Os Lestrange e o nemeton
5 A festa
Notas iniciais
Jacob se virou encarando dois rapazes que estavam na porta do galpão o rapaz os reconheceu apesar de estarem mais altos do que a última vez que os tinha visto eram Embry Call e Quill Ateara V, quando Jake tinha chegado em La push a dois anos os três se tornaram grandes amigos, Jacob admitia que no início essa amizade era para deixar o três anciões da aldeia irritados afinal o Velho Quill não o queria ele perto do neto achando que o isso poderia fazer com que o menino ativesse o gene quileute, sem contar que os três também tinha medo que o rapaz revelasse a Embry quem era o seu pai. Os dois rapazes se aproximavam de Jake que os analisava Embry era mais alto do que Quill ambos tinha a pele avermelhada, todavia Embry tinha cabelos negros na altura dos ombros que estavam colocados atrás das orelhas, enquanto já Quill tinha cabelos longos e pretos que estavam presos com um elástico o rapaz tinha um sorriso travesso no rosto o que lhe dava um ar infantil Embry também estava sorridente os dois vestiam calças jeans e camisetas mangas longas por causa do frio.
Quill abraço Jacob feliz pelos três estarem juntos novamente quando Quill o soltou e se afastou Embry abraçou o amigo também, Jacob sentiu que a temperatura do seu corpo estava elevada e o rapaz estava mais musculoso do que Quill Jake sabia que logo alguém iria uivar para a lua o pensamento o fez alargar ainda mais o sorriso.
—Quando você chegou cara? – perguntou Quill se sentando em um banco qualquer que tinha pela garagem.
—Voltei hoje pela manhã. -disse Jake fechando o capô do carro. – Queria passar um tempo com o meu pai.
—Então veio para ficar por muito tempo? – questionou Embry encarando o amigo com seus olhos negros.
—A ideia inicial ficar até o ano que vem. – respondeu Jacob. – Ei e o Lahote onde ele está? Eu devo uma revanche para ele.
A pergunta fez os dois rapazes ficarem cabisbaixos e Jacob sabia o porquê disso, mas sabia que para manter as aparências de que ele era só um rapaz que queria ficar com o pai e rever os amigos era bom que os rapazes o contasse as coisas.
— Paul Lahote entrou para a turma do Sam. – disse Embry com certa raiva na voz. -Os três não se separam andam juntos pelo reserva e não conversam com ninguém.
—Eu acho isso bem estranho. -disse Quill sorridente. -Três machos andando seminus pela reserva é algo bem estranho. Os moradores da reserva dizem que eles devem estarem usando drogas juntos e tem medo que Sam viciasse também os seus filhos com seja lá o que eles estejam usando.
—Embry você disse três? – questionou Jacob pois queria o máximo de informação possível, pois ele queria saber se os genes tinham sido ativados pelos Cullen ou pelo nemeton. – Quem é o terceiro?
—Jared Cameron. -disse Embry com uma voz seca parecia que ele não gostava daquele assunto.
—Então Sam foi que iniciou esse grupinho? -pergunto Jacob se sentando do lado de Quill.
—Sim. -disse Quill. -O Sam sumiu do nada no inverno passado depois de algumas semanas ele retornou, mas começou a se afastar de todo mundo inclusive da namorada Leah, foi aí que todo mundo começou a suspeitar que ele estava metido com coisa errada, mas a Leah sempre defendia o namorado...
—Eu acho que se ela soubesse que ele iria fazer o que fez não teria feito isso. -disse Embry interrompendo Quill. – Ele cortou o cabelo e começou a andar pela reserva como se fosse o dono, mesmo distantes eles mantiveram o relacionamento aí depois de algum tempo do nada terminou com ela depois da mais de três anos de namoro e começou a correr atrás da prima dela igual a um cachorrinho, sem se preocupar de como aquilo machucava Leah no mesmo período Jared também sumiu por uma semana e quando voltou também tinha cortado o cabelo e começou a andar com Sam Uley pouco tempo depois Paul Lahote fez o mesmo. Aí Emily, a prima de Leah foi atacada por um urso o que a deixou com uma cicatriz no rosto e no braço e mais uma vez Sam sumiu quando ela voltou do hospital os dois se aproximaram e começaram a namorar... – a voz de Embry vacilou. – Agora volta e meia Sam fica encarando a mim e o Quill tenho medo que logo eu ou ele nos tornemos mais um dos seus discípulos.
Jake consegui sentir o medo e a aflição de Embry, mas ele também já sabia que era tarde demais para ele o vampiro sabia que Embry tinha menos de uma semana até ser mais um dos seguidores do Sam Uley e entender tudo o que estava acontecendo não tinha nada a ver com drogas, era algo bem pior. Os três jovens passaram o resto da manhã jogando conversa fora eles só perceberam o quanto estava tarde quando a barriga de Embry começou a roncar os outros dois rapazes perceberam que também estavam famintos apesar de Jacob saber que sua fome não era somente de comida mais também de sangue mais não podia atacar ninguém da reserva.
—Vamos para minha casa talvez, Billy já tenha chegado. – disse Jake.
—Jake, eu acho que não pois seu pai está na casa do meu avô junto com Harry, tanto que foram eles que falaram que você estava na reserva aí eu chamei Embry e viemos para cá. -disse Quill se levantando.
Os três rapazes saíram do galpão e foram em direção a casa dos Black passando por dentre as arvores, Jake abriu a porta e os três foram direto para a cozinha e começaram a preparar sanduiches a refeição foi silenciosa Embry tinha uma fome colossal parecia um saco sem fundo. Depois que finalizaram o pequeno lanche os dois rapazes foram para suas casas prometendo que voltaria a noite.
Jacob voltou para o quarto e começou a mexer nas suas coisas a procura de seu celular encontrou o aparelho com facilidade e discou o contato de uma velha amiga sabia que as bruxas em Nova Orleans poderia precisar de reforços, até por que por enquanto as coisas estavam calmas por lá, todavia ele se recusava a relaxar e achar que tudo aquilo era paranoia da sua cabeça. Colocou o celular na orelha e esperou a pessoa atender.
—Alô. -disse uma voz feminina do outro lado da linha.
Jacob reconheceu a voz como a da pessoa que ele procurava.
—Preciso que me faça um favor. -disse o rapaz com sua voz normal pois era necessário que a moça fosse para Nova Orleans.
—Nik. – disse a moça com certa preocupação. -O que houve?
—Preciso que você vá até Nova Orleans e fique de olho no Clã Benett para mim.
—Eu estou em missão agora, mas dentro de dois dias estarei livre e irei para lá.
Não era o que Niklaus queria, mas ele sabia que era o que ele poderia ter.
—Tudo bem então. -disse o rapaz por fim desligando o celular e o guardando.
Antes de pensar em deitar um pouco ouviu um barulho vindo da porta da frente era a cadeira de rodas de Billy mais como havia mais dois corações batendo além do dele que o rapaz concluiu ser o Sr. Clearwater e o Velho Quill. Jacob foi para a sala chegando lá os três homens estavam sentados conversando a conversa parou assim que o rapaz mais jovem entrou no ambiente.
—Niklaus! -chamou Billy.
—Sim, Sr. Black. -respondeu Nik se voltando para os homens na sala e se encostando no batente da porta da cozinha.
—Hoje à noite terá um jantar aqui em casa com algumas famílias e pessoas da reserva. -O homem parou de falar com se estivesse escolhendo bem suas próximas palavras. – Como algumas pessoas já sabem que você está na reserva não faz sentido você não estar, já que será aqui em casa. Então eu gostaria de saber se você poderia se comportar, só hoje?
O tom de você demostrava que Billy estava mais implorando do que perguntando.
—Billy para que a nossa história funcione é vital que eu seja um bom garoto. E enquanto você guardarem os meus segredos as cabeças das pessoas continuaram sobre os seus pescoços. -disse Jake com um sorriso de canto havia um certo cinismo em sua voz.
Billy balançou a cabeça se dando por vendido, pois sabia que seria a única coisa que conseguiria do rapaz.
—Olha, eu vou dar uma volta pela reserva. Você sabe conhecer novas pessoas. – disse o rapaz se dirigindo para a porta abrindo-a, parou e olhou para Harry que estava do lado de Billy. – Sr. Clearwater, sua filha esteve aqui a sua procura. Ela é uma bela moça que pena que esteja tão triste, eu estava pensando será que ela não precisa de um ombro amigo nesse momento. Sabe tenho que lhe dizer ele tem um pescoço lindo.
Nos olhos de Harry havia pânico ao imaginar Jacob perto de sua menininha já não bastava o sofrimento que Sam Uley a havia causado agora ela poderia está na mira de alguém como Niklaus, a ideia de Leah perto de Jacob Black o causava arrepio e isso o rapaz que sai batendo a porta atrás dele sabia bem. Jacob começou a andar pela reserva e percebia que por onde passava as pessoas o olhavam mais não falavam muito, pois a fofoca da vez era que Sam Uley tinha abandonado Leah para ficar com sua prima Emily pelo que o rapaz consegui entender alguns diziam que Sam era igual ao pai e outros diziam que ele poderia ter seus motivos, Jacob ignorou e continuou caminhando e foi em direção da floresta quando já estava dentro da mata densa começou a ouvir um barulho com se alguém estivesse chorando era um choro baixo o que queria dizer que a pessoa estava distante graças a sua audição conseguia ouvir seguiu o choro poderia ter a sorte de encontrar alguém perdido no meio da floresta e assim poderia matar um pouco da sua sede que não era muita, mas por que não dá um pouco de trabalho para a polícia local. Ao se aproximar viu uma mulher ela estava sentada sob uma arvore com os joelhos dobrados e o rosto sobre os joelhos ela chorava que soluçava e todo o seu corpo tremia reconheceu a moça pelo cabelo preto era Leah Clearwater.
—Sabe de onde eu venho não é certo um homem encher uma donzela de promessas e depois a abandona. – disse Jacob saindo dentre as arvores Leah olhou para ele assustada ficou ainda mais encolhida com se temesse que ele fizesse algo.
Jacob gostava de ver aqui ela parecia uma pobre preza acuada como se ele fosse um predador preste a dá o bote ele consegui ver a artéria do pescoço de Leah pulsar e isso lhe era extremamente convidativo afinal ele não tinha mentido para o pai dela a moça realmente tinha um pescoço bonito e o cheiro dela também era muito bom o fato dela lhe ser proibida só tornava aquilo mais tentador, todavia ele sabia que se a matasse simplismente isso causaria uma dor instantânea em Harry, mas seria algo imediato e isso seria fácil demais, seria muito melhor tortura Harry mantendo sua presença ao lado de sua tão amada filha ele teria que viver atormentado sabendo que a qualquer momento a filha poderia simplesmente sumir e aparecer morta e que ele poderia decidir isso e que sua presença perto dela seria para ele uma constante lembrança da transgressão e traição de sua família.
—Fique calma eu não irei machuca-la, Srta. Clearwater. -disse o rapaz estendendo a mão para que Leah a segurasse. – A ouvi chorando e fiquei preocupado.
Leah segurou a mão do rapaz com certa desconfiança ele a puxou e ela ficou de pé.
—Não me diga que está chorando pelo idiota do Sam Uley, Srta. Clearwater. – disse o rapaz ainda de mão dada com a moça que agora estava bem perto dele.
—É isso que veio fazer aqui? – perguntou a moça agora com raiva e soltando a mão do rapaz de forma brusca. – Veio rir de mim igual aos outros? Está a menos de um dia na reserva e já sabe o que aconteceu e se acha no direito de rir de mim?
—Por favor, Srta. Clearwater, não me leve a mal minha intenção não é rir da sua dor. Pelo contraria você é uma mulher muito forte. E lhe garanto que Samuel Uley ou a sua prima não merecem a pessoa que você é. – disse Jake com uma voz cortês e calma. – Se minha postura ou fala anterior deixou que isso fosse entendido, peço perdão.
Leah continuava com a cara fechada, mas ela deu uma leve suavizada após o rapaz tentar se explicar.
—Eu poderia lhe acompanhar até em casa, até por que está ficando tarde.
—Eu acho que eu não sou a melhor companhia no momento. -disse Leah passando a costa da mão nos olhos para que as lagrimas cessasse. -Até por que eu nem conheço você.
—Bem, me apresentei pela manhã, mas talvez no momento não tenha me ouvido. – disse Jake colocando as mãos no bolso da calça. — Meu nome é Jacob Black, sou filho mais novo do Billy.
O rosto de Leah se iluminou por um segundo como se ela ligasse o nome e a pessoa ela ficou um pouco envergonhada de não reconhecer Jake afinal eles tinha conversado muito quando ele tinha visitado Billy há dois anos ela lembrava que o rapaz e o Sam não se deram bem logo de início, mesmo reconhecendo o antigo colega Leah não queria companhia naquele momento ela se sentia mal e parecia que não pararia de chorar a única coisa que ela queria era ir para longe de Sam e Emily da felicidade deles e da sua dor. A cada vez que ela lembrava das promessas que Sam tinha lhe feito sobre filhos e casamento e agora vendo que ele iria viver isso com olha mulher e mais ainda uma mulher que era sua prima, ela não queria que ele ficasse ali vendo ela chorar.
—Olha não me leva a mal, mas eu não quero companhia. -disse Leah saindo. – Poderia me deixar sozinha?
Jacob não respondeu somente se virou e deixou Leah só, ele sabia bem como era sofrer por alguém que não era mais seu, mas que você planejou passar o resto da vida. Jacob continuou a perambular pela reserva até que voltou para a praia de La push que estava vazia afinal fazia muito frio, não que isso fosse um problema para o rapaz quando Jake percebeu que o sol já estava se pondo resolveu voltar para casa do Billy para ajudar com as coisas do jantar ao passar pela residência Uley viu Sam e outro dois rapazes entrando na casa não deu importância para aquilo e seguiu para a casa de Billy, ao chegar na casa as preparação estava a todo vapor havia mais pessoas na casa e ajudavam a ornamentar a coisas no quintal dos fundos, Jacob foi para os fundos e ofereceu ajuda e acabou tendo que ajudar com a instalação elétrica para iluminar o quintal então ele teve que subir em arvores para colocar fio colocou alguns luzes de natal nos troncos da arvore ao final todo o quintal estava iluminado e havia uma pequena caixa de som também. O rapaz entrou na casa e foi para o seu quarto a casa agora estava vazia e havia algumas pessoas ainda ornamentando do lado de fora, mas a grande maioria tinha indo para casa se arrumar para voltar para o jantar. Jacob pegou a toalha e foi para o banheiro tomar banho o rapaz tomou um banho rápido e voltou para o quarto para se arrumar consegui ouvir a voz de Sue Clearwater na casa e imaginou que ela deveria está ajudando Billy a se arruma até porque o homem não confiava no rapaz para ajudá-lo. Jake vestiu uma calça jeans marrom, uma camisa social azul escuro e o rapaz dobrou as manga até um pouco abaixo do cotovelo e colocou um sapato qualquer. Passou um perfume e saiu do quarto saindo pela porta da frente e indo para o fundo do quintal, chegando lá estava tudo pronto havia uma grande mesa no centro que tinha vários tipos de comida tinha também uma pequena churrasqueira assando hamburguês e o Sr. Clearwater estava sendo o churrasqueiro ao seu lado tinha um rapaz magro e baixo aparentava ter uns catorze anos tinha cabelos preto, mas na altura do ombro o rapaz tinha olhos castanho escuro e tinha um rosto fino e infantil e nos lábios tinha um sorriso feliz, não foi difícil reconhecer Seth Clearwater o sorriso era algo marcante no rapaz desde jovem. Assim que o menino viu Jacob correu em sua direção.
—Jake, que bom que você voltou, car.. -Seth falava enquanto corria e acabou tropeçando e só não caiu de cara no chão porque Jacob foi rápido o suficiente para segura-lo ajudou o menino a se recompor. – Eu não acreditei quando o papai disse para a mamãe que você tinha voltado.
—Sim cara. Eu voltei para ficar um pouco com meu pai. -disse Jacob sorrindo para Seth.
O menino começou a convidar Jacob para ir a sua casa no dia seguinte o menino parou de falar quando uma moça chegou acompanhada de uma homem mais velho que parecia ser seu pai a moça era pálida e magra tinha cabelos castanho avermelhado ele era liso e tinha um leve ondulação nas pontas Jake a olho nos olhos e ela olho de volta seus olhos tinha um cor que lembrava chocolate ela tinha lábios carnudos e rosados ela tinha olheiras em baixo dos olhos o que mostra que ela não dormia bem a um tempo o seu semblante era triste e seu olhar vagou por todo o espaço até que finalmente se pousou no olhar de Jake que conversava com Seth mais que também olhava para ela, já o homem ao seu lado tinha os olhos da mesma cor que e moça e tinha cabelos castanho que estava bem aparados o homem tinha um semblante sério era branco mais não pálido como a moça e ele era mais alto do que ela assim que viu Jake e Seth o homem se aproximou.
—Jacob, que bom vê-lo. – disse o homem estendendo a mão.
Jacob a apertou de forma calorosa.
—É bom revê-lo Charlie. -disse Jacob com um sorriso no rosto soltando a mão de Charlie.
—Esse é minha filha Isabella Swan. – Charlie apontou para a filha que estava ao seu lado.
—Só Bella, por favor. -disse moça quase em um sussurro estendendo a mão para Jake.
O rapaz apertou a mão de Bella e no momento em que a tocou sentiu um energia passar para a sua mão olhou diretamente nos olhos da moça e só viu dor ali, não eram como os olhos de Leah, era uma dor que chegava até mesmo a depressão, a dor de Leah era por conta de um coração partido, a de Bella parecia a dor de alguém que perdeu o motivo pelo qual se vive. Jake soltou a mão da moça a energia que sentiu saindo dela pelo toque o intrigou, mas investigaria isso depois. Logo Billy chegou acompanhada de Sue e começaram a conversar e foram para perto do Sr. Clearwater deixando Bella, Seth e Jacob sozinhos tocava uma música ambiente lenta e havia uma pequena pista de dança e dois casais estava dançando. Jacob se voltou para Bella.
—Me concederia a honrar de uma dança Srta. Swan. – perguntou Jacob estendendo a mão para a moça.
Bella demorou a responder qualquer coisa, mas ficou com vergonha de constranger o jovem a sua frente de mão estendia afinal até o momento ele tinha sido muito educado e uma dança não faria mal, Bella segurou a mão do rapaz e os dois foram em direção da pista de dança Jake pode notar que a moça não tinha o mínimo de coordenação para dança, mas ele foi paciente e com o tempo ele e Bella conseguiam dançar pelo menos no ritmo da música eles rodavam de forma lenta pela pista de dança.
—Então Srta. Swan, a quanto tempo está na cidade? – perguntou Jacob segurando a cintura de Bella e sua mão e levantando os pés da moça do chão e a girando o que a fez rir, o rapaz percebeu que ela tinha um cheiro forte que chegava a quase queimar seu olfato ele reconhecia aquele cheiro, era cheiro de vampiro era sutil e já estava quase sumindo, mas ainda estava ali.
—Bem eu me mudei não faz muito tempo para cá para morar com o meu pai. – disse Bella que pela primeira vez desde que os Cullen deixaram a cidade se sentia confortável em falar com alguém. – E você Jacob o que lhe trouxe a cidade?
—Por favor, Srta. Swan me chame só de Jake. -disse Jacob com um sorriso no rosto enquanto ele e Bella se separavam para ele poder gira-la quando eles voltaram a se unir o rapaz continuo. – Bem, eu sou um filho que Billy teve após um tempo separado de sua esposa ele e minha mãe tiveram uma relação curta e ela engravidou, mas ele não sabia da minha existência até dois anos atrás e agora eu vim para passar um tempo com ele.
A música acabou e os dois pararam de dançar Jacob agradeceu com um comprimento com a cabeça e começou a levar a moça em direção ao seu pai que tinha um sorriso no rosto por finalmente ver a filha interagir com alguém depois de tanto tempo, já Billy e Harry tinha um olhar de reprovação no rosto, Jacob deixou a moça com Charlie e voltou para perto de Seth que agora estava acompanhado de Embry e Quill os dois estava de camisa moletom e uma calça jeans a de Quill sendo preta e de Embry azul escuro os quatro rapazes começaram a conversar Quill contava várias piadas o que faziam os demais rir, Jacob estava achando que o seu plano de se enturmar entre os Quileutes estava saindo melhor do que a encomenda. Seth foi até a mesa buscar comida para os quatro nesse mesmo momento uma casal chegou na festa de mão dadas ambos tinham a pele cor de cobre o homem era muito alto tinha músculos bem definidos e arredondado tinha um semblante sério e maduro e cabelos pretos e bem aparados e um corpo largo e tinha olhos castanhos estava em uma calça jeans e uma camiseta manga longa branca, já a moça era bem mais baixa do que ele e tinha cabelos longos e pretos que estava preso por um elástico estava maquiada mais a cicatriz no lado do lado direito estava aparente mostrando que era algo recente três linha que iam da testa até o queixo passando pelo seu olhos cor de amêndoa e sua boca e perceptível que havia também cicatriz em seu braço ela usava uma vestido florido na altura do joelho e mangas longas ela era bonita de uma maneira exótica e delicada. Algumas pessoas cumprimentaram o casal e desejaram melhoras a mulher o que deixava o homem visivelmente triste.
—Aqueles são Sam Uley e Emily Young. -disse Embry para Jacob.
Então aqueles dois eram as pessoas que estavam fazendo Leah sofrer tanto olhando agora para o rapaz, Sam não parecia muita coisa para ter duas belas mulheres disputando o seu amor pensou Jake, os dois foram ficar perto de Billy, todavia Sam não tirava o olho do trio de jovens constituído por Jacob, Quill e Embry seu olhar estava mais fixo em Quill e em Jake. Seth voltou com um prato cheios de pão e carne de hambúrguer dentro os quatro rapazes começaram a comer Jacob foi em direção a mesa com comida com o intuito de pegar algumas latas de refrigerante havia um enorme caixa térmica debaixo da mesa o rapaz se abaixou e pegou quatro pequenas latas de refrigerante ao se levantar sentiu um presença atrás dele se virou para encarar Sam Uley.
—Oi, você deve ser o Jacob, o filho mais novo do Billy. -disse Sam sem esbouçar qualquer sorriso, mas seus olhos analisavam Jacob afinal os dois nunca se deram bem. – Billy falou que está aqui de férias?
Jacob percebeu que o rapaz estava tentando pega-lo em alguma mentira ele sabia que os anciões não seria burros de falar para Sam quem ele realmente era, pois sabia que se o vampiro desse com a língua nos dentes o mundinho perfeito e feliz de Sam e Emily poderia ser o primeiro a cair.
—Não. Na verdade, eu vim para passar um tempo com o meu pai. -Disse Jacob de maneira calma. – E a Leah, ela não veio com você?
De repente Sam ficou tenso e Jacob percebeu que aquele era um tipo de assunto que Sam tentava evitar o rapaz não precisou entre na mente do moço para ver a culpa em seus olhos, Jacob não gostava de homens covardes que enchiam meninas inocentes de sonhos e planos e depois as abandonava, esse era o motivo dele matar as suas vítimas após seduzi-las evitando o sofrimento que agora a Srta. Clearwater estava passando a de ser iludida e decepcionada por um homem covarde e fraco.
—Não estou mais com Leah. -disse Sam voltando a se recompor da pergunta. – Emilly é minha noiva agora.
—Que bom que agora as portas da felicidade se abriram. -Jacob falou enquanto se retirava. – Leah agora pode passar por elas e ter ao seu lado um homem de verdade.
Jacob não precisou olhar para traz para perceber a raiva de Sam e que o mesmo começava a tremer, o vampiro voltou para perto de seus amigos e deu uma lata de refrigerante para cada um e pegou o ultimo hambúrguer que estava no prato que Seth segurava antes que o rapaz pudesse comer Leah entrou no local da festa ela usava uma calça jeans e uma blusa verde mosco regata o jovem rapaz saiu do seu grupo e foi em direção a moça que parecia se sentir deslocada naquele ambiente em que todos estavam tão feliz e ela tão triste, o olhar da moça percorreu toda a festa havia a grande mesa do centro e pequenas mesas espalhadas em que havia grupos de pessoas sentados ao redor, mas por fim o seu olhar pousou sobre Sam e Emily que estavam abraçados no mesmo momento a moça quis sair dali correndo e voltar para sua casa da onde ela julgava que não deveria ter saído antes que ela pudesse se retirar ouviu um voz grave e masculina.
—Boa noite Srta. Clearwater. -disse Jacob com um hambúrguer na mão e uma lata de refrigerante em outra. – Está servida?
Leah pegou o hambúrguer e o refrigerante da mão do rapaz que tinha um sorriso no rosto, Sue e Harry olhavam para os dois com certa apreensão sem saber o que o vampiro queria com sua filha. Leah comeu um pedaço do hambúrguer que estava ótimo, mas antes que pudesse tentar beber o refrigerante percebeu que a lata estava fechada Jake também percebeu e pegou a lata da mão da moça a abrindo e devolveu. Leah terminou de comer sob os olhos vigilante de Jacob, assim que a moça terminou jogou a lata em um cesto de lixo que tinha perto.
—Você está melhor Srta. Clearwater? Fiquei preocupado depois de deixa-la na floresta? -Jacob queria prolongar aquilo pelo máximo de tempo possível, pois sabia o quanto aquilo deixava Harry aflito e talvez se tivesse sorte o coração fraco do velho poderia mata-lo poupando Jacob de sujar as mãos esse pensamento fez o rapaz esbouçar um sorriso de canto.
—Eu estou bem melhor, obrigado. -disse Leah com certa vergonha pelo rapaz vê-la vista naquele estado. – Por mais cedo eu sinto muito pela minha atitude.
—Tudo bem, Srta. Clearwater. A solidão momentânea as vezes se faz necessária para que possamos lidar com nossos problemas. -disse Jacob se colocando ao lado da moça. – O seu tempo na floresta lhe fez bem?
—Quer saber se eu superei a traição de Sam e Emily? – perguntou a moça já sentido outra onda de choro atingi-la, mas tentando ao máximo ser forte. – Não, não superei.
—Tudo bem, Srta. Clearwater. Algumas feridas necessitam muito mais do que uma tarde para serem saradas. -disse Jacob olhando para a festa que rolava e não para Leah.
—E me diga com um garoto de dezesseis anos pode saber disso? -questionou Leah também admirando a festa ela se sentia bem perto do rapaz ele foi a primeira pessoa em semanas que entedia sua dor que não a julgou como fraca ou vítima e nem tinha pena em seu olhar.
—Bem apesar de ser jovem já me apaixonei, mas infelizmente a moça veio a falecer, esse foi um dos motivos que me fizeram vir ficar um tempo com meu pai, para fugir da dor. -disse Jacob ele sabia que nem tudo aquilo era mentira era realmente havia perdido alguém que amava mais isso tinha ocorrido a mais de cem anos atrás.
—Meus sentimentos por sua perda -disse Leah olhando para Sam e Emily mais uma vez. – Será que eu deveria fazer isso, ir embora? Dá um tempo daqui para me livrar da dor? Mas será que isso não seria um ato de covardia?
Jacob entendia que pelo tom de voz da moça aquele questionamento era muito mais para ela do que para o rapaz, todavia mesmo assim ele quis responder.
—O que alguns veem como covardia é somente autopreservação Srta. Clearwater. As vezes só ganhamos uma batalha quando fugimos.
O silencio se instalou entre os dois Leah gostava da presença do rapaz porque parecia que ele a entendia e o rapaz só queria está perto dela para torturar Harry.
—Gostaria de dançar comigo, Srta. Clearwater? -perguntou Jacob com uma voz tímida o que não era do seu feitio, mas sabia que Leah diferente de Bella não teria problema em rejeita-lo então uma voz tímida era a melhor maneira de fazê-la se sentir mal por não aceitar sua proposta.
—Seria um prazer, Jacob. – respondeu Leah surpreendendo até si mesmo, pois fazia muito tempo que ela não dançava.
Jacob estendeu o braço e Leah segurou com a mão e os dois caminharam calmamente até a pista de dança atraído certos olhares para si no caminho ao chegar na pista de dança ela estava vazia Jacob colocou um das mão no meio das costas de Leah e segurou a mão da moça com a outra a jovem pois a mão livre no ombro do rapaz a música de tocava era lenta, mas a melodia era muito bonita Jake pode perceber que a moça dançava bem e os dois deslizavam pelo salão como se tivessem levitando sem desgrudar o olhar um do outro, Leah podia se ver nos olhos castanhos escuros do rapaz.
—Sinto muito pelo que Sam fez com você. Isso foi errado de todas as maneiras possíveis. -disse Jacob depois de um certo tempo em silêncio esse foi um dos poucos momentos que Leah desvio o seu olhar e encontrou o olhar de Sam os olhos da moça ficaram marejados, mas ela não se permitiu chorar.
—Podemos não falar sobre isso. -pediu a moça.
—Tudo bem, não falaremos do seu ex imbecil. -disse Jacob com um sorriso Leah sorriu de volta mais foi um sorriso falso na tentativa de esconder a dor que só crescia em seu peito.
Os dois continuaram dançando sentiu que o corpo de Leah tremia, mas não era o tremor dos transmorfos à beira da transformação era o tremor de alguém que estava se segurando para não explodir em um milhão de pedaços e cair em lagrimas ali no meio da pista de dança, era triste para Jacob ver o que a decisão de deixar alguém entrar na sua vida podia causar quando essa mesma pessoa decidia sair e te deixar quebrada.
—Se quiser esconder o seu rosto no meu peito e chorar tudo bem. Não irão conseguir ver que você está chorando. -propôs o rapaz por fim ele não queria ver a jovem desmoronar ali na frente de todos, por um segundo ele cogitou levar Leah para um local afastado e acabar com a sua dor terminando com a vida da moça e assim saciando sua sede, mas sabia que Harry não deixaria isso barato e isso seria muito fácil para ele, era melhor ver ele morrer por dentro vendo a filha sofrer por conta das suas mentiras.
Leah afundou o rosto na curva entre o pescoço e o ombro de Jacob escondendo o seu rosto o rapaz percebeu que a moça chora ao sentir algo molhar sua camisa o pior era que Leah sabia que só chorar não adiantava para a dor que ela sentia passar ela não consegui aceitar que ela e Sam tinham terminado todo dia ela acordava achando que ele iria estava na sua casa dizendo para ela que tudo não tinha passado de um mal entendido e que eles poderia reatar mais meses tinham se passado e ele agora desfilava com Emily para cima e para baixo. Os dois jovens agora dançavam sem sair do lugar só balançando o corpo de um lado para o outro no ritmo da música, passou mais um tempo até que Leah se acalmou e as lagrimas cessaram o moça não sabia dizer a quanto tempo ela e o rapaz estavam dançando, mas suposto que já dançavam a alguns tempo pois ela sentia um leve incomodo na panturrilha Leah levanto o olhar e viu que Jacob a olhava, os olhos com rapaz eram profundos e penetrantes e ela sentiu que era como se ele pudesse ver sua alma e realmente ele a via e também enxergava toda a dor que ela sentiu e via também todos os momentos da vida da moça Jake sabia o risco de usar seus poderes, mas havia alguns momentos da vida de Leah que estavam embaçados para le, mas não ligava pois desvio o olhar de Leah e olho diretamente para Harry que sabia exatamente o que ele tinha feito agora ele não só sabia de toda a dor de Leah, mas também de todos os seus segredos e de como poderia machuca-la por mais que pelo que ele viu Sam e Emily tinha conseguido fazer um belo estrago na moça. Os jovens pararam de dançar e saíram da pista de dança no mesmo momento Sue avisou a todos que o jantar já seria servido e grandes panelas de comida foram colocadas sobre a mesa de centro para que o pessoal pudesse se servir Jacob consegui ver purê de batata, ervilha, espigas de milho cozidas entre outras coisas, A grande maioria dos convidados foi se servir e Jacob se sentou em uma cadeira perto de uma mesa Leah havia ido para o seu canto e estava com a cara enfurnada no celular.
Quando de repente Bella se aproximou do rapaz, ela estava trazendo dois pratos com comida na mão e colocou uma na mesa perante Jacob.
—É a minha forma de agradecer pela dança você fez essa noite melhor do que o esperado. -disse Bella se sentando ao lado do rapaz logo Quill, Embry, Seth e até a própria Leah se juntaram aos dois Jacob sabia que o cheiro de vampiro que vinham de Bela juntamente com o fato de estarem tentando reativar o Nemeton deixaria o gene licantrope metaformo daquele grupo louco, até mesmo a pobre Leah segundo o que o rapaz tinha conseguido ver quando olhou fundo nos olhos dela. O resto da noite foi calma com muitas risadas e muita conversar, mas logo cada um começou a ir para a sua casa e alguns começaram a arrumar o local quando tudo estava organizado só ficou no local Jake, Billy, Harry, Sue e Velho Quill. Harry e Sue encaravam o rapaz mais novo com ódio no olhar eles não haviam gostado nem um pouco de vê-lo perto de seus filhos principalmente Leah.
—Billy poderia me emprestar a chave da Picape? – pediu o rapaz.
Billy botou a mão no bolso tirou a chave do carro e entregou para o rapaz sem se dar ao trabalho nem de perguntar para que ele queria, afinal o homem mais velho tinha medo da resposta, mas ele sabia que conhecendo o vampiro como conhecia logo seja lá o que ele iria fazer estaria no noticiário.
O rapaz caminhou até o veículo que era uma picape de cor cinza entro no carro e deu a partida a garganta dele estava ardendo ele sabia que aquilo queria dizer somente uma coisa que ele estava com fome e ele sabia exatamente onde ir na vinda dele de ônibus ele viu um bar de beira de estrada que ficava entre Forks e Port Angeles era bem isolado das duas cidade e não ficava mais no território de Forks não tinha câmeras de segurança nem nada afinal era perto de duas cidade onde nada demais acontecia. Jacob estacionou o carro do lado de fora e olho para dentro do estabelecimento.
O rapaz entrou no estabelecimento era um bar pequeno tinha um única mesa de sinuca algumas poucas cadeiras e mesas espalhadas pelo local atrás do balcão havia um homem e tinha outras cinco pessoas no estabelecimento todas já bêbadas e alegres o único ainda sóbrio era o homem atrás do balcão havia em um canto do bar um pequeno palco e uma Tv e dois microfones supôs que era para o karaokê foi caminhando até lá pegou um dos microfones todos os olhares do estabelecimento se voltaram para ele com se esperassem que a qualquer momento ele fosse cantar, mau sabia que a voz daquele jovem rapaz magro e de pele avermelhada seria a última coisa que eles ouviriam Jake deu uma última olhada para aquele que seriam a sua refeição, mas seria muito fácil ele brincar de presa e predador seria muito mais divertido ver a agonia no olhar daquelas pessoas vendo ele matar alguém e sabendo que elas seriam as próximas e ele sabia exatamente como fazer aquilo.
—Boa noite senhora e senhores. – Iniciou Jake a fala com um sorriso sádico no rosto. – Meu nome é Niklaus. Gostaria de pedir que nenhum de você se movessem.
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