Os (Im)perfeitos
21 Amor e ódio resulta em amor.
Notas iniciais
Ei suas putas! Tudo beleza? Ótima leitura!
– Como você está meu amor? — Perguntei para Eric que estava sentado na cama dele só com o terno enrolado em volta da cintura.
– Estou bem...- Ele respondeu sério. – De verdade? — Perguntei e ele assentiu indo tomar banho, e eu fui até o closet dele e peguei uma cueca boxer branca, uma regata branca e um calça preta. Eric depois de uns quinze minutos saiu do banheiro apenas com uma toalha em volta da cintura e eu observei o abdômen dele todo traçado e musculoso, exalava sensualidade e charme. Desviei os meus olhos. – Separei uma roupa para você aqui — Falei apontando para a cama — Vou deixar você se trocar — Falei pronta para sair do quarto mas ele segurou o meu braço levemente.– Eu te amo tanto garota — Ele falou me abraçando e beijando o meu pescoço — Tanto que chega a doer — Ele me beijou bruscamente e desceu as mãos para a minha bunda e apertou forte me fazendo gemer. Ele estava me levando a loucura só com aquilo. – Eric...- Gemi o nome dele quando o mesmo subiu as mãos para meus seios e logo senti algo duro encostando no meu ventre. – Eu preciso de você -Ele sussurrou no meu ouvido fazendo meus pelinhos arrepiarem. – Não sei se estou pronta — Murmurei e ele me abraçou. – Você está bem pronta para mim — Ele falou cheirando o meu cabelo — Sempre esteve — Ele beijou a minha testa — Mas será quando você quiser — Ele falou e eu o olhei e sai dos braços dele e corri para fora do quarto. Eu não estou pronta. Desde pequena sempre sonhei com o príncipe encantado em cima de um cavalo negro que ia me resgatar de cima da torre que era vigiada por um dragão feroz e iríamos nos casar e eu teria a minha primeira vez. Acabou que o meu príncipe é um rei encantado e o próprio dragão e ele não é o que podemos chamar de a pessoa mais casta do mundo, talvez ele possa estar entre as três mais pecadoras do mundo e aqui estou eu, no castelo do meu rei, perdidamente apaixonada por ele. Eu acho que não existe almas gêmeas por que eu e Eric não somos parecidos mas eu acho que existe almas que completam uma a outra, almas que aceitam as imperfeições da outra para se amarem incondicionalmente do jeito que eu estou amando agora e estou aceitando os defeitos de Eric por que ele realmente me completa. Nascemos pela metade, precisamos encontrar a outra parte de nós e eu encontrei a minha, Eric é a minha outra parte e eu sou a outra parte dele. Voltei correndo para o quarto e Eric estava de cueca, não pensei duas vezes e pulei no colo dele e o beijei como se realmente não houvesse amanhã. Eric me segurou me apertando forte em seus braços. – Eu estou pronta para você, eu te amo — Falei ao nos separarmos e ele sorriu. – Eu sempre soube disso meu anjo, eu te amo muito e fique sabendo que a minha doença multiplica os meus sentimentos por mil e eu sinto muito mais que qualquer ser então o meu amor por você é inexplicavelmente gigante — Ele falou me deitando na cama delicadamente. Olhei nos olhos verdes dele e sorri, levantei o meu tronco e comecei a retirar o vestido lentamente os olhos dele seguiam meus gestos. Fiquei apenas de calcinha e muito envergonhada pelo olhar dele sobre mim. – Você é a mulher mais linda que eu já vi em toda a minha miserável existência — Ele falou e eu o olhei. – Eu sou sua — Falei lentamente e ele sorriu deitando em cima de mim e me beijando devagar como se me degustasse. Ele rasgou a minha calcinha e eu gemi assustada. – Eric! — Exclamei e ele riu. – Você não vai precisar disso amor — ele falou e eu rasguei a cueca dele. – Você não vai precisar disso amor — Repeti o que ele havia falado fazendo-o sorrir e me beijar e as mãos dele explorava cada parte do meu corpo me deixando excitada e molhada me fazendo gemer. A minha trança já havia se desfeito a muito tempo e os meus cabelos caíam como cascatas douradas em minhas costas. Ele beijou os meus ombros e até agora meus olhos estavam fechados. – Preciso de você agora — Ele falou e eu abri os olhos e olhei para ele que me deitou — Abre as pernas para mim amor — Ele falou e eu abri de vagar e ele entrou no meio delas e eu vi o seu membro. Meu Deus, aquilo nunca entraria em mim. – Eric, isso não vai entrar — Falei tentando fechar as penas mas não consegui, ele estava no meio delas. – Vai sim meu amor, serei bonzinho com você e não irei pegar pesado- Ele falou e eu não parava de olhar para o membro dele, era muito grande e grosso, e tinha uma cabeça enorme. – Não Eric — Falei assustada tentando me levantar e empurrar ele, mas não deu muito certo pois ele me segurou e colocou o membro dele na entrada da minha vagina — Para Eric — Falei tentando levantar, mas ele me segurou e penetrou seu membro em mim me fazendo gemer de dor — Ai, está doendo Eric! — Gritei sentindo ele me rasgando, ele ia entrando e parecia que estava me partindo em duas, as lágrimas vieram rapidamente em meus olhos.
– Vai passar meu amor, agora você é minha por completo — Ele falou me beijando e eu tentei empurrar ele que ainda entrava em mim e comecei a soluçar, a dor era intensa. – Está doendo muito, para! — Gritei e ele havia entrado por inteiro em mim e ficou parado. – Já entrei meu anjo — Ele falou. – Cretino! — Gritei sentindo as lágrimas caírem. Eric começou a me penetrar lentamente e doía muito, logo a dor foi diminuindo dando lugar a um prazer que crescia gradativamente. – Está gostando? Geme vai — Ele falava entre urros. – Ah! Eric — Gemi sentindo muito prazer e ele aumentou o ritmo e começou a enfiar o pau em mim em uma velocidade surpreendente. Ele chupava os meus seios e eu me revirava em baixo dele e comecei a arranhar as costas dele que grunhia e beijava o meu pescoço. – Minha gostosa, goza no meu pau — Ele falava enquanto estocava loucamente, eu estava entrando em estado de êxtase, algo estava vindo e eu senti que estava no inferno pois o prazer que estava vindo era ardente. Não consegui segurar, soltei um grito e enfiei as minhas unhas nas costas de Eric que não parava de estocar e soltei um líquido, e o prazer surreal que eu havia sentindo foi embora. Eric não parava de estocar e ficou uns dez minutos até ele rosnar e soltar um líquido quente dentro de mim e nesse tempo eu havia sentido o mesmo prazer surreal e soltado um líquido umas três vezes. Ele saiu de dentro de mim e caiu de lado, as nossas respiração estavam aceleradas. – Porra, você é muito apertada e gostosa- Ele falou e uma raiva cresceu dentro de mim. – Seu cretino, eu havia falado que não! Idiota, idiota! — Gritei dando tapas nele mas logo parei, pois estava sentindo umas dores na minha intimidade e estava esgotada. – Você gozou pra caralho então não reclame — Ele falou e eu fiquei com um bico enorme. – Idiota, você tirou a minha virgindade- Falei virando as costas para ele que me abraçou por trás.– Não fique assim, eu te amo e serei o único macho que irá tocar em você meu amor — Ele falou beijando o meu rosto e me puxando para mais perto dele. – Estou brava com você Eric — Falei tentando empurrar ele que me apertou mais contra si. – Não fique, eu te amo — Ele falou. – Você acha que pode resolver tudo falando que me ama? Não é assim não! — Falei me exaltando. – Vamos dormir, não quero brigar com você anjo — Ele falou dando um beijo na minha testa. Eric estava tão calmo. Desisti de brigar com ele e cai no sono. [...] Acordei com Eric me apertando em seus braços. Tentei sair mas não consegui. – Eric — O chamei e ele acordou e cheirou os meus cabelos. – Bom dia loira — Ele falou beijando os meus olhos. – O que tem de bom nele? — Murmurei emburrada. – Me desculpa porra, eu não ia parar depois de ter começado. – Você é um idiota, poderia ter parado sim e me machucou — Falei emburrada e ele começou a beijar o meu pescoço. – A primeira vez sempre machuca e eu fui o mais carinhoso que eu pude — Ele falou e eu revirei os olhos — Me desculpa? — Ele pediu olhando nos meus olhos e eu olhei para o lado e ele me deu um selinho. – Ta bom — Falei e ele sorriu. – Eu sou muito bruto e gosto de sexo muito quente, aquilo não é nada do que eu vou fazer com você, estou louco para bater nessa sua bunda gostosa — Ele falou e eu arregalei os olhos. – Não se atreva! — Falei empurrando ele que riu. – Vou puxar esses cabelos seus e bater nessa bunda gostosa e nessa sua cara linda — Ele falou me olhando maliciosamente. – Eric! — Gritei o empurrando e fiquei sentada na cama e percebi que eu estava nua e tampei os meus seios com as minhas mãos e ele riu. – Eu já vi tudo — Ele falou e tirou as minhas mãos dos meus seios e beijou os dois — São os mais bonitos que já vi — Ele falou e eu levantei da cama e senti as minhas pernas bamba e a minha intimidade doía muito, quase cai no chão mas segurei na cama e Eric pulou da cama e me segurou no colo e me levou ao banheiro, encheu a banheira e me colocou lá dentro — Eu adoraria te foder agora mas vou deixar você descansar — Ele falou e eu revirei os olhos passando sabonete líquido em meu corpo e ele entrou na banheira atrás de mim e pegou o sabonete e começou a passar por todo o meu corpo demorando nos meus seios e na minha intimidade me fazendo gemer de prazer, mesmo estando dolorida. Senti que Eric estava excitado. – Pega no meu pau — Ele falou e eu fui devagar envergonhada e segurei no membro dele em baixo da água — Faz movimentos para cima e para baixo — Ele falou e eu obedeci fazendo-o gemer. Os dedos dele faziam movimentos circulatórios em meu clitóris me fazendo gemer e revirar os olhos. Eu estava dolorida mas estava sentindo bastante prazer. – Eric, mas rápido — Gemi e ele aumentou o ritmo e eu gozei soltando um grito. – Vai gostosa — Ele falou e eu comecei a aumentar a velocidade e ele agarrou a borda da banheira e mordeu os lábios e gemeu. Logo ele agarrou o meu cabelo e enfiou o rosto em meu pescoço e deu um chupão no mesmo. – Eric! — Falei e ele sorriu e eu aumentei a velocidade e ele agora chupava os meus seios e as veias do pênis dele engrossaram e ele gozou urrando. – Minha cachorra safada — Ele falou me beijando e eu dei um tapa nele. – Cretino — Murmurei — Preciso lavar os meus cabelos — Murmurei e bateu a preguiça, eu ficava muito tempo lavando o meu cabelo por que é muito grande. – Eu lavo — Ele falou — Vamos para a ducha — Ele me pegou no colo e me colocou no chão quando entramos no boxe do banheiro. Ele pegou o shampoo e começou a esfregar delicadamente a minha cabeça, estava muito bom. Depois eu entrei em baixo da ducha e tirei o shampoo e ele passou condicionador e ficou fazendo massagem em mim, eu quase dormi de tão bom que estava. Lavei o cabelo e lavei o corpo. Ele tomou banho e logo saímos do banheiro enrolados na toalha que ele tentava tirar de mim. – Tarado — Falei quando ele passou a mão na minha bunda. – Essa bunda gostosa é minha — Ele falou dando um tapa forte e eu pulei. – Eric! — Gritei e ele riu, joguei o travesseiro na cara dele que continuou a rir. – Temos que ir a Diafenix — Ele falou. – Mas eu nem conheci Gloryen! — Exclamei fazendo um bico. – Outra hora você irá conhecer o seu país minha rainha — Ele falou me dando um beijo — Tem uma festa de uma boate que está sendo inaugurada e só irá ir gente grande, fique pronta as vinte e uma — Ele falou colocando a calça jeans preta, blusa social branca, blazer preto, gravata preta fina. Penteou os cabelos, colocou um sapato social preto. Eu coloquei uma calça jeans branca uma blusa marrom brilhante com decote reto. Um scarpin preto bem alto. Penteei os meus cabelos, passei uma maquiagem leve, um batom vermelho fechado, passei bastante maquiagem no meu pescoço. Fui no guarda roupa de Eric e peguei um óculos dele — Você é linda — Ele falou me agarrando por trás e beijando o meu pescoço. – Vamos agora? — Perguntei — Estou com fome — Falei e ele sorriu. – Vamos comer na nave, chegaremos lá em quatro horas correndo — Ele falou e eu assenti com a cabeça. Eric pegou uma maleta prateada e tirou de lá uma seringa com uma agulha enorme e um líquido estava dentro da seringa. Ele sentou na cama, retirou o blazer. – O que vai fazer? — Perguntei. – Esse é o antídoto que prende o Tate — Ele falou. – Mas isso não funcionou ontem — Falei — E faz mal a você. – Quando o assunto é você nenhum antídoto segura ele — Eric falou e injetou o líquido. Os olhos dele ficaram negros e ele começou a tremer, logo parou e respirou fundo. – Você tem que aprender a controlar o Tate e controlar quando ele vai sair ou não, este negocio está fazendo mal a você! — Falei e ele colocou o blazer e se levantou pegando a maleta prateada e a minha bolsa e fomos para a nave com rumo a Diafenix.
Notas finais
Gostaram? comentem! Recomendem! Beijos!
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