Notas iniciais
Olá suas putas! Como estão? Saudades! Estou de volta nessa caralha! Kk Boa leitura!

EROS

– Porra o que está acontecendo aqui?! — Gritei ao ver James pronto para arrancar a cabeça de Eric.

– O seu amigo filho da puta vai morrer — James falou e olhou para mim, os olhos dele estavam negros com a íris dourada, era sinistro e eu achei esplêndido.

– James não faça isso, por favor — Diana falou colocando a mão no braço do rei de Subwolrd que respirou fundo e soltou Eric.

– Se você machucar ela de novo eu acabo com você — Ele falou nervoso e Diana o segurou entrando em sua frente.

– Você machucou a minha filha?! — Gritei olhando raivosamente para Eric que estava tremendo de raiva, merda. Ele precisa tomar o remédio dele. Caralho.

– Diana leve James para outro lugar — Falei e peguei no braço de Eric que não relutou

– Oriel me ajuda aqui — Falei e meu irmão veio e pegou no outro braço me ajudando a levar Eric até o quarto dele que rosnava e revirava os olhos que ficavam negros e voltavam ao normal e repetia tudo de novo.

Estava acontecendo, fui até o armário dele e procurei a seringa com o antídoto e logo achei em uma maleta prateada. Suguei o líquido do antídoto com a seringa e fui até Eric que era segurado por Oriel que usava toda a força dele.

– Eu vou mata-lo — A voz dele era diferente, parecia um trovão gritando para ser liberado e os olhos dele estavam inteiramente negros. Apliquei o antídoto diretamente no coração dele que ficou tremendo e os olhos voltaram ao normal e ele caiu desmaiado.

– Essa foi por pouco — Oriel falou me olhando e eu concordei. Deitei Eric na cama direito, retirei os sapatos dele e o cobri com a coberta. Eric está tão cego pela minha filha que esqueceu de tomar os próprios remédios.

Esses remédios que mantém o que há dentro dele dormindo.

Meu querido amigo Eric de verdade.

DIANA

– Ele não me machucou, eu estou bem — Falei olhando para James que estava furioso olhando o meu braço dizendo que por pouco fico sem um.

– Porra, eu mato esse cara — Ele falava e eu não sei o porquê de não ter deixado James matar Eric.

– Não se preocupe com Eric ele só..

– Só é apaixonado por você — James me cortou e eu olhei para o chão.

– Não. Ele não gosta assim de mim, ele está noivo — Murmurei triste ao lembrar.

– Mas vocês tiveram algo — Ele falou.

– Sim, tivemos e não temos mais — Murmurei sentando no banco e olhando a grande lua prateada que parecia que ia cair em nossas cabeças, mas era uma obra prima de Diafenix.

– Me desculpe tocar nesse assunto, deve te deixar triste...

– Não se preocupe eu não estou nem ai para ele — Murmurei sorrindo para ele e me puxou do branco e me segurou em seus braços.

– Que bom, por que eu acho que estou gostando de você — Ele falou e me beijou. O vento se agitou e eu me entreguei aos seus beijos, mas o meu pensamento voou para certo rei raivoso que só faz burradas e que eu nunca irei esquecer.

ORIEL

Muitas coisas estavam acontecendo em Diafenix desde que fui embora. O filho da puta do Eric estava pegando a minha sobrinha! Porra, ele sempre foi um maldito tarado, deu em cima até da minha Clara! Mas eu vejo no olhar dele direcionado para Diana que ele a ama, mas o cara é tão filho da puta que fodeu com a vida dele com algumas palavras e atos.

Eros dispensou todos no salão e foi dormir puxando Scarlet, não deixou se despedir direito.

A minha filha estava conversando com um casal.

Diana estava no jardim com o Rei Subworld.

Eric... Eric estava desmaiado depois de Eros ter injetado o antídoto nele. Quando Eric alcançou a adolescência, algo floresceu nele, e não foram apenas os cabelos ou a descoberta da punheta ou do sexo. Algo perigoso de verdade, algo que ele não tinha muito controle. Eros presenciou isso e o ajudou a achar o antídoto que trancava isso dentro dele. O que era eu não sei, mas acho que está perto de eu descobrir. Isso não vai ser muito bonito. Pois Eros me contou que era algo tão perigoso que podia dizimar um planeta.

ERIC

Acordei com uma dor latejante na cabeça e no abdômen, eu ficava assim depois de injetar o antídoto... Porra... Esqueci-me de tomar o caralho do meu remédio esses dias. Os flashes de ontem vieram com força, Eros injetando o antídoto em mim. Eu estava muito sobrecarregado e se eu ficar nervoso demais irei sair de mim, preciso me acalmar. Levantei-me e caminhei até o meu armário, peguei a maleta prateada e tirei a seringa. Voltei para a cama e flexionei o braço e injetei o antídoto direto em minha veia, mas essa era uma dose menor, não me fez desmaiar e sim ficar um pouco lesado e mais calmo. Fui tomar banho, fiz minha higiene matinal. Me sequei e peguei uma cueca boxe preta, calça jeans preta coloquei um cinto preto, blusa gola v preta, jaqueta de coiro preta, peguei um tênis social preto. Fui ao meu guarda roupa e peguei um líquido em uma seringa, era tranquilizante forte para derrubar Diafenix e outros seres fortes. Sai do quarto.

Fui até o quarto de Diana e entrei sem ao menos bater na porta e a encontrei dormindo profundamente. Abri o guarda roupa dela, peguei poucas roupas e guardei em uma bolsa que havia ali. Peguei a seringa com o tranquilizante e injetei em Diana delicadamente. Ela estava com um short curto grudado ao corpo azul, top branco. Peguei um roupão e vesti nela. Peguei as coisas que ela poderia precisar e coloquei na bolsa. A peguei no colo e coloquei a bolsa em meu ombro esquerdo. Sai do quarto dela e fui direito para a minha nave.

– Levantar voo, destino Gloryen — Falei para os meus soldados que assentiram batendo continência.

– Sim senhor! — Todos foram fazer os seus deveres e eu fui colocar Diana na cama. Retirei o roupão dela, a cobri e liguei o ar condicionado. Dei um beijo em sua testa e sai do quarto. Me sentei na poltrona e joguei a cabeça para trás sentindo o efeito do remédio que no começo queimava cada uma das minhas veias fazendo eu me contorcer e logo o prazer veio me fazendo suspirar e fechar os olhos.

Notas finais
Gostaram? Comentem! Recomendem! Beijos!