Notas iniciais
Olá meus amores, boa noite , aqui está mais um capítulo, obrigada pelos comentários e ótima leitura :D

– Volta aqui Diana – Ouvi ele gritar e não estava muito distante. Continuei a correr me desviando das árvores. Minha velocidade era mil vezes mais rápida do que os humanos, eu tinha velocidade Diafenix mas Erick é um Gloriano , eles são mais rápidos que os Diafenix, tenho que usar toda a minha habilidade Diafenix para conseguir fugir dele – Não adiantar correr Diana, eu irei te achar – O ouvi gritar, isso está parecendo um filme de terror, mas quem me persegue é o cara por quem eu estou apaixonada, vulgo tio Erick. Os Diafenix são considerados a raça caçadora, superior a todos, acha isso ridículo, agora existe a caça e o caçador e eu, uma Diafenix sou a caça. – Te achei – Ouvi a voz dele atrás de mim e corri desesperada, não o olhei.

– Me deixa em paz – Gritei ficando mais desesperada quando senti as mãos dele em minha cintura e nós caímos ao chão rolando alguns metros pela parada brusca que sofri eu parei em cima dele, tentei me levantar, o infeliz nos virou e ficou por cima entre as minhas pernas.

– Gosto de uma foda selvagem, porem essa será a minha primeira vez na mata depois de um pique esconde – Ele falou malicioso e eu me desesperei.

– Não, não, não- Gritei me debatendo – Sai de cima de mim – Gritei tentando tirar ele de cima de meu corpo, fui imobilizada, não sou mais forte do que um Diafenix além de que os homens tem mais força do que as mulheres e eu sou uma hibrida o que me torna um pouco mais fraca do que os Diafenix e Glorianos – Não vou deixar você encostar em mim – Gritei e cuspi na cara dele que me olhou furioso e agarrou as minhas bochechas as espremendo com a mão dele fazendo com que eu o olhasse.

– Está doida Diana? Quer que eu meta a mão na sua cara sua vagabunda? É só pedir – Ele gritou apertando cada vez mais o meu rosto e eu senti lágrimas se acumulando em meus olhos- Não venha com essa de não encostar em mim – Ele gritou – Você é minha porra, minha – Ele parecia um louco gritando comigo e eu estava ficando com medo mas tirei a mão dele de meu rosto com agressividade.

– Você não tem o direto de me bater e nem de encostar em mim, na verdade você não tem direito nenhum sobre mim Erick – Falei rudemente e eu acho que era a primeira vez que eu o chama de Erick e não tio Erick – Você não é meu dono – Cuspi as palavras na cara dele que parecia se contorcer de tanta fúria.

Erick segurou as minhas duas mãos sobre a minha cabeça e começou a beijar o meu pescoço.

– Não – Gritei me debatendo. Ele desceu os beijos e chegou aos meus seios à mostra e ali passou a língua, eu estava... gostando.

– Você me deixa louco – Ouvi ele sussurrar e a mão livre adentrou a minha blusa, encostou em minha barriga fazendo-me fica arrepiada, ele alcançou um seio meu e o massageou colocando-os logo para fora da blusa, Erick começou a lamber os meus seios e a massageá-los, ele os chupava, sim eu tentei sair de baixo dele mas aquilo que era novo para mim, estava me assustando mas me dando um prazer delicioso.

– Oh Erick – Murmurei involuntariamente.

– Está gostando né princesinha – Ele murmurou e eu senti algo estranho molhando a minha calcinha. Erick me soltou rapidamente e retirou a blusa dele e logo tirou a minha me deixando com os seios a mostra e ainda deitados ao chão com ele entre as minhas pernas eu senti o membro dele duro encostando contra a minha vagina e ele fez questão de pressionar mais ainda e olhando o peitoral definido dele, o seu abdômen também defino me deixando com desejo por aquele homem que estava me amedrontando . Erick me beijo nos lábios, um beijo selvagem, aquele Gloriano era selvagem, um homem das cavernas ou um Gloriano das cavernas e eu queria que ele fosse o meu Gloriano das cavernas mas eu me lembrei dele comendo a vadia, fazendo maldade comigo, gritando e agarrando os meus cabelos e me debati virando o rosto.

– Erick, me solta – Murmurei com a voz rouca pela excitação.

– Agora não – Ele falou tentando buscar os meus lábios de novo, eu o empurrei, ele não estava colocando muita força, estava distraído. Me levantei pegando a minha blusa e tampando os meus seios com ela.

– Me leva para casa – Murmurei com vergonha de mim mesma, com raiva dele e de mim.

– Porra Diana, agora? Estou doido para foder você – Ele falou se levantando e caminhando em minha direção.

– Não, eu não quero que você me “foda”- Retruquei amarga frisando a ultima palavra imitando ele – Eu sou virgem e não pretendo perde-la com...você – disse com um falso desgosto, eu estava triste, não queria que as coisas fossem por esse caminho, não queria me apaixonar por tio Erick e olha o que aconteceu, eu me apaixonei por um cara pior do que os meus irmão na área da galinhagem e ele ainda é um ogro que pensa que é meu dono.

– Escuta o que eu vou dizer Diana – Ele parou a minha frente e eu sustentei o seu olhar e guardei o meu medo – Quando eu disse que você é minha, eu não estava brincando, se você ousar pensar em deixar alguém comer essa buceta que é minha, eu faço o seu pai te trancar em uma escola eterna e depois te sequestro e faço da sua vida um inferno – Ele falava sério, parecia que estava possuído.

– E quando eu falei que eu não sou sua, eu não brinquei querido, e papai nunca irá me trancar em uma escola eterna, ele me ama demais para fazer isso comigo e além de que mamãe nunca deixaria e Erick, mesmo você sendo poderoso, você não consegue superar o meu pai, ele tem o universo nas mãos – Desafiei, eu estava certa, Erick não pode fazer isso, ninguém pode me sequestrar e sair vivo, muito menos tio Erick.

Ele agarrou novamente os meus cabelos e levou o meu rosto para perto do dele.

– Você é apaixonada por mim doce Diana, eu leio o seu diário e sei da sua paixão, eu já te tenho nas mãos e irei te transformar em minha mulher em breve – Arregalei os meus olhos.

– Você não fez isso – Murmurei sem acreditar que ele lia o meu diário, que absurdo.

–É claro que eu fiz, sei de todos os seus segredinhos meu amor – Ele murmurou sorrindo diabólico.

– Eu já disse que te odeio? –Murmurei apertando a blusa conta os meus seios – Eu te detesto Erick, te odeio profundamente – Afirmei e ele sorriu.

– Pode falar o quanto você quiser Diana, eu sei que você me ama você não pode negar isso – Respirei fundo, ele estava certo, eu talvez o ame, mas eu acho que nunca irei admitir isso.

– Eu não te amo Erick – Respondi, e sabe quando você fala coisas sem prensar? – Eu amo o Tobias – Então, eu sou mestre nisso. Erick ficou me olhando sem expressão, ele parecia em choque – O que eu escrevo no meu diário! Não tenho certeza, e tenho medo de pessoas intrometidas iguais a você lerem, então os meus sentimentos verdadeiros eu guardo para mim – Desdenhei, como eu posso falar tanta besteira assim? Erick agarrou os meus ombros fortemente.

– Você está mentindo, eu sei que é mentira, diz que é mentira – Ele gritou e eu arregalei meus olhos, puta merda, ele vai me bater, ele parecia um louco que acabou de fugir do manicômio.

– Não é mentira, eu amo o Tobias – Mantive a mentira, por que eu não paro de falar? Merda.

– Sua vagabunda – Ele gritou e levantou a mão para acertar a minha fuça mas ele não efetuou o tapa, ficou me olhando furiosamente – Eu vou matar aquele moleque – Ele falou parecendo realmente um maluco.

– Não – Pedi – Não faça nada com ele, por favor – Que merda eu meti o menino agora.

– Não? Eu vou esquarteja-lo – Arregalei os olhos.

– Por favor, não faça isso, por favor – Implorei quase chorando – Ele não tem culpa.

– Foda-se caralho, eu já cansei de repetir que você é minha, mas irei continuar a repetir até você entender porra – Ele me balançava pelos ombros.

– Eu quero ir para casa tio Erick — Sentenciei cansada.

– Coloca a merda da blusa- Ele falou eu o olhei.

– Vira, por favor – Pedi envergonhada.

– Eu já vi isso ai menina, até degustei – Ele falou passando a língua nos lábios, o fuzilei com os olhos e me virei , passei a blusa por minha cabeça e logo enfiei meus braços no lugar certo me virei para tio Erick que estava com as mãos no pênis, o apertando eu senti a minha excitação vir, apenas fechei meus olhos e virei o rosto para outro lado e comecei a andar na direção da estrada e logo ele me seguiu, acho que estava olhando para a minha bunda e isso me deixou constrangida.

O caminho de volta para casa foi bem silencioso, ele não falava nada e muito menos eu que estava jurando para mim mesma que nunca iria ficar sozinha com ele.

Quando ele mal estacionou o carro eu saio dele disparada, não olhei para trás, eu apenas queria ficar longe dele, mas também eu queria voltar e falar que era mentira o que eu havia falado sobre meu amor por Tobias, mas a lembrança do que ele fez comigo a apenas dois dias e nesta noite fez a raiva me dominar, fazendo-me tremer e andar mais rápido para longe dele, talvez este longe não fosse tão distante assim, talvez esse longe, essa distancia que eu queria dele era praticamente ao lado dele ou colada a ele. Confuso.

Entrei no castelo e as luzes estavam fracas, todos devem estar dormindo, menos os guardas, caminhei rapidamente pelos grandes corredores, eu queria chegar logo no meu quarto antes que desse a louca em tio Erick e ele venha atrás de mim para me matar ou algo assim, e na verdade eu preciso de um banho pois estou toda suja de terra e estou descalças, que maravilha.

Alguém segurou a minha mão e me virou, era Erick.

– Dorme comigo hoje – Ele perguntou e eu olhei para a cara dele de coitado, se era assim que ele convencia as mulheres a se deitarem com ele eu então entendia a galinhagem dele.

– Você está louco? É claro que não – Sussurrei e puxei a minha mão.

– Por favor, é só dormir – Ele murmurou e eu me virei para continuar o meu caminho.

– Não Erick – Murmurei e ele segurou a minha mão de novo.

– Por favor...

– Você tem noção do que fez comigo hoje? Você me machucou Erick, você levantou a mão para me bater e me agarrou, me tocou em lugar onde ninguém tocou e não foi por que eu quis – Tá no começo foi forçado, mas depois eu gostei mais eu não irei admitir isso para ele – Você me chamou de vadia, vagabunda e fez ameaças horríveis – Encarei-o nos olhos e vi muitas emoções se passando por ali – Talvez eu até queira ir para uma escola eterna, assim fico longe de você – a minha morte, completei em pensamentos.

– Me desculpa... É que quando se trata de você, me deixa nervoso e eu faço coisas sem pensar... Me desculpa – Ele murmurou parecendo realmente arrependido.

– Perdoar não é uma das minhas virtudes tio Erick, sou imperfeita – Respondi dando as costas para ele.

[...]

Quando acordei o meu lado humano estava chorando para continuar na cama por que o cansaço e o sono estavam me dominando, ainda era sexta e eu devia ir para a aula, era por isso que mamãe me acordou cedo. Tomei um banho gelado para acordar, coloquei uma calça jeans azul escuro, um tênis, uma blusa branca com desenhos estranho pretos e uma blusa de moletom, o dia estava frio. Deixei meus cabelos secarem naturalmente e passei um corretivo nas minhas olheiras e um blush para disfarçar a cara de defunto e um gloss transparente. Peguei minha mochila e sai porta a fora. Na mesa do café da manhã, só estavam os meus irmãos e tio Erick.

– Bom dia – Murmurei me sentando do outro lado da mesa, longe de Erick – Onde estão papai e mamãe? – Perguntei pegando um pedaço de bolo de chocolate.

– Foram resolver problemas na terra, o pai recebeu uma emergência e você sabe que quando se trata do planeta terra a mãe sempre fica atenta e por dentro, ela falou que irá ligar depois, mas eu acho que eles irão ficar um bom tempo lá na terra — Apolo murmurou e eu comecei a comer o meu bolo calada, bebi um suco quando terminei o bolo.

– Vamos – Math falou me levantei pegando minha mochila e seguindo os meus irmãos. Math iria nos levar.

– Mamãe falou que você tem aula de piano depois das aulas, não irei poder te levar então tio Erick vai te buscar e te levar na aula, depois eu irei te buscar – Droga.

– Tudo bem – Murmurei de má vontade, peguei os meus fones de ouvidos e meu celular, aumentei o volume no último e enfiei os fones nos meus ouvidos.

[...]

Eu estava caminhando pelo campo no recreio, me sentei na arquibancada, era aula de educação física, na verdade tinha programações diferentes, um dia é luta, outro é volei, outro é futebol americano, basquete, queimada, e vários outros esportes, nós jogamos de tudo e agora os garotos estavam jogando futebol americano e os meus fiéis fones de ouvidos estavam conectados em mim. Amo o piano e amo dançar todo tipo de dança, a mamãe percebeu isso e me colocou para fazer aulas particulares fora de casa, pois ela quer que nós tenhamos uma vida um pouco normal, o máximo que dê. Senti alguém me cutucar e eu olhei para a menina de olhos cor de mel e cabelos castanhos claros, ela era branquinha com as bochechas rosadas. Retirei o meu fone de ouvido e olhei curiosamente para ela.

– Problemas? – Ela perguntou e eu dei um pequeno sorriso.

– Touché- Murmurei e ela riu.

– Problemas são problemas né, mas que coisa idiota esses garotos cheios de testosterona querendo mostrar que são gostosões e conseguir sexo fácil – Ela murmurou olhando para os garotos que estavam sem blusa se mostrando, dois deles eram os meus irmãos gêmeos, nós temos o mesmo rosto só o cabelo que é diferente e eles são bem musculosos e definidos, eles treinam lutas pesadas todos os dias e as garotas ficam de quatro por eles, e também tem os outros príncipes que também são lindos e maravilhosos e entre eles também está Tobias, que tem olhos castanhos e os cabelos castanhos claro, as vezes parece louro, e um sorriso perfeito, um corpo dos deuses.

– Sim, eles são bem idiotas – Murmurei rindo e ela riu comigo.

– Prazer, sou Charlie do planeta Sterluck– Ela falou mostrando a mão dela.

– Eu sou Diana, e o prazer é todo meu eu sou Diafenix- Apertei a mão dela.

– Eu sei – Ela riu e eu dei de ombros e fui olhar de novo para o jogo, a bola vinha rapidamente em minha direção, quando ela ia bater no meu rosto a segurei.

– Foi mal – Um garoto com cara de debochado falou, eu lembro dele, ele era um otário que conseguiu falar comigo escondido de meus irmãos, ele queria me beijar ano passado mas eu chutei as bolas dele e sai correndo, beijar na boca era um bicho de sete cabeças para mim que ainda não havia beijado.

– Tudo bem querido – Respondi alto o bastante para ele ouvir e agora todos olhavam para mim, joguei a bola com toda a minha força nele que a agarrou e caiu no chão, não esperava que eu colocasse tamanha força no arremesso – Ops, foi mau – Retruquei e os caras estavam rindo dele.

– Arrasou – Charlie falou e fizemos um toque de mão. Ficamos conversando por bastante tempo e percebi que éramos parecidas, a partir dai viramos amigas e não apenas conhecidas, fiquei sabendo que o povo dela espera que quando ela atingir vinte e um anos se case para que possam ter um Rei governando o planeta e não uma garotinha, mas ela não queria se casar com qualquer um para agradar o povo mesmo que ela os ame.

– Sinto muito, mas olha você tem dezesseis anos, ainda faltam cinco para você encontrar o amor da sua vida – Murmurei e ela sorriu.

– Quem dera se fosse tão fácil assim – Ela murmurou rindo – Mas mudando de assunto, eu percebi que o Coloruy está de olho em você, acho que o futuro Rei está de olho na pupila Diafenix – Ela falou dando um peteleco no meu nariz e eu sorri.

– É claro que não – Murmurei rindo nervosamente lembrando da ameaça de tio Erick.

– Não? Ele não tira os olhos de você – Ela falou olhando descaradamente para ele que olhava descaradamente para mim e quando ele viu que eu estava olhando para ele, ele sorriu e mandou um beijo pra mim e eu ri mandando outro.

– Talvez eles esteja – Murmurei.

– Eu sei – Ela caiu na gargalhada e eu dei um leve tapa no ombro dela.

– Para de ser besta menina – Falei rindo e ela tinha uma expressão maliciosa.

O sinal tocou e eu me levantei da arquibancada junto com Charlie que era da minha sala só fui descobrir só agora.

Quando descemos a arquibancada Travis e Apolo vieram sem blusa e suados me abraçando.

– Sai, vocês estão nojentos – Falei tentando empurrar eles que me abraçavam e riam da minha desgraça.

– Um pouco de suor maninha você não fez nada hoje – Travis falou esfregando o braço dele suado na minha cara e eu fiz uma careta de nojo.

– Vão se ferrar seus feios – xinguei conseguindo sair do meio deles.

– Temos a mesma cara Diana – Apolo murmurou rindo.

– Merda – Murmurei – Mas sou mais bonita – Sorri levantando o meu nariz. Charlie estava rindo no canto.

– Charlie – Apolo falou sorrindo maliciosamente para ela.

– Oi Apolo – Ela falou dando pouco caso para ele.

– Qual é o seu número mesmo? Eu troquei de celular...- Ele murmurou se aproximando dela igual a um caçador.

– Você nunca teve – Ela murmurou levantando as sobrancelhas – E nunca terá – Ela piscou para ele e eu mordi os meus lábios para não rir da cara de decepção de Apolo – Te vejo na sala Di – Assenti com a cabeça e ela foi para dentro da escola como se nada tivesse acontecido eu não aguentei, me acabei de rir.

– Você levou um fora sinistro Apolo, seu otário – Falei chorando de rir e apontando para ele, Travis ria comigo.

– A calem a boca vocês – Ele falou com a cara fechada – tentei pegar a Charlie semana passada, mas ela me deu um fora e agora me dá outro – Ele fala inconformado.

– Parece que ainda existem garotas com cérebro – Murmurei rindo e dando um beijo no rosto dos dois e fui para dentro da escola, antes que eu pudesse entrar um ser me pega no colo me tirando do chão e me balança.

– Loira – Tobias falou rindo do meu desespero.

– Seu doido, nunca mais faça isso – Murmurei rindo – Agora me coloca no chão – Ele riu e me colocou no chão, quando me virei eu quase babei vendo ele sem blusa e um pouco suado, ele suado é tão sexy que eu queria que ele me abraçasse de novo para compartilhar esse suor. Isso foi estranho.

– Gosta do que vê? – Ele murmurou maliciosamente.

– Dá para o gasto – Murmurei e ele fechou a cara.

– Sacana – Pisquei para ele.

– Te vejo lá dentro bonitão – Murmurei querendo acabar com a conversa, pois o que aconteceu ontem me deixava com vergonha e muito constrangida. Quando fui me virar ele me puxou, olhei assustada para ele que deu um beijo no meu rosto e foi para o vestiário masculino, fiquei parada uns dois segundos, depois adentrei a escola com o coração batendo forte. Oh merda.

Notas finais
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