Os Lestrange e o nemeton
4 Hello, papai.
Notas iniciais
Era madrugada quando finalmente o ônibus entrou em Forks e isso era tudo o que Niklaus queria, pois de madrugada tinha menos chance de ser visto e poderia ir para a reserva sem ser percebido desceu do ônibus e saiu da pequena rodoviária de Forks sem olhar para traz um parte do vampiro queria corre em velocidade sobrenatural até a reserva, mas isso poderia chamar uma atenção indesejada tanto das bruxas quanto acabar encontrando um lobo de quase dois metros de altura então decidiu ir andando em sua velocidade normal Forks era como uma típica cidade pequena estadunidense tinha casas de madeira pequenas, mas em sua grande maioria tinha dois andares suas ruas eram estreitas, mas pavimentada por esta no meio da madrugada as ruas estavam vazias e a luz vinha do portes de luz nas ruas, como ele conhecia as ruas da cidade, pois não havia ocorrido muitas mudanças desde sua última visita depois de uma tempo as casas começaram a ficar mais escassas e depois de uma tempo entrou em uma estrada longa e larga que só tinha floresta dos dois lados sabia que aquela via dava acesso a La Push a praia da reserva Quileute ele sabia que já tinha se passado pelo menos uma hora desde que tinha deixado a rodoviária de Forks, mas ser um vampiro tinha suas vantagens e ele não se cansou. Agora na rota para La Push não tinha iluminação pública e tudo estava escuro, mas para o rapaz isso não era um problema pois consegui enxergar perfeitamente no escuro, sua conversar com Emilly não tinha saído de sua cabeça ele tinha previsto que Emilly provavelmente seria a escolhida pela mãe, todavia também achava que ela iria colocar a proteção da sua família acima do seu medo de abraçar quem ela realmente era. O vampiro percebeu que estava perto de La Push quando o ar salgado invadido suas narinas o cheio era forte a tal ponto que até sua boca ficou seca, seu sapato social tocou a área da praia no mesmo momento que os primeiros raios de sol começavam a cortar o denso véu de escuridão da noite deu uma última olha para o mar e as ondas que se formavam e quebravam de forma violenta nos limites da praia nunca ultrapassando o limite que a natureza a impõe. Com isso em mente o rapaz caminhou ao longo da indo para a reserva ficou feliz quando começou a enxerga as primeiras dentro elas reconheceu a casa da família Uley se embrenhou mais para dentro da reserva e depois de mais um tempo andando finalmente avistou a casa vermelha de madeira da família Black era ela pequena igual as demais da reserva viu que a única luz que vinha da casa era uma que estava com lado de fora imaginou que pelo horário Billy ainda estaria dormindo subiu a pequena rampa que dava acesso a porta bateu o sapato de leve no carpete que tinha para tirar o excesso que areia tirou os pés do carpete e se abaixou perante ele o levantando revelando uma chave que era a da porta da frente.
—Billy, Billy, velhos hábitos realmente nunca mudam. -disse o rapaz para si mesmo e abriu a porta entrando na residência que estava silenciosa.
O vampiro deu de cara com a sala de estar da casa que tinha um pequeno sofá e uma poltrona e uma televisão olhando para frente viu um corredor que dava acesso aos quartos e o banheiro e tinha uma porta que dava acesso a cozinha o rapaz caminhou até o sofá tirou a mochila e colocou lá e caminhou em direção a cozinha onde havia uma pequena mesa de quatro lugares em um canto tinha um fogão no canto oposto e tinha uma pia do lado que tinha uma armário em cima e em baixo, havia um armário também em cima da mesa de refeição buscando na sua memória o rapaz sabia que a maioria das coisas estavam no armário de baixo da pia, pois como agora Billy não podia mais andar naquele local as coisas eram um pouco mais acessível o jovem de abaixou e pegou tudo o que era necessário para fazer um bom café da manhã e colocou tudo em cima da pia e se aproximou do fogão acendendo o fogo quatro bocas, colocou uma frigideira grande em uma e encheu uma panela com água e colocou na outra boca do fogão nesse momento ouviu um barulho vindo do banheiro supôs que Billy já tinha acordado e estava fazendo sua higiene matinal voltou a focar no que estava fazendo colocou bacon na frigideira para frita-lo o fogão era uma pouco baixo para ele então era necessário que ele se curvasse um pouco colocou o pó de café na água quando ela começou a ferve nesse momento começou a ouvir o barulho da cadeira de roda de Billy em contato com o piso da casa pelo movimento sabia que logo ele entraria na cozinha.
—Eu sabia que você não iria simplesmente me abandonar Sue afinal... – o homem de meia idade ficou estático ao perceber quem realmente estava na cozinha seu rosto ficou pálido e seu lábios ficaram trêmulos.
—Olá Billy. – disse Niklaus encarando um homem na sua frente que era alto e largo, mas que por esta em uma cadeira de roda batia a baixo de sua cintura.
—O que você está fazendo aqui? – disse Billy com certo medo na voz.
—Vim visitar o meu querido pai. -disse Nik com um certo deboche na voz. – Eu até pedi para a Rachel dispensar a Sra. Clearwater para que eu mesmo possa cuidar do você.
—Eu não preciso de nada que venha de você, Niklaus. – disse Billy já subindo o tom de voz.
Nik se virou para apagar o fogo do café para que ele não derramasse Billy não tira o olho do rapaz a sua frente.
—Billy o que acha de chamar o Velho Quill e o Sr. Clearwater para tomarmos café juntos para lembrarmos os velhos tempos? – o tom de voz de Nik demostrava que aquilo não era uma pergunta Billy respirou fundo se dando por vencido, pois sabia que não podia medir força com o vampiro.
Billy se retirou indo para a sala pegar o telefone Nik voltou a se concentrar no que estava fazendo o bacon já estava pronto o rapaz pegou o prato em cima da pia e colocou o bacon já frito e botou a frigideira de novo sobre o fogo e começou a colocar os ovos, que já tinha sido separada e adicionada um pouco de leite e sal para, serem frito quando o ovo estava quase finalizado adicionou um pouco de manteiga e pimenta do reino moída por fim desligou o fogo e colocou a frigideira na mesa junto com o prato com bacon passou o café pelo coador de café e colocou a garrafa térmica com o liquido também em cima da mesa e pegou o pão de forma que estava em cima da pia e colocou duas fatias na torradeira logo as duas estavam prontas e o rapaz colocou mais duas. Sua atenção voltou-se para a sala quando a porta da frente de abriu e o Velho Quill e o Sr. Clearwater entraram por ela o vampiro notou que os três homens tiveram uma pequena conversar na sala e logo os três entraram na cozinha primeiro Billy que colocou a cadeira de roda em um dos lados da mesa, o segundo foi o Velho Quill que sentou na cadeira de frente para Billy e por último o Sr. Clearwater que se sentou Nik pegou pratos no armário e os colocou na mesa e o rapaz se sentou.
—Bom dia aos senhores. -disse Nik colocando uma parte do ovo mexido em seu prato.
—Por que está aqui Nik? -perguntou o Velho Quill indo direito ao ponto.
—Sentir saudade da família e resolvi fazer uma visita.
—Todos nós sabemos que sentimento não é o tipo de coisa que você tem capacidade. – disse Billy fazendo com que Nik fizesse uma cara com se tivesse se ofendido com aquilo.
—Por que primeiro não comemos e depois falamos de negócio? O que os senhores acham? – disse Nik apontando para a frigideira, os três homens mais velhos se serviram e começaram a comer, mas a tensão na cozinha era algo palpável.
Enquanto os homens comiam Nik parou para analisa-los era intrigante para ele um ser imortal ver o poder que o tempo tinha sobre os mortais tanto o Sr. Clearwater quanto o Velho Quill estavam mais velhos que há dois anos Quill era o mais magro dos três tinha olhos pretos e várias rugas ao redor dos olhos tinha uma pele avermelhada e seus cabelos eram longos amarrados em um rabo de cavalo. Billy também tinha um cabelo longo, todavia o seu cabelo era preto com a noite e o homem tinha olhos castanhos escuros e também uma pela avermelhada mais tinha menos rugas no rosto que o Velho Quill, já o Sr. Clearwater tinha cabelos na altura do ombro e eram pretos já tendo alguns grisalhos demostrando a sua idade ele era o mais corpulento dos três, os três homens usava calça jeans, camisas de flanela e uma jaqueta de frio, afinal Forks era fria a chuvosa Nik olhou pela janela da cozinha e viu que uma pequena garoa se iniciava.
—Então o que traz você de volta a Forks? – disse Sr. Clearwater engolindo sua última garfada de ovos.
—Vamos dizer que a mesma coisa que me trouxe aqui no início da minha relação com os Quileutes. -disse Nik bebendo um gole do café. – O nemeton.
O garfo caiu da mão de Billy ele olhou para Nik com uma certa apreensão no olhar.
—Como assim? -disse o Velhor Quil um tanto incrédulo. – Meu avô me contou que você tinha desativado o nemeton, por isso que você foi embora.
—E eu desativei Velho Quill, todavia tenho suspeitas de que um novo clã de bruxas está tentando reativa-lo. -disse o jovem se virando para o Velho Quill.
—Sabe o que isso pode significar para os Quileutes né? -disse Billy finalmente.
—Sim Billy. Eu sei como o Nemeton pode afetar a todos, por isso estou aqui para garantir que isso não aconteça. -Nik se levantou e pegou os pratos de todos e se dirigiu a pia. – Tenho uma proposta para lhes fazer.
O três homens mais velhos permaneceram calados esperando que o jovem alto que alto que estava voltado para a pia continuasse se havia uma coisa que os três concordava era que a presença dele ali era um mau pressagio a história dele com a tribo prova isso e sem contar que o rapaz sabia de coisas que o velhos preferiam deixar oculto dos mais novos para a própria segurança deles, mas caso Niklaus abrisse a boca tudo estaria perdido.
—Bem, -início o rapaz enxugando as mãos com um pano após terminar de lava a louça – Eu tenho um plano que pode beneficiar a todos, seja quem for que quer reativar o nemeton ou já está em Forks ou está a caminho então é mais fácil ficar aqui e me preparar para recebe-las ou ficar a aqui e tentar descobrir quem são e se já estão na área e para eu andar livremente por Forks sem levantar suspeita de ninguém nada mais fácil do que ser o filho bastardo de Billy Black descendente de um chefe tribal assim posso andar tanto pela cidade livremente quanto pela floresta não chamando nem a atenção dos Cullen e nem a atenção dos lobos.
—Os Cullens não estão mais na cidade já a duas semanas. -disse Billy com um tanto de desprezo na voz, afinal os Quileutes odiavam a vinda dos Cullens para a cidade até mais do que a de Nik, pois a presença de ambos iria acabar fazendo com que mais jovens tivessem o gene ativado.
—Que bom então não terei competição pelo pescoço de ninguém. -disse o rapaz com um sorriso de canto.
O Sr. Clearwater se levanta de forma brusca e se aproxima do jovem tentado reunir toda a coragem que tinha para lembra-lo do trato que tinha com a tribo mesmo que a diferença de altura entre os dois fosse grande, mas o Sr. Clearwater tinha uma filha e sabia da fama que o vampiro carregava de seduzir a matar moças bonitas e indefesas e para ele a filha já sofria demais por conta do que Sam e Emily tinha feito.
—Você sabe que não pode se alimentar de ninguém da reserva esse é uma das bases do nosso acordo. – O tom de você saiu mais alto do que o homem idoso esperava.
—Relaxe, Harry Leah e Seth ficaram bem eu não colocarei uma presar se quer sobre eles. – disse o Nik com um sorriso que deixa os seus caninos já protuberantes a mostra. – Além do mais Leah não faz o meu tipo. E ela gosta do Sam, não é? Eles já casaram?
Aquelas perguntas fizeram Harry se entristecer, pois Sam tinha terminado com sua filha a magoando e começou a corre atrás de Emily de forma aberta enquanto a filha tinha que assistir o homem que ela amava namorar uma pessoa que ela considerava uma irmã.
—Sam não está mais com Leah? -disse o Velho Quill sabendo o quando aquele assunto era doloroso para Harry que se culpava pela dor da filha.
Billy limpou a garganta chamando assim a atenção das demais pessoas na cozinha.
—E como você vai fazer com que alguém acredite que você é meu filho? -disse Billy notando o obvio que ele e o rapaz não se pareciam em nada enquanto Billy era um nativo americano Nik tinha olhos azul céu e era branco.
—Isso é uma boa pergunta. — disse o rapaz caminhando até Billy.
A cada passo que o rapaz dava parecia que sua aparência mudava sua pele ganhava um tom avermelhado seu cabelo ganhava uma tonalidade escura e ficava longo indo até o meio das costa o rapaz aparentava também diminuir de tamanho e ficar mais magro e seu rosto ficou mais fino e ganhava traços mais nativo americanos quando Nik parou perante Billy aparentava ser somente um rapaz magrelo de pouco mais de 15 anos e de no final se parecia bastante com ele mais jovem uma das poucas diferenças era o terno italiano que não tinha mudado.
—Você é um metamorfo? -disse Billy assustado.
—Não, Billy eu sou mudei da percepção que a sua mente tem de mim. -disse Nik mostrando que até a sua voz soava mais fina para Billy e os demais homens que se entre olhavam. – E pode me chamar de Jacob Black.
—Por quanto tempo irá ficar? – perguntou Billy por fim.
—Não mais do que o necessário. Assim que solucionar isso volto para Nova Orleans e será como se eu nunca tivesse estado aqui.
—Sabe quais são as os critérios para que você fique aqui, não é? – questionou o Sr. Clearwater.
—Sim, eu sei. Os lobos não devem saber quem eu sou e o que eu sei. – O sorriso voltou ao rosto de Jacob. – Afinal acho que eles não irão querer saber que a vida deles inteira é uma mentira, não é?
Os três homens abaixaram a cabeça com certa vergonha, pois sabiam que o que Jacob falava era verdade os lobos eram construídos em cima de mentiras.
—Feito, você resolve o que tem que resolver. Nosso vamos confirmar a sua história para que ninguém faça perguntas desnecessárias ou levante suspeitas. -disse Billy se retirando da cozinha dando uma última olhada para finalizar a conversar. – Mas, assim que terminar vá embora e nunca mais volte a nos perturbar.
Jacob continuou a organizar a cozinha enquanto os outros dois homens também saíram da cozinha, após finalizar a limpeza da cozinha Jacob foi até a sala e pegou sua mochila e percebeu que a casa estava vazia o rapaz colocou a mochila nas costas e caminhou para o corredor indo até o seu antigo quarto ao abrir a porta viu que nada tinha mudado nele mesmo depois de dois anos o quarto era o menor da casa tinha somente uma cama de solteira que ficava abaixo da janela do quarto que tinha uma bela vista para a floresta da reserva, havia também um pequeno guarda-roupa de duas portas e uma mesa de estudo com uma cadeira e tinha também um cesto de lixo no chão as paredes do quarto eram pintadas de azul claro o rapaz colocou a mochila em cima da cama e pegou uma calça jeans, uma cueca box preta e uma camisa manga longa afinal em Forks era frio e a não ser que você fosse um lobo ou um vampiro você deveria sentir frio em Forks foi até o guarda-roupa e o abriu a procura de uma toalha e encontrou uma vermelha a pegou e foi até o banheiro que ficava no corredor, tomou um banho demorado para que a água levasse não só a sujeira mais um cansaço do seu corpo. Enquanto a água caia sobre o seu corpo ele pensava se não tinha chegado tarde demais para impedir as bruxas, mas afastou esse pensamento ao lembrar que ainda sentia que o feitiço de camuflagem que tinha usado ainda estava operando de forma normal o que significava que numa bruxa o tinha tentando desfaze-lo, o que significava que ele ainda tinha tempo. Desligou o chuveiro e saiu do box se olhou no espelho se apoiando com as mãos sobre a pia no reflexo via a sua verdadeira fase, mas sabia que não era mais aquela aparência que as pessoas veriam por pelo menos os próximos meses afinal ele não era mais Niklaus, mas Jacob Black.
Jacob voltou para o seu quarto e se vestiu até que ouviu um barulho na porta da frente alguém batia um dos pés de modo compassado como se aquilo fosse algo inconsciente que a pessoa fizesse quando estava nervosa ou decidindo se faria ou não algo Jacob conseguia ouvir o coração da pessoa bater assim ele saiu do quarto e foi em direção da porta da frente e a abriu de forma brusca ao perceber que a pessoa estava indo embora, ali havia uma moça de estatura mediana seu cabelo era longo e preto brilhante mais estava bagunçado como se ela tivesse acabado de acorda a moça se virou mostrando seus olhos inchados e vermelho como se ela tivesse chorado a noite inteira havia olheiras em baixo dos seus olhos sua pele era cor de cobre e tinha lábios carnudos e olhos castanhos Jacob a acho bonita.
—Com licença o meu pai está? -pergunta a moça voltada para o rapaz a sua frente que aparentava ser mais novo que ela sua cara estava fechada. – Sou Leah Clearwater.
—Olá Srta. Clearwater. -disse Jacob saindo da casa e saindo e fechando a porta atrás de si. – Seu pai esteve aqui e tomou café comigo e meu pai, juntamente com o velho Quill, mas eu fui tomar banho e os três sumiram.
A moça se manteve olhando para ele seu rosto não demonstrava nenhuma expressão.
—Quem é você? -inqueriu ela por fim.
—Que falta de educação a minha acabei por não me apresentar – Jacob estendeu a mão era bom que ele ficasse perto de Leah assim manteria o Sr. Clearwater em suas mãos e ele não faria nenhuma besteira. – Sou Jacob Black.
A moça não apertou a mão do rapaz e o olho com desconfiança ela se lembrava do filho de Billy que havia aparecia a alguns verões ela e o rapaz se tornaram amigos, mas o seu pai a proibiu de falar com ele dizendo que ele era uma má influência e Sam também não gostava dele esse pensamento fez a moça estremecer por dentro a traição de Sam e Emily ainda dói eles agora moravam juntos na casa de Sam e já haviam boatos que os dois iriam noivar, Leah sentiu que as lagrimas iriam cair novamente ela não queria que aquele garoto visse ela chorar então ela se virou e saiu correndo voltando para casa.
Jacob sabia de tudo que passava em sua mente ele sentiu a dor dela quando ela lembrou de Sam e Emily, mas ficou parado vendo a moça se afastar, viu que usar a fragilidade de Leah era a forma mais fácil de machucar o Sr. Clearwater afinal aquele velho não podia abrir a boca sobre o que não deveria. Maldita família Clearwater deveria tê-lo matados a muito tempo e agora não podia fazer isso uma das poucas vezes que teve piedade na vida agora a conta estava voltando. Com esse pensamento o rapaz caminhou até o galpão que ficava do lado da casa o local era feito de madeira e tinha um telhado de metal ambos eram pintados de vermelhos mais grande parte da tinta já havia descascado havia árvores no espaço entre o galpão e a casa dentro do galpão tinha uma carro um Chevrolet Chevette preto antigo ele era dele, mas Billy estava tentando reformá-lo antes de parar de andar o jovem levantou a capô e começou a mexer no carro era bom ele ter um carro a disposição além do de Billy afinal, ele já estava usando seu poder então provavelmente as bruxas já sabiam que ele estava na região de Washington.
—Eu não acreditei quando me disseram. É você Jake? -disse uma voz que vinha de traz de Jacob.
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