Notas iniciais
Saiu bem rapidinho neh!? Estamos empenhando. Espero que curtam... Boa leitura!!!

— Fahir coma devagar! — Milo ditou para a ruivinha.


Era segunda-feira e os quatro encontravam tomando café. Apesar de Kamus e Milo praticamente terem voltado, eles estavam em uma espécie de namoro, onde cada um continuava morando em sua casa.


Kamus somente dormia na casa do escorpião ou esse no do aquário quando as meninas passavam a noite na casa de outro cavaleiro ou de Alexis.


Milo insistia que não ia impor mudanças drásticas na vida de suas filhas. Mesmo que o ruivo fosse o outro pai, e que as pequenas torcessem para viverem todos junto, ele preferia ir lentamente. Talvez ele usasse as filhas como desculpa para seu medo.


Acima de seu persistente receio, eles estavam bem. Havia quase três meses que eles tinham deixado reacender a chama da paixão entre eles.


O santuário todo acompanhava a situação deles, se Kamus pisasse um pouquinho errado, ele teria um batalhão de cavaleiros contra ele.


Todos comentavam como Milo tinha voltado ao seu brilho. Claro, ele era radiante pelas filhas, mas de alguma forma, ao estar novamente com Kamus ele se tornara um poço de alegria, brilho... E beleza.


Por Kamus ele estaria morando com Milo e suas filhas, todavia ele entendia que o loiro precisava de espaço, que deveria seguir com paciência e lentamente.


Milo ficara muito ferido, foram anos de negligência e dor e isso não sararia rapidamente. Kamus teria que reconquistar a confiança de Milo, pois o amor sempre teve.


— Mas vamos chegar atrasadas! — Danita ditou fria. Ela sabia ser mais gélida que Kamus, o que era bem assustador.


— Temos tempo... Pére Kamus vem nos buscar. — Mia disse tomando um gole de seu leite.


— Ele deve estar chegando, mas tem tempo! Devagar! — Milo ditou. Ele foi até a geladeira pegando a geléia de pasta de amendoim para preparar o lanche de suas filhas levar para a escola, mas foi colocar o pote sobre a bancada da pia e abrir para se afastar dele.


Ele levou a mão na boca quando a bile voltou a sua garganta e a náusea tomou conta de si.


Antes que fizesse um estrago ali, ele saiu correndo em sentido ao próprio quarto, e curvou-se sobre o vaso sanitário.


— Papai?! — Danita indagou aparecendo na porta do banheiro. De suas irmãs ela era a mais responsável e tomava a iniciativa dependendo as circunstâncias.


— Estou bem querida, apenas uma dor de estômago. — Milo disse dando descarga no vaso e indo a pia lavar a boca. Sua garganta queimava e seu estômago ainda reclamava. Aquilo era estranho.


— Tem certeza?


— Sim! Vai falar para suas irmãs terminarem de se arrumar. Hoje darei dinheiro para comprarem o lanche, não dará tempo para fazer mais nada. — Disse. Não ousaria tentar novamente, pois sentia que se chegasse perto da geléia novamente, seu enjôo voltaria.


— Ok! — Danita disse saindo do recinto, ela realmente indicou as irmãs para terminarem de se arrumar, e ainda as colocou para ajeitar a mesa do café.


Quando Kamus chegou para buscá-las estranhou não ser recebido por Milo, mas segundo Danita estava no banho, pois teria uma missão a pedido de Athenas para executar.


O ruivo apesar de preocupado não desconfiou da mentira da filha, que fizera isso somente para resguardar o loiro, que quando se sentisse melhor contaria o que acontecia consigo.


— Uhh... Depois falo com ele então. Vamos? — Sugeriu dando cálido sorriso para as filhas. As pequenas pegaram suas mochilas, e mesmo que desejassem dar um beijo de despedida no pai loiro, acharam melhor respeitar a ausência dele por enquanto.


Enquanto o ruivo levava as filhas para escola, Milo se achava deitado na espaçosa cama, com os olhos fechados tentando normalizar seu mal estar.


Deixou sua mente vagar nos motivos daquela indisposição. Teria comido algo estragado ou estaria gripado? Mas como cavaleiro nunca ficava doente.


Pensou nos últimos sintomas: enjôos frequentes, náuseas ou muito sono. Fora que quando não estava enjoado tinha uma fome desvairada, e isso vinha por quase um mês e meio.


De repente uma luz piscou acima de sua cabeça e ele sentou com tudo na cama. O movimento brusco foi seu erro, e se viu um turvo loiro correndo novamente para o banheiro.


Quando ele voltou para o quarto seu rosto estava pálido, e suas mãos foram para seu abdômen. Ele abaixou a cabeça encarando seu ventre.


Nunca achara que aquilo fosse possível novamente. Angustiado ele correu até o celular e discou o número conhecido.


“Milo, bom dia! Tudo bem?” — A voz se fez presente do outro lado.


— Aléxis! Preciso de sua ajuda. Posso ir vê-lo agora em seu consultório? — Milo ditou aflito. Queria negar aquilo, ignorar, dizendo que era loucura de sua mente, mas era melhor ir logo tirar as dúvidas.


“Aconteceu algo?” — Alexis ficou aflito pelo tom de Milo.


— Nada demais! Falo-lhe quando chegar! Posso?


“Claro, estou esperando”.


–oo0oo-


O ruivo deixou as meninas na escola e antes de voltar para o santuário, passou na feira ali na vila e comprou umas frutas e algumas bobagens para as filhas. Passava tranquilo e calmo pelas barracas de frutas e verduras e sentiu um cheiro que lhe chamou atenção.


Seguiu até a parte do mercado onde se vendia carnes e ao ver o peixe fresco, comprou. Faria algo para Milo, alguma receita grega. Lembrou-se que tinha um livro com receitas, e veria algo, e o que faltasse compraria depois.


Quando virou-se para sair dali uma jovem o olhava com desdém. Ela não lhe era estranha, mas não se lembrou dela de imediato.


— Com licença! — Falou educadamente e a viu continuar ali.


— Como vai Kamus? Achei que depois do que houve não voltaria mais! O que houve? Peso na consciência? — Akane estava ali e falava com certo ódio.


— Quem pensa que é moça para falar assim comigo? Saia da minha frente, não quero machucá-la! — O ruivo estava mesmo possesso. Sentia o sangue ferver, mas mantinha-se impecavelmente frio.


Akane sentia ainda mais ódio daquilo.


— Sempre frio... Sempre controlado... — Ela falou e bateu palmas. — É... Aquele loiro deve realmente ser masoquista... Ter um homem frio como você deve ser no mínimo castigo.


— Onde está seu respeito por um santo de Athenas senhorita?! E quem é você e por que diz essas coisas?! — Kamus não entendia o que ela queria com aquilo, mas tentava não fazer nada, nem com uma mortal e muito menos contra uma mulher.


— Eu? Não se lembra de mim não é? O que ele te disse? Que te esperou? Que as filhas são suas? — Ela falou e sorriu. — Ele esquentou a cama de muitos depois que se foi! Mesmo depois que “engravidou”. — Ela falou fria.


Só então o francês deduziu quem era ela:


— Então você é a vadia que mentiu e nos separou! — Claro que era. Agora se lembrava da voz dela, no dia que a vira por cima de Milo, estava tão cego pelo ciúme e pela dor da aparente “traição” que não se recordou da fisionomia dela.


— Não adianta falar nada, tudo que disser pra mim não tem valor... Ah e! Sabe que com tudo isso nós apenas nos amamos mais! Parabéns! Apesar de tudo, tudo que fez só nos ajudou! — Kamus continha-se a custo. Deu as costas a ela e iria mesmo sair por outro caminho, quando a ouviu falar.


Akane sentiu ainda mais ódio e falou tremendo e com lágrimas de ira molhando sua face.


— Escute, vou dizer apenas uma vez, nunca serão felizes! NUNCA! Não perde por esperar!


Kamus não suportou aquilo e voltou-se tão rápido que aos olhares ali não puderam acompanhar e logo tinha a jovem erguida pelo pescoço.


— Não me desafie! Não me ameace! Pode se arrepender! — Aquário tinha certo controle de suas emoções e não apertava realmente o pescoço dela, do contrário já teria esfarelado os ossos. Suas mãos geladas estavam congelando Akane de forma que ela nem conseguia falar.


A jovem tinha certo terror em seus olhos, nunca achou que ele fosse agir daquela forma. Sentia a respiração ficar difícil pelo frio que sentia. Ficou aliviada quando ele a soltou.


— Esteja avisada! — Disse frio. — Se mexer com minha família, eu a mato! E não terei piedade! — Deu as costas à mulher e se foi levando suas sacolas. Ao chegar ao santuário, decidiu não dizer nada ao loiro, passou em escorpião, porém este não se encontrava.


O francês estranhou, mas ele devia ter ido a tal missão que Athenas o havia delegado. Foi até seu próprio templo e guardou o que tinha comprado, indo em seguida até o décimo terceiro templo. Ao chegar viu Saga ali e foi para sua mesa e começou a trabalhar.

–oo0oo-

Alexis estava em seu consultório quando Milo chegou. O ruivo tinha dito à atendente que quando ele chegasse era para deixar entrar. Havia cancelado as duas consultas que tinha aquela manhã e ficou esperando pelo grego.


Milo nem bateu a porta e entrou. Estava pálido e parecia nervoso. Sequer sentou, andava de um lado para outro, sentia o chão sumir debaixo de seus pés.


O ruivo apenas o olhava pasmo com aquilo. O via tentar se acalmar, mas sem resultado. Levantou e foi até ele, segurou-o pelos ombros e o fez parar e olhar para si.


— O que houve? — Perguntou apreensivo.


Milo começou a chorar, tinha medo, todos os medos.


— Alexis... Eu estou enjoando e com mais fome e sono... Hoje nem consegui fazer o lanche das minhas filhas... Mas eu... Eu não achei que pudesse, não de novo!


Alexis arregalou os olhos e o abraçou. Não disse nada, podia ser psicológico. Apartou o abraço e o fez sentar. Pediu que a secretária trouxesse um corpo de água açurada. Afagou o rosto dele e ficou ali. Quando a mulher entrou entregou o copo e saiu.


Milo pegou o copo que Alexis o oferecia e ingeriu todo seu conteúdo. Suas mãos tremiam e então olhou para Alexis.


— Hector... De novo não... Desculpe, não é que eu não queira meu filho, mas e se ele me deixar? Se ele fizer tudo de novo?!


Milo colocava pra fora seus medos, seus terrores, achava que Kamus não concordaria. Já tinham três meninas e talvez ele achasse que fez de propósito a fim de prendê-lo. Ou que achasse que fora de caso pensado... E mil e outras coisas passaram pela cabeça dele.


Olhou para o obstetra que permaneceu tranquilo.


— Primeiro vamos fazer um exame... Depois, dependendo do resultado, pensamos em como agir, mas não se desespere por antecedência.


Milo assentiu e ficou ali enquanto Alexis recolheu, ele mesmo seu sangue. E depois entregou a enfermeira e mandou que avisasse que era urgente.


— Bem... — Falou olhando o relógio e depois para Milo. — Que tal fazermos um lanche? E ai você me diz com calma o que anda sentindo.


Milo concordou e saiu com ele, não foram longe e num restaurante bem tranquilo, sentaram-se e Milo contava o que vinha sentido, e o médico ouvia com atenção.


–oo0oo-


Já era meio dia e o sinal da escola tocou liberando os alunos. As meninas saíram e ficaram no pátio esperando o pai ou algum outro cavaleiro ir buscá-las.


Percy se aproximou de Danita e percebeu a preocupação dela.


— Chateada?! — Ele sabia que não era, mas queria que ela dissesse algo. Logo Danita viu uma moça se aproximar do portão da escola e as olhar dali.


A loirinha tinha o instinto de tomar conta das irmãs, e olhava para a moça, seus olhos verdes faiscavam, por algum motivo não gostava dela.


Era a primeira vez que Akane via Mia e reparou o quanto a pequena era parecida com Milo. A pequena viu o sorveteiro e como estava com fome correu para comprar algo.


A jovem sorriu de canto e se aproximou da loirinha e com isso chamou a atenção de Danita.


— Mas que menina linda! — Ela disse sorridente e Mia educadamente lhe ofereceu um sorriso.


— Mia! — Danita chamou aproximando-se da irmã e olhando feio para a moça. Puxou a menor para dentro e Akane não gostou nada daquilo, aquela garotinha idiota seria um calo em seu sapato, mas sabia como lidar com aquele tipinho.


A morena ia dizer algo, nas quando viu Kanon se aproximar, afastou-se acenando com a mão para a menina. Mia por sua vez ficou chateada com a irmã:


— Que coisa feia Danita! A moça nem fez nada!


A mais outra irritou-se e falou sério: — Sua cabeça de vento, o pai Kamus nunca te disse para não falar com estranhos?!


Kanon se aproximou nessa hora, e olhando para elas falou:


— Vamos! Acho que a fome está deixando vocês irritadas! — Falou divertido! Era para ser Milo a ir buscá-las, mas como ele havia saído pediu que o cavaleiro de gêmeos que fosse em seu lugar.


A ida para casa foi uma festa, sorriram e brincaram muito, o loiro era outra criança. Danita foi à única que não sorriu e tampouco disse nada. Estava séria e pensativa. Não tirava a moça e aquele sorriso dela de sua cabeça.


— Não vai rir mocinha?! Hnn? Já sei... Chupou limão! — Kanon falou e riu junto com os outros.


— É Dan... Você estar brava?! — Fahir perguntou e sorriu.


A loirinha se empertigou e falou fria.


— Não! Mas alguém aqui tem que ser responsável, já que o padrinho parece mais criança que o Percy!


Aquela afirmação deixou o loiro abusado, mas antes que ele respondesse, estavam entrando no santuário e a menina correu subindo a escada a fim de ver se Milo estava melhor.


— Pai, senti saudade! — Danita disse abraçando o loiro. Ela não era muita de demonstração de afeto, ainda mais em público, mas tinha suas ocasiões.


— Eu também minha princesa! Das três! — Completou quando as outras duas filhas se uniram a Danita ao abraçá-lo — Como foram na escola hoje?


— Foi legal... Falta uma semana para entrarmos de férias. Queria poder viajar... – Ela disse um tanto tristonha — Que tal se nós cinco viajássemos... Seria legal neh, pére? — Mia disse incluindo o ruivo na conversar.


Kamus olhou para o escorpião longamente. Sua língua coçava para indagar onde Milo tinha indo, porém não iria cometer os mesmo erros, iria esperar o outro dizer algo ou simplesmente esquecer aquilo.


— Sim! Seria maravilhoso. Eu e seu pai vamos conversar, e veremos se será possível. Temos obrigações no santuário, mas talvez um feriado em família podemos ir. — Kamus disse.


Suas falas deixaram Milo feliz, pois o ruivo deixou claro que as coisas seriam decididas em conjuntos, e não de maneira egoísta.


— Sim! Veremos. — Milo disse com cálido sorriso, todavia mesmo depois de anos, Kamus conhecia-o perfeitamente, e tinha ciência que algo estava errado.


A família de dois pais e três meninas lindas seguiram para o décimo primeiro templo. As pequenas foram tomar um rápido banho e vestirem roupas confortáveis, enquanto Kamus foi preparar o almoço, e Milo junto com ele.


Os dois ficaram por longos minutos calados, e aquele silêncio era incômodo.


— Eu... — Eles falaram juntos, mas se calaram.


— Fala você! — Milo disse dando espaço ao outro. Os dois estavam encostados a pia. Enquanto Milo preparava uma salada, Kamus aprontava o peixe.


— Vai você! — Kamus disse amoroso. Em seus olhos via a felicidade a muito tempo extinta, contudo uma certa preocupação.


— Hoje fui à cidade... Fui ver Alexis... — Milo disse lentamente ao que desviou o olhar rapidamente, mas logo voltou encarar o ruivo.


A mandíbula de Kamus tencionou, deixando claro que não gostara daquilo, porém não fez nenhuma grande objeção, ao mesmo não verbal. Ele olhou fixamente para o loiro esperando ele continuar.


— Não estava me sentido bem ultimamente, e como ele é médico...


— Você está bem? — Kamus indagou preocupado aproximando de Milo. Suas mãos de longos dedos e gélidas tocaram a face do escorpião. — Por que não me disse antes?


— Estou bem... Não tenho nada realmente... Só foi... — Queria contar, mas tinha tanto medo, e igualmente sentia que não era o momento. — Foi somente indisposição, ele somente me orientou bastante repouso e melhor alimentação. — Não era totalmente mentira o que dizia.


— Tem certeza? Talvez devêssemos ver outro médico...


A preocupação de Kamus realmente tocou o loiro, fez acender uma chama que o ruivo aceitaria a nova situação. Mas tudo era tão incerto, eles nem ao menos tinham decidido o que eles eram.


— Estou bem Kamus! Alexis é um excelente médico e confio nele. Então... — Voltou a parecer cauteloso. — Achei que talvez a ideia de nós cinco viajarmos nas férias ou pelo menos num final de semana atraente. Um lugar calmo... Quero dizer, seriam nossas primeiras férias em família... Você e Mia juntos... E as meninas pareciam tão empolgadas com a ideia.


Kamus deu um sutil sorriso, sua mente já imaginava como seria perfeito!


— Sim! Iria adorar! O difícil é achar um lugar que todos gostem. Eu e Mia somos adepto de frio, e aposto que como você, Fahir e Dan de calor. — Suas palavras eram tranquilas com clássico tom de brincadeiras, algo que poucos tinham o privilégio de ver no ruivo.


— Verdade! Tem que ser um lugar confortável para todos, assim poderemos aproveitar ao máximo. Quero fazer uns vídeos caseiros, tirar muitas fotos... — Milo disse achegando-se perto do ruivo. Seus braços rodearam a cintura de Kamus e sua face embrenhou-se na curva do pescoço do mesmo. — Poder acorda todos os dias em seus braços...


— Perfeito... Podemos ver com calma o lugar, do resto cuidarei. Passagem, passaporte, e hotel...


— Sim! Meu homem é perfeito! — Milo disse deitando sua cabeça no ombro de Kamus e aproveitando o carinho que ele cedia em suas costas. — Kamus?


— Oi?


— O que somos? Amantes? Ficantes? Namorados? — Indagou inseguro. Não sabia se devia ou não perguntar. O Milo de antes a muito teria tirado isso a limpo, ou imposto, mas este de agora era diferente... A vida o mudou...


— Nos somos noivos... — Kamus disse erguendo a face de Milo para si.


Antes que eles pudessem se beijar, três figurinhas entraram na cozinha, cortando o clima com suas falações e perguntas.


Com um sorriso sugestivo Kamus voltou a preparar o peixe, e um Milo curioso a salada. Se antes estava confuso, agora mais ainda, pois queria saber exatamente o que Kamus quis dizer com: noivos.


Aquela viagem prometia muitas emoções e revelações. Apenas torcia para que no final eles ficassem juntos, e finalmente se concretizassem como a bela família que formavam juntos.


Continua...