Os Sete Lugares Para Se Ficar Com O Malfoy
10 Epílogo
Notas iniciais
Cinco Anos Depois...
Pansy arrumava o vestido de Pâmela mais uma vez. Era incrível como a pequena não conseguia ficar quieta um instante.
— Pâm, se acalme...
— Quelo, tia... Toli! – A menina dizia, piscando seus olhos verdes para mãe.
— Harry, meu amor, vai demorar ai com o James? Pâm está ficando nervosa. E eu tenho que chegar cedo também, eu entro com a noiva!
— Calma querida, você sabe como James é. – Harry disse descendo as escadas, segurando um garoto de cabelos pretos e olhos verdes azulados.
Pansy olhou pro seu marido e suspirou. Ele estava lindo de fraque e com aquele sorriso. Ela simplesmente, se apaixonava por ele todos os dias.
— Vamos logo! – O garoto de quatro anos, gritou nos braços do pai.
Harry rio e pegou as chaves do carro. As crianças eram muito pequenas para aparatar e com certeza pra usar o pó de flur. Pansy seguiu o marido, com a sua pequena no colo, e fechou a casa. Os dois colocaram seus filhos no banco de trás, Pansy se demorou um pouco mais para revisar os cintos e suborna-los para ficarem quietos. Enquanto isso Harry, que já estava em seu lugar, observava tudo através do retrovisor. Dar uma chance ao amor de Pansy, foi a melhor coisa que ele havia feito. Ela era perfeita em tudo, calma, inteligente, ótima mãe e excelente amante... Ele havia ganhado na loteria.
— Vamos Harry – Pansy chamou a sua atenção. Ela já estava em seu lugar e todos aguardavam – Hermione vai me matar se eu chegar apenas pra entrar e não ajudar em nada.
Harry gargalhou e arrancou com o carro.
*
— Quem é o garotão do papai? Ein? – Rony dizia, fazendo cocegas em seu filho, que ria descontroladamente.
Desde que Hugo nascera, ele se tornara esse pai babão. Diminuiu sua carga horária como Auror, apenas pra ficar mais com filho e com a esposa.
— Querido, você vai bagunçar a roupa dele todinha – Dizia Luna, olhando tudo o que se passava, através do espelho. Tentava colocar seu brinco, para poder concluir o look.
— Mamãe não quer mais que eu faça cocegas. – Ele disse fazendo careta. O garotinho, de cabelos ruivos encaracolados e olhos azuis brilhantes, apenas sorria e gargalhava. Ele tinha apenas um ano, e quase nada compreendia da língua dos adultos.
Luna terminara de se arrumar e disse:
— Como eu estou?
— Você está linda, meu amor – Rony disse com os olhos brilhando.
Os dois estavam juntos desde de Hogwarts, e só tinham amor a esbanjar. Eram o casal mais fofo da turma. Rony agradecia todos os dias por ter se apaixonado por ela, nunca na vida sentira algo assim, tão forte talvez, apenas quando Hugo nasceu. Luna era tão feliz com Rony e seu filho que ela esbanjava doçura onde ia. Quem diria que aquela paixão de colégio, se tornaria casamento?
Luna foi até o marido e o beijou rapidamente. Pegou o Hugo no colo e desceu as escadas.
— Vamos Rony. Se eu me atrasar Cho e Gina vão me cozinhar. Eu entro com a noiva!
*
Hermione já estava ficando nervosa, pois Pansy não chegava nunca. Entrou no quarto, para ver se tudo estava em ordem:
— Ah Herms, que bom que voltou – A loura disse aliviada – Então, como eu estou?
— Pela milésima vez Ast, você é a noiva mais linda que eu já vi – A castanha disse fingindo cansaço e depois a abraçando.
Astória vestia um vestido de mangas caídas, todo em cetim. A parte de cima era um corpete repleto de pedrarias, que valorizavam os seios dela. Na cintura, havia um pequeno laço e depois o vestido caía em camadas belíssimas.
— Não diga besteiras – Astória retrucou – Você foi a noiva mais linda que eu já vi. Toda elegante e chique com seu vestido de rosas transparente! – Hermione rio.
— Deixe de ser boba loura! Além do mais, Pansy e Luna ficariam com inveja.
— Mas é verdade!
— Eu ouvi meu nome? – Pansy disse entrando no quarto – Ai meu Merlin, Tori. Você está linda!
— Não acha meio exagerado? – A loura disse mordendo os lábios e levando a mão até a coroa de flores.
— Não acho! – Pansy disse por fim – Me deixe ajeitar seu véu, está quase na hora!
*
Gina corria desenfreada pelos corredores, tentando não machucar o buquê de flores:
— Ginny – Alguém chamou. A ruiva parou e viu. Era a sua salvação.
— Luna, sua maluca. Vamos logo! Cho deve estar dando ataque, acabei de chegar também.
A ruiva pegou o braço da loura e correu para o quarto da noiva. Elas pararam antes de entrar, e se recompuseram. Ao pisarem no quarto, notaram a oriental agachada e com os braços pressionando o abdômen:
— CHO! – Luna gritou e correu em auxilio da amiga – Você está bem, o que houve?
— Ai meu Merlin, pensei que não viessem mais – A japonesa disse. – Eu estou tão nervosa, que acho que vai dar tudo errado...
— Deixe de frescura – Gina disse, largando o buquê e indo até as duas – Levante-se já desse chão. Está amassando o vestido.
Cho fez uma careta, mas levantou-se. As amigas suspiraram, ela estava linda:
— Uau morena... você está... – Começou Gina, com dificuldade de achar as palavras.
— Estonteantemente incrível — Completou Luna.
— Ai meninas, obrigada! – A morena disse, dando uma voltinha para as garotas apreciarem o look.
O vestido era de seda lisa, totalmente branca, modelando seu corpo e se abrindo aos seus pés. Uma delicada e elegante faixa rosa, se encontrava amarrada em sua cintura. Ela usava um casaco, com longas mangas abertas, florido em tons de rosa e verde bebê. Um acessório típico do japão. Seu cabelo estava em um coque e transpassado por dois lindos kanzashis. (Pauzinho decorativo de cabelo)
— Tudo bem, tudo bem – Disse Luna – Você está linda, o buquê está aqui, e já está na hora.
Cho riu e suspirou nervosa. Luna e Gina pegaram, cada uma, um braço de Cho e a guiaram até seu destino.
A morena tremia da cabeça aos pés. Luna e Gina eram praticamente suas pernas. Ela estava tão nervosa. Havia planejado esse casamento há meses, queria tudo perfeito. Chegou ao local da cerimônia, e procurou o rosto de sua mãe. Ela chorava e sorria ao mesmo tempo, ela estava feliz. Cho relaxou instantaneamente. Então ela seguiu para o altar e esperou.
Astória agradecia por suas amigas, Hermione e Pansy, estarem lhe levando até o altar. Em primeiro lugar havia sido elas, suas amigas mais intimas, que a apoiara e lhe dava tantas alegrias. Em segundo, ela estava tão distraída olhando os enfeites e adornos de sua própria casa, para o seu próprio casamento, que não olhava para onde andava.
Em cada canto havia flores, perfumando e enfeitando tudo. Havia faixas de cetim, espalhadas graciosamente, além de poucos balões. Tudo era fino e elegante. Estava simplesmente divino.
Chegaram aos jardins frontais, e todos os convidados se viraram para olhá-la. Seus familiares, amigos, antigos colegas, todos estavam ali para celebrar a sua maior felicidade. Astória achou difícil lutar com as lágrimas quando seu objeto de amor, entrou em seu campo de visão.
*
Depois de deixar Astória no altar, Hermione tomou seu lugar ao lado de Draco. Ele logo passou seus braços em volta dela e a apertou. Hermione não evitou o sorriso. Eles estavam casados há quatro anos, mas moravam juntos desde que saíram de Hogwarts. Draco era diretor nas empresas Malfoy, e ela tinha uma livraria para crianças. Na verdade, era apenas um lazer, já que gostava mesmo era de auxiliar Draco na empresa. Eram um casal perfeito, e suas brigas só giravam em torno de “Hermione, quer tirar seu sutiã da cozinha?” e “Draco, quantas vezes eu vou dizer a você para não apertar no meio o tubo de pasta?”. Mas tudo isso mudaria daqui uns meses, Hermione tinha medo disso quebrar a harmonia dos dois e acima de tudo, de Draco não ficar muito animado com a ideia, nunca haviam falado sobre isso.
Ela o fitou apaixonadamente. Ele mantinha os olhos no casal de amigas, mas ao perceber o olhar dela sobre si, sorriu e sussurrou:
— Amo você.
*
Gina não conseguia parar de chorar, enquanto o juiz dava o seu discurso inicial sobre casamentos. Ao notar duas de suas melhores amigas, casando e totalmente apaixonadas, a ruiva sofria de uma mescla de felicidade e tristeza. Todos já casaram, tem filhos e ela e Blás ainda no mesmo ponto de dois anos atrás.
— Ruiva, se acalme. É só um casamento. Nem no casamento de Rony e Luna, te vi assim – Blás sussurrou em seu ouvido e a puxou mais para si. Ela apenas aumentou o choro.
Blás não entendia a reação da namorada, então suspirou e voltou seus olhos para cerimônia. Notou que Astória, que conhecia desde criança, estava nervosa. Ele também estava, pois ao perceber que todos os seus amigos casaram, ele tinha que tomar uma atitude. Só esperava que a ruiva não o recusasse. Ainda se lembrava do sufoco que foi fazer ela morar com ele.
*
Luna e Rony, estavam abraçados e aninhados. Olhavam com admiração e adoração para as amigas. Os dois eram muito parecidos. Apaixonados, gentis e cheios de bondade. Quem sabe Hugo não fosse assim também? O ingênuo bebê, estava ressoando confortável no colo da mãe, sabendo que seu pai sempre os protegeria. Luna, de repente ficou tão emocionada, que começou a chorar baixinho:
— Elas estão lindas. Lembra do dia que casamos?
— Como esquecerei o primeiro dia mais feliz dessa minha nova vida? — Rony, então, afagou seus cabelos e a beijou.
*
Pansy estava cansada. Tinha arrumado os dois filhos, se arrumado, arrumado Astória e providenciado as últimas coisas. Mas nada disso a impedia de ficar feliz e contente, enquanto lutava com James nos braços, e tentava apreciar sua melhor amiga, casando.
— James, calma, sua tia está casando – Pansy sussurrou gentil.
— É chato, mamãe – Reclamou o menor.
— Chato é você – Disse Pâmela, que se encontrava no colo do pai – Tia Toli e tia Cho estão casando... shiii
Harry e Pansy sorriram um pro outro. Eles nunca interviam nessas coisinhas entre eles. James se aquietou e se colocou debaixo do pescoço da mãe, se sentindo ofendido. Pansy sorriu feliz, com a gracinha de seus filhos. Harry, nessas horas sempre ficava maravilhado com a sua linda família, então passou os braços ao redor da esposa e a beijou apaixonadamente.
*
— Agora troquem seus votos e as alianças, por favor – O juiz disse e meneou a cabeça para as duas.
Astória, já estava chorando desde que vira sua linda noiva, agora ao som dessas palavras o choro de felicidade aumentou. Cho franziu o rosto, tentando não desabar em choro, mas ao pegar a aliança e segurar a pequena e macia mão de sua –quase- esposa, ela não resistiu:
— Minha amada Tori – A morena começou – Te entrego essa aliança, como prova do meu compromisso, amor e respeito. Querida, me apaixonei por ti desde que me sorriu, pela primeira vez, feliz. Não tenho palavras para dizer tudo o que eu sinto, e a mulher, amiga, amante e companheira que és. Prometo ser sempre o teu suporte e tudo aquilo que precisares, te amarei incondicionalmente e só peço para que sejas, unicamente, minha.
Cho deslizou a aliança pelo dedo anelar dela, enquanto Tori sorria e chorava.
— Minha vez – A loura conseguiu dizer – Amor, só eu sei o quanto sou feliz, desde o momento em que entraste na minha vida. Não sei, literalmente, o que seria de mim, sem você. Obrigada por todos os anos que esteve comigo, me amando, me fazendo sorrir e me fazendo feliz. Obrigada por aceitar ser a minha esposa. Eu te amo mais que tudo no mundo, você é a mulher da minha vida. Sempre vou te amar e sempre serei sua.
Astória tremia de felicidade, foi dificultoso para ela acertar colocar a aliança na mulher. Mas Cho firmou a sua mão, então ela pode fazê-lo.
— Com o poder investido em mim, eu vos declaro esposa e mulher. Bem, podem se beijar – Todos os convidados riram.
E ao som de risos e palmas, Cho e Astória selaram seu compromisso.
Assim que as duas se soltaram, os amigos correram para abraça-las e felicita-las. Os pequenos, Pâm e James, correram em volta das noivas, gritando e sorrindo.
Logo depois, as madrinhas organizaram os convidados em um corredor polonês, e as noivas puderam fazer seu desfile, com todos jogando pétalas de rosas e arroz. Elas seguiram para dentro da casa, onde rolaria a recepção. Todos os convidados a seguiram.
Hermione pretendia seguir para dentro também. Porém, Draco a puxou pelo braço e a obrigou ficar. Ela tentou protestar, mas ele nada disse até que todos estivessem entrado. Assim que a última pessoa sumiu pela porta, Draco a rodou de frente para ele e tomou seus lábios desesperadamente.
Ao sentir os lábios do marido nos seus, Hermione tremeu- se toda. Ainda tinha as mesmas sensações da adolescência quando se tratava de Draco, e somados aos seus hormônios, suas reações estavam impossíveis. E quando a língua dele encostou na sua, seu sexo se contraio de prazer. As mãos dele deslizaram para sua bunda e as dela voaram para o cabelo dele. Seus corpos se mantinham colado, um mais quente do que o outro. Ela logo sentiu a ereção dele, cutuca-la na barriga. Quando se separaram, estavam ofegantes e vermelhos:
— Nunca mais vou deixar você planejar casamento nenhum – Draco disse entrecortado – Estava morrendo de saudades.
— Você disse isso no casamento de Luna e Rony – Hermione riu.
— Hum... – Ele murmurou – Já que a situação é a mesma, talvez devêssemos aplicar o mesmo desfecho.
Hermione deu um gritinho de prazer, e sua corrente sanguínea foi inundada por hormônios descontrolados. Draco a guiou até os jardins de trás. Havia ali, um círculo de moitas de peônias, havendo só grama verde e fofa em seu centro:
— Como você conhece isso aqui? – Hermione perguntou.
— Eu venho aqui desde criança querida. Isso aqui era o esconderijo da Ast. – Hermione mordeu os lábios em apreensão
— Você não acha, desrespeitoso fazermos aí? – Hermione perguntou, realmente preocupada. Draco gargalhou e simplesmente a empurrou para dentro, ficando em cima dela:
— Desrespeitoso vai ser poupar essas lindas flores do que vamos fazer – E então ele a beijou vorazmente.
O corpo dela inteiro se contraiu de prazer. Seu sexo ficou encharcado e excitado demais, então começou a se esfregar nele como podia. Hermione estava prevendo um orgasmo precoce. Draco notou o fogo e prazer de Hermione, mais alterados e exaltados. Ele subiu a mão pelas pernas dela e afundou seus dedos na vagina, ela estava quente demais. Hermione gemeu alto e arqueou as costas, quando Draco começou a movimentar os dedos lentamente.
— Uau, não sabia que eu era tão bom assim – Draco sussurrou ao pé do ouvido dela. Hermione gemeu mais uma vez.
Quando ele sentiu que ela estava pra gozar, ele parou com as caricias. Hermione grunhiu de insatisfação. Draco notou que havia algo estranho com ela, sua Mione nunca tinha sido tão sensível a poucos toques. Mas sem perder tempo, ele baixou sua calça, juntamente com a boxer e a penetrou fortemente. Assim que seus sexos entraram em contato, ambos gemeram. Ele se sentia perfeitamente a vontade entre aquelas pernas, com o canal dela espremendo seu membro e sua quentura descomunal lhe invadido. Ao ser preenchida por Draco, Hermione se sentiu a beira do orgasmo, sempre foi e sempre seria assim.
Draco começou a se movimentar lentamente, sabia que ela estava em seu limite. Então ele buscou aumentar um pouco mais a tortura. Ela ficou impaciente, e tentou mudar as coisas, mais ele segurou seu quadril, e a impediu de se mexer. Hermione ficou tensa, não era isso que ela queria. Enquanto isso, ele abusava dela. Aos poucos, Hermione foi relaxando e apreciando os movimentos dele, toda vez que o membro dele afundava nela, ela via estrelas. Ele entrava e saia esfolando o clitóris sensível dela. Hermione gritou de prazer. Dois movimentos depois, e ela não aguentou, seu corpo contraio em espasmos prazerosos e ela apagou de prazer. Draco acelerou suas investidas, ele também estava quase lá. Estocou forte duas vezes, atingindo útero dela, e também chegou ao ápice. Jorrou seu liquido nela, grunhido baixo. Fechou os olhos e curtiu a sensação se espalhar, deitando-se sobre ela.
Hermione abriu os olhos, sorrindo bobamente. Draco a fitava, com um sorriso meio travesso:
— Quantas vezes vou ter que dizer que eu detesto quando você me deixa sem ação? – Ela reclamou.
— Hum... talvez até você admitir que gosta quando eu faço isso – Ele piscou e ela rio. Ela o fitou apaixonadamente, ela o amava mais que tudo. E ao olhar nos olhos cinzentos dele, sabia que ele também a amava desesperadamente.
— Draco... – Ela começou, mas parou.
— Sei que você quer me dizer algo muito importante – Ele comentou – Na verdade, já faz uns dias. – Ela sorriu envergonhada. Ele a conhecia tão bem.
— Você está certo. Eu só queria saber o momento certo – Ele sorriu – Amor, eu estou grávida.
A reação de Draco, foi linda. Hermione agradeceu por escolher contar, logo depois de fazerem amor, pois só assim notaria as sutis mudanças. Os olhos dele se dilataram, seu coração acelerou, o sorriso travesso sumiu, dando lugar a um meio abobalhado:
— Quando... você soube? – Ele perguntou atrapalhado.
— No início da semana. Desculpe guardar pra mim, não sabia como você reagiria. – Ele a olhou confuso, mas logo balançou a cabeça e aumentou o sorriso.
— Agora vamos ser uma família completa! – Ele exclamou e a encheu de beijos.
Os dois se levantaram, depois de uns minutos e se ajeitaram rapidamente. Draco pegou a mão da esposa, e a guiou rapidamente para a festa. Entraram no salão, no exato momento em que Astória e Cho, subiam no pequeno palco decorado:
— Desejo a atenção de todos – Disse Tori – Gostaria de agradecer às minhas madrinhas e amigas, pelo casamento maravilhoso que organizaram.
— E a festa de despedida também – Interrompeu Cho, e todos riram.
— Meus sinceros agradecimentos – Continuou a loura – Aos meus pais, por nos presentear com essa casa, apesar de termos pedido apenas uma lava louça – Mais gargalhadas foram ouvidas.
— Tudo bem, tudo bem – Disse Cho – Podemos mandar um cartão de agradecimento a todos, querida. Agora, é a hora do buquê!!! – Gritinhos histéricos encheram o salão – Eu vou primeiro!
Chang se preparou para lançar o buquê, e as garotas solteiras correram para alcançar um lugar mais perto. Gina ficou tentada a ir, mas manteve-se em seu lugar, inquieta.
Logo Astória se preparou para lançar:
— Lançou o feitiço? – Sussurrou Cho, a esposa assentiu.
Antes de jogá-lo, a loura lançou um olhar significativo a Blás. O moreno entendeu o sinal:
— Vá lá Ginny, sei que está doida pra ir – Ele disse a namorada. A ruiva negou freneticamente com a cabeça:
— Que isso Blás, eu não... não, quer di... – Então Blás a empurrou, no exato momento em que Astória jogou o buquê.
A loura não era ruim de mira, mas alguém bateu e as flores se desviaram de seu curso. Felizmente, o buquê estava enfeitiçado e este voou direto para as mãos tremulantes de Gina.
A ruiva arregalou os olhos surpresa, mas logo ficou contente. As rosas estavam lindas, ela aproximou o nariz para sentir o perfume, mas seus olhos foram atraídos por algo brilhante entre seus caules. Amarrado ao buquê, havia um enorme anel de diamante, com dois pequenos rubis vermelhos o ladeando. A joia era enorme e deslumbrante e amarrado nele, havia um pequeno bilhete que dizia:
“Case-se comigo. Isso não é exatamente um pedido.”
Lágrimas de felicidade, desceram por seus olhos. Quando ela subiu o olhar, todos estavam calados a encarando. Cho e Tori trocavam risinhos em cima do palco, e apontaram para seus pés. Ao descer seu olhar, Gina viu um Blás ajoelhado e com um rosto decidido e emocionado:
— Sabe ruiva, você pinta e borda comigo desde que nos conhecemos. Mas tudo bem, eu amo você. Agora, eu também quero ditar algumas coisas, e acho que seria uma boa casarmos.
Gina riu nervosa em meio as lágrimas. Todos que conheciam os dois, também acompanharam.
— Mas é obvio que sou eu que ainda mando – Disse Gina em um só folego – Mas por hora, eu aceito ser a senhora Zabini.
Todo o salão explodiu em palmas, gritos e assovios. Pansy, Luna e Hermione fizeram um biquinho, por que não sabiam de nada.
— MOSTRA PRA ELA QUEM MANDA BLÁS! – Rony gritou em meio a barulheira.
Mas Blás não ouviu, pois sua ruiva estava em seus braços e ele a beijava apaixonadamente.
A música voltou a tocar, e todos se dispersaram. Draco pegou Hermione, e a levou para pista de dança:
— Sabe, você devia ter feito algo assim para me pedir em casamento – Alfinetou Hermione. Ele gargalhou.
— Eu tinha 18 anos e sinceramente eu só pensava em você – Ele respondeu olhando-a nos olhos – Não tinha tempo de planejar algo grande, queria você logo – Hermione sorriu apaixonada – Mas não venha me dizer, que não gostou de ser pedida em casamento em uma banheira cheia de espuma, depois de fazermos amor.
— Claro que foi romântico. – Ela respondeu docemente. – Eu te amo Draco, mas do que tudo nessa vida e agora vou amar também o nosso filho. Você é a única pessoa que me faz feliz.
Ela disse isso, e logo corou. Escondeu seus rosto no peito dele, pois estava quase chorando. Seus hormônios estavam loucos. Ele riu da reação dela:
— Vou ter que me acostumar com sua sensibilidade. – Ele falou – Eu amo você, querida. Você é a coisa mais linda e importante do meu mundo. E agora, nosso bebê também. Você não sabe como eu estou feliz...
Antes que suas lágrimas aumentassem, Hermione calou Draco com um beijo desesperado.
*
A festa rolava a solta, e todos se divertiam. Mas Cho e Astória, só queriam dar o fora dali. Aproveitando a distração de todos, as duas correram do salão e foram para os jardins:
— Vamos Tori, está tudo preparado. Só temos que aparatar.
— Ai Cho, não sei pra quê mistério! – A outra reclamou.
— Você me pediu em casamento, essa foi a coisa mais linda que fez a mim. Quero retribuir.
Antes que a loura protestasse, Cho a beijou. A loura se rendou e deixou-se levar, então Cho aparatou.
*
Gina e Blás, que viram as duas amigas escaparem, resolveram seguir seus exemplos. Sem se despedir de ninguém, os dois correram até um lugar seguro para aparatar:
— Aposto que tiro a minha roupa antes de você chegar – Desafiou Ginny.
— Duvido! – Ele respondeu. Então ambos aparataram, separados.
Era sempre assim entre eles. E agora que eram noivos, queriam comemorar de todas as formas e resolveram começar com sexo!
*
Luna deitou Hugo em seu carrinho e sorriu. Mesmo com todo o barulho, seu pequeno não acordara. Parecia com o pai.
Rony se aproximou da esposa e a envolveu por trás. Luna se ergueu e ele beijou a sua nuca:
— Queria saber se a senhorita não quer dançar comigo?
— Desculpe, sou casada. – Ela disse rindo.
— Nossa, esse cara é muito idiota. Eu não deixaria uma garota tão gostosa, solta por aí. – Luna enrubesceu fortemente. Rony então a beijou sensualmente.
— Vamos logo dançar, antes que eu enlouqueça – Ela respondeu entrecortada. Os dois se foram para pista e não poderiam estar mais felizes, do que simplesmente estarem nos braços um do outro.
*
Harry tentava manter sua mulher quieta, enquanto tentava dançar com ela:
— Pansy, amor, eles estão bem – Ele disse tentando chamar a sua atenção.
— Querido, meus pais não são tão novos assim e seus filhos são uma peste quando querem. – Ela disse mordendo os lábios ele rio.
— Nossos filhos são comportados com os outros. Relaxe. – Ela abriu a boca, mas antes que respondesse, Harry invadiu-a com sua língua.
No mesmo segundo, ela relaxou e amoleceu nos braços dele. O fôlego se foi, mas eles permaneceram com os rostos grudados, se admirando.
— Te amo.
— Amo você.
*
Mesmo com o passar dos anos, eles continuariam se amando mais e mais. Os casais e laços de amizade, formados em Hogwarts, perdurariam até as futuras gerações. Mas essa é uma outra história.
FIM.

Cartão do 4º Halloween da Família Malfoy, Outubro de 2020!
Para Blás e Ginny: Esperamos que Arthur goste do seu primeiro Halloween.
Para Harry e Pansy: Parabéns pelo terceiro filho.
Para Rony e Luna: Esperamos que Rose goste de feijãozinhos de todos os sabores.
Para Astória e Cho: Ficamos felizes em saber que o pequeno Matthew, gostou da Escócia.
Com amor, Draco, Hermione e Scorpius ♥.
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