Os Opostos Se Atraem
42 41º capítulo – Resultado da aposta.
Notas iniciais
Depois, teremos a fic do John e tudo, e quero que todos vocês continuem comigo.
Beijos.
Enjoy.
41º capítulo – Resultado da aposta.
Conforme os dias e as semanas iam passando, Jassy sentia mais raiva. Dali a dois meses, ela ou John teriam que by Browse to Save\">pagar a aposta que fizeram meses antes.
A aposta era que se Arthur e Jamily continuassem brigando após a gravidez durante três meses, Jassy ganhava. Caso contrário, John ganharia.
E pela by Browse to Save\">paz que reinava na casa, mais e mais a cada dia passado, John sorria triunfante para Jasmine.
A mais nova integrante da família, Valentina, crescia forte, saudável e cada vez mais linda e encantadora.
O pequeno John, filho que Jamily adotara, estava finalmente deixando os traumas de lado. Estava saudável, feliz e entusiasmado com a bebê. Era o melhor da turma, e sempre estava brincando com Jassy e o ex-nerd quando a mãe não podia ficar com ele.
Ele parecia entender que agora havia uma pessoa menor que ele, que precisava de mais cuidados e atenção. Jamily tentava, numa correria só, ficar com os três filhos.
Ela realmente mudara e estava feliz sobre como, de uma hora pra outra, passara a três filhos, ao invés de um.
Quando a mãe estava com o irmão, Jassy subia e ficava com Valentina. Adorava bebês, e a ela mais ainda, tendo alguns pequenos e delicados traços seus e por ser sua irmãzinha.
Ela percebia o esforço de Jamily e estava feliz pelo comportamento da mãe. Tivera muito medo dela rejeitar aquele bebê. De vez em quando revezava com Arthur e Daphine para ficar com a criança e a mãe poder descansar.
O by Browse to Save\">namoro com o ex-nerd estava maravilhoso, volta e meia estavam discutindo sobre coisas idiotas como qual desenho era melhor: Bob Esponja ou Ben 10. O irmão, Johnzinho, já acostumado, revirava os olhos e colocava no desenho do Homem-Aranha.
O relacionamento tinha muitas discussões e, muitas delas, eram bobas. Mas era aquilo que não deixava o namoro monótono ou enjoativo. Ela mesma dissera que só por que namoravam, não era motivo para que aquelas discussões e briguinhas, que ela tanto adorava por dentro, acabarem.
John, a cada vez que via a rockeira, reprimia um suspiro apaixonado. Sim... ela era linda. Sim... ele era idiota.
Sempre desligada do mundo real, curtindo algum rock pesado nos fones de ouvido, com os pés em cima da mesa de centro, e aquelas roupas pretas.
Depois da primeira vez deles, houveram algumas outras em que Jassy fizera-o urrar de prazer como nunca ninguém havia feito.
Umas semanas depois do nascimento de Valentina, John fizera teste para o time de futebol americano da escola e passara como quarterback.
Já haviam ocorrido alguns jogos, mas nada muito importante.
De longe, viu Jasmine observando-o. Ele sorrira e virara-se na hora em que alguém ia lhe nocautear.
O objetivo do jogo é somar mais pontos.
Ele revidou e correu para a zona de finalização do adversário, com a bola nas mãos, causando um touchdown.
Alguns dos jogadores estavam enciumados e raivosos. Outros, admirados.
Pela primeira vez na história daquele colégio, eles poderiam ganhar e aprender algo. Ele era realmente bom.
As amizades antigas de John voltaram a ser como antes. Tudo estava esclarecido quanto a história de Daphine e não tinha porque as amizades acabarem.
Daphine era presença constante na casa de Jassy por vários motivos. Primeiramente tinha o casamento de Arthur e Jamily dali há alguns meses. Estava preparando tudo com a prima.
Em segundo era por causa da pequena Valentina; ela queria ajudar no que pudesse enquanto a mãe não desse à luz. Imaginava que era desgastante cuidar de três filhos, sendo um deles uma rockeira maluca.
Em terceiro... Bom... O terceiro poderia surpreender a todos. E, deveras, surpreendeu. O terceiro motivo para a loira estar indo tanto a casa de Jasmine, era Brian.
De uma hora pra outra a garota começara a ter sonhos quentes com ele, a acordar com a calcinha molhada e com a testa encharcada de suor. Então, começara a percebê-lo.
Alto, forte, esbelto, lindo, gostoso, corajoso... PERFEITO!
Viu nele a chance de se apaixonar de novo e não ter que sair de perto quando a prima e o ex estavam juntos.
Começara a se aproximar dele e conversar bastante. Ela mudara o jeito que fora quando namorara John e queria ter a chance de amar. Não era mais líder de torcida e melhorara bastante nas amizades e nas notas do colégio.
Por dentro, a garota não era má pessoa. Apenas se deixou levar pelo título de cheerleader. Para ela, todas eram iguais e ela não era muito inteligente naquela época para perceber que poderia ser diferente, que as coisas não teriam sido ruins para ela, nem para John... nem para Will.
Depois que John voltara, ele contara a algumas pessoas, incluindo ela, o que acontecera. Daphine caíra aos prantos, culpando-se e berrando que quem deveria ter morrido era ela.
O ex acalmou-a e disse que fora por pensar do mesmo jeito que se tornara um nerd. E que era pra ela parar de autodepreciar-se, pois Jasmine tinha explicado a ele as coisas e ele havia perdoado a si mesmo e a ela também.
Os sonhos da loira com o rockeiro continuaram e logo esse assunto foi deixado de lado. Ela se aproximou ainda mais dele e ficava perto o bastante para que ele olhasse em seus olhos azuis... azul com azul.
Azul claro com aquele lindo azul escuro, que era mais claro no meio, do olho de Brian.
Ele percebera a chegada mais “íntima” da garota, e, analisando-a, concluiu que ela era linda e... muito gostosa, apesar de ser bem mais baixa que ele.
Depois que soubera do que acontecera entre ela e John, ficara receoso, mas conversando viu que ela não era fútil.
Acabou que, num dia comum, estavam sozinhos na cozinha conversando amenidades quando ele a prensara contra o balcão e lhe dera um beijo aterrador.
Daphine simplesmente gemeu e se derreteu nos braços fortes e tatuados do rockeiro.
Tinha uma pegada gostosa e forte, que a machucava e deixava molhada. Seu beijo era quente e desesperador, misturado ao frio dela. Era uma sensação gostosa na qual um aliviava a boca do outro.
Encontraram no beijo o que procuravam a meses. A conexão, a peça que faltava do quebra cabeça, o oposto. Era perfeito.
Uma das mãos máscula estava em sua cintura firme e delicada, apertando, enquanto a outra estava no cabelo loiro de sua nuca movimentando-a em sincronia com o beijo.
As mãos de Daphine não paravam quietas. Uma hora arranhavam as costas, outrora apertavam os músculos dos braços e até mesmo apertava a bunda dura e empinada do rockeiro.
Repreendendo-a, ele aprofundou o beijo e soltou um gemido com a loira.
Ouvindo gemidos vindos da cozinha e sabendo que a mãe estava dormindo, Jassy e John foram verificar, quando viram a cena e ficaram boquiabertos.
Logo Jassy vinha com a câmera que ganhara no natal passado do namorado e fotografava. Ela sabia que Brian não iria admitir ou contar até ver a prova.
Dias depois, enquanto Daphine estava com Valentina e John no treino, Brian sentou-se pesadamente no sofá ao lado da amiga.
Jasmine olhava a câmera fotográfica com um sorrisinho no rosto. Ao vê-lo, Brian estreitou os olhos mas nada disse.
Colocando o objeto de lado, ela olhou-o.
— Então, Bri. Como vai a vida?
Ele limpou a garganta.
— Normal. O de sempre. E a sua?
Jassy ignorou.
— Sabe, outro dia estava reparando em Daphine. Ela é muito bonita, não é? — Disse casualmente olhando janela afora.
— Você acha? — balançou os pés nervosamente. — Não reparei ainda.
Jasmine levantou a sobrancelha e olhou-o.
— É mesmo? Porque eu vi vocês se pegando na cozinha.
Foi uma cena engraçada. O rockeiro arregalara os olhos e começou a dizer que ela estava louca. Ela e John, já que ela contara que os dois viram. Tinha combinado com a loira de não contar pra ninguém por enquanto.
— E essa foto, Brian? — estendeu a máquina ao rockeiro confuso.
A rockeira teve medo dos lindos olhos azuis do amigo sairem rolando pela casa.
Ele quase afirmara que não era ele, mas sabia ser impossível mudar a ideia da garota, já que ela vira e tinha provas.
Suspirando, ele admitiu.
— É. Ela é linda. E gostosa.
— E o que pretende ter com minha prima, Sr. Brian?
— Eu não sei. Pode ser que seja só uma atração e pegação... Pode passar. Vou esperar um pouco.
— Só não se machuquem.
…
*Três meses depois do Nascimento de Valentina.*
Jassy andava pelos corredores da escola rosnando mil pragas ao infeliz do seu namorado.
Todos a olhavam. Não estava aguentando aquilo e ele pagaria.
— Que isso, gatinha.
Uns reconheciam e escancaravam a boca, olhando de cima a baixo.
Outros apenas mexiam, sem ter a mínima noção de quem era.
Quem diria que a rockeira destemida estaria daquela forma.
A garota parou em frente à porta do banheiro feminino, respirou fundo e entrou onde todas as líderes de torcida estavam.
Hoje elas iriam conhecer a nova capitã que iria comandá-las no jogo importantíssimo e decisivo do dia.
Ao se virar pro espelho, jogou outra praga em John.
Ali, refletindo seu reflexo, tinha uma garota loira vestida de líder de torcida.
A mini blusa mostrava bem a barriga lisa de Jassy e acentuava seus seios fartos. A mini saia deixava suas pernas torneadas e firmes a mostra, deixando babando qualquer garoto.
Havia um shortinho da mesma cor do conjunto por baixo, tênis e meias brancas.
Rosa. O conjunto era rosa com branco. E ela era líder de torcida. A capitã.
Mal conseguindo falar, virou-se para as outras garotas que prendiam o riso, achando que Jasmine nada dançaria e só se humilharia.
Mais do que já estava se humilhando.
Outras estavam em choque e mais algumas com raiva por qualquer uma ter conseguido o título de capitã.
Jassy virou, fazendo os cabelos loiros até a cintura balançarem. Até o cabelo tivera que mudar.
Seu ser gritava, rugia, berrava, querendo sair o mais rápido possível daquele corpo que não mais a pertencia.
— Mandei por vídeo, a três semanas atrás, a coreografia. Espero que tenham treinado.
Algumas afirmaram com a cabeça, ainda em choque, mas uma se aproximou e questionou.
— E por que não podemos usar a antiga?
Jasmine, que já não estava de bom humor, respirara fundo, levantara a sobrancelha e dissera baixo:
— Por que sua coreografia é horrorosa e se é pra fazer essa merda, que seja bem feita.
A garota fez cara de nojo e saiu do banheiro. Logo todas elas saíram, indo para o local em que o jogo ocorreria.
Agitando os pompons rosas, Jassy — a primeira da fila — começou a correr ao lugar de seu grupo.
Enquanto os jogadores não entravam, ficavam as líderes de cada time provocando umas as outras, com reboladas sexy, olhares provocantes e palavras vulgares.
A garota sustentava um sorriso forçado no rosto enquanto animava a torcida.
O jogo logo começou. Continuou dançando enquanto via a razão de seu problema entrar em campo e mandar uma piscada a ela.
O placar estava empatado e já estavam em quase trinta minutos do primeiro tempo.
O tempo é de 60 minutos, sendo dividido em dois e nos 15 minutos de intervalo as líderes animavam, depois que os torcedores voltavam com seus lanches e de terem feitos suas necessidades.
John agarra a bola e faz sinal, indicando que é para ter dois em seu encalço, para não ser impedido de um touchdown.
Era o último minuto. O garoto corria, rápido e ágil, derrubando quem quer que o atrapalhasse.
15 segundos e ele chega à endzone (zona de finalização do adversário) e marca os seis pontos do touchdown.
A plateia levanta gritando e torcendo por seus filhos, enquanto as líderes dançam e pulam, fazendo a difícil coreografia de Jasmine e vendo como a garota era uma dançarina melhor até mesmo que elas.
— JOOOOOOOOOOHN! É O MELHOR, É O MELHOR! — Gritava a torcida. Nem era preciso dizer que, mesmo que ela quem tivesse no comando, ela estava morrendo de ciúmes de ver várias piranhas gritando o nome do SEU namorado.
Todos foram para os vestiários, cansados, arfantes e comemorando.
As líderes do grupo que venciam até então foram para o centro do gramado assim que os torcedores voltavam para os seus lugares.
A coreografia era original e conseguia o que era proposto: animar as torcidas.
No telão instalado, os rockeiros da torcida se contorciam de rir ao ver a amiga, a que mais odiava tudo aquilo, ali, com um sorriso no rosto e gritando alegremente, pulando que nem perereca no meio do campo.
Daphine, que naquele momento tinha se separado dos beijos de Brian, não acreditava no que seus olhos viam.
Esfregou-os rudemente e olhou novamente, confirmando que a loira mais sorridente, que mais animava era sua prima.
Jasmine, como que percebendo os amigos rindo e zoando, deu um olhar perigoso para a câmera do telão, o que fez com que eles aumentassem os risos entre si.
E ela jurou. Jurou que aquele jogadorzinho pagaria… e muito feio.
Notas finais
Fantasmas, apareçam. Vocês, leitores, que me dão força pra escrever.
Sem review não cola, gente =/
Beijooos, pessoal, e comenteeem!
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