Notas iniciais
Agradeço a todos que comentaram, acompanham e salvaram a história isso me incentiva a continuar. Muito obrigado e um beijo.

Emilly explicou tudo o que sabia desde que Niklaus foi vê-la no bar e o que tinha ocorrido nos últimos dias. Valkyria ouvia tudo atentamente como se não quisesse deixar nada passar a caçadora odiava bruxas na verdade das Bennetts ela só gostava das Garotas Benetts. Que se resumia a Emilly e Sarah e só pelas duas a moça estava ali.

—Então, um clã de bruxas malignas está tentando reativar o Nemeton e no meio do caminho precisam de uma Benett para isso e agora tem um alvo nas costas de todos os membros do clã?

—É mais ou menos isso mesmo. -disse Emily deitando na cama encarando o teto, tanta coisa passava pela cabeça dela naquele momento a gravidez da irmã, a ameaça eminente de um ataque, o fato dela não ter aceitado fazer as runas.

—Emys, o que está acontecendo? Tem uma veia na sua testa saltando. – Valkyria tinha um olhar curioso como se quisesse desvendar o que havia com a amiga lendo sua expressão.

—Minha mãe me pediu para fazer as runas para proteger o clã...-Emily vacilou em continuar imaginando o sermão que levaria.

—Ahh... – a voz de Valkyria saiu como um sussurro quase inaudível.

—Mas eu não quis aceita. -disse Emilly por fim se sentindo derrotada.

—Ok.

—O que? – a voz de Emilly aumentou dois décimos a voz pela surpresa ela esperava um sermão sobre a importância de assumir responsabilidades.

—Emilly, eu brigar com você não vai adiantar nada afinal você é uma mulher. – Valkyria tinha um olhar amoroso e entendia a dificuldade de Emily aceitar quem ela era. -A questão é se você vai ou não conseguir viver com as consequências das suas escolhas sejam elas boas ou ruins.

As duas moças podiam sentir no ar que tempo difíceis se aproximava, elas sabiam que se Niklaus tinha indo a uma cidade que ele não gostava e ainda não tinha voltado ou dado notícias era por que suas suspeitas estavam bem fundamentadas e o que as duas sabiam sobre o Nemeton era que aquele lugar trazia a morte para todos.

Em duas semanas Antony nasceu o que trouxe um ar de esperança para a casa ele era pequeno e tinha cabelos cor de areia com o pai e também tinha os seus olhos, mas tinha o sorriso da mãe o bebê amava o colo de Emilly que ficava horas a embala-lo no seu colo, Robert e Sarah estavam todo bobos pelo primogênito ambos transpiravam felicidade levou dois dias para Sarah se recuperar do parto que tinha ocorrido em casa, até Ayna parecia mais feliz dizendo como o neto seria um bruxo forte, pois tinha puxado para o lado da família da mãe a avó cantava para criança para pôr ela para dormir.

—Ele é lindo. – disse Ayna segurando o neto enquanto estava sentada na cadeira de balanço do quarto da filha.

—Sim, ele é. – respondeu Robert todo orgulho os olhos do homem brilhavam ao ver o filho no coloco da avó.

—Vocês têm mesmo que se mudarem? – perguntou a avó com a voz suplicante por mais que ela não gostasse do novo genro, não gostava de saber que mais uma das suas filhas estava saindo de casa e levando junto o seu primeiro neto.

—Sim, mãe eu e meu marido achamos melhor termos o nosso canto, mas será em Nova Orleans mesmo a senhora poderá nos visitar. – Disse Sarah tentando consolar a mãe ela sabia que era necessário ela e o marido terem o canto deles até para que ambas famílias pudessem visita-los sem quase iniciar uma guerra que o foi o que quase aconteceu em seu casamento quando ambas as famílias começaram a se acusar mutuamente durante o brinde do casamento de ter iniciado a intriga que já se pendurava a séculos.

— Eu entendo os motivos de vocês querem o melhor para a sua família. – Ayna aninhou o bebê um pouco mais em seu colo. – Sei que vivemos tempos instáveis, mas sou grata pois minha primogênita voltou para casa e minha filha casula me deu um grande presente.

A mulher encostou o seu nariz de leve no pequeno nariz do bebê que dormia de forma serena em seus braços ela queria grava cada pedaço do rostinho do bebê em sua memória ela bem sabia com as crianças cresciam rápido ela mesmo lembrava de Emilly e Sarah correndo pela casa brincando de pega-pega. A mulher coloca o bebê no pequeno berço de madeira de mogno do lado da cama do casal. Emilly olhava tudo encostada no batente da porta imaginando que dentro de algumas semanas a irmã estaria em sua casa. Emilly deu uma piscadela para a irmã que retribui e a moça foi em direção ao seu quarto que estava vazio Valkyria tinha ido para o quarto de hospedes logo depois da primeira conversa que as duas tiveram, Emilly só queria cair na sua cama dormir e acordar em um mundo em que seu clã não estivesse ameaçado, esse pensamento assustou Emilly era a primeira vez que ela pensava no clã como seu, sua família, pessoas por quem ela lutaria e morreria, não é dizer que ela já aceitava o fato de ser uma Bennett de boa, mas agora ela pelo menos não renegava o seu sobrenome a moça trocou de roupa e colocou uma pijama e entrou para debaixo das cobertas da cama se acomodando nos inúmeros travesseiro contra a sua cabeceira o que fazia ela ter um sono melhor.

Já havia se passado um mês desde que Niklaus tinha indo para Forks e nada tinha acontecido sem bruxas ou ataque, Emilly já se sentia aliviada, pois tudo indicava que aquilo não passava de paranoia da cabeça do hibrido e que logo as vidas de todos poderiam voltar ao normal, mas a mãe de Emilly ainda estava em alerta juntamente com Valkyria as duas haviam se aproximado pelo proteção do clã, as duas volta e meia tinham reuniões de portas fechadas de como agir caso algo realmente acontecesse agora que somente uma das bruxas da casa podia usar magia dentro da propriedade Emilly não sabia o que estava acontecendo, mas depois do café a moça percebeu que a sua mãe tinha se reunido com Robert e Valkyria no escrito e que eles já estavam lá a três horas e nada de gritaria e insultos o que era anormal para toda a casa já que a matriarca e o genro não se gostavam, eles tentava conviver pacificamente pelo bem de Sarah e do bebê. O marido de Sarah saiu do escritório indo em direção a porta da frente não parou para falar com ninguém havia um brilho diferente no olhar do homem o seu andar não era somente elegante como normalmente era mais também decidido. Emilly estava se mordendo de curiosidade para saber o que estava acontecendo entre aquele trio, mas sabia que não adiantava perguntar pois não falaria, mas ela precisava tentar.

Emilly subiu para o quarto da irmã que estava amamentando o filho, Sarah o olhava de forma amorosa e o segurava com muito cuidado o bebê estava adormecido Emilly observou a irmã colocar o filho berço e se virar para ela que estava no batente da porta.

-Você sabe o que seu marido está armando com a mamãe e a Valkyria? – perguntou Emilly de forma direta.

-Sutileza não é uma qualidade sua não é, irmã? – Sarah esbouçava um sorriso brincalhão no rosto. – Bem, eu não sei o que os três está armando Rob, só disse que era para garantir a minha segurança e do nosso filho.

Emilly percebeu que se a irmã soubesse de mais não diria, mas nada além daquilo ela e o marido eram extremamente leais um ao outro e Sarah nunca entregaria quaisquer que fossem os planos do marido nem sob tortura então Emilly decidiu só matar a saudade da irmã mais nova se lembrando que dentro de duas semana ela se mudaria com sua família como nenhuma das duas tinha afazeres naquele dia ficaram o dia inteiro no quarto só jogando conversa fora, Emilly tinha esquecido como ela amava aquele pequenos momentos com a irmã ao longo do dia a conversa foi interrompida inúmeras vezes pelo mais novo membro da família que hora precisava ser trocado, ou amamentado, ou só queria brincar mesmo. Robert entrou no quarto já quase no final da tarde deitou na cama e começou a brincar com o filho era incrível ver um homem tão alto e forte como ele se derreter e fazer caras e bocas para que o bebê pudesse rir. As irmãs aproveitaram o momento para descer até a cozinha para fazer um lanche. Quando chegaram a grande cozinha da mansão Emilly olhou para o lado esquerdo onde ficava a enorme pia de lavar as louças, mas ela e a irmã forma para o lado direito onde ficava duas geladeiras e um grande armário embutido Sarah pegou os pães enquanto Emily foi pegar as demais coisas para montarem sanduiches Emilly estava preocupada com a mãe, pois ambas tinham pulado o almoço e a mãe que era tão zelosa com as regras não tinha aparecido para advertia as moças sobre terem faltado ao almoço, isso só deixou a moça mais ainda de cabelo em pé.

As moças se sentaram à mesa com os seus sanduiches prontos as duas comeram em silencio Sarah logo que terminou subiu para o quarto para ficar com o marido e com o filho Emilly não se importou em ficar com a louça das duas assim que organizou tudo subiu para o seu quarto Valkyria estava lá deitada na cama da moça e encarando o teto.

—Ao que devo essa ilustre visita? – disse Emilly se deitando ao lado da amiga.

—Só estava procurando um local calmo para descansar, não durmo a dias. -Se explicou Valkyria fechando os olhos.

—Vai me falar o que você, minha mãe e meu cunhado estão tramando?

—Não posso. -disse Valkyria o que fez Emilly bufar de frustação. – Mas, posso lhe dizer que encontramos uma bruxa inimiga rondando a casa e ela falou que amanhã à noite vai ocorrer um encontro.

Essa informação fez Emilly sentar na cama.

—Por que não me disse que pegaram uma bruxa?

—Sua mãe achou melhor assim para não causar um alarde dentro da casa. – explicou Val abrindo os olhos para encarar a amiga que a olhava.

—E o que aconteceu com a bruxa?

—Fiz ela se reunir com suas antepassadas no Hades. – Havia um sorriso maldoso nos lábios da vampira.

—E por que ela contou para você sobre a reunião?

—Ela queria fazer um ato bom antes de morrer. O que você acha que eu tive que fazer Emys? – o tom de Valkyria deixava bem claro o que ela tinha feito o que fez Emilly tremer. – A sua mãe falou que eu poderia levar uma bruxa comigo amanhã para investigar e se possível resolver as coisas.

Emilly não queria ter que matar mesmo que fossem outras bruxas, todavia se elas acabassem com aquilo poderiam afastar o perigo do clã e consequentemente da irmã, mas ainda assim ela se tornaria uma assassina, pois sabiam que não iriam para conversar, mas para dizimar as bruxas rivais ali estava um dos motivos de Emilly não querer fazer as runas ela havia lido sobre e sabia que enquanto as demais bruxas dentro da runa perdiam poder a bruxa que a havia traçado ficava mais forte, Emilly não queria se responsabilizar pela vida de ninguém, mas também não queria tirar a vida de ninguém.

—Por que você não leva a bruxa que minha mãe escolheu para proteger o clã? – perguntou Emilly mordendo o canto do lábio inferior ela sempre fazia aquilo quando estava ansiosa.

—Bem, isso é uma pergunta bem idiota, mas...- Valk tinha um tom ácido na voz estava cansada da covardia na antiga aluna e agora tinha que ainda aguentar suas perguntas imbecis. – Vou responder, primeiro por que a função da bruxa é proteger o clã, então ela tem que ficar aqui para isso até porque pode ser uma armadilha para nos distrair e segundo eu não sei quem foi que sua mãe escolheu e acho melhor assim e terceiro a pessoa que sua mãe escolheu não pode sair da casa. Então como você é uma ótima bruxa eu e sua mãe achamos que é melhor você vir comigo, caso eu precise de magia para derrota-las.

Emilly sabia que pelo tom da moça aquilo não era um pedido era uma ordem, mas ainda assim ela achava melhor que a bruxa, que tinha feito as runas fosse afinal ela tinha mais poder e daria uma chance melhor de que a batalha acontecesse longe da casa e da sua irmã e seu sobrinho a ideia da mãe manda-la era irracional deveria atacar o clã inimigo com força total, era até melhor que mais de uma bruxa fosse para garantir isso e assim finalmente a vida de todos pudessem voltar ao normal.

— Valk, eu não sei não acho que talvez eu não seja a melhor pessoa para isso. Eu nunca quis ser bruxa eu só estou nessa casa por conta da minha irmã e o meu sobrinho e admito eu não odeio mais ser uma Bennett, mas também não amo esse sobrenome. – Emilly viu raiva no olhar da amiga por um segundo.

—Olha, Emys eu não vou perder meu tempo te explicando que você tem que aceitar o que é e blá, blá, blá, pois a psicóloga aqui é você, entenda eu não gosto de bruxas tanto quanto você, mas eu não deixo as coisas pela metade ou abandono quem precisa quando a coisa fica ruim. – Emilly sabia que a última parte era por conta do seu afastamento de sete anos da sua família. – Eu não estou pedindo para você ser uma bruxa ou resolver o que tem que ser resolvido com a sua mãe eu estou pedindo que você me ajude a acabar logo com isso para que todos possamos voltar para as nossas vidas.

—Valkyria eu não posso, eu simplesmente... Não posso. – a voz de Emily era vacilante e covarde. – Não depois do que eu fiz...

Havia compreensão no olhar de Valkyria, mas a sua raiva era maior quize anos haviam se passado e Emilly ainda se culpava por algo que não pode mudar Valk lembrava muito bem daquele dia.

O treino tinha ocorrido tudo bem Emilly estava com seu cabelo preço em um coque usava um vestido florido rodado a menina era pequena quase do tamanho do braço do hibrido alto que estava em sua frente a menina havia uma jarro em cima da uma pequena mesa que tinha uma planta morta entre os dois a menina olhava para o homem e sua frente e volta e meia olhava para Valkiria que estava senta na cama de casal que tinha no quarto de Emilly todos achavam mais seguro que treinassem só os três, pois a menina ainda não tinha poderes sobre seus poderes e poderia machucar alguém. Ayna tinha pressa para que a filha mais velha dominasse seus poderes, pois o resto do clã temia que ela pudesse ser um perigo o que faria com que Ayna tivesse que controlar a filha e isola-la no porão do resto do clã e Emilly sabia muito bem disso ela tinha que aprender a se controlar para provar para todo o clã que podiam conviver entre eles.

— Emys. – chamou Niklaus com autoridade na voz o que fez a menina olhar para ele. – Você só precisa fazer com que a planta reviva, somente nada mais do que isso. Lembra do feitiço que eu te ensinei ontem?

A menina com os olhos amendoados respondeu que sim com a cabeça e menina impôs as duas mãos uma perto da outra sobre o jarro com a planta morta a menina fechou os olhos para poder se concentrar.

—Phasmatos Tribum, Plantus Vivifey, Plantus Herbus. – disse a menina com o seu tom de voz aumentando a cada palavra.

Havia uma luz roxa que sai da palma da sua mão em direção ao jarro os galhos secos e sem vida começaram a se mover e a mudar de cor, os dois adultos na sala observavam aquilo de forma atenta se preparando caso algo desse errado, os galhos se tornaram verdes e folhas começaram a nascer era algo lento e gradual, mas estava acontecendo depois de uma tempo havia uma bela roseira no jarro havia várias folhas e rosas desabrochadas e menina abriu os olhos ficando feliz com o resultado o que fez o vaso de planta voar para frente não acertando o hibrido que desviou o corpo inclinado para lado direito e jarro passou por ele e bateu em cheio na parede se despedaçando e a terra e as rosas caídas no chão. Isso desestabilizou a menina que ficou com os olhos marejados e começou a andar de um lado para o outro do quarto.

—Eu não acredito que eu falhei de novo. O que eu vou fazer agora se eu não dominar os meus poderes vão me afastar da minha irmã. – A menina já estava com o rosto molhado em lagrimas e segurava o cabelo de forma desesperada. – As outras bruxas estão certas eu sou uma aberração sou perigosa e se minha irmã estivesse aqui e o vaso tivesse pego nela!

A menina fechava os olhos ela queria sumir ela sabia que o prazo que a mãe dela tinha dado para ela aprender a se controlar estava acabando era a quinta vez naquela semana que ela quebrava algo durante um feitiço os seus poderes se manifestavam sem que ela quisesse ela sentiu o nó na garganta era como se houvesse um grito entalado ali. Niklaus já se preparava para conter a menina que andava de um lado para o outro na sua frente pois em uma altura daquela o quarto já estava tremendo a porta do closet se abriu sozinha as janelas abriam e fechavam com violência a lâmpada piscava de forma frenética Valkyria já estava de pé e já colocava as mãos na frente do corpo se protegendo do pior na última vez ela havia sido jogado a cem metro de distância e quebrou todos os ossos com o impacto com o chão. Três coisas aconteceram no mesmo segundo Emilly gritou, Niklaus a abraçou para absolver a magia dela e Sarah abriu a porta chamando pela irmã Niklaus conseguiu impedir que a magia destruísse o quarto ou o andar inteiro, mas uma pouco da magia escapou acertando a pequena Sarah em cheio que caiu deitada aos pés da porta e atrás da irmã o corpo da menina sagrava e começava a se espalhar pelo chão. Nik soltou Emilly e no segundo seguinte pegava a pequenina bruxa no colo a levando para outro quarto Emilly se mantinha estática os seus olhos estavam vazios como se ela ainda não tivesse voltado para o corpo Valk observava a cena se questionando como tudo tinha dado tão errado daquele jeito só havia Sarah, Emilly e Ayna na casa como a menina tinha indo parar ali, todos os outros membros do clã estava em uma comemoração no centro de Nova Orleans. De repende os olhos opacos de Emilly se transformaram na mais pura dor as lágrimas caiam silenciosa fazendo um caminho pelo rosto da menina Valk não precisava ser uma psíquica como Nik para saber que Emys estava sem chão. Valkyria abraçou a menina no momento em que seus joelhos falharam a criança soluçava que seu corpo tremia contra o de jovem hibrida.

Niklaus no quarto ao lado tentava fechar a feridas da pequena bruxa com ajuda de Ayna que se desmanchava em lagrimas, mas estava sentada na cama com a cabeça da filha sob o seu colo a magia de Emilly atingiu a irmã como se fosse golpes de espada que fizeram cortes no corpo inteiro da menina Klaus absolveu a magia dos corte e depois os fechou com magia deixando a pele da menina intacta como se nada tivesse acontecido por último o hibrido mordeu o pouso e colocou um pouco do seu sangue em um copo que estava em cima da escrivaninha no canto e deu para Ayna dá para a filha beber para curar os seus danos internos e assim a mãe o fez a menina se mantinha pálida e desacordada, Niklaus mesmo cansado e suado pelo esforço que tinha feito para salvar a jovem conseguia ouvir os soluços de Emilly no quarto ao lado.

—Isso tudo é culpa sua Niklaus. – disse e matriarca da família havia raiva e nojo em sua voz ela quase que cuspiu o nome do hibrido como se fosse uma blasfêmia. -Se tivesse deixado o clã cuidar de Emilly do nosso jeito isso não teria acontecido.

Nik olhou para a mulher não havia nenhum sentimento no olhar ou rosto do rapaz.

—Emilly não precisa ter seus poderes suprimido Ayna precisa aprender a controla-los. – respondeu o homem saindo do quarto deixando uma bruxa que o amaldiçoava para trás.

Emily tocava um dos braceletes que a mão a tinha dado depois do incidente aquilo supria os seus poderes permitindo que ela só tivesse acesso a uma pequena fração dele segundo a mãe era o melhor para todos, mas no caso aquilo cobrava um preço que era a total falta de controle de Emilly sobre os seus poderes a moça conhecia a hibrida a sua frente para saber que está só pediria a ajuda de alguém em uma missão se fosse realmente necessário e geralmente quando ela trabalhava com alguém era com Nik, mas ainda assim Emilly sabia que se tivesse que enfrentar outras bruxas teria que usar todo o seu poder e esse era o mesmo motivo pelo qual a moça não tinha aceitado fazer as runas era porque ele nunca havia de fato controlado seus poderes e agora a moça se encontrava naquela situação ela sabia que tinha poder o suficiente para matar pelo menos dez bruxas de uma só vez, mas qual a garantia que ela não perderia o controle e mataria a própria Valkyria sem querer, era muita coisa para Emilly processar ela queria ajudar o clã ela realmente queria, mas não tinha garantia nenhuma que aquilo não faria ela acabar matando alguém do clã o que faria com que o coven se divide-se pois provavelmente iriam querer fazer com que Emilly fosse responsabilizada pelo que fez e provavelmente a mãe da bruxa não iria aceitar isso e daquela vez Niklaus não estava ali para assumir a culpa no lugar dela.

—Não posso, eu simplesmente não posso. – A voz de Emilly saiu como um sussurro miserável.

Valkyria se levantou da cama indo em direção da porta ela já não via Emys como uma criança a muito tempo e agora que sua família precisava dela ela ainda se escondia atrás dos braceletes em seus dois braços dizendo que não tinha controle sobre sua magia, mas a hibrida sabia que Emilly nunca o havia buscado desde de o incidente com Sarah a sua covardia era o que a realmente a fazia fraca não a sua falta de controle sobre seus poderes a mulher olhou mais uma vez para os braceletes que era feitos de prata tinha pequenas runas entalhadas neles a expressão da hibrida era vazia.

—Acho que no final você é menos mulher do que achei. – disse Valkyria abrindo a porta do quarto e dando uma última olhada para Emilly. – Todavia, se mudar de ideia o encontro será no Cemitério St. Louis nº 2 será às 20:30 não se atrase Srta. Bennett.

Notas finais
Boa leitura até a próxima.