Os Opostos Se Atraem

41 40° capítulo – Seja bem-vinda.


Notas iniciais
Hi peoooople.
Como foram de ano novo? Desejo tuuuuudo de bom pra vocês, nesse ano de 2013.
Bom, no capítulo anterior, quase não tive reviews. Não sei se por preguiça, ou por negatividade. De qualquer forma, a quantidade de review, não chega nem a um décimo de leitores. Comentem!
Esse capítulo é dedicado a Ana Karoline que fez um linda recomendação e
quem quiser seguir o caminho dela... *-*
Obrigada, flor!
Dedico também, a minha beta linda, que está sempre comigo e que a partir de hoje fará parte da fic.
Enjoy.
40° capítulo – Seja bem-vinda.

As coisas que realizamos, nunca são tão belas quanto às que sonhamos. Mas às vezes, nos acontecem coisas tão belas, que nunca pensamos em sonhá-las. Para mim aconteceu… VOCÊ!”

Autor desconhecido.

O sol da tarde bateu na janela, refletindo no rosto dos adolescentes enroscados. John apertou os olhos e se espreguiçou, esbarrando num corpo macio. Abraçou-o apertado e ouviu a bela moça suspirar em seus braços, mergulhada num sono sem sonhos.

Seu corpo estava cansado; sua mente, entorpecente; seu coração, martelando a mil por segundo. Seu ser pulava, saltava, cantava e rodopiava feliz.

Nada poderia ser comparado aquele corpo, ou aquele ato de amor. Ninguém poderia ser comparada aquela mulher/menina, ou aquele seu amor.

Beijou-lhe a testa e sorriu ao vê-la suspirar e se agarrar mais ao corpo másculo e quente do garoto. Tirou uma mecha preta que caia sobre as pálpebras fechadas e delicadas da rockeira.

Era ainda mais linda daquela forma: nua, sobre o sol,agarrada a ele... adormecida. Sua mente logo fez uma comparação medíocre ao conto infantil, A Bela Adormecida. Medíocre, pois, nada se comparava a beleza, daquela flor... Jasmine.

Com ela era diferente. Ela era diferente. Ele não tinha mais medo de virar as costas e tudo desabar. Não tinha medo da monotonia voltar, não tinha medo de sofrer. Com ela, enxergava a vida de uma perspectiva diferente, e de certa maneira, encantadora, apesar de encatadora, nada a vida ter. Além dela.

Ela, com a maneira marrenta e nervosa de ser, o encantava como ninguém. Aquela cara de brava, o levantar irônico de sobrancelha, o cruzar irritado dos braços... o deixava feliz, e completo.

Ele encontrara nela, o que procurava a tanto tempo, nele. A amava.

Amava tanto que tinha vontade de não sair mais daquela cama, e nem deixá-la ir para longe de seus braços, onde era o seu lugar.

Respirou fundo, feliz e deixou por ser abraçado pelo inconsciente.

Mais tarde...

Já anoitecera, e Jasmine acordava lenta e preguiçosamente. Dormira feito anjo.

Levantando a cabeça, olhou pela janela. Praguejou baixinho ao ver que dormiu o dia todo.

Os acontecimentos do dia vieram lentamente ao seu cérebro, e quando se deu conta do que houve, arregalou os olhos e pela primeira vez desde que acordara, notou o ser dormindo de boca aberta ao seu lado, agarrado aos seus seios nus.

— TARADO! NEM DORMINDO, DEIXA DE SER GARANHÃO!

John levantou num salto, olhando pros lados.

— O que? Quem?

Jassy prendeu um riso, se enrolando no lençol.

— Tarado. Estava aí, babando nos meus peitos!

O garoto ficou vermelho que nem beterraba, mas logo, levantou uma sobrancelha, e seus lábios se formaram num sorriso diabólico e sexy.

— Eu os adoro.

— Eu sei, nerd tarado.

Ele riu, e levantou-se, andando nu pelo quarto e catando as roupas, para logo entrar no banheiro.

Ele ia mesmo mostrar que era um gostoso da porra assim? Ela poderia sofrer um ataque cardíaco!

A rockeira ouviu o chuveiro sendo aberto, e depois de minutos fechado.

Ele saiu vestido.

— Hey, a gente não usou camisinha.

— Não se preocupe. Eu tomo anticoncepcional.

Ele assentiu uma vez. Foi até ela e a beijou.

— Foi bom? — Ela perguntou.

— Nada comparável. Perfeito do começo ao fim. — Sorriu.

A rockeira soltou o ar que estava prendendo. Estava com medo, pois ele já tivera tantas, que ela poderia ser apenas mais uma.

Ela nunca havia sentindo nada assim antes, nem mesmo por Brian.

Cada toque do ex nerd, foi um absurdo de prazer. Sentia que agora as coisas iam de melhor para excepcional. E estava bem com isso.

Com os olhos, disse a ele que o amava.

— Eu te amo também... rockeirinha.

Alguns meses depois.

— Respira fundo, querida! — Disse à mulher, que suava frio e respirava com dificuldades.

—Aaaaaaaaaah!

— Força! Empurra! — disse o médico. — Já estou vendo.

Apertando com força a mão do futuro papai, Jamily deu um último grito de dor e desespero antes de ouvir o chorinho do bebê.

—Aaaaaaaaaaargh!

O chorinho ecoou pelo recinto hospitalar e logo, duas enfermeiras foram cuidar da criança, enquanto, dois médicos verificavam o estado da mãe. O restante, limpava tudo.

— Tudo em ordem. É uma menina. — Disse o médico, pegando o bebê, e entregando-o ao pai.

Feliz, ele a pega, sem jeito e sorri, maravilhado e emocionado.

— É... linda. Tem os olhos de Jassy.

— Deixe-me ver, Arthur. — pede Jamily, cansada, erguendo os braços.

Ele se inclina e mostra o bebê, enrolado num paninho rosa, e de olhinhos já fechados.

— Qual o nome, querido?

— Posso dar?

— Claro.

— Que tal Valentina? Valentina Salmerón Varez. Bom? Valente... que nem a irmã.

— Lindo.

De um lado pro outro, Jasmine andava, olhando pro chão.

— Pare, rockeirinha. Ela está bem.

Ignorado, ele começa a bater o pé.

O pequeno John — dessa vez sem o psp nas mãos — vendo a reação da irmã, fica com um vinco na testa.

— Será que ela está bem? Será que ela vai receber bem essa criança? — A garota nervosa começou a soltar perguntas.

Andando mais rápido, nem percebeu que John levantara e se colocara em sua frente, fazendo com que ela batesse em seu peitoral.

Ele a segurou pelos ombros, afim de não deixá-la cair.

— Vai ficar tudo bem. Vai ver. Agora pare com isso. Está nos deixando nervosos.— ele apontou o pequeno ao lado dele.

Olhando o irmão, ela suspirou e abraçando o namorado, sentou-se. Depois de alguns minutos batucando os dedos nas pernas de John, ela levanta-se ao avistar o futuro padrasto.

— Nasceu.

Eles se dirigem ao berçário, e ele aponta a menina de lacinho rosa pink, com um lencol trasparente e enfeites da cor do laço no berço.

— Ela tem os seus olhos, Jassy. Seu nome é Valentina.

A garota sorri. Feliz e totalmente Radiante.

Dali a alguns dias, Jamily foi com sua pequena Valentina no colo para casa. Ela estava encantada com a beleza da criança. E pelo que parecia, a aceitara.

Na casa, foi incluido um quarto, ao lado dos pais, para a pequena.

O sexo da garota era segredo para os pais. Mas Jassy e Daphine sabiam, para poderem preparar o quartinho da neném sem pressa. Logo elas fariam quartinho do bebê de sua tia, mãe de Daphine.

Jamily parou ao chegar em frente a porta branca, enfeitada por um quadro com formato de casinha. Esta, era branca com o nome Valentina em rosa. Mas abaixo há uma bonequinha de chiquinha, com os cabelos castanhos, uma janela rosa e um armário rosa à esquerda.

— Que lindo! — Jamily disse e ficou olhando.

— Vamos, entre. — encentivou Jassy.

Lentamente, ela abre a porta do quarto, e ofega.

Parecia um quarto decorado por profissionais, e não por duas adolescentes com personalidades opostas. Ela até admitira, que ficara com medo de abrir a porta e encontrar um quarto cheio de caveiras.

— É lindo, filha.

O quarto era espaçoso. A parede à esquerda, onde se encontrava um berço branco, era lilás. Na diagonal com o berço e a parede de frente, estava uma poltrona branca, confortável com estofado florido, e almofadas nos tons claros de salmon. Ao lado, havia uma mesinha branca lateral com um abajur.

Na parede central, um papel de parede salmon claro com pequenos detalhers em lilás e rosa enfeitavam junto com luminárias. De frente, um sofá cama com almofadas floridas e nas cores Salmon.

Do outro lado do berço, um armário de quatro portas branco. Havia alguns quadros nas paredes, e no piso de madeira claro, um tapete redondo felpuldo.

No teto, luminárias redondas embutidas, e em cima do berço, passáros rosa pendurados. Era tudo muito bonito e encantador.

Cada detalhe fora pensado. A iluminação proporcionava diferentes efeitos cenográficos, economizando energia elétrica e luz indireta para o sono do bebê. O resultado foi uma combinação personalizada e contemporânea.

— Sem caveiras? — perguntou a mãe, ainda olhando tudo imprecionada.

— Deixa isso pros meus filhos.

A mulher riu, e Arthur a chamou. Parou de supetão na porta do quarto, também olhando tudo abismado.

— Uau.

Depois de um tempo admirando o quarto, eles descem, e Jamily se surpreende quando vê toda a familia, os pais de John, Brian, os antigos sogros, e os pais de Arthur com uma faixa escrito:

“Seja bem vinda, Valentina”

Olhando todos ali... sua avó, seus familiares, seus filhos, seu genro e amigo, ficou feliz.

Desejava a mãe por perto... que infelizmente não estava mais... desejava o pai de Jassy por perto... mas também não podia.

Mas acreditava que quem não estava ali fisicamente, estava esperitualmente. Feliz por elas. Depois de tantos anos infeliz, ela merecia ser feliz, e encontrar alguém. Assim como Arthur e como Jassy.

Estava uma família linda. Unida, feliz. Até Jasmine não tirava o sorriso do rosto. Coisa que fez Adelaide, sua vó, sorrir e olhar aquela cena e pensar: agora eu posso morrer feliz.

— Foto, gente! — Gritou Jasmine, ageitando a máquina em cima do apoio. Jamily e Arthur ficaram com a criança no meio.

Jassy, ao lado da mãe, com John abraçando-a. Do lado de Arthur, Daphine, seguida por Bria; As mulheres ficaram do lado de Arthur, e os homens do lado de Jamily. Os pequenos, sentados no chão, na frente.

Quando Jassy pegou a pequena, de olhinhos bem abertos no colo, depositou um beijo em sua testa.

— Seja bem-vinda, maninha.

Notas finais
Aaaaaaaaaaaaaaaa, quem amou a Valentina, e tudo levanta a mãaaaaao? õ/
Só posto com muitos reviews!
E quem quiser fazer recomendações... hehe
Aqui pra quem quer ver o quartinho e o enfeite da porta:
Quarto: http://imgms.casa.abril.com.br/1/quarto-do-bebe-menina33.jpg?1322734495
Enfeite da porta: http://3.bp.blogspot.com/-pUMQ2CPaBzA/ULfzhowcbSI/AAAAAAAAC1M/O8MK410SwrY/s1600/Odanira+Valentina+9.JPG
beeeijos.