Os Sete Lugares Para Se Ficar Com O Malfoy
9 O Banheiro Masculino
Notas iniciais
Alguns meses depois...
– E esse é o último jogo do ano galera. Ano que vem teremos um time renovado, visto que quase todos saíram da escola, então façam o seu melhor! – Gritava Lino Jordam no microfone.
Era o último jogo da temporada, quem ganhasse levava a Taça de Campeão. E como sempre, a disputa estava entre Sonserina e Grifinória. Hermione quase tivera um surto quando soube quem estava na final, mas era pedir demais que Harry e Draco perdessem para Corvinal e para Lufa-Lufa. O problema, nem era ela ver quase todos os seus amigos e o namorado, disputando a quilômetros do chão... O problema era que era um jogo patético e todos iam reclamar.
Já tinha se passado uma hora de jogo e estavam empatados em 40x40, a explicação era que os interesses pessoais estavam em jogo. Gina, por exemplo, não conseguiu marcar um ponto sequer, com medo de atingir o namorado, que era goleiro da Sonserina. Harry perdera o pomo de vista duas vezes, quando o balaço chegava perto demais de Pansy, ele se desesperava e ia defende-la:
– Harry, por Merlin, eu vou ficar bem – Pansy dizia – Desse jeito você vai perder o jogo.
– Mas não é esse seu objetivo?
Lá embaixo, muita gente já tinha desistido de assistir ao jogo. Estava muito parado. Principalmente quando nenhum time tinha coragem de lançar o balaço no adversário, com medo de atingir o amigo ou companheiro do outro. A verdade, era que o jogo seria decidido na captura do pomo.
Na arquibancada, Hermione, Luna e Cho olhavam atentas a cada movimento dos amigos. Luna dera um berro, quando Pansy jogara uma goles em direção a Rony:
– Luna, se acalme – Disse Cho – Na velocidade que ela jogou, nunca derrubaria ele. E ela nem é louca, são amigos.
E era verdade. Todos eles se tornaram amigos, de alguma forma estranha.
– Ai não... Vai em direção a Astória – Hermione falou mordendo os lábios. Ela e a loura se tornaram muito amigas, depois que elas conversaram e esclareceram tudo. “Só o faça feliz...” ela pediu, e Hermione vem fazendo.
O balaço que iria atingir Astória, foi desviado por Harry que passava ali perto:
– Valeu Harry – Ela suspirou em alivio – Mas vá logo, vai perder o pomo.
Draco voava rapidamente em direção ao pomo. Ele estava perto demais das balizas da Grifinória, nem se deu conta, até esbarrar em Rony:
– Ei loura... presta atenção por onde voa – Rony disse aliviado, pois quase caíra.
– Foi mal ruiva. Estava atrás do pomo. – Rony riu e disse:
– Então vai logo, que lá vem o Harry.
Assim que Draco saiu em disparada e Harry o seguiu, o coração de Hermione quase saiu do peito. Sabia que nenhum dos dois ia fazer algo para machucar seriamente o outro, mas isso não impedia os acidentes. Eles voavam tão rápido, que era difícil distingui-los, mas a vantagem ainda era de Draco. E então eles saíram do campo de visão de todo mundo. Os minutos seguintes foi de total desespero por parte de Hermione e Pansy, que acompanhou tudo da sua vassoura:
– Pelo amor de Deus... só traga a si mesmo inteiro – Pansy sussurrou.
Draco estava quase alcançando o pomo, mas a cada segundo ele descia mais baixo, e na velocidade em que o louro estava, ele seria esmagado se chegasse ao chão. Harry o seguia de perto, mas ao notar o quanto era arriscado, parou:
– Draco, se você morrer eu vou te matar – O moreno gritou, mas o outro nem lhe deu ouvido.
Agora Draco se aproximava do pomo e do chão em velocidade alucinante, sem tempo pra frear. Harry ficou nervoso, e fechou os olhos no exato segundo em que a mão de Draco se fechara no pomo. Ao pegar o pomo em sua mão, Draco jogou seu corpo na direção contrária, forçando a vassoura a mudar de rumo em um último segundo, se fosse uma vassoura barata, ela estaria despedaçada. Foi dificultoso, mas Draco voltou ao ar, em uma velocidade normal.
– Vamos Potter. Eu tenho uma taça pra ganhar – Draco disse brincalhão, e os dois voltaram para o campo.
Os dois chegaram juntos, fazendo as namoradas suspirarem de alivio. Então o louro levantou a mão no ar e mostrou o pomo, e a Sonserina uivou de alegria. Hermione também comemorou, mas logo desceu as arquibancadas e se jogou nos braços de seu apanhador:
– Nunca mais vou deixar você jogar, ouviu bem? Nunca mais! – Ela gritava aliviada enquanto o abraçava.
– Que exagero, amor. – Ele riu – Nós ganhamos! – Ele disse feliz e ela o beijou.
Mesmo depois de meses, o beijo deles, ainda era como se fosse o primeiro. As línguas se enroscando saudosamente, os lábios se acariciando mutuamente... E o gosto, o gosto ainda era o mesmo.
Eles se separaram quando o ar faltou e sorriram um pro outro. Eles nem pareciam notar a gritaria e algazarra que faziam ao redor deles. Draco foi tomado por uma vontade insana de possui-la, não sabia se era a adrenalina do voo ou alegria de ter ganhado o jogo, mas ele tinha que compartilhar isso com ela.
– Venha, vamos sair daqui – Ela notou nos olhos dele o que ele queria dizer, e logo ficou excitada. Talvez fosse a última oportunidade de fazer isso em Hogwarts, em uma semana eles já estavam indo.
Draco a levou até o banheiro dos meninos, que ficava na parte de trás do vestiário. Hermione entrou, já sentindo suas pernas bambearem. Draco a empurrou, levemente, contra uma parede e cobriu a boca dela com a sua.
Hermione não perdeu tempo, logo suas mãos trataram de despir ele. Ela estava necessitada do corpo dele, depois dos minutos de aflição que tivera, o que ela mais queria era senti-lo dentro de si.
– Nossa... você está rápida ein – Draco disse entre beijos. Ele também já havia tirado seu vestido e sutiã, estavam empatados.
A boca de Draco estava no seio dela, e a mão deslizava entre as pernas, encontrando seu ponto de prazer. Hermione grunhiu ao senti-lo e abriu as suas pernas, dando-lhe mais acesso. Draco começou a dedilhar seu ponto sensível e ela não conteve os gemidos. Ele sorria pra ela, adorava vê-la assim. Os dedos dele aumentaram o ritmo, e Hermione passou rebolar contra eles:
– Ah... hmmm Draco, eu – Ela gemia desconexa, até ser demais pra ela e o orgasmo lhe atingir.
Draco a deixou se recuperar. Ela abriu os olhos e lá estava ele a admirando. Ela sorriu.
– Agora é a sua vez.... –Ela disse travessa.
– Amor, eu estou me lembrando... – Ele começou – Que eu estava mesmo te devendo uma transa no banheiro.
Hermione franziu a testa, e depois se lembrou... A lista. Depois que eles começaram a namorar, o sexo era uma consequência de uma sequência de atos de carinhos e demonstração de afeto, não apenas algo que deveriam cumprir.
Hermione sorriu pra ele e disse:
– É verdade... Você que me deve algo. Então... – Ela sorriu sapeca.
Draco a deixou totalmente nua, e depois terminou de se despir. Seu pênis estava duro e babando por ela, ele não tinha como aguentar muito tempo.
– Tudo bem meu amor, eu vou comer você agora – Hermione deu um gritinho de antecipação.
Ele a beijou profundamente, e com uma das mãos puxou a perna dela pra cima e a penetrou fortemente. Ela gemeu em sua boca. Só de se afundar nela, ele já tremia de prazer. Ele começou a estocar fortemente, e ela remexeu o quadril no ritmo dele. A cada balanço de quadril, o pênis dele friccionava mais rápido o ponto de prazer dela, fazendo Hermione revirar os olhos e gemer mais alto. O canal dela apertava o membro de Draco, dando-lhe ainda mais prazer quando ele chegava mais fundo. Ambos grunhiam e gemiam o nome um do outro. Em uma estocada mais forte, Hermione convulsionou, fazendo seus membros sofrerem espasmos de prazer e a levando em um topor de prazer conhecido como orgasmo. O canal dela se contraiu, espremendo o membro dele e o levando ao prazer total. Draco se derramou dentro dela, a preenchendo com todo o seu gozo. O dois ficaram uns minutos assim, esperando a respiração e os batimentos regularem. Sorriram docemente um pro outro e selaram seus lábios, calmamente.
E então ouviram vozes, seguidos de passos. E estavam se aproximando.
Eles se separaram rapidamente e começaram a gargalhar. Rapidamente colocaram as suas roupas e se arrumaram. Seja quem for, eles se trancaram em um dos primeiros boxes. Sem fazer barulho, eles se encaminharam para saída:
– Oh Tori... – Ouviram alguém gemer.
– Uau quem será o sortudo? – Draco sussurrou baixinho.
Hermione sorriu de lado, já pensando no possível casal que se agarrava, mas nada comentou.
Logo estavam de volta ao campo. Ao contrário do que imaginavam, todos estavam em silêncio. Hermione e Draco se aproximaram dos amigos, e antes que perguntassem o motivo do silêncio, notaram que todos olhavam pra cima. Ergueram o olhar e ali estava Harry.
– O que ele está fazendo? – Falou Draco.
– Shii... oh meu Merlin. Olhe... – Falou Luna
Então todos notaram que ele escrevia algo no ar. As letras estavam saindo verdes e brilhantes, pequenos fogos vermelhos estouravam ao redor. Pansy deu um berro e começou a pular:
– AI MEU MERLIN EU NÃO ACREDITO! SIM, SIM... MIL VEZES SIM!
Harry nem havia terminado de colocar a última letra, mas a morena já havia subido na vassoura e foi ao seu encontro. Os dois se beijaram intensamente e, lá embaixo, todo mundo aplaudiu.
Sim, Harry Potter tinha pedido a mão de Pansy Parkinson, e ela aceitou!
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