Notas iniciais
Boa leitura!!

A tarde passou rápido. Logo a noite chegou trazendo um clima gostoso e cheio de romantismo. O francês levou as filhas para jantar e conversou com elas.


— Meninas o Milo vai precisar muito de nós! E quero que prestem atenção numa coisa... Se notarem qualquer pessoa diferente dentro do santuário avisem! Existe uma pessoa que quer muito magoar seu pai... E nós não podemos deixar.


Danita olhou para o pai francês e lembrou-se da mulher a porta da escola, mas nada alou a respeito e perguntou tranquila.


— Quem é papai? Quem é essa pessoa?! — A menina queria saber se era a mesma criatura.


— Bem filha, conhece nossa história, falo da louca que conseguiu nos separar! O nome dela é Akane, e ela é muito perigosa. — Aquário ditou sombrio. — Mas vamos protegê-lo.


Milo não estava ali, naquele momento tinha ficado no quarto a fim de não passar mal dentro do restaurante, e Kamus falou que levaria a refeição dele.


— Agora meninas, já sabem o que fazer! Eu vou preparar tudo e vocês falam com o loiro! Vou sair agora! — Levantou e beijou as filhas. — Amo vocês!


Mia e Fahir sorriram felizes, já Danita estava concentrada. Pensava na tal Akane e agora tinha quase certeza que era a mesma mulher da escola, mais ia saber isso direito quando voltasse.


— Dan! Dan?! — As outras duas chamavam e ela parecia não ouvir. — DANITA! — As duas disseram quase gritando. A loirinha olhou as duas saindo de seus pensamentos.


— O que foi?! Que susto! — Falou emburrada e as outras duas começaram a rir! — Bobas! Vamos logo, ou pai Milo estragará tudo! — As meninas acabaram de jantar e saíram dali voltando para o quarto.


Quando chegaram ao quarto viram Milo saindo do banheiro. Ele as olhou estranhando que já estivessem ali.


— O que fazem aqui? Não era para estarem jantando?!


— Pére... — Mia começou a falar. — É que eu queria ir andar um pouco, mas o pére Kamus teve que sair... — Ela disse tristonha.


— É papai... — Fahir falou. — O pai Kamus disse que tinha coisas a resolver, que era para gente jantar e depois vir para o quarto, e se não obedecêssemos, ele nos colocaria de castigo!


Danita revirou os olhos.


— Mas é claro! — Ela disse tomando a frente. — Ele pediu desculpas papai, mas ligaram para ele resolver uma coisa! E ele teve que ir... Falou que sentia muito, mas não podia se negar, eram assuntos do santuário!


— Estamos de férias! — As outras duas falaram ao mesmo tempo. Milo sentiu um misto de tristeza e raiva. Kamus não havia mudado muito, novamente o trabalho estava em primeiro lugar!


O escorpião suspirou e sentiu uma raiva crescente, por ver as pequenas tristes, achava que agora ele faria diferente por sua família, no entanto estava enganado.


— Não fiquem tristes, nós vamos passear! — Falou sorrindo para elas. — Bem, vão colocar algo quente e eu vou trocar de roupa! — As viu sair felizes e sentou-se na cama tentando não chorar. O passado vinha à tona e sentia o peito doer. Quantas vezes isso tinha acontecido? E não fora justamente por que ele colocava o trabalho em primeiro lugar que tudo aquilo aconteceu?


Respirou fundo e levantou-se da cama. Ser Kamus achava que ia ficar abatido com antes, estava enganado, não era mais o mesmo Milo que ficava a sombra dele. Iria sair e se divertir com suas pequenas! E depois teria uma conversinha com o ruivo.


Foi até a gaveta onde tinha colocado suas roupas e pegou uma bermuda xadrez azul escuro e uma camiseta de malha branca, um tênis e prendeu os fios loiros em um rabo-de-cavalo deixando alguns fios soltos.


Quando terminou chamou pelas filhas.


— Meninas, podemos ir?!


Mia então respondeu: — Sim papai, estamos prontas! — Quando foram ao encontro de Milo Fahir então se pronunciou. — E então?! Não vai dizer nada?!


Milo sorriu e falou surpreso.


— Mas estão lindas!


Estavam mesmo. Danita trajava uma blusa rosa transpassada com duas florzinhas brancas de enfeite e uma saia branca e calçava uma sapatilha florida.


Já Mia e Fahir estavam de shortinho, a ruiva vestia um jeans azul claro e uma blusa branca, com um lacinho azul de enfeite e calçava uma sandalinha branca. Já a loirinha caçula vestia um short azul marinho com lacinho dos lados e uma batinha braça com uma flor azul na mesma tonalidade do short e uma sapatilha branca.


As três estavam lindas e Milo sentiu certo orgulho e ciúmes delas, foram passear. Andavam elas da cidade e chamavam a atenção de todos. Sorriram e passeavam felizes, brincavam e faziam Milo não pensar na ausência de Kamus. As três ali, juntas enchiam o pai loiro de alegria.


Andaram muito e tiraram os sapatos quando chegaram à praia. Correram e se divertiram, mesmo Danita estava feliz ali. Quando Milo se deu conta, passava das nove e voltou com as pequenas para o hotel. Quando chegou, ia dizer pra que elas dormissem consigo.


— Dan e Fahir! Vamos para o quarto? Vai passar aquele filme e vamos assistir juntas. — Ela disse olhando pra Milo e fazendo uma carinha sapeca! — Desculpa papai! Mas é só para meninas!


Milo sorriu divertido.


— Está bem... Vamos bebê... Somos só nós! — Falou querendo provocá-las. — Essas ingratas! — Disse fazendo charme e as pequenas se olharam.


— Deixe de manha papai Milo! E vá deitar! — Danita falou do sei jeito.


— Olha como fala menina! — Milo disse parecendo bravo, mas não estava, achava divertido quando ela falava daquele jeito. Deu um beijo de boa noite em cada uma e as viu entrar.


Seguiu para seu quarto e quando entrou seus olhos arregalaram-se e um sorriso banhado por lágrimas brotou em seu belo rosto. Ali a sua frente, a cama estava cheia de pétalas de rosas vermelhas, espalhadas por todo o ambiente, que estava iluminado por velas.


Sobre a cama tinha ainda uma bandeja branca forrada com um guardanapo vermelho e dentro dela tinha quatro taças, duas em cada extremidade da bandeja. As duas da direita continha frutas, uma com uvas, a outra com morangos e as outras duas da esquerda, estavam vazias e esperam pelo champanhe que estava dentro do balde de gelo entre elas.


— Foi bom o passeio ange?! — O ruivo perguntou chamando a atenção de Milo que só então notara sua presença ali. — O que foi Milo? Nossas filhas são boas atrizes... Você nem desconfiou!


Milo estava sem ação, mas o que era aquilo? Um complô?


— Não é justo! — Falou um pouco sem forças. Viu o ruivo se aproximar e não soube o que dizer, estando de frente pra ele bateu com os punhos cerrados no peito do francês, não com força. — Achei que tivesse ido embora... Que... Que houvesse colocado o trabalho em primeiro lugar novamente! Quer dizer... Eu sei que é importante, mas...


Kamus não o deixou terminar e levou o indicador aos lábios dele, e fechou os olhou encostando a testa na dele.


— Você e as meninas são minha prioridade... O perdi uma vez por causa disso, não vou cometer o mesmo erro! Não vou perdê-los, não de novo!


Kamus falou emocionado, não era de perder a compostura, contudo lembrar-se de que seus erros o fizeram perder tempo e magoar quem amava, além de perder o crescimento de suas filhas, o fazia sentir raiva de si e vontade de chorar.


Milo soluçou baixinho, mas não de tristeza, era bom ouvir aquelas palavras dele.


— Não irá nos perder! — O loiro ditou e passou os braços pelo pescoço dele. — Te amo Kamus! — Declarou e em seguida o beijou, o ruivo recebeu como premio aquele beijo calmo, suave e carinhoso.


O ruivo levou a mão na cintura dele enquanto dava passagem a sua língua ousada e quente. Puxou-o para perto de si e colou seus corpos, arrancando do loiro um gemido.


Suas línguas agora brigavam por espaços, e Kamus tirou uma das mãos da cintura do grego e levou a nuca dele e colocando-a por entre os fios loiros, segurou firme ali tomando as rédeas daquele osculo.


Apartaram o beijo pela necessidade de respirar e com certa relutância afastaram seus lábios que aflitos buscavam por ar. Ambos tinham seus olhos fechados, mas quando aquário abriu os seus verdes, teve a visão do paraíso.


Milo estava com as bochechas vermelhas, e a boca entreaberta, totalmente entregue em seus braços. Quando o grego abriu os seus olhos visualizou as esmeraldas de Kamus e se perdeu nelas. Um sorriso brotou nos lábios finos do mago do gelo.


— Je t’aime ange! Je t’aime trop! — Com um sotaque carregado e falando em seu idioma natal, o ruivo declarava seu amor ao loiro grego. — Ah meu amor... Eu estou tão feliz Milo... Depois de tudo que houve, você me aceitou de volta, e agora me dá mais o mais maravilhoso dos presentes... Mais um filho! Ah mon ange... Vou cuidar de vocês, protegê-los e amá-los.


Milo ouvia tudo aquilo e não sabia o que dizer. Sentia-se feliz, ele estava realmente se esforçando como prometera. Teve medo de falar e agora se sentia um tolo, cada palavra dele lhe fazia sentir especial, forte e amado.


Kamus afagou o rosto belo do escorpião e o fez sentar, pegou o champanhe e o abriu. Quando a rolha voou Milo sorriu feliz. Até então havia falado pouco. O ruivo depositou o líquido nas taças, serviu Milo e se serviu em seguida.


— Um brinde meu amor, um brinde ao nosso amor, e aos nossos filhos! Um brinde a nossa nova vida! — Após falar ambos brindaram a nova chance, a seu recomeço e a felicidade que vinha tímida, mas madura e sensata.


Tomaram um pouco do liquido e o ruivo sorriu ao olhar para Milo.


— Precisa comer algo! — Ele havia pedido um jantar, só esperava que o loiro não enjoasse. Antes de servir, o francês pegou um morango e levou a boca de Milo.


O loiro mordeu a fruta e sentiu o doce do morango preencher sua boca. Seus orbes estavam brilhando de felicidades, estava sendo tratado com carinho, com romantismo.


— Kamus... Diz que não estou sonhando... Diz que não acabar...


Kamus sentiu seu peito apertar, doía um pouco saber que ele ainda se sentia inseguro, mas estava decidido a reconquistar a confiança dele.


— Estou aqui ange, non é sonho! Eu te amo Milo! Pardonnez-moi mon amour! Eu errei... Mas estou aqui agora... E ficaremos juntos, para sempre! Eu prometo!


Os olhos de Milo brilharam diante daquela declaração e o loiro sorriu tímido, suave e ao mesmo tempo tão sensual!


— Lindo! Tu es belle! — O defensor da décima primeira casa ora falava em francês, deixando Milo um pouco confuso. — Pedi algo para nós! Ainda quer jantar?! — Perguntou suave e levou a mão ao ventre dele. — Você estava enjoado... Tomei a liberdade de pedir algo fora daqui e espero que te faça bem! Sei que adora!


O ruivo pegou levantou e levou Milo com ele até a varanda, lá havia uma mesa e esta estava forrada com uma toalha vermelha, com algumas pétalas de rosas sobre ela, e sobre as cadeiras. O francês puxou a cadeira para que Milo sentasse.


Havia sobre a mesa um balde com um vinho, e taças e pratos e talheres, tudo para dois. O ruivo saiu quando voltou tinha um carrinho com um prato que Milo não podia ver o que era por que estava coberto com uma tampa.


Quando levantou a tampa que cobria o prato, o loiro sentiu uma necessidade enorme de comer, apesar de morar na Grécia a tempo que não comia aquilo.


— Você... Você lembrou... — O grego sorriu, mesmo que depois colocasse tudo pra fora, só o fato dele lembrar que era seu prato predileto, o fizera bem, muito bem!


Kamus o serviu e esperou que ele comesse, esperava que ele conseguisse se alimentar um pouco. Milo adorava um prato grego chamado moussaka, uma espécie de lasanha, mas substituiu a massa que normalmente é macarrão, por berinjela.


Milo pegou o talher e partiu o primeiro pedaço, levou a boca sob o olhar apreensivo do ruivo, mas para a alegria dos dois, o grego conseguiu comer sem passar mal. Tomou um pouco de vinho em seguida.


— Está maravilhoso Kamus! Sorriu e tornou a comer.


Feliz com aquilo o ruivo se serviu e comeu junto com ele. Sorriam por estar ali. Sentiam-se um. Não comeram muito e logo Kamus retirou a taça de vinho da mão dele!


— Não pode ser muito ange... — Após falar o ruivo olhou para aquele emburrado, o francês sorriu e o beijou.


— Ah... Você é mal! — Milo disse com um doce bico nos lábios. — Terá que me recompensar pela perda do cálice. — Disse fazendo charme.


— Então preciso fazer algo para satisfazer meu loiro fogoso! O que poderia ser? — Kamus disse levantando de onde estava. Ele rodeou a mesa e ergueu a mão para Milo.


— Oh... Posso pensar em várias coisas! — Milo disse entrando na brincadeira aceitando a mão do ruivo, e deixando-se ser levado para dentro do quarto, onde era quente e aconchegante.


— Tão lindo... — Disse abraçando o corpo amado quando estava perto da cama. — Sensual... — Começou a ceder beijos em todo rosto bronzeando rumando para o pescoço. Suas mãos trabalhavam para desfazer da blusa do escorpião. — Tão meu... ― Kamus sussurrou.


― Sim, somente seu... Para amar, e ser tocado... E... ― Milo gemeu projetando a cabeça para trás, dando mais espaço para o outro.


― Safadinho... Gostoso... Encantador... ― Ele riu. Amava estar com Milo, sexo com ele não era unicamente suado e fervoroso, ele também era divertido e suave. De alguma forma eles se completavam plenamente.


Um pequeno sorriso brotou nos lábios de Milo, enquanto olhava para a cama.


― A cama parece tão confortável! ― Um rubor sexy penetrou no rosto. Precisava de tão pouco para se assediado pelo outro.


As narinas de Kamus se dilataram no sentido que Milo tinha dado.


― Estou feliz que você pense assim. ― Kamus agarrou as mãos de Milo, trazendo-as para seu pau endurecido. ― Veja como você me deixa... Você pode me excitar em um segundo com apenas o toque de suas mãos.


Milo deslizou na cama levando Kamus consigo, até que deitou sobre o leito e moldou suas pernas em volta de Kamus. ― Eu posso?


― Oh sim. Veja o que você faz comigo? ― Kamus pressionou a palma da mão de Milo em sua ereção ansiosa.


Os dedos de Milo enrolaram em volta, dando ao pênis de Kamus um aperto. ― Eu posso ver... — Disse faceiro. — Tire as roupas... Preciso ver com mais clareza o que posso fazer...


Não foi preciso dizer mais que isso, em um passe de mágica, Milo desceu o zíper e deixou a dura carne pular fora. Lambendo os lábios suas mãos rodearam o falo ansioso para prová-lo.


― Preciso tanto de você mon ange... — Kamus sussurrou.


Milo empurrou o ruivo sutilmente até que este encontrava-se sentando na cama apoiando as costas contra a cabeceira da cama.


― Sim... Sou seu... Vou mostrar o que posso fazer por aquilo que igualmente é meu... ― Ele sorriu colocando-se de quatro na frente do amado, e sua língua lambeu a cabeça cogumelo provando o sabor do outro.


― Isso você faz! ― Kamus pousou a mão no cabelo de Milo, sentido toda macieis deles.


O escorpião colocou as mãos sobre as coxas de Kamus, e com entusiasmo girou a língua ao redor da vermelha glande colhendo o sublime sabor, despertando sua ânsia por mais.


― Bebê... ― Kamus gemeu. Ele apertou os dedos pelos cabelos de Milo, puxando-o e escovando-o de lado. Seus dedos não conseguia parar de acariciar seu amando enquanto chupava seu falo para o fundo da garganta, chupando e usando sua língua para subir e descer o eixo borbulhante.


Ele avançou, serpenteando a mão nas costas das calcas de Milo, correndo o dedo para baixo no vinco da bunda de Milo. Ele apertou a ponta na entrada apertada. Voltou os dedos na boca os umedecendo, ao que retornaram para o desejava casulo.


Milo empurrou sua bunda contra toque de Kamus, enquanto ele gemia em torno do pênis. Seu corpo todo vibrava ansiando por cada toque e palavra do ruivo.


― Porra, você definitivamente é único. ― O ruivo apertou a bunda do escorpião, passando a mão, subindo e descendo o monte debaixo da sua mão. Até que seus dedos entraram o doce lugar, e um dos dedos venceu a resistência das pregas, e passou a brincar ali.


Milo puxou para trás, lambendo a cabeça de Kamus como um sorvete de casquinha. Os olhos de Kamus estavam travados na boca de Milo, vendo a língua rosa mover sobre e em torno em tais manobras delicadas.


― Se eu não te foder, vou gozar em sua boca. ― Relutantemente, puxou para trás e se levantou. Ele olhou para seu o loiro enquanto este pairava sobre o lado da cama com a boca inchada de estar envolvido em torno do pênis de Kamus. A visão mais bela que já tinha visto.


Kamus rapidamente despiu a roupa, e seu eixo balançando em antecipação de afundar no fundo no amado.


Milo virou, igualmente puxando suas roupas com descuido quando aquário atravessou o colchão sobre os joelhos. Ele jogou a camisa de lado, enquanto colocou-se sobre as mãos e joelhos rebolando seus quadris para o outro, totalmente exposto.


― Esta prestes a ficar completamente desagradável e suado aqui. ― Kamus rosnou.


― Eu tenho habilidades para isso. ― Milo sorriu sedutoramente.


Kamus colocou as mãos sobre a pele quente, passando sobre o corpo do loiro, tomando seu tempo para apreciar a beleza divina.


― Simplesmente perfeito! ― Kamus inclinou-se e colocou beijos na espinha dorsal de Milo. ― Você não pode saber o que você significa para mim. ― Ele alinhou seu pênis contra Milo e deixou o líquido que brotava precipitadamente deu seu falo umedece a picante entrada.


Kamus passou as mãos sobre os ombros de Milo, debaixo dos braços, e depois deixou seus dedos entrelaçaram com o do outro à medida que se empurrava dentro do amante. Seu corpo cobriu do escorpião ao que trabalhava seu pau até que ele sentiu as nádegas contra sua pélvis.


― Eu posso te proteger. ― Kamus beijou o pescoço de Milo. ― Eu posso te amar com meu coração, mente e alma. ― Arrastou a língua sobre a nuca de Milo. Ele inalou o cheiro do loiro ao que seu corpo zumbia com eletricidade. ― Eu posso fazer sua vida tão completa que você nunca vai querer sair do meu lado. ― Balançou dentro e fora do traseiro apetitoso, e esfregava o rosto sobre o dorso de Milo.


Não podendo mais se conter, ele empurrou duro e profundo, impulsionando dentro do outro cavaleiro, com atos e palavras de amor.


Os dedos de Milo deslizaram em Kamus, entrelaçando os dedos, enquanto ele gemia.


― Você pode me proteger, me amar, e ser meu para sempre. E eu serei o mesmo para você. ― Milo balançou para trás, encontrando ritmo de Kamus com o seu próprio. ― Eu te amo, Kamus.


Aquário passou os braços em torno do corpo de Milo, celebrando declaração do seu corpo. Ele se afastou e depois deixou seu foguete pau tomar conta dos dois.


― Eu também te amo. ― Kamus agarrou os lençóis em volta de Milo e espalhou os joelhos mais afastados, enquanto ouvia a pele batendo em pele ecoando por todo o quarto. Seus quadris bombeando contra o loiro enquanto rosnava para a sensação de seu pau sendo enterrado no buraco apertado.


Os quadris do ruivo se trancaram no lugar enquanto jatos de sêmen disparavam dentro do amado. Ele empurrou mais algumas vezes antes dele tirar, capotando Milo, e devorou o seu pênis.


Milo plantou os pés nos ombros Kamus ao que este rapidamente moveu a cabeça para cima e para baixo, dando um orgasmo a Milo ensurdecedor.


Seu loiro gritava com as costas arqueadas, jorrando sêmen em movimentos descoordenados.


― Exausto! ― Ele riu quando ele colocou o braço sobre os olhos. ― Droga, você saber me esgota...


Quando Milo não lhe respondeu, Kamus olhou para ver seu amado dormindo. Aquela com toda certeza era uma das cenas mais belas de ser ver... Poderia fazer isso pelo resto de sua vida, que jamais se cansaria.


Lentamente saiu de dentro do loiro, e rumou para o banheiro da suíte, quando retornou tinha em suas mãos uma toalhinha úmida. Com cuidado e amor limpou o suor e resíduo de gozo do loiro e o cobriu com o coberto. Desfazendo do pano, deitou-se ao lado de Milo e o puxou para seus braços.


Um sorriso doce tomou a face de aquária, um ato para se apreciado por poucos.


Suas mãos tocaram a face bronzeada e ajeitou a cabeça atrás da orelha, desceu pelo pescoço, dorso até repousa sobre o ventre ainda liso, mas que logo tornaria avantajando para dar espaço para o serzinho que protegia ali dentro.


― Ei... Você já e muito amado... Por seu pai, suas irmãs e por mim... Crescer direitinho, pois quando nascer estaremos aqui para você. ― Disse suavemente acariciando a barriga. Kamus ficou ali conversando com o filho até que caiu igualmente no sono.


Com tranquilidade, risos e alegria as preciosas férias deles na Turquia foram passando. Milo sendo paparicado desde as filhas e por Kamus. As pequenas estavam tão empolgadas com o nascimento do irmãozinho que arrastou os pais para fazerem compras para o mesmo. Por pouco o bebê que ainda ser formava dentro de Milo, não acabou com o enxoval completo.


Eles conheceram vários pontos turísticos e encantadores, e claro garantiram registrar cada momento, desde grande a pequeno.


Quando o dia de retornarem finalmente chegou, todos ficaram tristes com a partida, pois tiveram momentos sublimes ali, mas igualmente felizes, pois estava com saudade dos amigos e de casa.


Na certa os dois papais iria querer tirar mais férias em família, pois era único e marcante. Agora eles voltavam para casa na certeza que se tornavam uma família mais unida, amorosa e preparada para novo integrante.


Continua...