Os Elos do Nosso Amor
19 Capítulo 19
Notas iniciais
O caminho de volta para o santuário fora regado a conversas sussurradas, toques suaves e sorrisos.
Quando chegaram a casa, Kamus pagou a corrida de táxi, mas antes mesmo de pegar seu troco, Milo o puxou escadaria acima. Em todo caminho eles riam ou paravam para trocar beijos. Incrível como nenhum outro dourado apareceu para mandá-los abaixar o fogo.
Acabaram seguindo para o décimo primeiro tempo. Antes de entrarem na casa, Kamus puxou Milo pela cintura. No primeiro momento, o loiro ficou paralisado, mas seu interior vibrou em júbilo, e ele fecho os olhos deixando-se levar.
Por alguns segundos, ambos perderam-se no beijo, e a língua de Kamus brincava com a costura dos lábios de Milo, exigindo entrada. O loiro alegremente abriu-se para seu amante. Kamus sem apartar os desejosos lábios, empurrou Milo para dentro da casa, fechando a porta com o pé.
Seu corpo gritava para reivindicar o escorpião para si, matar toda saudade de seu corpo, mas sua mente sabia que devia ser cauteloso, já tinha começado de maneira desastrosa.
Quando finalmente precisaram se separar, o ruivo deixou os lábios de Milo lambendo os mesmos, e feliz ao vê-los inchados e vermelhos.
— Por que parou? — A voz de Milo era manhosa, e seus olhos brilhavam em luxúria e saudade.
— Mon ange, tudo tem seu tempo! Vamos ao vinho? — Kamus disse munindo-se de determinação para não prensar Milo contra parede e tomá-lo ali mesmo. Ele trancou a porta, e puxou o loiro pela mão, em sentido ao lugar que tanto amava naquela casa. Sempre tinha sido seu sonho, mas somente depois que voltou para o santuário que realizou, e desejava compartilhar com o homem que tanto amava.
— Onde estamos indo? Pensei que sua adega ficasse em seu escritório. — Milo ditou curioso.
— Digamos que fiz algumas modificações na casa. — Kamus disse ao que parou em frente a uma imponente porta banhada a ouro. — És a primeira pessoa que irei compartilha esse lugar, e claro as segundas serão nossas filhas.
Milo arqueou uma de suas sobrancelhas. Iria perguntar o que era, mas sua boca caiu aberta quando Kamus deu margem ao lugar. O loiro se viu sendo teletransportado para um lugar mágico. Sabia que Kamus podia deixar a casa mais fria, mas aquilo superava tudo.
A sala era ampla, na verdade não se dava para ver as paredes, apenas o branco da neve, os pinheiros com chapéus brancos, o lago congelado propício para patinação, um campo de flores delicadas que sobreviviam arduamente diante daquele frio.
Ainda encantado foi guiado até um cobertor posto sobre o manto branco nas proximidades de algumas árvores. Enquanto ele observava tudo com curiosidade, Kamus seguiu para um canto que havia uma bela adega encaixada, e serviu duas taças com vinho da melhor safra.
— Gostou? — Kamus indagou sentando na frente do loiro e lhe entregou a taça;
— Por que não sinto frio? Quero dizer... Devia não? — Essa parte era a mais estranha de todas. Naquele jardim de inverno não fazia frio, mesmo com toda aquela neve. E pode comprovar, ela era real.
— Como deduzi que você e as meninas não estariam adaptados ao frio como eu e Mia estamos, usei meu cosmo para deixar um clima ameno, mas ainda assim com neve. — Falou com seu sotaque francês que Milo tanto amava. Arma perfeita para desperta o outro.
— Obrigado! — Disse sem jeito. De alguma forma seu coração pulou de alegria por isso, em saber que Kamus se lembrou dele e de suas filhas, que quis fazer aquele lugar especial para a família deles.
O escorpião tomou um gole do vinho apreciando ele, mas logo deixou a taça de lado e inclinou-se sobre o ruivo. Ficara tanto tempo sem ninguém em sua cama que não sabia se ainda sabia seduzir.
Kamus olhou para ele imparcial, sem apressar ou pressionar o que Milo estava fazendo, e quando a boca desse veio sobre a sua, recebeu de bom agrado.
Milo passou os braços em torno do outro e apertou-o com força, como se tivesse medo que ele fosse fugir. Já Kamus apossou-se dos lábios do loiro lentamente, como se tivesse dando a uma última chance para sair dessa.
Milo não tinha intenção de fazer uma coisa dessas. Empurrou-se ainda mais perto do amado e esmagou sua boca na de seu amante. Gemeu quando o sabor de Kamus chegou até suas papilas gustativas.
O ruivo empurrou o loiro até que esse deitasse de costas no cobertor, e seu corpo cobriu o dele. Suas mãos escorregaram sobre o dorso de Milo e foi para as nádegas, amassando e acariciando. Mesmo através do material de sua camisa, Milo sentiu o toque como uma marca. Queimou-o. Fez sua fome aumentar.
Afastou sua boca longe de Kamus e olhou para o outro homem. — Por favor... — Pediu ofegante como se tivesse corrido uma maratona. — Por favor, não me faça esperar.
— Tem certeza? Podemos ir devagar. — Kamus disse com cuidado. Não queria dar tudo a perder ao apressar as coisas e estragar tudo entre eles. Queria aproveitar a chance dada por Milo, não apenas para tê-lo uma vez em sua cama, o queria para sempre em sua vida.
— Eu preciso de você... Por favor. — Milo implorou mais uma vez, e Kamus foi incapaz de negar.
Aquário sorriu para ele. Milo engoliu o nó que de súbito se formou na garganta. Era isso. Estava tão nervoso. Não seria a primeira vez dele junto depois que Kamus voltou, mas aquele medo de não ser tão atrativo para Kamus como anos atrás o tomou.
— Tão lindo... — Despertou de seus devaneios e percebeu que Kamus tinha desfeito dos sapatos, meias e blusa de seu corpo, e agora admirava com paixão e carinho o corpo parcial de Milo.
Era estranhamente erótico, o olhar de Kamus parecia uma carícia palpável em sua pele. — Não sou como antes... Estou mais velho... Tive três filhas...
— Besteira! A gravidez o tornou ainda mais belo... Sua pele dourada... Os músculos delineados, mas agora com uma elegância... És perfeito Milo de escorpião. — Disse inclinando-se sobre o loiro e cedendo beijos desde o rosto, pescoço, ao dorso do loiro.
O ruivo o beijava em um misto de amor e desejo. Ao passar pelos mamilos, passou a língua levemente e sentiu o corpo estremecer e aquele pontinho rosado enrijecer. Lambeu-o novamente e em seguida abocanhou-o, sugando e mordiscando aquele pequeno pedacinho de Milo.
O loiro gemia diante daquilo, queria conter-se, mas não conseguia. Kamus sabia exatamente onde tocar e como fazê-lo. Suas mãos frias faziam sua pele se arrepiar, no entanto suas investidas faziam seu corpo ferver.
O francês revezava entre os dois mamilos e quando os soltou, desceu sua língua molhada pela pele bronzeada, deixando um rastro de saliva pelo abdômen definido do grego.
Apossou-se do umbigo. Sua língua explorava aquela cavidade, deixando um poço de saliva, ao que abandonou até chegar ao cós da calça. Desceu o rosto e cheirou o membro de Milo por sobre o tecido, esfregou o rosto ali e mordeu levemente o falo que se mostrava enchendo de vida.
Milo sentiu sua sanidade abandoná-lo. Aquilo era deliciosamente provocante e quente. Kamus sabia mesmo como deixá-lo “a fim”.
O ruivo ergueu apenas o olhar e encontrou os orbes azuis do loiro e sorriu de canto, sem ditar nada.
Aquário sustentou o olhar do amado enquanto suas mãos abriam a calça do escorpião, uma vez aberta, foi com seu rosto até o cós da cueca e pegando com os dentes, aos poucos a tirava, até que o pênis do loiro bateu contra o rosto de Kamus, borbulhando e pedinte por atenção.
Milo sentiu seu corpo ferver com aquilo. Como aquele homem podia ser tão sensual. Não teve como evitar sentir ciúmes ao pensar que ele devia ter tido outros, porém controlou-se a fim de não estragar o momento.
O amante olhou o membro rígido e lambeu os lábios, tornou a erguer os olhos para o amado e abrindo a boca lambeu sensualmente a glande do falo dele. Sorveu o líquido incolor que já saia e lambeu os lábios ao tomá-lo.
— Ahh... — Milo gemeu jogando a cabeça para trás. Arrulhou mais alto quando o amado continuou a enfatizar o cuidado com seu falo, e tão logo ao abocanhá-lo, jogou com a sanidade do loiro. — Zeus! – Ele quase gritou sentindo-se engolido pelo ruivo.
Kamus engoliu aquele órgão e imediatamente fazendo movimentos de vaivém, engolindo todo o membro dele, deixando-o ir fundo e tocar sua garganta. Suas mãos geladas apertaram as nádegas de Milo, abriu-as e seu indicador direito começou a passear por aquele vão, até que se deteve na entrada pulsante.
Milo arqueou as costas ao sentir aquele dedo ali, a carícia estava o deixando louco.
— Kamus... Hnnn... Aaahh... — Queria dizer algo, exigir que parasse a tortura, mas não conseguiu, pois os movimentos intensificados o estavam levando a um caminho sem volta ou coerente.
Kamus estava adorando provocá-lo, estava louco de saudades, todavia o queria com calma, primeiro experimentar cada centímetro daquela pele, antes de possuí-lo. Sugava cada vez mais e seus dedos alisavam a entrada dele.
Milo sentiu a pele arrepiar e a mente nublar e levou a mão aos fios ruivos e segurou-os, elevando os quadris e estocando a boca macia, úmida e quente de Kamus.
— Ahhh... Kamus, eu... Hnnn... Eu vou... Ahhh... — Não conseguiu completar a frase e logo jatos quentes encheram a boca do francês.
Ao sentir as mãos de Milo em seus fios, Kamus sabia o que viria, o conhecia bem. Sentiu o pênis dele literalmente foder sua boca e quando já não conseguia aguentar, derramou-se dentro de sua boca. Sugou todo o néctar que lhe era proporcionado.
Milo sentiu o corpo amolecer e as penas perderem as forças, se estivesse em pé com certeza cairia. Sentia a respiração ofegante e aos poucos ia normalizando. Seu peito subia e descia, seu rosto estava corado e seus olhos semicerrados, além da boca entreaberta.
Aquela visão era para sexy demais para o Aquariano. Não dava para resistir. Sentiu seu falo latejar dentro da calça e se afastou do amado. Com descuido abriu a calça e a tirou. Fez todo processo sem ditar nada, pois não havia engolido o gozo de Milo, conservou-o ali.
Uma vez livre do tecido incomodo, o ruivo não deixou Milo se acalmar realmente e virando-o delicadamente de bruços, o colocou com o quadril elevado, abriu suas nádegas e derramou ali a semente de Milo e com ela, passou a prepará-lo, enfiava os dedos e ouvia os gemidos roucos do loiro.
Milo fora pego de surpresa, mas conhecia aquela delicadeza, mas ao o sentir abrir suas nádegas e depositar um líquido ali estremeceu.
— Kamus seu safado... Seu... Hnn... — Não concluiu, pois nesse instante o ruivo começava a enfiar os dedos dentro dele.
Kamus continuou a prepará-lo. Um, dois, três dígitos. Inclinou seu corpo sobre o do loiro e beijou-lhe a nuca descendo pelo pescoço. Seus dedos iam fundos dentro do amado. Quando considerou ser o suficiente, o francês se colocou de joelhos atrás do loiro, e esfregou um pouco o membro ali, torturando a si e ao grego.
Milo sentia o pênis de Kamus beija sua entrada, e por instinto ele se empurrou para trás a fim de mais contato. Queria ele, senti-lo em si. Seus pensamentos nem tiveram tempo de se organizar, logo sentiu o falo do ruivo o adentrar.
— Ahhh... — Gemeu ao sentir abrir espaço dentro de si.
— Hnnn... Milo... Aahhh... — O ruivo agora falava, ou melhor, gemia e chamava pelo amado. Empurrava-se devagar, com certo cuidado a fim de não acabar tudo ali, era uma tortura, mas precisava se controlar.
Milo sentiu o ruivo todo dentro de si e ofegou. Não queria esperar e começou a se mover.
— Kamus... Quero você... — Falou rouco e rebolava tentando fazê-lo se mover. Passou as pernas ao redor da cintura do francês e sentiu-o ocupar totalmente qualquer espaço que faltasse. — Aaahhh...
Kamus ouviu o pedido de Milo e quando ia mover-se sentou as pernas do loiro ao redor de si o fazendo enterrar-se mais dentro dele.
— Hnnn... Milo! Também te quero meu amor... — Aquário passou a estocá-lo.
Milo podia sentir Kamus ir e vir dentro dele. Sentia saudades daqueles toques, daquele calor, daquela pele.
— Hnnn... Kamus... Amor... — Queria dizer algo, mas nada coerente se formava em sua mente.
Kamus movia-se cada vez mais rápido e forte, não que fosse indelicado, no entanto queria mais daquele corpo, como Milo sentia saudades, da voz, do cheiro, do homem que amava. O ruivo queria beijá-lo e por isso saiu totalmente de dentro dele, ouvindo um gemido frustrado.
Aquário com carinho fez o escorpião virar de frente para si, e se colocando entre as pernas dele, ergueu o quadril do loiro e voltou a adentrá-lo, porém desta vez, entrou em uma única estocada, causando um misto de dor e prazer no grego.
Milo sentiu uma onde elétrica percorrer seu corpo e quase não aguentou quando ele o adentrou daquela forma, gostava da delicadeza dele, mas era muito bom sentir que o desejava a ponto de não esperar. Envolveu a cintura dele novamente, mas sentiu os lábios do amado tomar os seus, surpreendeu-se, ele o beijava sempre depois do ato, e nunca durante, sentiu-se aquecido e amado.
Kamus sentiu os lábios e a língua quente de Milo a explorar sua boca, quanta saudades, como perdera tempo com suas maluquices e idiotices, perdera o melhor dele, entretanto não deixaria mais passar qualquer chance de mostrar-lhe seu amor.
Os corpos de ambos ferviam, com os toques, os beijos e todo o clima e o sexo em si.
Kamus ia cada vez mais rápido e sentia que já não poderia segurar por muito tempo, levou a mão ao membro de Milo e passou a masturbá-lo.
Ao sentir a mãos de Kamus envolver seu falo, o loiro não conseguiu mais pensar. Entregou-se de vez e antes que pudesse proferir qualquer coisa. Sentiu tudo ficar distante. Seus ouvidos já nem ouviam nada e sua mente estava nublada. E em um gemido rouco e alto, se derramou pela segunda vez nas mãos do ruivo.
Aquário por sua vez ao sentir o corpo de Milo quase o esmagar e aquele líquido quente melar seu abdômen, não conseguiu se conte mais e inundou Milo com sua semente.
Suas respirações estavam ofegantes, o ruivo deitou por cima de Milo e depois saiu ficando a seu lado, deitando no cobertor de neve. Tentavam acalmar suas respirações e mesmo com certa dificuldade, Kamus declarou-se.
— Jê t’aime mon ange... — Falou e virando-se para ele o trouxe para um beijo, calmo, carinhoso e apaixonado.
De olhos fechados Milo lambeu os lábios saboreando o doce sabor do seu orgasmo. Aquele tinha sido mais sublime que a vez na mina, talvez pelo fato que seu coração estava totalmente de acordo.
Como manhoso gato ele espreguiçou os braços ao receber o beijo no pescoço até em cima do seu coração.
— Tão delicioso... Lindo... — Kamus ditou voltando a cobrir o corpo do loiro e deixando que seu falo adormecido agora saísse do apetitoso casulo.
— Senti tanta falta... De seus beijos, abraços... Calor de seu corpo... — Disse abrindo olhos. A íris azul brilhava em misto de desejo e felicidade.
Mesmo que ali nevasse seu corpo estava quente. Aquecido pelos toques do amado.
— E eu a sua... Cada segundo, minutos ou dia longe de você foi um tormento, e meu único refrigério era nossa filha Mia... Ela tinha tanto de você, que sempre me abismava... Agora entendo por que. — Kamus dizia ao que deitou contra o manto sobre o chão, e levou Milo em seus braços.
— As três são misturas perfeitas de nós dois. Danita parece mais contigo, Mia comigo... Já Fahir tem metade de nós dois... — Milo disse sonolento. Pós-orgasmo sempre lhe dava sonolência.
— Não durma aqui... — Kamus disse, mas o loiro apenas aninhou mais contra ele, mordendo os lábios, mania quando estava com sono.
Kamus levantou tomando Milo em seus braços. Aceitando se carregado Milo enroscou mais no aquariano e deixou se levado.
O ruivo levou-o para o quarto. Ele ignorou a cama seguindo para o banheiro. Deixou Milo sentado da bancada de mármore da pia e foi enchera banheira.
Depois de encher a mesma com água morna, acrescentar óleos florais, ele pegou o manhoso Milo.
— Vai-m dar banho? Não sou criança... — Resmungou, mas igualmente não foi contra ser depositado com cuidado dentro da banheira cheia, e receber o ruivo sentado atrás de si.
— Uhh... Em primeira estância Milo resmungou gostoso pelo carinho sutil recebido. — Kamus...?
— Sim, mon ange. — Incentivou o outro. Suas mãos elegantes pegaram a esponja amarela e a encheu com sabonete líquido, passando a lavar a pele bronzeada do escorpião.
— Esses anos todos que ficamos longe... Você... Ficou com outros? Quero dizer... Tudo bem que namorei Aléxis... Mas... — Era parecia incerto.
— Jamais deixou meus pensamentos ou coração. Posso ter saciado meus desejos carnais, mas toda vez que ficava com alguém era você que vinha em minha mente... Meu coração! — Disse com seu sotaque carregado. Ele desceu sua mão pelo peito de Milo. Aproveitando que lavava o corpo dele, usou de mão boba para acariciar. Não ficou somente no peito, mas explorou cada pedacinho disponível.
— Tarado! — Milo disse rindo, mas remexendo o corpo para esfrega mais contra o ruivo.
— E você nem gosta! Nosso amigo aqui parece ter acordado de novo. — Kamus disse apertando o falo de Milo dentro da água.
Não demorou em os gemidos se fazerem presentes, e mais uma vez eles se amaram.
Cada arrulhar era um catalisador para a corrente de prazer que percorria seus corpos e mentes.
Eles alcançaram pela segunda vez aquele dia o prazer. Seus corpos dormentes pelo clímax. Eles terminaram de se lavar, e se enxaguaram rapidamente e pularam na cama. Dormiram bem após anos, pois estavam nos braços um do outro, onde era seu porto seguro.
Eles pareciam famintos um pelo outro... Talvez o motivo fosse à distância... A saudade... Ou simplesmente o amor que os regia.
Para ambos eram como volta para casa... Está nos braços um do outro era algo divino.
Continua...
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