Os Opostos Se Atraem
7 7º capítulo – Jasmine? Onde está Jasmine?
Notas iniciais
Como vão?
Mais um capitulo fresquinho pra vocês!
Obrigada pelos reviews do capitulo anterior *-*. Vocês são demais !
Antenção!
Coloquem o vídeo abaixo pra carregar e quando eu mandar aperte o play.
http://www.youtube.com/watch?v=mzX0rhF8buo
Enjoy.
Beijos.
Never feared for anything,
Never shamed but never free
A life that healed a broken heart
with all that it could
Lived a life so endlessly
Saw beyond what others see
I tried to heal your broken heart
With all that I could
Will you stay?
Will you stay away forever?
Nunca temeu por nada
Nunca envergonhado mas nunca livre
Uma luz que cura um coração partido
Com tudo o que poderia
Viveu uma vida tão infinitamente
Vi além do que os outros vêem
Eu tentei curar seu coração partido
Com tudo o que eu poderia
Você vai ficar?
Você vai ficar longe pra sempre?
So far Way – Avenged Sevenfold
…
Encaram-se sem nada dizer. Na boca dos dois, a prova do que acabara de acontecer fora real.
— Nunca mais faça isso se quiser continuar com a língua, idiota.
E saiu correndo.
DROGA – os pensamentos dos dois eram compatíveis. – como isso foi acontecer?
Assim que Jassy saiu do quarto correndo, Jonh, praguejando levantou-se e um pouco desnorteado pela pancada na cabeça, foi atrás. Mas a garota era rápida – ou ele estava lento — quando chegou à porta, ela já estava longe.
Desistindo, virou-se pra voltar para casa, quando um grito muito, muito alto e agudo, chega a seus tímpanos. Quando seu cérebro processa a informação, um frio sobe por sua espinha. Ele vira-se e vê a garota caída no chão enquanto dois garotos corpulentos, por volta dos 16,17 anos a levava até um carro preto, no qual tinha uma garota esperando ao volante.
Ele não conhecia nenhum dos três, e seu corpo, em choque, ficou ali, observando.
Então, despertando, começou a correr. Correu como corria nos campos para fazer o thouchdown. Mais veloz como nunca antes. Mas ele não conseguiu. Perdeu. Nos campo, teria perdido 6 pontos. Mas ali, naquele momento, perdeu a mais preciosa vida.
— JASMINEEEEE. — Berrou.
Mas o carro já passara do horizonte.
…
Os carros policiais já estavam investigando o local onde Jasmine havia sido sequestrada.
Jonh contava tudo que viu a dois policiais, e os outros procuravam pistas, depois de ter cercado o local, para que curiosos não atrapalhassem.
A cabeça de Jonh explodia, mas no momento, tudo que queria, era Jassy bem. Estava se sentindo extremamente culpado. Sabia bem que eram jogadores de futebol, e a garota, possivelmente, a namorada do jogador. Ele sabia, havia acontecido com ele outrora algo parecido. Sentia-se culpado, pois ela batera no jogador, para defendê-lo e agora, estava sabe-se lá onde, sabe-se lá em que estado.
— Então, garoto? — Perguntou um policial gorducho e baixinho, mal humorado. Parecia querer estar bem longe dali. — O que você viu?
— Eu ouvi um grito, e quando me virei eu vi dois garotos carregando-a para um carro, onde havia uma garota esperando no volante.
— Sabe o motivo de eles a levarem? – Perguntou o outro policial, parecia mais interessado no caso do que o parceiro.
Jonh hesitou.
— Sei.
O policial mais alto arqueou uma sobrancelha esperando a resposta.
— Ela bateu no amigo deles.
— E por quê? — perguntou o gordo.
— PARA me proteger.
O mais alto olho-o de cima a baixo.
— Você não parece precisar de proteção. Ainda mais de uma garota.
Jonh crispou os lábios e colocou os óculos. Parecia querer se esconder atrás deles, e dizer que na fachada nova, precisava sim.
— Certamente não, senhor. Mas fui pego desprevenido e desmaiei, pois bati a cabeça.
— Tem testemunhas?
Jonh arqueou uma sobrancelha zombateira.
— A escola toda.
Os policias ficaram em silêncio por um segundo.
— Só isso?
Jonh pensou. — Sim.
— Feições? Nomes? Placa do carro?
— Nada, só a direção que apontei. – disse apontando para o norte.
Os policiais assentiram. Jaziam 30 min. que toda aquela estória havia acontecido.
Jonh queria muito sumir.
Uma BMW vermelha e um Bentley prata param de qualquer forma no meio fio, e deles saem seus pais e a mãe de Jassy. Eles vêm correndo em sua direção, perguntando o que ocorreu.
Jonh explica a situação, e a mãe de Jassy cai no desespero, começando a culpar-se, que se ela não houvesse abandonado a menina, ela não estaria daquele modo, e conseqüentemente, não estaria por ai...
O desespero de Jamily causou em Jonh um desespero maior. Um sentimento de impotência cresceu em si. Não podia fazer nada. Só o que sabia, era a maldita direção, até certo ponto.
— Todas as providências estão sendo tomadas. — dirigiu-se o policial alto à Jamily.
Ela assentiu deixando as lágrimas livremente escorrer por seu belo rosto.
— Desculpe perguntar, mas onde está o pai da garota? — perguntou o gordo.
Era uma boa pergunta. Jonh olhou para a mulher, esperando a resposta.
Ela olhou pro céu.
— Em um lugar bem melhor que a terra, meu senhor.
…
3 horas depois
Jonh consultou seu relógio pela milésima vez: 21:30p.m. Por que a maldita hora não passava, inferno?
Nenhuma novidade havia aparecido. Apenas que uma câmera havia visto os envolvidos numa loja próxima ao bairro antes do acontecimento. Estavam tentando ajustar a imagem e conseguir a placa. Mas fora isso, nada.
Ele já estava ficando impaciente, e estressado. Sua cabeça explodia, e tudo que queria era deitar. Depois de confirmar que Jassy estava bem.
Mas parecia que aquilo iria demorar a acontecer…
1 semana depois
Na escola, havia fotos da Jasmine espalhadas pelos corredores, salas e até mesmo próximos ao banheiro. Nas ruas também.
Sua mãe estava disposta a pagar recompensa para quem achasse a garota.
As líderes cochichavam olhando a foto da garota. Os jogadores andavam mais violentos. Os rockeiros, revoltados. Os nerds, numa mistura de alivio e raiva, afinal, mesmo que ela os metesse medo, Jassy nunca deixara ninguém encostar um dedo neles – além dela — então, basicamente, era apenas raiva pelo desaparecimento.
Os outros, se perguntavam o que acontecera. Muitos tinham suposições. E a que rolava solta, era que os jogadores de futebol americano haviam feito algo. E certamente, não estavam totalmente errados.
Jonh encostou a cabeça em seu armário e suspirou. Jasmine, cadê você garota?
Olhou novamente para o cartaz que tinha no mural em frente aos armários.
A foto era recente da garota, que havia tirado com a mãe e os avós num aniversário. Ela foi cortada, e na foto Jasmine aparecia séria. Aqueles olhos encarando a máquina, como se fosse queimá-la apenas com aquele olhar.
Jonh olhou para aqueles olhos que por tantas vezes já o olhou daquela maneira.
Abaixo havia as informações.
Nome: Jasmine Salmerón.
Idade: 16
Desaparecida no dia 23 de setembro de 2011 em frente a sua casa.
Tel. Para contato: 8123—4567 . 1234—5678
Recompensa: à tratar.
Jonh desviou o olhar. A culpa crescia a cada tempo passado. A cada minuto perdido. Pedia internamente para que ela estivesse bem… para que estivesse viva.
Caminhando pelos corredores, alheio aos olhares e aos cochichos, foi em direção ao ginásio.
Na aula de Educação física, não podia fazer o que gostava, então, fingindo-se de fraco, sentou-se na arquibancada, depois de fazer as 50 abdominais mandadas pelo professor, para quem não participava da aula.
Correu seus olhos pelos jogadores, e nenhum deles constatava com o físico dos dois daquele dia. Seus olhos foram em direção as lideres. Não tinha como saber, pois, mal havia reparado na garota ao volante.
Assim que o sinal bateu, liberando-os, Jonh foi direto pra casa de Jasmine.
A mãe da garota estava dando um tempo no trabalho. Não tinha nem condições de trabalhar. Ficava o dia todo, abraçada à foto de Jasmine pequena, chorando na sala ao lado do telefone, esperando noticias.
Jonh entrou sem bater, abraçou a mãe da garota, apertado. A mulher retribuiu. Assim que saiu do abraço de Jamily, Jonh sentou-se ao lado dela.
(Coloquem o vídeo agora.)
— Alguma noticia?
— Nada. — sussurrou. – Essa casa não tem mais sentido sem ela. – olhou em volta. — Eu abro a porta do quarto dela, esperando vê-la socando o saco de pancadas, ou ouvindo aqueles malditos rock no último volume. — Assuou o nariz. – Ah, como eu queria estar ouvindo aquele rock agora… pelo menos minha Jasmine estaria aqui. – Chorou mais, abraçando mais apertado a foto da garota.
Jonh recostou-a em seus ombros e acariciou o cabelo da mulher, consolando-a. Ficou um tempo ali.
— Vou pra casa, tomar um banho e já venho. Vê se come. — aconselhou.
Ela assentiu e ele foi pra casa. Comeu uma maça pra não ficar com o estômago vazio, pois não tinha vontade de comer. Depois que jogou seu material na cama, foi tomar um banho gelado, pra aliviar a tensão.
Assim que a água gelada escorreu por seu corpo musculoso, lágrimas quentes desceram de seus olhos verdes-escuros. Fechando-os com força, Jonh encostou a cabeça no azulejo azul de seu banheiro, e se culpando, deixou as lágrimas rolarem. Seu peito, não agüentando segurar mais, explodiu, e um choro audível ecoou pela casa.
Sua mãe invadiu o banheiro e sem se importar se ele estava nu ou não, se a água estava gelada ou não, entrou debaixo da água com o filho, e o abraçou, deixando-o chorar tudo que precisava.
Jonh a abraçou com força. Sua mãe e seu pai eram a sua base. E precisava muito deles nesse momento.
— A culpa é minha, mãe. É minha. Se ela não tivesse ido me defender, estaria discutindo comigo agora. A culpa é minha.
— Não querido, não é.
— É mãe. Não diga que não. De novo, eu sou o culpado.
A mãe ficou quieta. Deixou falar tudo o que queria, colocar pra fora tudo o que estava sentindo.
— E… eu não consegui salvá—la. E a vi sendo carregada. Eu não consegui mãe.
Mas eu a deixei quando eu a encontrei
E agora eu desejo ter ficado
Pois eu estou solitário e estou cansado
Estou sentido sua falta de novo oh não
Mais uma vez
— Você fez tudo que pode, meu filho.
— Não, não fiz. – gritou, chorando mais. – Eu sou culpado. Este sentimento que estou sentindo é culpa. Tudo isso aconteceu pela minha forma de vestir, e não teria acontecido se aquilo... aquilo... — o garoto não conseguiu terminar de falar sobre seu passado.
A mãe sabia que os fortes sentimentos do garoto, parcialmente, eram realmente culpa. Pelo passado, e pelo momento em que estavam vivendo agora.
Mas ela também sabia que crescendo dentro de seu filho, havia algo grande, inusitado… sufocante.
Amor. O amor crescendo dentro dele, o fazia sentir-se mais culpado ainda. A falta da garota, a ausência dela, a preocupação por seu estado, o fazia também, confundir a dor do amor por culpa. E todos os sentimentos misturados transbordaram. Encheram seu peito, fazendo com que não conseguisse segurar mais.
Mas ele não sabia do sentimento que usufruía pela bela moça. De acordo com suas próprias palavras: “Ele a detestava”.
Dear God
A lonely road, crossed another cold state line
Miles away from those I love purpose hard to find
While I recall all the words you spoke to me
Can't help but wish that I was there
Back where I'd love to be, oh yeah
Dear God the only thing I ask of you is
to hold her when I'm not around,
when I'm much too far away
We all need that person who can be true to you
But I left her when I found her
And now I wish I'd stayed
Cause I'm lonely and I'm tired
I'm missing you again oh no
Once again
There's nothing here for me on this barren road
There's no one here while the city sleeps
and all the shops are closed
Can't help but think of the times I've had with you
Pictures and some memories will have to help me through, oh yeah
Dear God the only thing I ask of you is
to hold her when I'm not around,
when I'm much too far away
We all need that person who can be true to you
I left her when I found her
And now I wish I'd stayed
Cause I'm lonely and I'm tired
I'm missing you again oh no
Once again
Some search, never finding a way
Before long, they waste away
I found you, something told me to stay
I gave in, to selfish ways
And how I miss someone to hold
when hope begins to fade...
A lonely road, crossed another cold state line
Miles away from those I love purpose hard to find
Dear God the only thing I ask of you is
to hold her when I'm not around,
when I'm much too far away
We all need the person who can be true to you
I left her when I found her
And now I wish I'd stayed
Cause I'm lonely and I'm tired
I'm missing you again oh no
Once again
Querido Deus
Numa estrada solitária, cruzando outra linha fria de estado
Milhas longe daqueles que amo as coisas são difíceis
Enquanto me recordo de todas as palavras que você me falou
Não posso fazer nada além de desejar que eu estivesse aí
De volta ao lugar onde eu amo estar, oh yeah
Querido Deus, a única coisa que peço a você é
Que cuide dela enquanto eu não estiver por perto
Quando eu estiver muito distante
Todos nós precisamos dessa pessoa que pode ser verdadeira com você
Mas eu a deixei quando eu a encontrei
E agora eu desejo ter ficado
Pois eu estou solitário e estou cansado
Estou sentido sua falta de novo oh não
Mais uma vez
Não há nada aqui para mim, nessa estrada abandonada
Não há ninguém aqui enquanto a cidade dorme
E todas as lojas estão fechadas
Não posso fazer nada além de lembrar dos momentos que passei com você
Fotografias e algumas memórias irão me ajudar a superar, oh sim
Querido Deus, a única coisa que peço a você é
Que cuide dela enquanto eu não estiver por perto
Quando eu estiver muito distante
Todos nós precisamos dessa pessoa que pode ser verdadeira com você
Mas eu a deixei quando eu a encontrei
E agora eu desejo ter ficado
Pois eu estou solitário e estou cansado
Estou sentido sua falta de novo oh não
Mais uma vez
Sempre procuram,nunca encontram o caminho
Depois de muito, eles desperdiçaram tudo
Eu encontrei você, alguma coisa me disse para ficar
Eu cedi, aos caminhos egoístas
E como eu sinto a falta de abraçar alguém
Quando toda a esperança começa a desaparecer....
Numa estrada solitária, cruzando outra linha fria de estado
Milhas longe daqueles que amo as coisas são difíceis
Querido Deus, a única coisa que peço a você é
Que cuide dela enquanto eu não estiver por perto
Quando eu estiver muito distante
Todos nós precisamos dessa pessoa que pode ser verdadeira com você
Mas eu a deixei quando eu a encontrei
E agora eu desejo ter ficado
Pois eu estou solitário e estou cansado
Estou sentido sua falta de novo oh não
Mais uma vez
…
Num beco próximo a Rua de Jonh.
O professor de física, Arthur Varez, andava abalado pelas ruas com o desaparecimento de Jassy. Ele dava aula à garota desde que a menina tinha 5 anos.
Flashback on.
“Tio Arthur, o que é band—aid? — Havia perguntado a garotinha de cabelo castanhos claros, com as pontas cacheadas chegando ao meio das costas, e os olhinhos verdes brilhando de curiosidade, quando ouviu o professor dizê-la que pegaria um desses para colocar no joelho machucad, que caiu enquanto brincava com os amiguinhos.
A menina não chorou, e nem disse um ai. Apenas olhou para o machucado com uma careta, como se dissesse a ele que não deveria estar ali. Fora até o professor e apontara o joelho.
O professor franziu o cenho enquanto limpava o ralado.
— Não sabe?
— Não — balançou a cabeça, fazendo seus cachinhos irem pra lá e pra cá.
O professor estranhou, pois a garota era a mais inteligente da turma. Ele até falara com o diretor, para mudá-la, pois era muito avançada para a que estava.
— Nunca colocou um band—aid quando se machucou?
— Eu nunca me machuquei. Papai sempre diz que meninas não devem se machucar.
— Ah. — O professor sorriu.
Apesar de não poder fazer tal coisa, ela era sua favorita. Sua inocência, inteligência e beleza o fascinavam.
— Aqui, isto é um band-aid. — Elevou o objeto na altura dos olhos da garota. — Ele protege o seu machucado de poeira, bichinhos e infecções, e dependendo, alivia a dor.
A menina prestou atenção em todas as palavras dita pelo homem com os olhos grudados no objeto cor de terra molhada. Depois de observá-lo bem, fez um careta.
— O que foi?
— Essa cor é feia.
O professor sorriu novamente, e pegou um rosa de coraçõezinhos vermelhos na caixa de primeiros socorros.
— Serve esse, princesa?
A garota deu uma gostosa risada pelo apelido e assentiu.”
Flashback off
Quando Arthur soube da morte do pai, procurou Jassy e a consolou, como todo bom amigo.
Eles já haviam passado da relação de aluno e professor, eles eram amigos.
Mas a garota mudou, e hoje, quase não falava com ele. Mas ele tinha esperança de que as coisas pudessem mudar um pouco, e ela voltar a sorrir. Jonh...
Flashback on
“— Então Jass, já escolheu seu amiguinho para fazer seu desenho?
— Não. –A menina fez bico e cruzou os braçinhos.
— E você, Draco?
— Também não, tio.
— Jassy, junte-se a ele, sim?
— Não!
— Então, tá. Draco, você irá fazer com a Giulia...
—Não! Deixa que eu faço.”
Flashback off
Ela gostava do tal do Draco antes da morte do pai. E a cena repetira-se.
Flashback on
“ Tem dupla Jonh?
— Não, senhor.
— E você, Jasmine?
— O que acha?
— Poderia juntar-se a Jonh?
— Não.
O professor suspirou e chamou uma líder de torcida pra fazer com Jonh. (…)
Alguma coisa dentro de Jassy gritou, se agitou, e ela não pode deixar de gritar: “não, eu faço” ao ver que Jonh adorou idéia de fazer um trabalho com duas lideres de torcida.
Ao ouvir Jassy falar que faria o trabalho, o professor virou-se para ela com uma sobrancelha arqueada e ela fechou a cara.
Flashback off
Ela fechou a cara, porque sabia o que o professor estava supondo com aquela sobrancelha arqueada. Ela lembrava-se da infância que teve ao lado do amigo.
Enquanto andava, pensando na garota desaparecida, o professor Varez ficou apertado, e como não dava pra segurar, foi até um beco ali e descarregou-se.
Quando estava fechando o zíper, os olhos relancearam por reflexo para algo no chão.
Sua boca escancarou-se e seus olhos arregalaram-se.
Não acreditava no que estava vendo.
Notas finais
O que será que o professor encontrou?
Coitadoo do Jooonh :(
E cadê a Jassy?
Gostaram? O que mais gostaram?
Odiaram?
E a música?
Continuo ou não?
Só posto o próximo com reviews!
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