Notas iniciais
Eiiii putada! Como estão? Ótima leitura!

– Onde está a minha filha?! — Eros gritou tentando me bater, mas ele era um holograma e passava por mim.

– Está dormindo — Falei calmo, esse era um dos efeitos do remédio, me deixava tão calmo que eu sorria a toa.

– Vou matar você! Trás ela de volta — Ele gritou e logo Scarlet apareceu.

– Trás a minha filha agora! — Ela gritou furiosa.

– Estamos tão bem — Falei caindo na gargalhada.

– Porra ele está no efeito inicial dos remédios... Você tomou os remédios quando acordou? — Eros perguntou suspirando.

– Sim — Falei sorrindo e revirando os olhos toda hora.

– Não vamos conseguir nada dele assim — Eros falou passando a mão nos cabelos — Cadê a Diana? Quero falar com ela — Ele falou ficando calmo.

– Ela está dormindo — Falei rindo a toa.

– Eric por que você pegou a minha filha? A sua noiva está desesperada atrás de você — Eros falou.

– Eu preciso dela, se eu ficar ai eu vou me transformar, e com ela aqui do meu lado é tudo mais fácil e manda a vadia da Vic embora — Falei me deitando no sofá.

– Merda Eric, se algo acontecer com a minha filha eu te mato! — Eros falou sério.

– Não vai acontecer nada — Falei sorrindo.

– Que transformação é essa? Eros eu quero a minha filha — Scarlet falou toda mimada.

– Ela vai voltar, mas agora Eric precisa dela — Eros falou abraçando a loira que estava tremendo de desespero.

– Se você machucar a minha filha eu te casso Eric! — Scarlet gritou e a chamada foi desligada.

– Onde estou? — Ouvi Diana sussurrar. Me levantei rapidamente indo até o quarto onde ela estava — Eric? — Ela murmurou ao me ver. Ela estava deitada passando as mãos em seus olhos que deviam estar embaçados.

– Oi meu amor — Falei sorrindo para ela que me olhou séria.

– Onde eu estou? — Ela perguntou olhando para os lados — Esse não é o meu quarto.

– Estamos a caminho de Gloryen — Falei indo me sentar na cama perto dela.

– Você me sequestrou de novo?! — Ela falou parecendo estar indignada.

– Diana, me desculpe meu amor, eu não queria ter te machucado, eu tenho problemas com a raiva — Ô se tenho, tomo até remédio — Eu não aguento ver você com aquele cara, eu falei aquilo no carro de boca para fora e a Vic é só uma vadia, eu amo você, apenas você

– Eu tinha que falar o que eu sentia para ela, pois eu a estou perdendo.

– Eric... — Ela murmurou e ficou me olhando, o rosto de lindo pós sono e os cabelos desgrenhados a deixava mais linda ainda.

– Me perdoe Diana, eu tenho uma doença, não é psicopatia ou sociopatia ou algo assim por que ninguém além de mim tem ela e ela é mental e física — Falei tentando explicar ao máximo sem revelar a minha realidade, não a quero correndo de mim.

– Sério Eric? — Ela perguntou com os olhos arregalados — Isso pode te matar? — Ela perguntou assustada.

– Não, mas isso pode matar muitas pessoas — Falei e ela arregalou os olhos mais ainda.

– Eric, você está tratando isso? O que é na verdade? -Ela perguntou.

– Estou tratando, mas quando eu fico furioso ao extremo a doença ataca e eu realmente não queria machucar você e te trouxe porque eu te amo e você me acalma me perdoa Diana e fica comigo — Falei praticamente implorando.

– Eric... Você me machucou muito — Ela falou e eu abaixei a cabeça.

– Faço as coisas sem pensar nas consequências, mas eu nunca pedi perdão a ninguém, você é a primeira, você é a minha vida e eu te tirei de lá por que eu pretendia e pretendo reatar com você e com aquele cara lá, nem os meus remédios iria segurar a minha doença — Falei e comecei a ficar nervoso e Diana percebeu colocando as mãos em meu rosto.

– Tudo bem, tudo bem, tudo bem Eric, eu te perdoo e podemos ficar juntos — Ela falou dando um sorriso e eu a beijei — Eca eu nem escovei os dentes ainda — Ela falou fazendo cara de nojo e eu revirei os meus olhos.

– No banheiro tem escova lacrada e na bolsa tem roupas suas — Falei calmo e ela pulou da cama pegando a bolsa e indo para o banheiro e eu fiquei olhando a bunda gostosa dela rebolando.

[...]

– Por que raios você pegou um vestido longo vermelho? — Ela falou aparecendo no quarto e eu havia acabado de receber a mensagem de que tínhamos pousado em Gloryen. Diana estava lindíssima, o vermelho caia muito bem nela. O vestido era justo na cintura e no busto e soltinho em baixo e tinha uma fenda na lateral que ia até o joelho nada que mostrava demais, mas a deixava linda e sexy. Ela fez uma trança de lateral.

– Foi o primeiro que vi — Falei me levantando e a puxando pela cintura — Você é tão linda — Falei a beijando. Minha. Ela se minha e está comigo. Minha princesa. Minha rainha.

[...]

Saímos e rinha algumas pessoas nos portões gritando " viva o rei" ou algo do tipo, acenei para todos e eles quando viram Diana de mão dada comigo começaram a gritar " Viva a raiva Diana, viva" , ela ficou vermelha e acenou para eles. Entramos no castelo e Diana ficou maravilhada com a arquitetura Gloryana.

– Cadê os seus pais? — Ela perguntou.

– Morreram quando eu tinha 5 anos com um ataque — Falei sério, eles morreram na minha frente, arrancaram a cabeça do meu pai que mandava eu fechar os olhos e da minha mãe que falava que tudo ia ficar bem e que me amava. Fui mandado para um internato e foi la que conheci Eros.

– Meus pêsames — Ela falou me abraçando de lado. Eu estava vingado, aniquilei a espécie que matou os meus pais até o último ser.

Coloquei a bolsa dela no meu ombro o que a fez rir, pois a bolsa era rosa.

E fui encaminhando Diana até o meu quarto que era o principal e era gigantesco. Duas paredes eram pintadas de preto com um enfeite de madeira negra, a cortina era preta, a roupa de cama era preta e do melhor tecido. O lustre era de pedras negras e diamantes.

– O seu quarto combina muito com você — Diana falou olhando para as minha roupa.

– É — Falei colando a bolsa dela e a minha em cima da cama. Uma dor como se todo o meu corpo estivesse pegando fogo me atingiu, era um dos efeitos do remédio. Cai no chão gritando e Diana veio ao meu encontro assustada.

– Eric! O que está acontecendo! Eric! Ai meu Deus — Ela falava desesperada tentando me segurar enquanto eu me debatia sentindo a dor queimar o meu cérebro.

– Não se preocupe, vai passar! — Gritei e senti os olhos negros se apossando de mim a minha voz parecia um trovão.

– Oh meu Deus — Diana gritou ao olhar para mim — Eric o que está acontecendo?!- Ela gritou colocando a mão na boca.

– Já vai passar — Gritei sentindo a dor triplicar.

– Que voz é essa? — Ela perguntou tentando me segurar.

– Se afasta agora! — Gritei, pois eu estava sem o controle do meu corpo e poderia machucar ela permanentemente. Ela não me escutou e tentou me segurar — Agora Diana! — Gritei e ela continuou, a empurrei fazendo esforço a ela foi para trás assustada.

– Eric...- Ela falou com os olhos marejados e a dor foi passando. Fechei os olhos ela parou. Respirei fundo e me levantei de vagar.

– Eu tive que fazer isso — Falei olhando para ela que veio correndo me abraçar encostando o rosto em meu peito.

– O que foi aquilo? — Ela soluçou e eu afaguei o cabelo dela.

– É efeito dos remédios — Falei.

– Isso faz mal a você, pare de tomar esses remédios — Ela falou.

– Não posso.

– Que doença é essa?

– Você não quer saber.

– Eu quero sim e se você não me falar eu volto para Diafenix e você nunca mais Me verá!

– Diana...

– Eric fala!

– Eu sou um monstro Diana — Eu falei me lembrando daquela noite — Quando eu e seu pai tínhamos dezessete anos estávamos no auge da adolescência e com os hormônios borbulhado, fomos a uma festa e bebemos tanto que quase entramos em coma alcoólico, tínhamos muitos inimigos e nesta festa eles se juntaram e pegaram eu e Eros bêbedo, no bateram bastante e eu comecei a tremer, ter um ataque como se algo estivesse me incorporando, o meu corpo começou a mudar, eu estava virando um dragão de dez metros de altura, com uma pele incapaz de ser penetrada por qualquer arma, e raios saia de minha boca e as vezes era fogo.

"Matei todos os filhos da puta, eu não tinha controle do meu corpo, não era eu que estava controlando o dragão. No outro dia quando acordei pelado junto a vários corpos massacrados e com muita dor eu não me lembrava o que havia acontecido, encontrei Eros em pé e me lembro das palavras dele " você salvou a minha vida meu amigo ", éramos melhores amigos mas a partir daquela hora viramos irmãos, Eros me ajudou a lembrar de tudo, ele havia se escondido quando um raio passou ao lado dele. Eros trabalhou duro na criação de um antídoto e me deu pois eu estava virando um dragão a todo momento com qualquer coisa que me deixava puto. Ontem eu estava preste a me transformar no palácio quando aquele filho da puta estava me tirando de perto de você, eu me esqueci de tomar o remédio mas quando o assunto é você, eu tenho a capacidade de burlar o antídoto e é por isso que Eros me tirou de lá."

– Eric...- Ela falou com os olhos arregalados — Eu não sei o que dizer, por essa eu não esperava- Ela falou e eu abaixei a cabeça, agora ela vai querer se afastar de mim.

– Pode ir embora se quiser, eu sou um monstro mesmo, pode sair ocorrendo — Falei baixo.

– Você quer que eu vá? — Ela perguntou levantando a minha cabeça.

– Não — Falei olhando nos olhos dela.

– Que bom por que eu também não quero — Ela falou sorrindo e me beijou, e as mãos delicadas dela estavam em meu rosto.

– Você é um anjo, o meu anjo — Falei — E o James — Falei emburrado me lembrando daquele cara.

– Ele é um cara muito legal e... Em fim, eu gosto de você — Ela falou sorrindo.

– Acho melhor você ligar para a sua mãe — Falei e ela pulou da cama.

– Caraca, ela deve estar louca! — ela falou pegando o celular dela, mas dei o meu aparelho de holograma — Obrigada — Ela me deu um selinho, sai do quarto para ela falar com Scar por que se a mesma me visse ali, iria me xingar e amaldiçoar até a minha última geração.

[...]

DIANA

– Mãe eu estou bem, Eric não me machucou — Falei pela décima vez.

– Mas eu vou castrar esse cretino! — Ela gritou — Entra em uma nave e bem para casa agora! — Ela gritou.

– Não posso mãe, Eric precisa de mim — Falei e ela me encarou mortalmente.

– Ele é algum doente agora? — Ela perguntou nervosa.

– Não é doença, mas faz mal a ele e pode matar pessoas então eu irei ficar aqui com ele e mãe... Nos estamos juntos de novo — Falei e ela ficou calada, durante um tempo.

– Noivos?!- Ela gritou.

– Não, estamos apenas juntos — Eu não sabia o que tínhamos.

– Depois do que ele falou?!- Minha mãe perguntou.

– Mãe... Eu o amo... E ele realmente precisa de mim, o negócio é sério — Falei e ela suspirou.

– Eu te entendo minha filha, não mandamos no nosso coração e perdoamos rapidamente as pessoas que nos feriram e que nós amamos — Ela falou e eu assenti contrariada com as palavras dela, será que papai machucou muito a mamãe? Der repente uma movimentação estranha me chamou a atenção, atrás de minha mãe e ela olhou para trás também — O que está acontecendo? — Ela perguntou ao meu pai que apareceu desesperado.

– Ele foi atrás de Diana — Papai falou e logo me viu — Não conta para o Eric, eu vou tentar para-lo — Papai falou e eu fiquei confusa, quem veio atrás de mim?

A chamada foi desligada e eu me sentei na cama e respirei fundo. Que merda estava acontecendo?!

Fui olhar o castelo por que não havia nada para fazer e eu não estava com sono.

[...]

Já estava anoitecendo eu estava no gramado do jardim que era maior do que um campo de futebol era bem iluminado e muito florido. As estrelas em Gloryen eram gigantes e brilhantes, haviam muitas delas no céu. Fiquei olhando o céu até perceber duas naves se aproximando e percebi que eram naves do meu pai e elas posaram a distância de vinte metros de mim.

Fui correndo em uma velocidade gigante até a nave que se abriu e eu já ia abraçar papai mas quem saiu de lá foi James que estava sério.

– O que você faz aqui? — Perguntei e ele me olhou.

– Eu vim te tirar das mãos do louco e mata-lo — Ele falou e eu arregalei os meus olhos.

– Não, não! Vá embora! — Gritei quando ele e os súditos soldados Subworld avançaram. Dei alguns passos para trás assustada.

– Eu vou mata-lo por ter sequestrado você — Ele falou e eu neguei com a cabeça.

– Não! Vá embora, você não pode deixar ele nervoso, não toque no Eric! Estamos juntos! — Gritei tentando empurrar ele que me agarrou e eu tentei sem soltar, vi algo vindo correndo, era Eric que olhava raivoso para James.

– Solta a minha mulher seu filho da puta! — Eric gritou raivoso.

– Ela não é a sua mulher — James falou apertando mais ainda os braços a minha volta e eu comecei a gritar mais alto tentando sair do seu aperto. Outra nave pousou e de lá saíram o meu pai, meus irmãos, minha mãe, tia Clara, tio Oriel e Lua.

– James solta a Diana e vamos embora, você não vai querer irritar o Eric — Meu pai falou sério ao nosso lado.

– Ele a sequestrou! — James gritou me soltando e indo para cima de Eric que se defendeu do ataque dele. Eu e meu pai sabíamos o que acontece com Eric quando está nervoso.

– Pai ele vai se transformar! — Falei desesperada.

– Ele te contou? — Papai perguntou. E eu concordei com a cabeça — Parem eles! — O meu pai gritou para o Diafenix que logo foram parados pelos Subworld, tentei ir parar briga, papai me segurou — Muito perigoso- Ele falou e lagrimas começaram a sair dos meus olhos, eu as limpei.

James atingiu o rosto de Eric e falou algo para ele, ouvi um pouco e era "vou te matar e ela será minha". Eric começou a tremer muito e os olhos dele ficaram negros.

– Nunca! — Eric gritou e a voz dele era igual a trovões.

– Se afastem! — Papai gritou e todos foram para longe. Paramos e olhamos, Eric estava se transformando em algo que logo cresceu e tomou forma, era um dragão branco gigantesco, uma calda gigante, os olhos dele eram negros, ele tinha asas negras também e bufava. James ficou assombrado e deu alguns passos para trás, mas logo Eric ou o dragão rugiu para ele e James agora correu em nossa direção e em um piscar de olhos ele estaca aqui e o pior aconteceu, o dragão veio em nossa direção e todos correram mas eu fiquei parada. Ele estava muito próximo.

– Diana! — Mamãe gritou desesperada.

– Corre! — Papai gritou e eu não sabia o que fazer, aquele era o Eric... O meu Eric.

– Eric...- A calda dele me derrubou no chão fortemente e eu gemi de dor.

– Ele não sabe o que faz Diana, não é ele ai dentro, corre! — Papai gritou e agora o dragão aproximava o rosto de mim, estava não perto que eu sentia a respiração quente dele. Eu estava sentada no chão.

– Eric meu amor, sou eu a sua Diana — Eu falei e encostei a minha mão no rosto do dragão e comecei a alisa-lo. Algo nos dentro dos olhos dele mudou, agora era o meu Eric que estava lá. O dragão deitou e com a calda me puxou para deitar do lado dele me envolvendo com a calda.

– Diana sai daí — O meu pai gritou vindo, mas o dragão rosnou para ele ameaçando a se levantar.

– Pai, fica longe! Ele vai avançar se chegar perto de mim — Gritei e me levantei de vagar passando a mão no rosto dele e beijei.

– Não acredito que ela beijou um dragão — Travor falou e eu sorri.

– Calma meu amor, está tudo bem, eu vou ficar com você — Falei acariciando o rosto do dragão. Ele passou a calda em mim e me levou para perto dele e eu sentei e me escorei nele e o acariciei. Minha mãe fez menção de vir para a nossa direção e o dragão tinha uma audição gigante e virou o rosto para ela e rugiu, o meu pai a puxou pelo braço grosseiramente e ela reclamou.

– Você está louca Diana?! — Ela gritou.

– Mãe é o Eric! — Gritei de volta para eles ouvirem — Mas não se aproximem! — Vários soldados glorianos vieram sem saber o que havia um dragão e quando eles viram paralisaram mas ao me avistarem eles vieram armados.

– A rainha Diana está em perigo! — Eles gritaram vindo para cima de nós.

– Não! — Papai gritou junto comigo e o dragão levantou rugindo e raios saíram da boca dele atingindo os soldados glorianos que viraram cinzas e foi ai que os meus familiares viram que podiam morrer se enfrentassem Eric. Eu me levantei ando alguns passos para trás para não ser pisoteada.

– Não se aproximem! — Gritei para os soldados que pararam e foram para trás. Fui para a frente de Eric — Calma meu amor, eles não vão te machucar — Falei e ele bufava e foi avançar em mim, fiquei assustada — Eric! — Gritei e ele parou — Você quer me machucar? Para com isso! — Gritei e ele abaixou a cabeça — Ninguém vai me tirar de você — Falei e dei dois passos para frente e sorri para ele — Eu sou sua, lembra? Amor volta para mim- Falei abraçando o rosto dele e o beijei de novo. O dragão se deitou e eu fiz carinho nele sentada até que ele começou a esquentar muito — Eric?!- sussurrei assustada. O dragão começou a diminuir e o corpo começou a criar forma, a cabeça de dragão demorou a ir embora, mas logo Eric estava deitado no chão totalmente nu e suado — Eric! — Exclamei indo até ele e o abraçando — Meu amor, acorda — Falei o balançando. Eric abriu os olhos e ele e estavam negros, mas logo ficaram normal.

– Diana...- Ele sussurrou — Eu sou incapaz de te machucar — Ele falou baixo e levantou a mão e a passou em meu rosto.

– Eric, eu senti tanto medo de te perder — Falei o abraçando fortemente.

– Medo de me perder? Você estava enfrentando um dragão furioso — Ele falou.

– Eu estava enfrentando você meu amor- Falei dando vários beijos no rosto dele.

– Gostei do meu amor — Ele falou e eu revirei os olhos e o beijei.

– Ou, sai de perto da minha filha cara, você está pelado — O meu pai falou jogando o terno dele em cima de Eric que mostrou o dedo do meio para o meu pai.

– Não vem que você correu de mim- Eric falou rindo.

– Quero foder a minha mulher muito ainda — Meu pai falou e eu arregalei os olhos.

– Pai! — Falei envergonhada e ele deu de ombros.

– Vamos entrar — Falei ajudando ele a levantar, Eric segurou o terno em volta da cintura e viu a minha família se aproximando.

– Iae! — Ele falou dando um tchau.

– Cara, você é assustador — Apolo falou rindo — Mas se Diana consegue te domar, qualquer um consegue — Ele riu.

– Se fosse você na minha frente, já teria virado cinzas, não tenho muito controle sobre o Tate — Eric falou e eu o olhou curiosa.

– Você nomeou o dragão?!- Perguntei.

– Meu dragão, minhas escolhas — Eric falou rindo e eu levantei as mãos.

– Tudo bem — Falei sorrindo.

– E cadê o filho da puta? Ainda posso virar o Tate e esmaga-lo — Eric falou.

– Nada de esmagar ninguém e já chega de Tate por hoje, vamos — Falei pegando na mão dele e o puxando.

– Você vai me dar banho? — Eric perguntou sorrindo maliciosamente.

– Eu ouvi isso! Se você tirar o cabaço da minha filha eu corto o seu pau! — Papai falou.

– Pai! — Gritei envergonhada.

– Estou falando sério — Ele falou e eu revirei os olhos e fui puxando Eric para dentro.

Notas finais
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