Os Opostos Se Atraem

8 8º capitulo – De volta.


Notas iniciais
Ooooi pessoal!

como vão?

sabe estou ficando triste e sem inspirações... cadê os reviews??

bom... Espero que gostem desse capítulo.

Enjoy

8º capitulo – De volta.

Ali, na frente de Arthur, o corpo nu e cheio de hematomas de Jassy estava jogado de qualquer forma no beco.

Saindo rapidamente do estado de torpor que entrara, Arthur correu para o corpo, verificando as pulsações.

O pulso está fraco.

Percebeu também, que o corpo estava gelado. Ela estava mais branca que o normal, seus lábios sem vida. Ele tirou o casaco moletom vermelho que estava e correu para o hospital mais próximo que tinha. E que por sorte, era o melhor.

Casa de Jasmine


Jonh havia acabado de voltar para a casa de Jassy, e estava sentado no sofá enquanto esperava Jamily terminar de comer. Assim que a mesma terminou, sentou-se novamente ao lado do garoto.

— Meus pais disseram que sentem não poder estar aqui numa hora como essas.

— Que nada, querido. Eles já fizeram muito por mim e pela Jasmine. – E haviam feito mesmo. Contrataram mais uma equipe de busca, além da que já tinha, e sempre estavam lá quando podiam.

Jonh suspirou.

O telefone toca. Jamily olha pra Jonh, que retribui o olhar, e corre pra atender.

— Alô?

— Senhora Salmerón, aqui é um professor de Jasmine. Eu a encontrei e a trouxe imediatamente ao hospital.

— Ah! Minha filha! Como ela está? Onde? Onde ela está?

— Vou lhe passar o endereço. — A voz parecia aliviada e urgente. – E aconselho que traga roupas da garota.

Jamily anotou o endereço e assim que desligou, gritou subindo as escadas:

— Encontraram-na, Jonh! Encontraram—na!

No hospital, Jamily corre em direção ao balcão de atendimento, seguida por Jonh, e pede o quarto da filha.

Quando a recepcionista ia responder, Arthur a chama.

— Senhora Salmerón?

— Sim? — A mulher vira-se esbaforida para a voz.

Ela avista um lindo homem alto, branco, de olhos cor de mel e o cabelo arrepiado castanho escuro. Suas feições pareciam cansadas, mas nem tampouco o homem deixara de ter sua beleza.

— Professor Varez? — Pergunta Jonh.

— Jonh. — Cumprimenta-o e vira-se para a mulher que está com cara de quem não está entendendo nada. — Sou professor de sua filha, e de Jonh. Arthur Varez, senhora Salmerón. —O homem estende a mão.

A mulher aperta a mão dele.

— Só Jamily, por favor, Sr Varez.

— Então, por favor, apenas Arthur.

— Devo-lhe a recompensa que prometi por encontrar minha filha.

— Não, por favor, eu a dispenso. Obrigado, mas não.

— Tem certeza? — Perguntou Jamily, de cenho franzido.

— Tenho. — Ele sorriu. — Venha, vou lhes mostrar o quarto de Jasmine.

Os dois o acompanham e entram num quarto verde claro, que tinha cortinas persianas e poltronas confortáveis e brancas, para visitantes.

Um médico estava ao lado de uma maca tomando anotações.

Jamily e Jonh demoraram a reconhecer a garota.

Num roupão de hospital azul claro,— que deixava a garota ainda mais pálida — , Jasmine parecia sem vida. Seu belo rosto estava coberto de arranhões e algumas pequenas marcas. O braço direito estava engessado. Ela parecia dormir profundamente.

Jonh, vendo a garota ali, frágil e pálida, a viu como se fosse algo que apenas tocando, quebraria.

Onde estava a roqueira destemida, forte, que todos tinham medo?

A resposta estava na frente de seus olhos:

Numa cama de hospital.

— O que ela tem, doutor? — perguntou Jamily, correndo para frente de sua filha. Acariciou seu rosto com delicadeza.

— Pneumonia. O senhor aqui — apontou Arthur — Encontrou-a nua num beco, na friagem, provavelmente devia estar lá há alguns dias.

— O que? — chocada, a mulher olha para o professor. — O que-que fi—fizeram com minha filha? — lágrimas caíam de seus olhos livremente.

O homem abaixou a cabeça e nada respondeu. A mulher sabia a resposta, mas queria ouvir em voz alta.

— Duas costelas quebradas, o braço, como a senhora pode ver o gesso, e esses hematomas. — terminou o médico.

A mulher olhou a filha e Jonh ouvia tudo em silêncio. A raiva borbulhando em suas veias. Acabaria com aqueles crápulas!

— Ela… foi vítima de… estupro?

— Não temos certeza. Tudo indica que não... Mas como foi encontrada nua... Só saberemos quando ela acordar.

Uma centelha de esperança cresceu em Jamily.

— E quando ela vai acordar?

— Possivelmente amanhã.

Jamily assentiu. Seu corpo desesperou-se, e a mulher começou a chorar convulsivamente.

– Filha, filha! Jasmine acorda!

O médico chamou os enfermeiros e, estes sedaram a mulher.

Jonh ficou no quarto junto com o professor durante horas.

— Já volto. — disse Arthur.

Jonh assentiu e se aproximou da cama assim que ele saiu.

Acariciou o rosto da roqueira com delicadeza e prometeu internamente, que se vingaria por ela.

Quando Arthur entrou no quarto novamente, seguida de Jamily meio trôpega, ele afastou-se rapidamente.

Arthur trazia nas mãos duas caixas de band-aids. Eles o olharam sem entender, e depois de ajudar Jamily a sentar-se numa poltrona próxima a cama, ele entregou uma das caixas para Jonh.

Olhou para Jasmine com carinho e começou a falar:

— Dou aula de física na parte da manhã, e para crianças na parte da tarde. Dei aula a essa princesa quando ela tinha 5 anos. Sempre fomos amigos. Ela sempre foi minha favorita, mesmo depois de grande. — olhou pra Jonh, pedindo desculpa, e o garoto assentiu, e deixou-o prosseguir.

— A primeira vez que caiu, não sabia o que era um desses. — levantou a caixa. — mostrei e ela fez uma careta, detestando a cor. — sorriu nostálgico.

A mãe ouvia tudo atentamente.

— Então, peguei este. — Tirou um band—aid rosa de coraçõezinhos vermelhos de dentro da caixinha. — E o coloquei no seu machucado. Ela adorou.

— Sim. – disse Jamy, olhando a garota. Jonh e Arthur viraram-se para ela. — Ela insistiu para que comprássemos caixinhas e mais caixinhas desse band-aid. E mesmo quando não tinha machucado, colocava-o. Até hoje, ela ainda os têm.

Arthur sorriu.

— Pedi para o médico que nos deixasse colocar o band-aid. Acho que iria dar mais cor a ela. Ela definitivamente não combina mais com azul.

Os três sorriram.

— Ela vai odiar. — disse Jonh já começando a colocar o band-aid na garota com tanta delicadeza, que o próprio surpreendeu-se.

— Vai. — riu a mãe.

Sentados no quanto, Arthur, Jamily e Jonh, que depois de muita insistência deles, o médico deixo-os ficarem ali, em silêncio, eles observavam a menina, ansiosos para que acordasse logo.

Jonh havia avisado aos pais que a garota fora encontrada, e os pais avisaram a polícia.

Interrogaram Arthur, e foram em busca de pistas. Acharam pequenos vestígios de luta, e roupas íntimas arrebentadas.

Então, Jasmine remexeu-se e abriu os olhos. A única pessoa que vê é Arthur e dirigi-se a ele.

— Tio… — Começou, a voz completamente fraca. — Roberta Francys, Albert Salléver e Alejandro Salvión. Foram eles. — E caiu novamente na inconsciência.

Jonh avançava furiosamente pelo corredor da escola em direção ao refeitório. Estava doido para que a hora do intervalo chegasse.

Assim que todos já estavam sentados comendo, ele subiu na mesa e deu u m assobio, fazendo com que todos os olhassem.

— Jasmine foi encontrada. — O burburinho que havia cessou-se na mesma hora. — Um braço engessado, duas costelas quebradas e pneumonia. Acordou por um minuto e disse o nome dos culpados. — A mesa dos populares parecia tensa.

— Quem foi? — gritou Brian Mc’Dillan, furioso.

Ele era o líder dos roqueiros. E estes são irmãos. Ninguém meche com irmãos saindo ilesos.

— Quem foram. — corrigiu Jonh. Olhou a mesa dos populares. — Todos sabem quem são Roberta Francys, Albert Salléver e Alejandro Salvión.

Todos olharam para eles, que se entreolharam com medo e correram para fora do colégio. Os roqueiros, correndo com sua fúria, ao lado de Jonh, foram atrás, seguidos por alguns nerds e alguns outros.

Na rua, conseguiram pegá-los, e não teve um que não os acertaram. Com toda certeza, Jasmine havia sido vingada.

A polícia chegou, e os levou pra um reformatório.

Sorrindo, os policiais disseram:

— Não mecha com alguém desse tipo. Vai acabar com esses hematomas pro resto da vida. E bom… vão ter que lidar com certo tipo de gente lá… — e os levaram.

Voltando pra escola, a mesa dos populares estava cercada pelos restantes dos alunos que ficaram lá. Brian e Jonh, tomando a frente, chegaram próximos a eles.

— Vocês sabiam? — perguntou Jonh.

— Sim. — admitiram.

— E porque não falaram? — Brian perguntou, furiosamente.

— Porque eles eram nossos amigos, e não o trairíamos. —Respondeu uma das líderes.

Jonh riu.

— Vocês não sabem o que é amigos. – disse Jonh. Voltando a ter a postura séria e ameaçadora, olhou nos olhos de cada um. — Acreditem em mim. Eu sei. Vocês não sabem o que é amizade. — Quando ia avançar, Brian levantou a mão o impedindo.

— Deixa conosco. — então, o grupo de roqueiros avançaram.

Os professores? O diretor? Alguém responsável?

Bom... Os professores, se não estivessem enchendo a barriga, estavam tirando um cochilo. O diretor, estava vendo um filme pornô no computador com a sala trancada. Alguém responsável... Não havia.

Os que viram toda a confusão não fizeram nada além de assistir.

Depois que Jonh foi pra casa, comeu, tomou um banho, e foi para o hospital. O professor Arthur só saiu pra ir pra casa tomar um banho, e consequentemente, comer. Depois voltou.

A mãe dela nem saíra. Comera na cantina do hospital mesmo.

Quando Jonh entrou no quarto de Jassy com um urso de pelúcia gigante, foi pego de surpresa por milhares de outros ursos... Bem no estilo de Jassy.

Olhando em volta, viu ursos com corte e costura, com botões no lugar de olhos, segurando guitarras, com blusinhas de bandas, entre outros. Quase saiu correndo dali. Ela iria preferir os outros presentes ao dele.

— Os roqueiros da escola vieram a visitar. — disse a mãe.

Jonh olhou o urso.

— Ela vai gostar. — afirmou Arthur, com uma certeza quase enlouquente

Durante horas, ficaram os três ali, esperando Jassy acordar.

Arthur conversava animadamente com Jamily, e Jonh pausou sobre um romance começar a surgir dali.

Pelo menos seria uma coisa boa no meio dessa tragédia.

Por volta das 17h Jassy acordou.

Assim que abriu os olhos, estes encontram os de Jonh. Ficaram se encarando até Jamily chamar sua atenção do outro lado da cama.

— Como está, querida?

Jassy se virou pra ela e surpreendeu-se por ver a quantidades de ursos e o professor Arthur ali. Franzindo o cenho, tentou se sentar, mas então Jonh a empurra delicadamente.

— Não faça esforço.

Jasmine faz uma careta.

— Estou me sentindo bem.

Mentira. Jassy estava com enormes dores no corpo e estava sentindo-se fraca.

Quando olhou seu braço esquerdo, viu um gesso todo rabiscado. Havia caveiras, desejos de melhoras, e trechos de musicas. No outro, seu braço estava coberto de band—aid rosa de coraçõezinhos vermelhos.

Primeiro, apontando para o gesso, perguntou à mãe:

— Quem foi?

— Seus amigos roqueiros da escola, querida.

— Não tenho amigos.

— Ah tem. Eles deixaram esses presentes, e lidaram com os populares. —respondeu Jonh, e ela bufou.

E apontando pro band-aid, arqueou uma sobrancelha e olhou para Arthur.

O professor sorriu e apontou para Jonh.

— Ele ajudou.

Jasmine rosnou e pediu um espelho.

Assim que entregaram um a ela, a roqueira sentiu-se fraca.

Estava com olheiras e amarelada. Sua boca tinha um ligeiro rosado, mas estava mal ainda assim. Deixou o espelho de lado.

— Vou chamar o médico. — disse a mãe.

Assim que ela saiu, Arthur se aproximou.

— Você me chamou de tio novamente. — disse sorrindo.

— Eu estava delirando. — disse raivosa. Droga, droga, droga. — Não, vê?! Estou numa cama de hospital, não deveria dar ouvidos ao que eu digo.

Estava fraca, e viu-se quando criança no momento em que vira Arthur no quarto. Deparou-se em um hospital e falara os nomes dos culpados.

— Sei. — Arthur sorriu, não acreditando na garota.

Jassy rosnou e virou o rosto, dando de cara com Jonh.

Olho-o nos olhos e Jonh sorriu.

Você não sabe o quanto eu senti falta desse seu olhar, roqueirinha. — pensou

— Vou deixá-los a sós. — Arthur disse, saindo.

— O que aconteceu? — Perguntou a garota quando ficaram sozinhos

Jonh contou. Contou que depois que ela saíra correndo de sua casa, ela fora sequestrada, e ficou desaparecida por uma semana.

— E como me encontram?

— O professor Arthur, foi, hã... Tirar a água do joelho e viu seu corpo...0 nu... E bem, te trouxe para o hospital.

Jassy fez um careta e ficou em silencio.

— Desculpe. — disse Jonh, baixo

— Pelo que? — perguntou abruptamente.

Ele suspirou.

— A culpa é minha. Se você não tivesse ido me proteger, eles não iriam vir atrás de você.

— Garoto. — bradou — está ficando louco? Sempre corri este tipo de risco, e sempre irei correr. Primeiro: eu sou roqueira. Muitos detestam roqueiros. Segundo: eu sou marrenta. — fez uma careta ao admitir isso. — E Terceiro: Se eu não tivesse toda impossibilitada aqui, te quebraria a cara por dizer essas merdas.

Jonh sorriu.

— Ok, roqueirinha.

— Filho da puta.

— Aqui — deu o urso gigante à ela. — Sabe, não é tão legal pra você quanto os outros, mas bem... — ficou meio sem graça.

— Mas eu adorei. — disse Jassy suavemente, mas pegando o urso abruptamente e agarrando-se a ele. — Obrigada.

Jonh sorriu.

— De nada, roqueirinha.

Ficaram em silêncio e então Jassy começou a falar.

— Quando sai da sua casa, apenas o que senti foi uma dor dilacerante na nuca.

Flashback on

“ Jasmine acordou sentido fortes dores de cabeça. Estava num lugar escuro e frio. Ao ouvir vozes, fechou os olhos, fingindo-se inconsciente.

— Você é louca? Vamos devolver a garota do jeito que ela já está. Não podemos fazer mais nada com ela. Ela é pior que o time de futebol inteiro. – distinguiu a voz de Alejandro Salvión. Ele sempre dava em cima dela.

— Mas caiu com apenas um soco na nuca. – argumentou Roberta Francys.

— Ela estava distraída.— Rebateu Albert Salléver.

Jassy tentou se mexer, mas sentiu muitas dores.

— Andem logo. Estuprem essa vadia que machucou o meu homem.

De tanta dor, Jasmine desmaiou novamente, e quando acordou estava sendo carregada para um beco.

Conseguiu se desvencilhar, e começou uma luta com os dois garotos.

Ela estava apenas de calcinha e sutiã, e a luta corporal estava praticamente empatada.

Deu um chute potente na nuca de um, que desmaiou. O outro veio por trás dela e arrebentou seu sutiã. Rosnando, e cheia de dor, socou o infeliz, mas este conseguiu de alguma maneira, arrebentar sua calcinha também.

Quando conseguiu imobilizá-lo, com dificuldade pelas dores no corpo, ouviu a patrulha de um carro policial, e se distraindo por um instante, o garoto conseguiu fugir.

O idiota conseguiu dar um soco fraco na nuca dela, e como Jasmine estava fatigada e com dores, caiu.

A última coisa que conseguiu ver foi ele pegando o outro e fugindo.”


Flashback off


Jasmine contou tudo olhando um ponto da parede verde clara do quarto.

Jonh sentiu raiva. Queria matar eles.

— Eles… não… te…

— Não.

— E quando te bateram? Você não acordou ou...

— Acordei... Mas eles conseguiam me desacordar de novo. Como eu estava caída, eles ficaram com vantagem.

— Eles se deram mal.

— Eu sei — afirmou ela.

— Como?

— você disse que já lidaram com eles.

— Ah… — ficaram num silêncio incomodo. — Sua mãe ficou bem mal também.

— Não me importo.

— Pois deveria se importar, garota.

Jassy o olhou.

— Ela não se importou comigo antes, não quero que se importe agora.

Quando Jonh ia dizer algo o médico entra e começa a fazer perguntas, e a diagnosticá-la.



Sábado.


Jassy foi liberada no sábado. Deveria ficar de repouso em casa durante uma semana.

Arthur ajudara sua mãe a levar todos os ursos – menos o de Jonh, que ela insistira em querer levar com ela, – e ela percebeu um brilho no olhar dos dois ao se olharem.

Colocou sua roupa, e pegou seu urso.

Saiu do quarto com o urso gigante nas mãos, atrapalhando sua visão e fazendo-a andar desajeitadamente.

Jonh, vendo a cena, começou a gargalhar. Jassy, raivosa, jogou o urso nele, que o segurou, e mandou carregá-lo.

— Tome cuidado com o Johny-nerd, nerd – disse, andando.

— Johny-nerd?

— É. É o nome dele. Em sua homenagem.

— Há há. — disse ele, parecendo indignado, mas por dentro, Jonh estava sorrindo.

— Vou espancá-lo quando você não estiver por perto como cobaia.

Jonh estancou. Percebeu três coisas:

Primeiro: Jasmine, doente ou não, sempre seria Jasmine.

Segundo: Ela sutilmente disse que o queria por perto.

Terceiro: Ele iria estar sempre apanhando dela.

Com essa última, gemeu e continuou acompanhando Jasmine.

Em casa, Jonh estava com a cabeça cheia e resolveu caminhar para pensar.

A roqueira estava viva. Doente, quebrada, praticamente fudida, mas viva.

A culpa que sentiu toda a semana esvaiu-se ao ouvir as palavras raivosas da garota. E por mais que a detestasse, estava aliviado por vê-la xingando-o.

Colocou as mãos nos bolsos e sentiu algo no bolso esquerdo. Puxando, viu um dos band-aids que havia sobrado no dia em que estava colocando em Jassy. Sorriu, e anotou internamente de armar alguma pra garota.

Distraído olhando o objeto, esbarrou em alguém.

— Opa, descu…

Quando olhou, viu uma garota baixa, loira, de olhos azuis e boca carnuda.

— Jonh?



Notas finais
E aí?

O que acham de Brian Mc'Dillan?

Eu o coloco mais na fic?

E quem será a garota com quem Jonh esbarrou??

Só posto com reviews.

Bejoooos meus amores!

Até o próximo capítulo.