Os Envolvidos
19 Quarto Ciclo: Amanda
Amanda é a mais bela do grupo, meiga, culta e bastante vaidosa à garota atrai qualquer rapaz, adora ler livros e ir à praia. No ano passado a jovem era do grupo das populares junto a Joicy e Nathalia, desde então se separou das amigas, pois não aceitar o modo de vida delas de sair com vários rapazes. Mora com sua mãe Anna, pai Marcus e sua irmã mais velha Anita na Rua Seeley que fica na rua abaixo da casa de Camila, ela tem um relacionamento amoroso com se professor de português Marcelo e recentemente descobriu que está gravida dele.
Todos acordavam na casa de Camila, era tarde e estavam todos cansados e ainda em choque da ultima noite, onde quase foram assassinados pelo perseguidor, apesar dos conhecidos mortos, os envolvidos não estavam tão abalados com o acontecido. A família de Camila não estava em casa, eles haviam chegado, mas Alexandre foi trabalhar, junto com Kelly e Rafaela estava na escola. Os quatro tomavam café da manhã e conversavam sobre a volta do perseguidor. Amanda ficou olhando para sua barriga que com três meses, já estava crescendo.
– Fique tão assustada ontem. Amanda.
– Todos ficaram, mas eu pensei em você Amanda e no seu bebê, se acontecesse alguma coisa seria horrível. Giovanni.
– Espera ai, você está gravida? Arley.
– Sim, não te contamos né? Amanda.
– Não. Arley.– De quem?
– Do professor Marcelo. Diz Amanda com um tom de preocupação.
– Ah... parabéns! Arley com um tom seco.
– Ainda bem que sobrevivemos né. Camila.
Camila vem da cozinha com um prato com duas rosquinhas de chocolate, um pedaço de torta, uma torrada com chocolate e um copo de achocolatado, todos ficaram olhando para ela e seu prato, a jovem incomodada diz:
– O que foi?
– Você não estava de regime? Arley.
– Eu quase morri ontem eu mereço um acréscimo não? Camila.
– Camila, me da uma rosquinha dessas? Amanda.
– Mas são as ultimas. Camila.
– Eu estou gravida. Amanda.
Camila sem querer dividir leva a rosquinha para a amiga e em seguida pega o controle e liga a televisão, naquela hora já estava passando o jornal, porém a noticia lhes interessava. Uma repórter chamada Margareth Morgan estava em frente do colégio Rosemont, abaixo tinha uma faixa escrita “Jovens assassinados no colégio Rosemont”.
Margareth: Um caso muito peculiar aqui na pacata cidade de Rosemont dois jovens foram brutalmente assassinados na noite de ontem, moradores vizinhos à escola ligaram para a policia dizendo ter ouvido tiros vindos de dentro da escola, a policia veio o mais depressa possível, mas infelizmente os jovens já estavam mortos, não havia mais ninguém no prédio. Na cidade não havia casos assim há anos, mas á dois meses ouve também a morte de mais um jovem esfaqueado, a policia investiga se os dois casos tem algo em comum, tudo indica que sim, os estudante que vieram à escola tiveram que voltar para suas casas e a policia está dando um aviso para que todos fiquem em suas casas durante a noite, será que temos um Serial Killer nesta pacata cidadezinha? E isso tudo terá alguma ligação ao aniversario da cidade que é daqui a quatro dias? Onde vários jovens marcam uma festa surpresa em algum lugar da cidade. Eu sou Margareth Morgan e volto com mais noticias.
Os envolvidos olham para a televisão boquiabertos com a noticia.
– Caramba, ainda bem que ninguém nós viu. Camila.
– E agora o perseguidor está famoso e se o encontrarem, ele vai logo nós entregar também. Arley.
– Vamos ser presos com certeza, matamos o xerife, ocultamos um cadáver, roubamos o carro do xerife, fugimos da cena de um crime, ele está nós fazendo cometer mais crimes. Camila.
Eles levam um susto, pois, uma na mensagem chega ao celular deles.
“Serial Killer? Gostei, quem sabe assim eu mato vocês. – X”.
Leram a mensagem, levantaram suas cabeças com os olhos arregalados de medo, Amanda respira fundo e diz:
– E agora? O que vamos fazer?
– Eu não sei, mas precisamos evitar que mais pessoas morram por nossa causa. Arley.
– Mas isso é até bom. Giovanni.
– O que é bom à cidade toda morrer por nossa culpa? Amanda.
– Não! Se ele for conhecido por um Seria Killer, irá mascarar o perseguidor x e talvez o xerife pare de nos perseguir. Giovanni.
– Mas o perseguidor quer matar agente. Amanda.
– Eu sei. E precisamos ficar longe de todos se quisermos deixa-los vivos, o perseguidor está matando quem estiver no caminho dele. As pessoas que estão conosco no dia e na hora errada vão acabar morrendo. E mais do que tudo nunca precisamos ficar juntos, Jimmy estava sozinho e agiu sozinho por isso que ele morreu. Giovanni.
Arley abaixa sua cabeça com se estivesse com dor. Giovanni vê o amigo e disse:
– Me desculpa Arley eu não quis que ficasse assim, não falei por mau.
– Tudo bem. Ele responde. — O Jimmy era muita cabeça dura, se ele tivesse me chamado para ir junto acho que nada disso teria acontecido, ele ainda estaria vivo.
– Ou você morto. Amanda. – O Jimmy disse que descobriu quem era o perseguidor não foi? Ele morreu por isso. Se você também estivesse lá... poderia ter acontecido algo com você.
Todos ficam em silencio por mais alguns segundos e só o barulho da televisão preenche a sala. Amanda se levanta e diz:
– Bom, eu preciso ir.
– E quanto ao plano de ficarmos juntos? Giovanni.
– Pode ser amanhã? Hoje eu não vou ficar sozinha em casa, minha prima vai passar uns dias lá e somos bastante chegadas, ela more em Chicago e quase nunca vejo ela e também eu moro na rua de trás, qualquer coisa eu corro para cá. Amanda dando risada sem graça.
– Tudo bem, qualquer coisa liga. Giovanni.
Amanda vai andando até a porta, mas antes Camila a chama e pergunta com medo da resposta:
– Amanda e quando ao bebe?
– Como assim o bebe? Amanda.
– Você não está pensando em fazer besteira, está? Camila.
– Abortar? Claro que não, eu já matei uma vida uma vez, não farei de novo. Amanda.
Sem dizer mais nada Amanda vai embora com um peso em suas costas e a vontade enorme de chorar. Sua casa é apenas virando a esquina e descendo a rua, então não a tempo de chorar, ela segura a dor a cada passo e abaixa a cabeça, como será o futuro com um filho? Marcelo iria apoia-la? Ela chega a portão de casa e pouco antes entrar respira para não parecer que está preocupada. Entra e não a ninguém em casa, seus pais devem ter ido buscar seu primo e sua irmã na casa do namorado, se sente aliviada e vai para o quarto que divide com a irmã dois anos mais velha e deita na cama e pega um livro que estava sob seu travesseiro e começa folheá-lo a fim de passar o tempo, alguns minutos e cai num sono.
Acorda duas horas depois, ninguém ainda está em sua casa, ela mão estranha, simplesmente se levanta e vai até a cozinha que fica na parte de baixo de sua de casa, abre a geladeira e pega uma jarra com água em cima da mesa, um copo no armário, vira a jarra com agua no copo e bebe, ela coloca o copo na pia e se apoia pensando no que Giovanni havia dito de ficarem todos juntos, mas naquele momento estava sozinha, aquilo poderia ser perigoso para ela. As luzes se apagam e Amanda olha para cima assustada, deve ser apenar uma queda de energia, ela olha para fora da janela e vê que as casas vizinhas estão a luzes acessas, Amanda acha aquilo muito estranho e resolvi ligar passa o seu pai de seu celular, mas um barulho interrompe a ação e anda em direção para a porta da cozinha, o barulho vem da sala de sua casa, ela para em frente à porta e pela luz da casa dos vizinhos ela vê a sombra de uma silhueta sentada no sofá da casa, ela se assusta e não pensa em quem possa ser.
Sobe as escadas correndo e quase tropeça na ponta dele, olha para trás, mas o perseguidor não está atrás dela, entra sem eu quarto de se escode dentro do armário. Ofegante ela fica ali quieta por cerca de 20 minutos e nada acontece, ela pensa em sair do armário para ver se está seguro, mas o medo a impede e Amanda fica ali sentada, alguém entra no quarto, ela pode ouvir pelo som da porta de abrindo, ele fica tensa ali dentro do armário com mede de que ele abrisse e a assassinasse. Ele sai do quarto e mesmo assim ela ainda esta com medo, poderia ser uma armadilha, as luzes se acendem novamente e ela não consegue sair do armário. Algum tempo passo, novamente alguém entra no quarto e começa a puxar a maçaneta e Amanda a segura do outro lado, quase gritando, mas a mão do outro lado é mais forte, a pessoa puxa com tanta força e Amada é levada para frente com força, mas antes que cai no chão ela de apoia com a mão, olha para cima e vê sua irmã em pé olhando para ela, uma garota do mesmo tamanho, branca longos cabelos pretos um olhar para Amanda.
– O que está fazendo no armário Amanda?
Anita.
Amanda olha para a sua irmã imaginando uma desculpa para falar a ela. Então rapidamente pensa:
– Eu estava procurando uma blusa minha. Amanda.
– E por que segurou a maçaneta quando tentei abrir? Anita.
– Eu queria te assustar, mas não consegui. Amanda.
Anita a encara e ri de sua irmã.
– Está louca. Anita.
– Devo mesmo. Amanda.
Sua irmã sair do quarto e Amanda se senta na cama e abre seu livro, uma pagina estava dobrada, ela abre está pagina e algo estava escrito de vermelho.
“Você devia procurar um esconderijo melhor da próxima vez.
Regra numero 4: Fale a verdade, Vadia!
P.S.: Ou o Marcelo morre e parabéns pela gravidez”.
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