Os Elos do Nosso Amor
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Capítulo 21
No final todos optaram por uma viagem mais perto, e devido um sonho antigo do cavaleiro de escorpião, foram passar uma semana na Turquia. O país fazia fronteira com a Grécia, assim o deslocamento via aérea não foi longo.
A Turkia era um país agraciado por um clima mediterrâneo, assim ninguém sofria por alguma mudança brusca de temperatura.
O paradeiro fora justo a famosa província de Istambul. A mesma era à antiga Constantinopla, que foi a última capital do Império Romano do Oriente. A bela cidade fica no estreito de Bósforo, que separa o mar Negro e Mármara e os continentes da Europa e Ásia. Todos estavam ansiosos para conhecer as maravilhas do lugar, como as mesquitas bem arquitetadas e Sultanahmet: o centro comercial onde era possível encontrar de tudo.
As pequenas estavam eufóricas, afinal eram as primeiras férias delas junto com seus dois pais.
Eles tinham acabado de chegar ao Richmond Hotel, um lugar regado a luxo e bom gosto, que cederia conforto a família. Ele ficava localizado na rua principal de Taksim, no coração da parte moderna de Istambul e uma vibrante área pedestre onde muita coisa está acontecendo durante todo o dia e noite.
Ficariam ali uma semana, sete dias somente para curtirem em família, depois iriam para França. Mia queria ver alguns amigos, e estava louca para mostrar a cidade para suas irmãs e para seu pai Milo.
— Olha Fa... É lindo! — Mia disse dando gritinhos ao que puxou a ruiva com ela. No meio do hotel havia uma fonte de água. A mesma era redonda feita em pedra polida, e seus jatos seguiam a mais de três metros de altura.
Danita, a mais séria, olhou para as irmãs balançando a cabeça. Ela foi olhar para alguns quadros de paisagens que tinha em uma das paredes do grande salão.
Kamus seguiu até a recepção para dar entrada na reserva deles, e Milo ficou observando as filhas. De maneira alguma ele daria chance para perdê-las.
— Vamos!? — O ruivo disse abraçando o loiro pela cintura com a chave cartão em mãos. Milo chamou as filhas, e a família seguiu para o elevador. As malas deles já tinham sido levadas pelo funcionário para o quarto.
— Neh... Vamos sair hoje? Quero ir a Sultanahmet! — Mia disse pulando nos pés.
— Cultura, temos que ir ao museu arqueológico Arkeoloji Müzesi! — Danita disse com ar superior. Enquanto as pequenas discutiam aonde eles iriam, os dois adultos brotaram sorriso nos lábios.
Kamus tomou a mão de Milo entre as suas e beijo a mesma, dando uma piscadela.
Ao chegarem ao apartamento que ocupariam no hotel, enquanto Kamus pagava a gorjeta ao carregador, as trigêmeas correram para ver o quarto delas.
O apartamento no hotel era composto de dois quartos com suíte, e uma sala e claro além da varanda com vista para o lago.
— Elas estão bastante empolgadas! — Milo disse levando sua mala e de Kamus para o quarto que seria deles. Seus olhos azuis percorreram o lugar. O recinto era regado a luxo e bom gosto, mas o que realmente atraiu o loiro foi à imensa calma. De alguma forma o sono tinha batido nele, e desejava dormir.
— Que tal um banho? — Kamus sugeriu abraçando o loiro por trás e colocando a cabeça no ombro dele. Suas mãos entraram debaixo da blusa do escorpião, começando acariciar seus abdômen e peito. — Deu uma engordadinha! — Falou casualmente.
— Vou conferir as meninas, vai à frente. — Milo disse desviando dos braços de Kamus. Não que estivesse ofendido pelo outro ter dito que estava gordo, era mais a culpa por ainda não ter contato à novidade para o aquariano.
— Milo? Ou... Não disse por mal... — Kamus tentou se desculpar, mas Milo saiu sem olhar para trás. Coçando a nuca, o ruivo deixou estar por enquanto. O escorpião estava estranho nas últimas semanas. Sempre com sono ou enjoado, fora o fato que chorava facilmente, em um filme ou com algo dito pro Kamus.
Tentando dar tempo para Milo se acalmar, Kamus foi tomar seu banho, e quando saiu do banheiro enrolando em uma toalha branca felpuda deparou-se com Milo sentando na cama, e o devorando com os olhos.
— Tudo bem?
— Sim... Apenas tendo uma bela visão. — Milo lambeu os lábios sensualmente. Engatinhou até ficar no meio da espaçosa cama, e começou desabotoar sua blusa lentamente deixando que os olhos de Kamus se agraciassem com sua pele morena.
— Milo mon ange, tudo bem? Agorinha você... — Estava confuso. Obvio que gostaria de desfrutar do amado, todavia Milo estava variando constantemente e de maneira rápida de humor.
— Não me quer? E isso... Não sou mais atrativo para você? — Milo indagou com os olhos úmidos prestes a chorar.
Antes que as coisas piorassem, Kamus se moveu rapidamente colocando-se sobre o loiro, e suas mãos embrulharam a face bela.
— Ei! Sempre vou te querer. Mesmo esses anos todos separados o desejei cada minuto e segundo da minha vida, não esqueça nunca que te amo. — Kamus tomou os lábios do loiro em um beijo urgente.
Tão logo o aquariano se viu sendo virado de costas para a cama, e um fogoso loiro jogou a toalha longe. Milo desceu o corpo de Kamus com beijos quentes e desejosos. Sua boca, língua e dentes fizeram questão de provar e marca cada pedacinho da pele alva do ruivo.
A boca de Milo chegou a encher de água quando seus olhos caíram sobre seu premio maior que se sobressaia vigorosamente sobre os pelos pubianos ruivos. Agauchou a cabeça o suficiente para tomar a carne dura em sua boca, retirando gemidos de Kamus.
Sua língua amassou a textura esponjosa da glande, ao que relaxou sua mandíbula permitindo que todo cumprimento de Kamus adentrasse.
Ele fez um barulho similar a um gato ronronando tamanho seu prazer em provar o gosto do amado. Os gemidos ofegantes escapavam da boca de Kamus, algo que somente Milo poderia arrancar verdadeiramente.
Lambendo o comprimento do pênis de Kamus, a língua de Milo circulou a coroa gotejante. O fluido pegajoso cobriu sua língua com uma explosão de sabor amargo. Fez o ruivo deitar de lado, e afundou seu pênis fundo na boca do santo de aquário. Um gemido amortizado de desculpa movia o ar.
Os golpes longos empurraram a coroa sedosa através de língua do ruivo e no fundo de sua garganta, sentia também Kamus. Vendo o francês tão exposto, o loiro levou os dedos às nádegas do ruivo.
— Oh sim… — Kamus gemeu sendo levado ao paraíso pela boca do loiro. — Milo… — Um gemido abafado jogou suas defesas no ar.
Os dedos de Milo encontraram seu alvo. Um empurrão contra o anel tenso de músculos de Kamus. Geralmente ele sempre era o passivo, mas ás vezes gostava de interlaca, mesmo que desde que Kamus voltou não tinha feito isso. Deslizando no calor apertado, aveludado, quente, ele pressionou seu dedo para cima buscando o nó duro da próstata de Kamus.
O corpo do ruivo endureceu e tremeu contra a pressão. — Oh Deus, sim…
Uma erupção fresca de amargura cobriu a língua de Milo. Ele deslizou um segundo dedo ao lado do primeiro. Enrolando ambos para cima, ele golpeou contra a bola dura de nervos.
Com um gemido estrangulado, Kamus soltou o falo de Milo que já não conseguia mais chupar. Seus quadris empurraram-se na boca do escorpião e uma inundação de quente esperma encheu a boca de grego.
Os dois arfavam profundamente. Milo cobriu o corpo do amado com o dele, e tomou a boca de Kamus, permitindo que provasse o próprio gosto. Quando ambos estavam mais calmos, e prontos para iniciar uma rodada mais profunda:
— Pére... Papa... Vamos... Temos que ir almoçar! — Mia gritou do outro lado da porta.
Milo corou. Se suas filhas estivessem ouvindo? Iria morrer se isso tivesse acontecido.
— Já vamos princesa... Só da alguns minutos para nós! — Kamus disse em seu clássico sotaque francês.
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As pequenas esperavam sorridentes pelos pais. Estavam com fome e já haviam tomado banho e trocado de roupas. Logo seus pais entraram no quarto e todos foram conduzidos ao restaurante. O recinto era lindo, o piso de madeira vermelha e mesas no mesmo tom, dando um ar um tanto bucólico ao local.
Sentaram-se e podiam ver a vista, pois as paredes eram de vidro. Comeram tranquilos e sorriam bastante. Teriam à tarde para aproveitarem a piscina ou a praia.
Depois de almoçarem, voltaram para o quarto, mas Milo não se sentia bem. Foi direto para o banheiro e colocou fora tudo que comeu. Vomitou tanto que ficou mole e com uma leve dor de cabeça.
Quando saiu do banheiro estava pálido e os quatro que o esperavam, estavam preocupados. Danita se aproximou do grego quando ele deitou na cama.
— Papai... — Ela disse chorosa. — Está doente, por que não vai ao médico? — Ela disse tristonha e preocupada. Mia e Fahir sentaram-se perto do loiro e ficaram alisando os cabelos dele. Já Kamus apenas olhava, tinha o coração apertado no peito.
— Quando voltarmos procuramos um médico e o mocinho irá se cuidar melhor! — O ruivo falou firme e um tanto autoritário.
Danita suspirou e levantou:
— Quer água papai? Talvez ajude... — A menina falou carinhosa — Sabe... Eu tava pensando... O senhor está parecendo uma mulher grávida... Fica enjoando e... — Ela parou travada a porta do frigobar.
Não podia ser... Podia?! A loirinha pensou consigo, se ele estivesse grávido... O que não seria tão estranho, já que tinha ficado grávido delas, seria por que não as queria mais.
— Não é isso é?! — Ela perguntou sem olhar para o pai loiro. — Nós não somos suficientes? — Os olhos da pequena estavam marejados e seu estômago embrulhou. — Por que precisa de mais um?! Para que?!
A menina saiu dali e foi para o quarto onde elas ficariam e jogou-se na cama chorando. As outras duas, se olharam, mas antes de sair beijaram o pai.
— Não liga papai! Ela é ciumenta! Eu estou feliz! — Disse Fahir. — Vou ganhar um irmãozinho!
Mia sorriu levemente, mas estava apreensiva, não teve muito tempo com Milo e agora ele ia esquecê-la e só querer o bebê! Beijou o rosto do loiro e saiu dali também:
— Vou falar com ela! — Disse baixinho e um tanto apreensiva. — Você vem Fa?! — A ruivinha assentiu e foi com ela, deixando os pais ali.
Kamus estava sem palavras, aquilo ainda era um tanto surreal. Foi até o loiro e seus olhos brilhavam e ele não sabia se sorria ou se chorava.
— É isso meu amor? Milo? Está esperando um bebê? — As lágrimas desceram pelo rosto bonito do francês. Milo chorava junto assentindo. O ruivo o puxou para si e o beijou. — Mon ange... Isso maravilhoso! Por que não me disse antes? Hnn? — Abraçou com força e ouviu o soluço sofrido. — Non chore meu amor, elas vão entender...
Milo agarrou-se ele e só o soltou quando conseguiu se controlar.
— Vou falar com elas! Preciso dizer que não vou deixar de amá-las.
Todavia o ruivo não deixou sair dali:
— Não... Precisa descansar agora... Falamos com elas depois! — Enquanto falava tocou o ventre de Milo e sorriu tornando a beijá-lo. Só agora o ruivo entendia as oscilações de humor, a fome exagerada e o fato dele parecer mais gordinho. — Zeus! Como sou cego! — Falou e o beijou, embalava o loiro amolecido pelo que sentia em seus braços e logo o viu dormir.
Aquário levantou e foi ver as filhas. Mia estava sentada e tinha a cabeça de Fahir em seu colo. Já Danita, havia se trancado no banheiro e não abriu nem com as irmãs pedindo.
Aproximou-se da cama e sentou-se perto delas.
— Não estão felizes?! Hnnn? Vão ganhar um irmãozinho, ou uma irmãzinha... Por que essas carinhas de enterro, em?! — Kamus perguntava carinhoso e trouxe as duas para seu colo.
— Escutem meninas, o papai Milo está frágil e precisa de nós! Olhem, ele não fez de propósito e não é tão ruim assim... Pensem pelo lado bom, agora mais do que nunca, vou fazer de tudo para estar perto e cuidar dele e de vocês, não vamos deixar de amá-las.
Sorriu e afagou seus rostinhos.
— Vocês são especiais, são nossas meninas, nossas princesas. É por vocês que estamos aqui, e por que as amamos e queremos o melhor! Como vou esquecer minhas bonecas? — Beijou o topo da cabeça delas e as apertou em seus braços.
— Nós amamos vocês! Muito mesmo! — Ficou com elas um pouco. E Fahir sorriu. — Mas eu estou feliz papai! Ganhar um irmãozinho a mais seria bom, muita gente pra brincar.
Mia permaneceu calada e apertou mais o pai, começou a chorar baixinho.
— Mas o pai Milo... Eu não tive... E ele vai... Vai... — Ela voltou a chorar e escondeu o rostinho no peito do ruivo.
— Não irá minha linda... Não irá esquecer... O papai Milo te ama muito! Mon petit não faça isso! O papai Milo te ama e isso não vai mudar. Você ficou distante dele, me diga, ele te esqueceu? Não... Quando chegamos aqui que ele soube que era filha dele, o que ele fez? — O ruivo tentava mostrar a pequena que ele a amava. — Não pense bobagens. Ele jamais negligenciaria vocês três... Hnn? Não pense assim mon petit! — Disse carinhoso e apertou-as em seus braços. Levantou e tentou falar com Danita, mas a menina estava muda do outro lado da porta!
— Danita, minha querida, abra a porta e vamos conversar. Escute, Milo está sensível, temos que cuidar dele, e por ele estar grávido não significa que irá esquecê-las. Minha filha nós amamos vocês, muito Danita... Mesmo esse tempo que passei sem saber que existiam, em nada muda meu amor por vocês... Acha que o amor de Milo vai mudar? Meu amor...
A menina não respondia, estava sentada, abraçada aos joelhos e soluçava baixo. Pensava em Milo e Kamus juntos, eles iam poder ficar junto com o bebê, trocar fraldas e com isso a criança com certeza seria a preferida deles, fruto do amor e do perdão dos dois.
Kamus suspirou e Fahir se aproximou.
— Vem papai, ela não vai sair daí agora! Fica aqui comigo e Mia, tava tão bom! — Ela o puxou para a cama e sentou-se no colo dele, Mia fez o mesmo e ficaram ali.
— Que tal um sorvete? — O ruivo perguntou e as duas se alegraram, Aquário foi até a porta do banheiro e falou com a loirinha emburrada. — Vamos tomar sorvete?
— Não! — Fora tudo que disse. Kamus suspirou. Saiu dali com as outras duas e seguiu para fora do hotel.
A menina ficou um tempo ali e quando tudo ficou em silêncio, levantou e foi até o quarto do pai loiro que dormia um sono intranquilo. Ela foi até a cama e aproximou-se como fazia sempre que ele estava agoniado. Deitou e levantado um braço dele passou por cima de si e aconchegou em no peito dele e ficou quietinha.
Milo pareceu sossegar. Em pouco tempo a abraçou e foi acordando. Tomou consciência e lembrou-se do ocorrido. Apertou-a contra seu peito e os dois choraram juntos.
— Amo você minha filha, amo muito, preciso de você aqui minha princesa... O que seria de mim sem você?! Hnn? Seu carinho, seu amor... Ah Dan... Eu estava com medo! Medo de te perder, medo do seu pai me odiar ou nos deixar... Foi por isso que não disse nada logo!
A menina o apertou e chorou contra seu peito.
— Eu sei papai! Mas se ele fosse embora, então eu ia odiar ele para sempre, mas o pai Kamus está muito feliz, muito mesmo! Desculpa papai! Eu fiquei com medo... Medo que esse bebê seja mais especial que eu e as meninas!
Ela falou e a voz saiu abafada, pois seu tosto estava enterrado no peito do loiro.
— Eu te amo papai, e vou cuidar do senhor. Sempre! Eu prometo!
Milo emocionado apertou-a ainda mais contra si e afagou os fios loiros dela e soluçou. Sempre fora assim, ela era exatamente igual à Kamus, o mesmo gênio, mas também o mesmo carinho e a mesma proteção. Mesmo sendo criança ela cuidou dele tantas vezes!
— Eu te amo Dan... Você é o meu presente! O presente que os Deuses me deram... Meu maior presente! Meu tesouro! — O loiro ficou ali com ela. Para ele a menina se abria, falava, chorava e se mostrava. Para todos os outros era enfezada, respondona e chata.
Pai e filha ficaram agarradinhos na cama conversando sobre várias coisas. Em dado momento Milo ficou de costas para o colchão e Danita ficou tocando seu ventre.
— Tem mesmo uma criança aqui? Não parece! — Ela falou pelo fato que não havia nenhuma elevação no abdômen de seu pai.
— Ele ainda é pequenino... Mas ao decorrer dos meses vai crescer, foi assim com você e suas irmãs. As carreguei nove meses aqui dentro! — Milo falava com amor. Todo seu medo em considerar que Kamus ou suas filhas não aceitaria sua nova gravidez foi por terra.
— Legal! Tomara que seja um menino...
— Por quê? — Milo ficou curioso por que sua filha desejava ser um irmãozinho.
— Por que ele será nosso xodó... — Disse aninhado perto do corpo de Milo.
— Ele não será um mascote, Danita! — A voz de Kamus se fez presente. Ele retornou com as duas outras filhas, as mesmas se deliciavam com seus soverte, e o ruivo tinha outro em mão para Danita.
— Ela não disse nesse sentido!
— Sim! Vamos cuidar e proteger nosso irmãozinho! — Disse pulando da cama. Puxou Kamus para baixo e deu um beijo na bochecha dele. — Desculpa por antes pai!
— Tudo bem querida! Só não esquece, amamos os quatros, e nenhum substituíra o outro. — Kamus disse abraçando a filha de volta, e depois entregou o soverte para ela.
— Vamos pesquisar nomes para o nosso irmão! — Mia sugeriu empolgada, e suas irmãs despediram dos pais, e saíram saltitantes para o quarto delas.
— Soverte antes do jantar? Kamus... — Milo arranhou com o outro cavaleiro, mas sua carranca não durou muito.
— É para comemorar. — Aquário deitou ao lado do loiro na cama, e uma de suas mãos gentilmente tocou o ventre de Milo. Podia sentir a energia de seu filho. — Pensou mesmo que não aceitaria? Por Zeus, lamentarei o resto da vida por não ter estado aqui das trigêmeas... Eu te amo, e esse filho é um milagre em nossas vidas, a prova que podemos ser uma família.
— Eu te amo Kamus... Vou te amar por toda eternidade... — Milo declarou e puxou o outro para si, tomando seus lábios. Naquele momento os dois se entregaram aos sentimentos e a luxuria que os tomavam... Sem medo mergulharam sem medo...
Kamus amou Milo com cuidado e carinho... Tocou em cada parte sensível do corpo bronzeado, arrancou gemidos e choramingou da carnuda boca... Eles marcaram o início de um novo caminho na vida deles, onde a felicidade era possível.
Nada era livre de dores ou incertezas, contudo eles eram fortes o suficiente para enfrentar, diferente de dez anos atrás, nada iria abalar o amor deles.
Continua...
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