai dá de passar na casa do Denny. — falou Carol olhando para trás. — Pelo menos não assim...

Ela parou de fala. Mas a verdade é que não daria pra ir na casa de nenhum de nós com toda aquela população de infectados.

— Na verdade... — continuou Samantha. — Acho melhor irmos para o Abrigo, de uma vez... pra começar que nem... — Ela calou-se pois acabáramos de atropelar outro morto-vivo que foi para baixo do carro. — Não há nada seguro, de que eles estarão lá... Quem sabe eles não foram pro Abrigo?

A verdade é que eu achava que todos deveriam estar mortos.

— Tudo bem... — falei — Vamos para o Abrigo.

Entramos numa rua completamente cheia de mortos-vivos. Felipe engatou a ré rapidamente e fez a curva. Os zumbis obviamente vieram correndo em nossa direção. Continuamos na ré, até que encontramos uma esquina e fizemos a curva ainda de ré derrubando um carrinho de compras. Ele engatou a primeira marcha e foi para a frente à toda velocidade batendo em um morto-vivo. Aceleramos pela pista reta. A frente parecia vazio. Nossa sorte era que Felipe era um ótimo motorista.

— A gasolina está acabando — informou Felipe.

— Ah, que ótimo! — falou Carol.

Olhei para trás e não vi nada. Os zumbis tinham desaparecido. Continuamos até que o pneu bateu em algo e o carro ficou baixo.

— MERDA! — gritou Felipe batendo no volante.

Saímos todos apressadamente para fora do carro para ver, o que tinha acontecido. O pneu estava completamente seco, com um pedaço de aço enfiado.

Olhamos para trás e vimos que os zumbis que acabáramos de despistar já estavam de volta. Olhamos para o lado em busca de algum lugar onde ficar. Vi uma porta aberta.

— Por ali — gritei.

Não precisei repetir, todos já corriam naquela direção. Entramos e fechamos rapidamente a porta.

— Maldição! Maldição! Maldição! — Gritou Carol McGreavy chorando.

— Cala a boca! — Falou Samantha à Carol. — Pode atrair mais deles.

— QUEM VOCÊ PENSA QUE É PRA ME MANDAR CALAR A BOCA? — Berrou Carol. — E DAÍ QUE VENHAM MAIS? ACHO QUE LÁ FORA JÁ TEM BASTANTE.

Carol pulou nos cabelos de Samantha, derrubando-a no chão e socando-lhe o rosto com a outra mão. Corremos para separá-las. Denny tirou Carol de cima de Samantha, que ainda estava aturdida.

— Eu vou matar essa desgraçada — berrou Samantha correndo na direção de Carol, passei o braço na cintura dele e segurei-a para detê-la. — Me solta! — Continuou berrando e tentando tirar minhas mãos de sua cintura.

— Se acalme Samantha, essa não é você! — Isso tomou a atenção dela. Ela parou de se debater, parecendo mais calma. — Pelo menos não é a Samantha que eu conheci.

Samantha levantou a mão e acertou-a em meu rosto com toda a força, rasgando minha bochecha com sua unhas. Fiquei parado fitando-a com o sangue escorrendo por a minha bochecha.

— Você não sabe quem sou eu... — ela disse isso afastando-se de todos e entrando em outra sala.

Annie correu na minha direção. Colocou a mão no meu rosto, sobre o corte que agora ardia.

— Vai ficar bem! — Ela sussurrou.

— Precisamos ver se o prédio tem zumbis. — Avisou Felipe.

— Certo — falei — Denny, vá conversar com Samantha, afinal, ela é sua namorada.

Denny fez que sim com a cabeça e foi atrás dela.

— Vamos nos separar! — exclamei.

— Eu vou com você! — disse Carol. — Britany, Felipe e Annie, vocês verificam o segundo andar, e eu e Matt verificamos o primeiro, pode ser?

— Pode ser! — exclamou Felipe.

Eles viraram as costas e partiram para o segundo andar. Para falar a verdade, aquele prédio não parecia que não havia entrado ninguém desde que tudo começara.

— Ok. — falou Carol me puxando. — Vamos começar por ali!

Segui-a. À nossa frente tinha uma porta. Peguei na maçaneta e girei-a. Nada. Entrei vagarosamente. A sala tinha algumas mesas grandes e também alguns computadores. Carol entrou em seguida, fechando a porta.

— Então... — começou ela se aproximando. — Parece que o prédio está vazio. E, sabe de uma coisa? Estou cansada. Preciso relaxar um pouco. — Ela continuou se aproximando e me empurrando para uma mesa. — Você parece tenso. Relaxe um pouco também. — Ela deslizou a mão para meu pênis. Eu estava me perguntando: como ela pode pensar nisso, na nossa atual situação?

— Carol, você é muito bonita, mas... — Ela abriu meu zíper e abaixou-se, abrindo o botão da calça. Pegou minha cueca e baixou-a. Quer saber? Que se dane! Estamos no fim do mundo mesmo...

Ela botou a mão no meu pênis e começou a fazer um movimento pra frente e pra trás. Colocou meu pênis em sua boca. Uma sensação de prazer invadiu meu corpo. Desabotoei minha camisa e joguei-a no chão. Carol tirou a boca de meu pênis, levantando a saia, e baixando a calcinha. Me deitei sobre a mesa e ela sentou sobre meu pênis fazendo um movimento pra frente e pra trás. Começou a gemer suavemente.

Quando terminamos eu vesti minha roupa e ela também.

— Escute — comecei, mas fui interrompido por ela.

— Eu sei! Não vai querer que eu conte para os outros. Já percebi que você está afim de Annie, mas na verdade, eu quero transar é com o Felipe, sabe? Aqueles músculos... AAH!

— Se quer transar com ele... Por que me escolheu e não ele?

— Por que você também é muito gostoso com essa barriguinha de tanquinho. DÃÃR!

Com isso saímos da sala. Vasculhamos o primeiro andar, e estava realmente vazio. Encontramos com todos os outros.

— Nada. — falou Britany.

— Vasculhamos tudo e não há sinal de nenhum morto-vivo. — falou Annie.

— Vamos dormir aqui, e amanhã continuaremos em direção do Abrigo.

O único problema é que nos distanciamos somente 3 Km do nosso colégio.